Ó eu aponta-me onde o texto está manipulado porque eu não vejo.
Num momento em que nos EUA se começa a pôr em causa a dita versão oficial tens o Presidente a referir a 6 de Setembro de 2006 (5 anos depois) que a Al Qaeda tinha planos para colocar explosivos em edíficios, explosivos esses que impediriam as pessoas de fugir para os pisos de baixo...
Mas que grande coincidência!
Mas há mais coincidências...
Alex Jones tem sido um dos mais controversos jornalistas dos agora chamados media alternativos; aliado ao Britânico David Icke, Alex Jones tem no seu site Prison Planet.tv um dos maiores movimentos de contestação à administração Bush e á política globalista da Nova Ordem Mundial.
O jornalista, e profissional de radiodifusão, Alex Jones em protesto público.
Alguns dias atrás um ex-Sargento das Forças Armadas dos EUA veio a público com o seu testemunho acerca da inoperância, em principio propositada, das forças armadas americanas na manhã do 11 de Setembro.
O Sargento Chavez desvenda que haviam planos deliberados para exercícios de guerra com atentados ao WTC, Pentágono e Casa-Branca e a outros locais dos EUA, incluíndo uma central nuclear na California.
"Portanto estou a ler o documento e este propõe situações para cenários de um War Game, incluíndo um avião sequestrado, a maior parte deles eram aviões sequestrados, vi um que era como um carro-bomba a tentar explodir algo, mas um deles era um avião sequestrado a despenhar-se numa central nuclear na Califórnia, na Sears Tower, no World Trade Center, no Pentágono obviamente, na Casa Branca, o nosso edifício era um dos alvos também." Sargento Lauro "LJ" Chaves em entrevista a Alex Jones.
Neste contexto gostaria também de deixar-vos a sugestão para investigarem o pré e pós 7/7, ou seja os atentados no Metro de Londres e na carreira 30.
Nessa manhã em Londres passava-se uma simulação em que participaram em massa todas as forças políciais da cidade, o objectivo era desmantelar e controlar eventuais atentados no Metro londrino e em King's Cross Station bem como em determinadas carreiras de autocarros urbanos.
Por uma espantosa coincidência de 1 em milhões de milhões, houveram mesmo atentados em King's Cross Station, no Metro e em autocarros.
A Scotland Yard mostrou-se muito surpreendida com essa coincidência.
Agora a entrevista traduzida para portugues e o original aqui:
http://infowars.net/articles/September2006/260906Chavez.htm
Sargento da CENTCOM conta detalhes sobre a traição das ordens de ''não reacção'' aos ataques do 11 de Setembro.
Steve Watson / Infowars | September 26 2006
Alex esteve ontem no ar com o ex-sargento das Forças Armadas dos Estados Unidos, chamado Lauro ''LJ'' Chavez. Chaves estava colocado na Base a Força Aérea em MacDill onde ele afirma que testemunhou preparos incomuns para um avião atingir a base na manhã de 11 de Setembro e ouviu perfeitamente os oficiais a falarem de uma ''não reaccão'' a esse acontecimento. Isto fez com que ele viesse a público questionar o facto da não reacção por parte da NORAD e na demolição das torres gémeas.
Numa carta que apareceu no site Veteranos pela Verdade do 9/11, o Sargento Lauro ''LJ'' Chavez responde a um pertinente artigo do jornal Cincinnati Post demonstrando as suas dúvidas acerca da versão oficial do 9/11 e a sua experiência pessoal no prelúdio dos acontecimentos que ocorreram naquela manhã.
Apesar das reacções prontas (e saudáveis) acerca disto ser uma fraude com a intenção de envenenar o poço do 9/11 truth movement, o Sargento Chavez forneceu-nos provas das suas credenciais, os documentos na sua folha de serviço mostrando as instalações militares nas quais ele se encontrava. A última estação que ele ocupou foi dentro da Central de Comando dos Estados Unidos, em Tampa.
O senhor Chavez prontamente referiu que ele não tem todas as respostas mas tem o que ele acha serem informações vitais em relação aos acontecimentos do 9/11.
Não estou em posição de dizer às pessoas que isto é que é a história oficial portanto acreditem em mim...eu apenas quero dar às pessoas a informação de modo a que elas se mexam e procurem por si próprias formulando a decisão lógica com todas as provas. Disse Chavez.
O senhor Chavez trabalhou com a CENTCOM, um dos cinco comandos unificados da América, consistindo em Marines e oficiais da Marinha e Força Aérea. A área de jurisdição do CENTCOM fica no Oriente-Médio, África Oriental e Ásia Central. O CENTCOM tem vindo a ser a principal presença Americana em muitas operações militares, incluindo a Guerra do Golfo, a guerra dos Estados Unidos com o Afeganistão e em 2003 a invasão do Iraque. Chavez esta colocado no quartel do CENTCOM em MacDill AFP em Tampa na Flórida. O seu oficial em comando era o General de Quatro Estrelas Tommy Franks.
Chavez trabalhou no departamento J6 que estava a cargo de todos os sistemas informáticos, a espinha dorsal do CENTCOM. Chavez comandava uma equipe de seis soldados na rede de auxílio. Ele era responsável pessoalmente pela manutenção e comando de oficiais e computadores, incluindo aqueles do General Tommy Franks. Ele tem cartas de recomendação de Franks e até foi à propria casa de Franks para trabalhar nos seus computadores.
Chavez descreve como os militares têm as suas redes de computadores configuradas consoante os diferentes níveis de segurança. Chavez trabalhou apenas com sistemas classificados como Top Secret ou superiores.
Na manhã antes do 9/11 Chavez estava no Compartmented Information Facility, o seguro bunker na base do CENTCOM HQ que é frequentado por pessoal de topo dos serviços secretos militares. Estas instalações requerem uma autorização secreta gamma. Dentro dessa estão sistemas que podem monitorizar sistemas meteorológicos e rotas de todos os aviões no país.
Nesse dia ele estava envolvido com equipamento informático de suporte a ser usado no exercício Vigilant Guardian e outro exercício sediado no Egipto. Nesse dia Chavez viu informação que ele não era suposto ver.
Trabalhava no computador para o comandante das psyops (Operações Psicológicas) e ao lado do seu PC estava um documento Top Secret aberto, a sua negligência foi o meu aliado, estava ali sentado a trabalhar no seu computador e esperava que alguns passes descarregassem quando começei a ler o documento, e era a ordem para o exercício em que eles participavam.
Isto levanta grandes questões pois normalmente os Jogos de Guerra ou exercícios não são classificados como top secret e é condição que alguma informação venha a público, especialmente se o exercício tiver lugar numa área com população.
Chaves continua:
Portanto estou a ler o documento e este propõe situações para cenários de um War Game[1], incluíndo um avião sequestrado, a maior parte deles eram aviões sequestrados, vi um que era como um carro-bomba a tentar explodir algo, mas um deles era um avião sequestrado a despenhar-se numa central nuclear na Califórnia, na Sears Tower, no World Trade Center, no Pentágono obviamente, na Casa Branca, o nosso edifício era um dos alvos também.
Chavez continua descrevendo como o CENTCOM HQ estava altamente fortificado no dia antes do 9/11e o acesso á base estava restrito apenas a pessoal ''top secret''. Isto tem laços à declaração de Lei Marcial por Jeb Bush dois dias antes em toda a Flórida.
Chavez também descreve como durante os exercícios o mapa do espaço aéreo fica com blips ''inimigos'' que têm de ser comunicados a todos os controladores aéreos dos aeroportos na zona afectada para que eles saibam que há um exercício militar a decorrer. Isto liga-se ás fitas disponíveis do NORAD-NEADS e do FAA que tem referências a práticas e exercícios que tiveram lugar a 11 de Setembro.
Chavez descreve a cabala como ''genial'' e afirma:
Se quizer despenhar aviões num edifício e tem o espaço aéreo num monitor de radar, você coloca um rol de blips nele de modo a que ninguém saiba qual deles é real e quais são falsos... Tudo o que tem a fazer é ter alguém responsável por o sistema informático para colocar os blips no monitor e depois fazer tudo o que quer.
Chavez prossegue com detalhes para assuntos-chave que ouviu dentro do bunker no dia 11 de Setembro:
Não consegui ver o impacto na primeira torre, estava a falar com uns indivíduos e cansado, estava lá desde as quatro da manhã. Entao de repente toda a gente começou a ficar agitada e com comoção, foi como a Apollo 13, quando estave quase a despenhar-se, toda a gente a correr até que puseram no grande ecran a CNN com a torre em chamas.
Então vimos o outro avião a aproximar-se e a atingir a outra, nesse momento todos se levantam. A Força Aérea tem os comandantes em contacto com a NORAD.
Depois temos o avião, ou o que seja, que atingiu o Pentágono e estavamos do tipo - Porque é que não enviam caças para interceptar? Perguntavamo-nos, eramos oito ou nove pessoas... Coroneis e Tenentes-Coronel a perguntarem ao Tenente-Coronel em cargo da Força Aérea mas porque razão a NORAD não envia caças de intercepção? E então ele responde. - Recebemos ordens para não reagir. E isso deixou todos perplexos.
O senhor Chavez não conhecia o Tenente-Coronel e não sabe o seu nome, contudo se ele puder ser identificado, então conseguimos obter uma ligação à ordem de não haver reacção. Se esse homem ou outros que estavam presentes no CENTCOM em 11 de Setembro podem ser identificados e levados a testemunhar, sob juramento, todo o encobrimento pode ser desmantelado. Uma verdadeira investigação independente poderia assegurar isto.
Toda a entrevista esta disponível gratuitamente online no Prisonplanet.tv. Por favor espalhem esta informação aos sete ventos.
O senhor Chavez desde então foi informado que a firma de computadores para a qual ele trabalha, como gerente de segurança, tem recebido telefonemas ameaçadores a exigirem que ele seja despedido. O senhor Chavez é outro exemplo de alguém que tem a bravura de colocar a sua carreira, re****ção e vida no ''cepo'' de modo a que se saiba a verdade sobre o encobrimento do 11 de Setembro.
[1] War Games: Tratam-se de simulações de operações militares na forma de jogos também conhecidos como Jogos de Guerra.
In:
http://en.wikipedia.org/wiki/Wargaming
EDIT: Correção devido a problemas de script.