2009 Opel Astra

errado...
o Golf definiu a fórmula que todos seguiriam, porque na altura, havia diversas tipologias rivais.
A referência na altura era o Fiat 128, um 3 volumes clássico.

Mas uns 9, 10 anos antes do Golf existiu um hatchback com 5 portas, que estava à frente do seu tempo, o Renault 16.

Por isso, as 2 portas traseiras pouco têm a ver com o facto de o Golf se ter tornado referência.
O Golf substituiu um marco na história do automóvel, o Carocha, e acabou por definir a fórmula final para o segmento, dado o seu sucesso.
Reunia um conjunto de qualidades que preenchiam as necessidades de uma época pós-crise petrolifera de 74, dando-nos espaço, praticalidade e robustez num carro compacto, e com custos moderados de manutenção e económico, tudo embrulhado com uma carroçaria que se tornaria um dos melhores exemplares do "folding-paper design".

O sucesso foi grande e a concorrência seguio-o. O Delta, o Ritmo, o Escort e o Kadett D adoptaram o mesmo layout e tipologia, e desde então o Golf tem-se mantido como o ponto de referência do segmento C, devido ao seu mix de caracteristicas e valores.

Os outros que referenciastes estão longe de ser referências.
O A3 é um Golf mais caro. Pouco ou nada mais oferece em relação ao seu "irmão". Por isso, como não existe valor acrescentado em relação ao original, como pode ser referência?
O Mercedes B é mais mpv compacto que hatchback tipico do segmento C, por isso é natural que apresente melhores trunfos em certos aspectos, sobretudo no que toca a valores espaciais, mas isso todos os MPV conseguem estar um ponto acima dos hatchbacks que derivam

E o série 1, pode ter bons motores e dinâmica, mas não é referência nenhuma no que toca à sua função de pequeno familiar, pecando por valores inferiores de habitabilidade e praticalidade.

No entanto, sou da opinião que chega de Golf como ponto de referência.
Está na altura de existir um carro que abale os "pilares" do segmento, com ideias novas e mais adequadas ao inicio de século que vivemos.

Já vi que a literatura na Net é muito variada e que sobre o segmento C existem várias versões ... como a minha intenção não era inicialmente discutir sobre se o Golf foi ou não o primeiro... tenho que deixar essa discussão por aqui.

Sobre o A3 ser um Golf melhor, faz-me pensar se o Lancia Delta é um Fiat Bravo melhor ....

Cada um tem a sua opnião que vale precisamente isso, mas deixo uma pequena questão no ar (para tentar passar a mensagem):

Se não tiveres limite de euros (qualquer preço), qual o carro do segmento C que comprarias ?

Penso que esse carro seria a tua referência do segmento C !
 
Side by Side

Side by Side

O novo e o velho lado a lado !

... e o outro atrás ...

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Hehe,
Pois, mas nessa imagem o "velho" não dá hipótese ao novo... está bem apetrechado com guloseimas "OPC Line". [br:)]

Que se lixasse "o OPC" (3p), eu cá levava era um destes também:

5popcline2.png

By maxld at 2009-05-15

[:cool:]
 
Última edição:
Hehe,
Pois, mas nessa imagem o "velho" não dá hipótese ao novo... está bem apetrechado com guloseimas "OPC Line". [br:)]

Que se lixasse "o OPC" (3p), eu cá levava era um destes também:

5popcline2.png

By maxld at 2009-05-15

[:cool:]

Tambem acho que o "velho" continua a dar cartas, mas o novo está um espanto !

Ó pró "velhinho" artilhado pela Irmscher :

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i9517558.jpg
 
errado...
o Golf definiu a fórmula que todos seguiriam, porque na altura, havia diversas tipologias rivais.

A referência na altura era o Fiat 128, um 3 volumes clássico.

Mas uns 9, 10 anos antes do Golf existiu um hatchback com 5 portas, que estava à frente do seu tempo, o Renault 16.

Por isso, as 2 portas traseiras pouco têm a ver com o facto de o Golf se ter tornado referência.

O Golf substituiu um marco na história do automóvel, o Carocha, e acabou por definir a fórmula final para o segmento, dado o seu sucesso.

Reunia um conjunto de qualidades que preenchiam as necessidades de uma época pós-crise petrolifera de 74, dando-nos espaço, praticalidade e robustez num carro compacto, e com custos moderados de manutenção e económico, tudo embrulhado com uma carroçaria que se tornaria um dos melhores exemplares do "folding-paper design".

O sucesso foi grande e a concorrência seguio-o. O Delta, o Ritmo, o Escort e o Kadett D adoptaram o mesmo layout e tipologia, e desde então o Golf tem-se mantido como o ponto de referência do segmento C, devido ao seu mix de caracteristicas e valores.

Os outros que referenciastes estão longe de ser referências.

O A3 é um Golf mais caro. Pouco ou nada mais oferece em relação ao seu "irmão". Por isso, como não existe valor acrescentado em relação ao original, como pode ser referência?

O Mercedes B é mais mpv compacto que hatchback tipico do segmento C, por isso é natural que apresente melhores trunfos em certos aspectos, sobretudo no que toca a valores espaciais, mas isso todos os MPV conseguem estar um ponto acima dos hatchbacks que derivam

E o série 1, pode ter bons motores e dinâmica, mas não é referência nenhuma no que toca à sua função de pequeno familiar, pecando por valores inferiores de habitabilidade e praticalidade.

No entanto, sou da opinião que chega de Golf como ponto de referência.

Está na altura de existir um carro que abale os "pilares" do segmento, com ideias novas e mais adequadas ao inicio de século que vivemos.

[;)]apr:)
 
Já vi que a literatura na Net é muito variada e que sobre o segmento C existem várias versões ... como a minha intenção não era inicialmente discutir sobre se o Golf foi ou não o primeiro... tenho que deixar essa discussão por aqui.

Sobre o A3 ser um Golf melhor, faz-me pensar se o Lancia Delta é um Fiat Bravo melhor ....

Cada um tem a sua opnião que vale precisamente isso, mas deixo uma pequena questão no ar (para tentar passar a mensagem):

Se não tiveres limite de euros (qualquer preço), qual o carro do segmento C que comprarias ?

Penso que esse carro seria a tua referência do segmento C !

Não é propriamente leitura na net[;)].
Quando tive na faculdade, tinha um trabalho pra "História do Design Industrial", e decidi escolher temática sobre Design Automóvel.
Digamos que na altura, e apesar de também ter usado a net nas minhas pesquisas, a maior parte da info que obtive foi através de muitos livrinhos sobre história do Design.
E quando procurei por referências do mundo do design automóvel, e cruzando dados de diversas fontes, acabamos por obter um punhado de pontos fulcrais na cronologia dessa mesma história.

Esses pontos de referência no design, coincidem com os pontos de referência na história automóvel, pois seja por razões técnicas, conceptuais, estilisticas, marcaram pontos de ruptura e avançaram com as regras do jogo.

Pouco interessa se foram sucessos comerciais ou não. Alguns deles levaram inclusivamente à ruina ou quase ruina das proprias marcas que os conceberam, mas depois de terem sido lançados, actuavam como virus, infectando positivamente toda a indústria. Fossem pelas suas tipologias, arquitecturas ou estética.

E não há volta a dar. O Golf fez isso. Antes do Golf tinhamos um segmento algo disperso entre carros de 2 e 3 volumes, motores tranversais e longitudinais, tracção à frente e tracção traseira e até o vetusto Carocha contribuia para essa diversidade, com o seu motor traseiro.

Depois do Golf, e tendo em conta o excelente trabalho de packaging que era, conseguindo muito melhores resultados em aproveitamento de espaço, dimensões e usabilidade, literalmente todos os construtores foram atrás dessa fórmula. Adoptaram todos o mesmo layout, a mesma tipologia na carroçaria e nasce assim o moderno segmento C.

desde então o golf tem sido o farol pelo qual todos se guiam. E como tal, com o aumentar de qualidade e aburguesamento do Golf, também todo o segmento seguiu essa fórmula. Sem contar com a febre dos diesel, no qual a VW foi a grande impulsionadora, e todos foram atrás.
O único aspecto no qual o Golf foi atrás de outro modelo, foi no capitulo dinâmico, ao "copiar" a solução que a Ford criou para o eixo traseiro do Focus I, quando lançou o Golf V. Se houver mais exemplos, acrescentem.

Mas como disse, já chega. É necessário uma nova mudança de paradigma que esta fórmula já cansa um bocado. Talvez com os ensinamentos do iQ e de concepts como o C-Cactus possa haver algo refrescante na próxima década (espero)

Quanto à tua pergunta, curiosamente foi algo que nunca equacionei.
O segmento C não me atrai minimamente e não me via comprador de nenhum deles. Mas também isso tem a ver com as minhas necessidades.
Sou uma criatura solitária[:D], não necessito de espaço. Tenho um Mx5, que dá para ter uma ideia daquilo que procuro num automóvel. Um pouco longe daquilo que o segmento C tem para oferecer[:)].

Sem limites de orçamento, e dentro desse segmento, teria de ir atrás das versões picantes, que ofereçam um bom mix de dinâmica/fun/feeling!
O candidato mais provável seria o extinto Megane r26, mas o Golf GTi, Focus ST, ou a alternativa RWD do segmento, o 130i seriam casos a pensar. E para mim não é questão de serem referências no segmento, mas sim referências naqueles factores que especifiquei.

E provavelmente desceria um segmento, porque o segmento C actual já é carro fisicamente grande demais para aquilo que necessito.
Acabaria por me virar para um CLio RS ou Mini Cooper S.

As minhas referências automobilisticas, de uma forma mais geral, acabam por ser carros que realmente avançam com as regras do jogo, sobretudo no campo do design/packaging.
Numa vertente mais pessoal,em que tenha de equacionar a compra de carro, acabo por ir atrás daquels em que a vertente mais dinâmica e fun estejam em destaque.
Não interessa o segmento.
 
Quando está prevista o lançamento da nova Astra Caravan em Portugal? Já há fotos sobre ela? Em caso afirmativo onde as posso ver?

Muito obrigado.
 
...
Mas como disse, já chega. É necessário uma nova mudança de paradigma que esta fórmula já cansa um bocado. Talvez com os ensinamentos do iQ e de concepts como o C-Cactus possa haver algo refrescante na próxima década (espero)
...

A retórica é aceitável, mas o uso continuado de referências e qualidades admiradas nos anos 70 a 90, só por si não chega.

Sobre a resposta à minha pergunta, curiosamente não indicaste uma escolha única (embora eu não a tenha pedido).

Questiono-me se terás incluído o GTI por motivos de força maior, já que no grupo VW sempre existem os "inferiores" VW Scirocco R e Audi A3 S3 mais compatíveis com as outras propostas.


P.S.
Agradeço que escrevas menos e digas mais.
Para ler relatórios cheios de divagações, já tenho o meu local de trabalho.
 
A retórica é aceitável, mas o uso continuado de referências e qualidades admiradas nos anos 70 a 90, só por si não chega.

Sobre a resposta à minha pergunta, curiosamente não indicaste uma escolha única (embora eu não a tenha pedido).

Questiono-me se terás incluído o GTI por motivos de força maior, já que no grupo VW sempre existem os "inferiores" VW Scirocco R e Audi A3 S3 mais compatíveis com as outras propostas.


P.S.
Agradeço que escrevas menos e digas mais.
Para ler relatórios cheios de divagações, já tenho o meu local de trabalho.
Será que só leste de duas em duas linhas? É que eu retirei bastante informação do comentário dele (que não é novidade, pois esta discussão já ocorreu diversas vezes aqui no fórum) - na verdade, retiro quase sempre.
 
(...)

Esses pontos de referência no design, coincidem com os pontos de referência na história automóvel, pois seja por razões técnicas, conceptuais, estilisticas, marcaram pontos de ruptura e avançaram com as regras do jogo.

Pouco interessa se foram sucessos comerciais ou não.

Alguns deles levaram inclusivamente à ruina ou quase ruina das proprias marcas que os conceberam, mas depois de terem sido lançados, actuavam como virus, infectando positivamente toda a indústria. Fossem pelas suas tipologias, arquitecturas ou estética.

(...)

Substância, apr:)
 
Será que só leste de duas em duas linhas? É que eu retirei bastante informação do comentário dele (que não é novidade, pois esta discussão já ocorreu diversas vezes aqui no fórum) - na verdade, retiro quase sempre.

Substância, apr:)


Se essa(s) explicações são suficientes e são aceites como a razão do sucesso do Golf, tudo bem.

A meu ver, a VW continua a ser demasiado conservadora e tradicionalista, e o Golf não foge à regra.
No grupo, para maiores voos sempre existe a Audi.

Tem os melhores motores, o melhor equipamento, a melhor qualidade de construção e de materiais. Acho que é inquestionável.

O Golf poderá porventura ir ao encontro do que a maioria espera de um automovel do segmento C, mas não é o melhor.

Quando eu tenho que tomar uma decisão, inicio pelo melhor, depois consoante as necessidades e o binómio custo/beneficio vou fazendo os reajustes que achar necessários.

Não é na escolha de um automóvel que irei mudar de ideias, é uma questão de filosofia e coerência.

Não entendo porque não se fazem comparativos entre o Golf e o A3, se existem comparativos com o Fabia e o Leon.
Talvez seja uma questão de markting do grupo.
 
Queres mais conservador e tradicional que um Opel? A Opel é uma marca que inova muito pouco. A VW é conservadora sim senhor, mas riposta com produtos de muito boa qualidade.
 
Queres mais conservador e tradicional que um Opel? A Opel é uma marca que inova muito pouco. A VW é conservadora sim senhor, mas riposta com produtos de muito boa qualidade.

Desculpa mas não falei da Opel, que acho que tambem é conservadora.

Nos meus "posts" não questionei a qualidade do Golf, apenas tentei "fazer" compreender que o Golf não é o "melhor" do segmento. Apenas isso.

Para mim a referência é o A3, mas o Astra infelizmente apenas se pode posicionar como concorrente do Golf. :(


Sobre o grupo VW penso o seguinte:
  • A3 (Elite)
  • Golf (Tradicional)
  • Leon (Desportivo/Generalista)
  • Fabia (Generalista)
Sobre o resto da concorrência, considero que o C4, 308, Mégane e Focus vão mais além na tecnologia empregue e no design. Mas é apenas uma opnião.


A meu ver, os hibridos e os eléctricos poderão ter uma palavra sobre o futuro do ramo automóvel.
É esperar que o amanhã é já em 2010 com o Volt ...
 

Sobre esse assunto, apenas vou dizer o seguinte:
1) Nunca gostei daquela barra na grelha da frente do Astra, apenas deixei uma possivel alternativa.
2)Os spoilers laterais veêm sempre associados a versões desportivas, caso não venham incluidas na versão Sport do futuro Astra, deixei mais uma vez, a alternativa.
3)As ponteiras são uma questão de gosto pessoal, sempre gostei de dupla ponteira associada a versões desportivas.

Gostaria de deixar claro e perfeitamente assente que não sou nem quero ser adepto de alterações radicais nos carros.
Cada um faz o que quiser. Não sou contra nem a favor, é-me indiferente.
 
Última edição:
A retórica é aceitável, mas o uso continuado de referências e qualidades admiradas nos anos 70 a 90, só por si não chega.

Sobre a resposta à minha pergunta, curiosamente não indicaste uma escolha única (embora eu não a tenha pedido).

Questiono-me se terás incluído o GTI por motivos de força maior, já que no grupo VW sempre existem os "inferiores" VW Scirocco R e Audi A3 S3 mais compatíveis com as outras propostas.


P.S.
Agradeço que escrevas menos e digas mais.
Para ler relatórios cheios de divagações, já tenho o meu local de trabalho.

Como disse, como poderia escolher apenas um, se não há propriamente nenhum que mereça ser escolhido?
E repetindo-me... segmento C é algo que nunca equacionei porque não preciso desse tipo de carro. Não tenho esse tipo de necessidades actualmente, em que fosse necessário recorrer a um carro com fins mais racionais e de utilização mais familiar.
Além disso, e exceptuando o serie 1, é tudo farinha do mesmo saco. 2 volumes, tudo à frente. Uns têm plásticos um pouco melhores, outros têm um bocadinho de mais espaço, outros andam um pouco mais ou gastam um pouco menos.
É um segmento que está bastante nivelado, não havendo nenhum que se destaque visivelmente dos outros. Só pus o série 1 de parte, por ser a aberraçaõ do segmento, devido à utilização do motor longitudinal e tracção traseira. Solução que pode trazer beneficios naqueles paarmetros que gosto, como dinâmica/interactividade, mas como pequeno familiar que é acaba por ser o pior do segmento, devido à arquitectura.

mas só leste a minha referência ao GTI. nem seria a minha escolha inicial. E por acaso nem me lembrei de referir o scirocco que acaba por ser uma proposta mais apelativa, caso não haja necessidades de fôro prático.
O S3 não me atrai minimamente. E apenas por uma questão de gosto.
As propostas no campo dos hot hatch da Renault acabam por ser as que mais me atraem, e pouco tem a ver com estética, qualidade dos plásticos ou robustez, mas sim pela boa relação entre dinâmica/gozo/feeling/performances.
Mas provavelmente será até aparecer algo que se encaixe melhor naquilo que procuro num carro... actualmente.

Agora... divagações? Dei factos. O Golf é o template.Pode haver melhores e piores, mas continua ser o alvo.

Se essa(s) explicações são suficientes e são aceites como a razão do sucesso do Golf, tudo bem.

A meu ver, a VW continua a ser demasiado conservadora e tradicionalista, e o Golf não foge à regra.
No grupo, para maiores voos sempre existe a Audi.

Tem os melhores motores, o melhor equipamento, a melhor qualidade de construção e de materiais. Acho que é inquestionável.

O Golf poderá porventura ir ao encontro do que a maioria espera de um automovel do segmento C, mas não é o melhor.

Quando eu tenho que tomar uma decisão, inicio pelo melhor, depois consoante as necessidades e o binómio custo/beneficio vou fazendo os reajustes que achar necessários.

Não é na escolha de um automóvel que irei mudar de ideias, é uma questão de filosofia e coerência.

Não entendo porque não se fazem comparativos entre o Golf e o A3, se existem comparativos com o Fabia e o Leon.
Talvez seja uma questão de markting do grupo.

Sim, a VW é conservadora e tradicionalista. Mas resulta comercialmente para eles. E a porra toda é que os outros ainda continuam a ir atrás.
Como disse, é necessário um repensar deste segmento, já que o que temos actualmente não passa de um refinamento da fórmula apresentada pelo Golf nos anos 70.

Quando falo em referência, não significa automaticamente que seja o melhor. Falo em referÊncia na forma como é definido o tipico modelo de segmento C, a um nivel mais conceptual. O Golf continua a ser o molde.

Pouco me interessa essas questões de aquisição ou escolha de um automóvel. Isso fica de acordo com as caracteristicas que valorizamos numa hipotética compra.

E já que estamos no tópico do Astra.
O que não é este novo Astra senão um refinamento progressivo da fórmula.
Tudo o que ele apresenta já tá batido na maioria do segmento. Downsizing ao nivel dos motores, mais gadgets xpto com mais uns quantos acrónimos e siglas, e mais qualidade/robustez.
Se faz dele um bom produto, do ponto de vista de um possivel comprador? Acredito que sim. Não deverá ser pior que o seu antecessor. Além de que não existe no mercado nada de realmente alternativo!

Mas não reinventa nada. Não traz nada de substancialmente inovador. E apesar de ser uma proposta realmente nova que não é um mega-restyling do antecessor, como acontece com a maior parte do seg. onde se insere, considero-o mais uma oportunidade perdida para avançar com as regras do jogo. É apenas mais um, numa lógica literal de seguidismo.
Sejam quais forem os motivos para esta abordagem conservadora, basta.

Não é só a Opel que está com medo. São todos.
 
Tem os melhores motores, o melhor equipamento, a melhor qualidade de construção e de materiais. Acho que é inquestionável.
Tens mesmo a certeza disso?
É que até eu que não sou fã do Golf (e nem do A3) tenho sérias dúvidas disso.
 
Última edição:
Mas não reinventa nada. Não traz nada de substancialmente inovador. E apesar de ser uma proposta realmente nova que não é um mega-restyling do antecessor, como acontece com a maior parte do seg. onde se insere, considero-o mais uma oportunidade perdida para avançar com as regras do jogo. É apenas mais um, numa lógica literal de seguidismo.
Sejam quais forem os motivos para esta abordagem conservadora, basta.

Não é só a Opel que está com medo. São todos.

Os que consideras mais conservadores são os que mais vendem e agradam a todo o mercado europeu, e as marcas sabem bem disso. Não me parece uma questão de medo, mas sim uma questão de lógica.
Se não for, temo o dia em que todos "percam o medo", porque passamos a ter que escolher só entre aberrações estéticas resultantes de designers com um parafuso a menos...
 
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