(Des)emprego.... o poder das cunhas!

Fazer faz. Todo o sentido mesmo.

Mas para isso terias que pôr as escolas a terem uma grande % do seu financiamento baseado nos resultados escolares.

Mas para isso terias que generalizar exames nacionais para todos os anos, para todas as disciplinas.

Porque se metes as escolas a escolherem os seus professores, sem estas prestarem contas ou beneficiarem/sofrerem com os resultados obtidos por esses mesmos professores, o que dá, neste belo país de brandos costumes sem ponta de meritocracia, é ainda mais cunha.

Estás a confundir as coisas...

A avaliação dos docentes no processo de selecção para leccionar na escola é uma coisa...

A Avaliação do desempenho dos docentes é outra coisa... É feito por um órgão colegial.
 
Os critérios que as escolas irão usar são critérios objectivos!! Deixam de estar cegos ao tempo de serviço e classificação profissional. Porque o professor com mais tempo de serviço pode não ser o melhor para a situação. Mas atenção que têm de ser critérios objectivos...

Têm de ter o parecer Vinculativo do Conselho PEdagógico!!!

Têm o controlo da administração Central!!!

Dê o benefício da dúvida!!

PS: Eu não tenho idade para ser seu aluno, nem tão pouco me conseguiria ensinar algo... (E isto não é arrogância) ;)

Em relação ao fim das cíclicas... Está a querer ensinar a interpretar normas, como alguém supostamente quer ensinar-lhe como dar aulas?

Apesar de no final de cada post pensar que foi a última vez que lhe respondi... Não consigo resistir a outra troca de palavras!

Sinceramente gostava de ter essa sua confiança nas escolas! Não querendo descredibilizar a imparcialidade e rigor dos conselhos executivos na seleccção de pessoal docente, o que é certo é que vou tendo conhecimento de casos (ainda que pontuais) em que é impossível manifestar alguma indiferença. Ora vejamos, num momento em que, ainda, devia ser seguida a ordem da lista de ordenação na selecção dos docentes, uma escola publicou uma oferta onde, após a publicação da lista dos candidatos à oferta, e consequente manifestação da indignação por parte dos mesmos, referiu que o critério tido em conta foi a ordem de chegada das candidaturas via CTT! Belo critério este, não lhe parece!?
E não estou a inventar! Pode certificar-se contactando a escola José Falcão - oferta de Geografia (grupo 420).


Se eu estivesse cega pelo tempo de serviço... Muito mal estava então! Tenho 24 anos de idade e tive os meus primeiros alunos aos 22... Faça as suas contas!

Concordo que, no caso dos cursos profissionais se deva ter em conta o currículo do professor; pois, por exemplo, num curso de planeamento ou SIG deva ser dada a prioridade a um docente com uma especialização ou experiência nesta área do que a um simples docente de Geografia sem especialização ou experiência na mesma.

Quanto ao ensinar/aprender... Olhe estou certa que aprenderia muito consigo, do mesmo modo que também lhe ensinaria algumas "coisas"! Todos os dias aprendo... Todos os dias ensino... Esta é a minha vida!
"Ego grande"?! Talvez... Mas, muito "pobre" é o Homem que acha que já aprendeu tudo ou que alguém nada tem para lhe ensinar.


E mais uma vez as cíclicas... Não sei se é professor ou não, mas se é... Parabéns! Pois, quando se candidatou (se se candidatou) devia ser o único a conhecer a data estabelecida para o término das cíclicas.
 
Apesar de no final de cada post pensar que foi a última vez que lhe respondi... Não consigo resistir a outra troca de palavras!

1. Sinceramente gostava de ter essa sua confiança nas escolas! Não querendo descredibilizar a imparcialidade e rigor dos conselhos executivos na seleccção de pessoal docente, o que é certo é que vou tendo conhecimento de casos (ainda que pontuais) em que é impossível manifestar alguma indiferença. Ora vejamos, num momento em que, ainda, devia ser seguida a ordem da lista de ordenação na selecção dos docentes, uma escola publicou uma oferta onde, após a publicação da lista dos candidatos à oferta, e consequente manifestação da indignação por parte dos mesmos, referiu que o critério tido em conta foi a ordem de chegada das candidaturas via CTT! Belo critério este, não lhe parece!?
E não estou a inventar! Pode certificar-se contactando a escola José Falcão - oferta de Geografia (grupo 420).


2.Se eu estivesse cega pelo tempo de serviço... Muito mal estava então! Tenho 24 anos de idade e tive os meus primeiros alunos aos 22... Faça as suas contas!

Concordo que, no caso dos cursos profissionais se deva ter em conta o currículo do professor; pois, por exemplo, num curso de planeamento ou SIG deva ser dada a prioridade a um docente com uma especialização ou experiência nesta área do que a um simples docente de Geografia sem especialização ou experiência na mesma.

3-Quanto ao ensinar/aprender... Olhe estou certa que aprenderia muito consigo, do mesmo modo que também lhe ensinaria algumas "coisas"! Todos os dias aprendo... Todos os dias ensino... Esta é a minha vida!
"Ego grande"?! Talvez... Mas, muito "pobre" é o Homem que acha que já aprendeu tudo ou que alguém nada tem para lhe ensinar.


E mais uma vez as cíclicas... Não sei se é professor ou não, mas se é... Parabéns! Pois, quando se candidatou (se se candidatou) devia ser o único a conhecer a data estabelecida para o término das cíclicas.

Vânia, começámos mal, mas vamos acabar bem...

1- Quanto a essa estória acho estranho, porque na oferta de escola só se aceita candidaturas presenciais. Se conhecesse bem a Lei 23/2004 teria mais confiança.

3. É evidente que todos aprendemos algo todos os dias... E eu só te estava a picar... Para ver a reacção...[;)]

Mas prepara-te que vêm aí grandes mudanças
 
Eu quando acabar o meu curso também posso exigir ao estado emprego?

Vocês e o off-topic! Estamos a falar de um sistema de colocação! E por muito que digam que não, este novo sistema falha redondamente! E não falamos de um caso isolado, falamos já de muitos casos de ultrapassagem indevida em colocações...!
 
Vocês e o off-topic! Estamos a falar de um sistema de colocação! E por muito que digam que não, este novo sistema falha redondamente! E não falamos de um caso isolado, falamos já de muitos casos de ultrapassagem indevida em colocações...!

Mas... O novo sistema ainda nem entrou em funcionamento...[:p]
 
Vânia, começámos mal, mas vamos acabar bem...

1- Quanto a essa estória acho estranho, porque na oferta de escola só se aceita candidaturas presenciais. Se conhecesse bem a Lei 23/2004 teria mais confiança.

3. É evidente que todos aprendemos algo todos os dias... E eu só te estava a picar... Para ver a reacção...[;)]

Mas prepara-te que vêm aí grandes mudanças

Zerorpm sim, já conhecia a questão das candidaturas presenciais, tendo comentado esta questão no fórum dos professores e do SPN! E não podia estar em maior desacordo! Pois, estando eu interessada em aproveitar "toda e qualquer" oferta, e sendo natural do Norte, ser-me-ia quase impossível percorrer o país para me candidatar. Estar hoje em Bragança, amanhã ir candidatar-me a Faro, no dia seguinte a Lisboa, e assim sucessivamente... Além de desgastante, torna-se bastante dispendioso.
No mês de Setembro candidatei-me a cerca de 20 ofertas de escola - todas via CTT - não fui excluída de nenhuma e acabei por ser seleccionada numa oferta para a Serra da Estrela. E por cá estou, "feliz e contente"...

Quanto às mudanças, o Presidente do "meu" Conselho Executivo já me alertou para esse facto sim, e quanto às cíclicas... parece que, no próximo ano lectivo, voltarão a terminar no final do 1º período, entrando em vigor as ofertas de escola, com estas a estabelecerem os seus critérios - segundo informações que ele me transmitiu.


Até lá... Irei continuar aqui de pé a lutar por aquilo que gosto e me faz sentir realizada... Nem que seja em São Tomé!
 
Quanto às mudanças, o Presidente do "meu" Conselho Executivo já me alertou para esse facto sim, e quanto às cíclicas... parece que, no próximo ano lectivo, voltarão a terminar no final do 1º período, entrando em vigor as ofertas de escola, com estas a estabelecerem os seus critérios - segundo informações que ele me transmitiu.


Até lá... Irei continuar aqui de pé a lutar por aquilo que gosto e me faz sentir realizada... Nem que seja em São Tomé!

As ofertas de escola vão acabar... Vai entrar em cena um novo diploma. A escolas contratam, com um processo de selecção próprio para contratos de trabalho a termo.
 
Estás a confundir as coisas...

A avaliação dos docentes no processo de selecção para leccionar na escola é uma coisa...

A Avaliação do desempenho dos docentes é outra coisa... É feito por um órgão colegial.

Não, não estou.

Quer dizer, para os teus ideias, talvez [;)]

A única forma, na minha opinião, de assegurar na prática que as selecções são bem feitas é pôr o financiamento das escolas dependente dos seus resultados, porque assim, nenhuma escola tem interesse em fazer da cunha o meio preferencial, tem mesmo que contratar os melhores professores.

Mas isto é anglo-saxonismo, esse monstro que tu odeias :)
 
Não, não estou.

Quer dizer, para os teus ideias, talvez [;)]

A única forma, na minha opinião, de assegurar na prática que as selecções são bem feitas é pôr o financiamento das escolas dependente dos seus resultados, porque assim, nenhuma escola tem interesse em fazer da cunha o meio preferencial, tem mesmo que contratar os melhores professores.

Mas isto é anglo-saxonismo, esse monstro que tu odeias :)

Isso era muito bom em teoria, mas traria um enorme problema.

Escolas em bairros degradados, cujas médias são baixissimas, muitas vezes não por "culpa" dos professores, mas dos alunos (da sua vida e da disposição com que vão para as aulas), seriam muito prejudicadas. E quanto mais prejudicadas fossem, pior seriam os seus resultados de desempenho, resultando em que as escolas com os melhores alunos (não necessariamente os melhores professores) fossem beneficiadas, e as outras seriam fortemente prejudicadas (embora até possam ter os melhores professores do mundo).

E se fores ter em atenção o meio onde a escola está inserida, como vais inserir critérios de correcção, e serão eles justos?

É um problema muito complexo.
 
Voces querem ...é trabalho de secretaria e papel!!! Ide trabalhar no duro... que não falta é trabalho!!! [8b] [8b]
 
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Isso era muito bom em teoria, mas traria um enorme problema.

Escolas em bairros degradados, cujas médias são baixissimas, muitas vezes não por "culpa" dos professores, mas dos alunos (da sua vida e da disposição com que vão para as aulas), seriam muito prejudicadas. E quanto mais prejudicadas fossem, pior seriam os seus resultados de desempenho, resultando em que as escolas com os melhores alunos (não necessariamente os melhores professores) fossem beneficiadas, e as outras seriam fortemente prejudicadas (embora até possam ter os melhores professores do mundo).

E se fores ter em atenção o meio onde a escola está inserida, como vais inserir critérios de correcção, e serão eles justos?

É um problema muito complexo.

Claro que é muito complexo.

Além de que o financiamento pode não ser todo decorrente deste critério. Mas antes uma boa parte que leve voluntaria ou involuntariamente a querer recrutar bons professores.

Agora essas situações que falaste não são a maioria. Não se pode deixar de fazer uma coisa só porque essa coisa não é perfeita, e existe situações aqui e acolá onde tem de ser ajustada. Porque nada é perfeito.

Eu sei que nós, aqui, gostamos muito de achar que existem sistemas perfeitos, mas eles não existem. Existem sistemas melhores e piores.

E acredito que possa haver critérios de ajustação.

Tal como acredito que o cheque-educação seja a solução. As escolas decidirem que tipo de alunos querem e um aluno de famílias pobres, se for um bom aluno, possa andar numa boa escola.

E isto não é nada de outro mundo, lá está, para sistemas do tipo anglo-saxónico onde, por exemplo, as disciplinas são divididas pelo seu aproveitamento e onde um aluno pode estar na turma A a matemática (mais exigente, com um programa mais completo, com um ritmo maior) porque é bom a matemática e estar na turma B a história (menos exigente, com um ritmo mais calmo) porque é um aluno mau à dita disciplina.

Agora aqui neste país é que isto é um crime, saltam aí os eduquês todos com as suas balelas teóricas do socialismo real e pardais ao ninho...

Depois reclamam que, cada vez mais, as escolas públicas tenham pior qualidade e que os pais, desde que possam, não queiram pôr os seus filhos lá.

E depois admiram-se dos níveis de reprovação existentes.

Reclamam ainda depois que os professores são maus, quando um professor tem 2 problemas gravíssimos que conduzem a pouca ou nenhuma qualidade no ensino:

1. Independentemente de ser bom ou não, progride da mesma forma. Mérito?? Precisa disso? 'tá bem abelha...
2. Que tem de fazer um compromisso diário permanente porque tem turmas completamente heterogéneas, prejudicando os miúdos que podem dar mais, porque outros não podem dar esse mais.

Mas eu sei que toda esta maneira de pensar é raríssima em Portugal, deixa lá.

É muito mais fácil adoptar as posições mais fáceis.
 
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Claro que é muito complexo.

Além de que o financiamento pode não ser todo decorrente deste critério. Mas antes uma boa parte que leve voluntaria ou involuntariamente a querer recrutar bons professores.

Agora essas situações que falaste não são a maioria. Não se pode deixar de fazer uma coisa só porque essa coisa não é perfeita, e existe situações aqui e acolá onde tem de ser ajustada. Porque nada é perfeito.

Eu sei que nós, aqui, gostamos muito de achar que existem sistemas perfeitos, mas eles não existem. Existem sistemas melhores e piores.

E acredito que possa haver critérios de ajustação.

Tal como acredito que o cheque-educação seja a solução. As escolas decidirem que tipo de alunos querem e um aluno de famílias pobres, se for um bom aluno, possa andar numa boa escola.

E isto não é nada de outro mundo, lá está, para sistemas do tipo anglo-saxónico onde, por exemplo, as disciplinas são divididas pelo seu aproveitamento e onde um aluno pode estar na turma A a matemática (mais exigente, com um programa mais completo, com um ritmo maior) porque é bom a matemática e estar na turma B a história (menos exigente, com um ritmo mais calmo) porque é um aluno mau à dita disciplina.

Agora aqui neste país é que isto é um crime, saltam aí os eduquês todos com as suas balelas teóricas do socialismo real e pardais ao ninho...

Depois reclamam que, cada vez mais, as escolas públicas tenham pior qualidade e que os pais, desde que possam, não queiram pôr os seus filhos lá.

E depois admiram-se dos níveis de reprovação existentes.

Reclamam ainda depois que os professores são maus, quando um professor tem 2 problemas gravíssimos que conduzem a pouca ou nenhuma qualidade no ensino:

1. Independentemente de ser bom ou não, progride da mesma forma. Mérito?? Precisa disso? 'tá bem abelha...
2. Que tem de fazer um compromisso diário permanente porque tem turmas completamente heterogéneas, prejudicando os miúdos que podem dar mais, porque outros não podem dar esse mais.

Mas eu sei que toda esta maneira de pensar é raríssima em Portugal, deixa lá.

É muito mais fácil adoptar as posições mais fáceis.


Concordo com quase tudo que disseste, excepto do facto de escolas com uma quantidade significativa de alunos problemáticos não serem maioria.
 
Falas da qualidade das escolas públicas, porém desconheces a realidade das escolas privadas. É que escolas privadas boas só existem uma dúzia em todo o país.

Muitas, contratam professores sem as habilitações necessárias, leccionam um programa que não é o oficial e vivem dos subsídios.
Dispõem tal qual um reinado se tratasse.
 
Falas da qualidade das escolas públicas, porém desconheces a realidade das escolas privadas. É que escolas privadas boas só existem uma dúzia em todo o país.

Muitas, contratam professores sem as habilitações necessárias, leccionam um programa que não é o oficial e vivem dos subsídios.
Dispõem tal qual um reinado se tratasse.




é mesmo essa a realidade... As privadas têm mais fama do que qualidade de ensino... [;)]
 
Falas da qualidade das escolas públicas, porém desconheces a realidade das escolas privadas. É que escolas privadas boas só existem uma dúzia em todo o país.

Muitas, contratam professores sem as habilitações necessárias, leccionam um programa que não é o oficial e vivem dos subsídios.
Dispõem tal qual um reinado se tratasse.

Eu andei tanto no ensino público como no privado.

Estive a fazer contas e dá qualquer coisa como 9 anos de privado, 3 anos de público não-superior e, futuramente, 6 anos de público superior.

Sou contra subsídios e sabe-lo bem.

Por isso, mais uma vez, estás a criticar o sistema que tanto defendes [;)] Não o meu.
 
Quanto ao ensino privado...

Obviamente que há mau ensino privado. Tal como há mau ensino público, muito mau mesmo.

As melhores escolas são privadas. E isso decorre de inúmeros factores, e não, unicamente do argumento típico do socialismo real que "são só ricos" mas TAMBÉM E PORVENTURA PRINCIPALMENTE porque há EXIGÊNCIA, os professores não faltam, os alunos são puxados até ao tutano e são sempre acompanhados.

E sei, novamente, porque andei nos 2 lados e vi os 2 lados a trabalharem.

Porque vocês desculpam o falhanço do ensino público com base numa pobreza generalizada que já não existe. Não digo que não exista aqui e acolá, na escola x ou na escola y. Agora, por essas escolas fora, a maioria dos alunos não vive mal, vive até bem, têm todos as mesmas coisitas, net, telemóvel, os pais têm carro, etc etc.

Por isso o argumento de que são pobres, coitadinhos e que por isso têm maus resultados são...

...TRETAS.

O sistema público está todo errado. Tal como o Estado, na sua generalidade, está.

Virado para dentro, para as corporações, vive num mundo aparte sem concorrência e sem exigência de resultados, banha-se diariamente na sua burocracia e no seu eduquês de palavras e expressões bonitas e dá como resultado à sociedade...

...uma mesma sociedade que mal consegue fazer o 9º ano, que porcamente faz um secundário e que miseravelmente chega às universidades.

Sem saberem pensar, escrever, falar, apresentar, fazer a exposição e defender um trabalho.

E não são só os pobres que isso acontece (esses mal fazem o 9ºano, vão trabalhar sabem, não se podem dar aos luxos da classe média/média baixa que adora se considerar pobre neste país), são aos meninos que podem neste maravilhoso sistema andar a saltitar de agrupamento no secundário, a ver se dá algum, que aprenderam o que o eduquês queria ao longo dos anos (interessava? bem, não se sabe. existe emprego? bem isso também não se sabe nem sequer interessa. etc etc etc) e que vivem mergulhados nas promessas do eduquês que iriam ser doutores, todos.
 
As melhores escolas são privadas. E isso decorre de inúmeros factores, e não, unicamente do argumento típico do socialismo real que "são só ricos" mas TAMBÉM E PORVENTURA PRINCIPALMENTE porque há EXIGÊNCIA, os professores não faltam, os alunos são puxados até ao tutano e são sempre acompanhados.
O sistema público está todo errado. Tal como o Estado, na sua generalidade, está.





Bem, o ensino publico vai de mal a pior porque o governo assim quer e não luta para que o ensino seja melhor... Porque não dar mais estabilidade aos professores?... Se os professores ficassem vários anos na mesma escola e acompanhassem os mesmos alunos, se calhar, haveria melhores resultados, porque os alunos já estavam habituados ao método de ensino daquele professor, assim como os professores ja conheciam melhor as regras da escola e o ritmo/método de aprendizagem dos seus alunos...
Como agora o que está a dar é andar a mudar de escola e de professores... tudo vai para pior... e a tendência continua a ser esta! Infelizmente. Gostaria de me dedicar de corpo e alma ao ensino ,mas neste momento não me permitem fazer isto porque as ofertas de escola são uma injustiça e lutam para que os docentes mais novos continuem a ficar em casa, quando se calhar até têm métodos inovadores e criativos para incentivar os alunos na aprendizagem dos conteúdos...
 
A maioria das escolas tem um corpo docente mais que estável.

Nota: Mais um vez não estou a dizer que não existam milhares de professores que não estão nos quadros, nem que todas as escolas tenham um corpo docente estável. Não entrem por aí.

O governo não quer que o ensino seja melhor?

Presumo que a fórmula para o ensino ser melhor seja despejar aumentos, não é?

Pois...
 
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