Tópico das Casas

O problema da falta de casas não se revolve num dia e muito menos num ano.

O que deveria ser feito na área da construção é o seguinte (alguns exemplos) :

Investigar a lavagem de dinheiro
Investigar a fuga aos impostos
Construção publica, com as casas disponíveis só para aluguer, o valor do aluguer seria mais baixo do que o de mercado
Os senhorios terem mais direitos do que têm hoje em dia, uma vez que o bem é dele e não do inquilino
Reduzir burocracia
Criação em alguns lugares (p.e. numa rua) projectos pré-aprovados em que as casas serão todas iguais
Talvez reduzir os alojamento local

Algumas destas medidas serão difíceis de concretizar devido à falta de mão-de-obra que saiba construir e que queira aprender, não existir dinheiro no estado (para algumas coisas existe e até demais) e vontade politica
Mais bairros sociais para lá meter os fulanos do Rossio mais os migrantes e os ciganos.?🤔
 
O problema da falta de casas não se revolve num dia e muito menos num ano.

O que deveria ser feito na área da construção é o seguinte (alguns exemplos) :

Investigar a lavagem de dinheiro
Investigar a fuga aos impostos
Construção publica, com as casas disponíveis só para aluguer, o valor do aluguer seria mais baixo do que o de mercado
Os senhorios terem mais direitos do que têm hoje em dia, uma vez que o bem é dele e não do inquilino
Reduzir burocracia
Criação em alguns lugares (p.e. numa rua) projectos pré-aprovados em que as casas serão todas iguais
Talvez reduzir os alojamento local

Algumas destas medidas serão difíceis de concretizar devido à falta de mão-de-obra que saiba construir e que queira aprender, não existir dinheiro no estado (para algumas coisas existe e até demais) e vontade politica
Não disseste o mais importante, mudar o PDM para permitir construção em imensos terrenos de agricultura, principalmente em zonas do litoral onde há mais falta de habitação.

É tão absurdo que hajam tantas zonas no país em que não se possa construir sem uma razão lógica, porque alguém num gabinete decidiu assim, sem qualquer base científica.
 
Não disseste o mais importante, mudar o PDM para permitir construção em imensos terrenos de agricultura, principalmente em zonas do litoral onde há mais falta de habitação.

É tão absurdo que hajam tantas zonas no país em que não se possa construir sem uma razão lógica, porque alguém num gabinete decidiu assim, sem qualquer base científica.

A base é a história

Está a vista a porcaria que fizeram antes

Ha terrenos para construir, mas tal como tudo estão ultra inflacionados

Nada garante que abrir mais espaço de construção não transforme os mesmo em terrenos caríssimos tornando o investimento de construir insustentável / pouco lucro.

Querem abrir terrenos a construção, limitem logo a partida o que se possa construir é vender lá

Senão é outra vez a mesma história dos terrenos comprados por 0,20€/M2 que graças a alterações camarárias passaram a valer 100€/m2
 
A base é a história

Está a vista a porcaria que fizeram antes

Ha terrenos para construir, mas tal como tudo estão ultra inflacionados

Nada garante que abrir mais espaço de construção não transforme os mesmo em terrenos caríssimos tornando o investimento de construir insustentável / pouco lucro.

Querem abrir terrenos a construção, limitem logo a partida o que se possa construir é vender lá

Senão é outra vez a mesma história dos terrenos comprados por 0,20€/M2 que graças a alterações camarárias passaram a valer 100€/m2
Isso não interessa.

Claro que se um terreno passar de um dia para a outro a permitir construção passa a valer mais.

Mas qual é o problema que isso tem? O valor dos terrenos não vai subir assim tanto porque seriam muitos. Se passa a haver muita oferta de terrenos para construir não vai haver uma subida assim tão grande. O preço sobe muito é quando num zona com muita procura passa a haver um terreno com essa possibildade. Agora se grande parte do território passar a permitir construção não haverá uma explosão assim tão grande de preços dos terrenos.

Isso vai facilitar imenso a construção de habitações para quem não queira viver no centro das grandes cidades. Seria a primeira coisa lógica a fazer.
 
Isso não interessa.

Claro que se um terreno passar de um dia para a outro a permitir construção passa a valer mais.

Mas qual é o problema que isso tem? O valor dos terrenos não vai subir assim tanto porque seriam muitos. Se passa a haver muita oferta de terrenos para construir não vai haver uma subida assim tão grande. O preço sobe muito é quando num zona com muita procura passa a haver um terreno com essa possibildade. Agora se grande parte do território passar a permitir construção não haverá uma explosão assim tão grande de preços dos terrenos.

Isso vai facilitar imenso a construção de habitações para quem não queira viver no centro das grandes cidades. Seria a primeira coisa lógica a fazer.

Claro que n interessa

Claro que sim

Há 10 000 M2 de terreno no concelho de Cascais por 55k neste momento

Diz lá quanto vale amanhã , com essa nova lei

Divide se em lotes de 500m2 e os 50k n chegam para 1

Há ideias idiotas e depois há essa, de livre construção em qualquer terreno depois de uma política de restrição máxima de construção

Daqui a 20 voltamos a falar da treta que fizeram
 
Claro que n interessa

Claro que sim

Há 10 000 M2 de terreno no concelho de Cascais por 55k neste momento

Diz lá quanto vale amanhã , com essa nova lei

Divide se em lotes de 500m2 e os 50k n chegam para 1

Há ideias idiotas e depois há essa, de livre construção em qualquer terreno depois de uma política de restrição máxima de construção

Daqui a 20 voltamos a falar da treta que fizeram
É o mercado a funcionar. Queres fazer o quê? E não é só o concelho de Cascais que existe no país. Qual é a lógica de não se poder construir em quase todo o território do país sem uma razão objectiva ou base cientifica que o justifique?
 
É o mercado a funcionar. Queres fazer o quê? E não é só o concelho de Cascais que existe no país. Qual é a lógica de não se poder construir em quase todo o território do país sem uma razão objectiva ou base cientifica que o justifique?
A razão é simples, infraestruturas! queres fazer uma casa no meio do nada e queres ter electricidade, agua canalizada e esgotos

Não faltam vilas onde não tem saneamento nem nos próximos 20 anos, secalhar nem em 50..
 
A razão é simples, infraestruturas! queres fazer uma casa no meio do nada e queres ter electricidade, agua canalizada e esgotos

Não faltam vilas onde não tem saneamento nem nos próximos 20 anos, secalhar nem em 50..
EU estou a falar de terrenos perto ou dentro de localidades. Isso não é razão. E o saneammento, não sei se sabes o que é fossa.
 
Há imensos terrenos dentro de localidades onde não se pode construir e terrenos fora de localidades mas perto de outras casas já existentes que também não.

Isso é absurdo.

Alguém há décadas atrás decidiu que ali não se pode construir porque não e ficou sempre assim.
 
Há imensos terrenos dentro de localidades onde não se pode construir e terrenos fora de localidades mas perto de outras casas já existentes que também não.

Isso é absurdo.

Alguém há décadas atrás decidiu que ali não se pode construir porque não e ficou sempre assim.
Claro e ainda bem, queres contruir em todo o lado? ja agora em Lisboa em Monsanto, mais um pouco no Parque Eduardo VII , ainda bem que não se pode construir, nem dentro nem fora emzonas destinadas rurais, ja chega de mamarrachos em zonas que deviam ser para contemplar a natureza e agricultura.
O problema da habitação não é falta de terenos nem de casas , quem quiser comprar casa nova compra!!! desde que tenha dinheiro, portanto não há falta de casas , há é falta de dinheiro. E estrangeiros a mais a compra-las e ocupa-las
 
Há imensos terrenos dentro de localidades onde não se pode construir e terrenos fora de localidades mas perto de outras casas já existentes que também não.

Isso é absurdo.

Alguém há décadas atrás decidiu que ali não se pode construir porque não e ficou sempre assim.
não é absurdo nada.

é a escumalha grisalha a puxar o tapete aos que vêm a seguir, depois de já ter casa.

500px-Francisco_de_Goya%2C_Saturno_devorando_a_su_hijo_%281819-1823%29.jpg
 
não é absurdo nada.

é a escumalha grisalha a puxar o tapete aos que vêm a seguir, depois de já ter casa.

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Agora que penso nisso, talvez tenhas razão. Existiu efetivamente uma geração específica em Portugal que foi a pior de toda a humanidade, mas de longe, mesmo geneticamente é difícil explicar como podem estes tugas em particular ser tão demoníacos. E agora fazem de tudo para estragar as gerações seguintes e dar-lhes cabo da vida, ele éas casas, os empregos, as reformas, eles roubam tudo estes grisalhos (e inda por cima drogados!), apenas e só por maldade. Que azar tivemos, é mesmo pena não é??

Não te trates não...
 
Trata tu de ir tentar esconder os dados...porque eles dão me razão:

A expressão "beneficiar do passado e roubar ao futuro" reflete um julgamento económico, social e geracional sobre a sustentabilidade e a distribuição de recursos. Na história de Portugal, não existe um consenso académico ou um único facto histórico que aponte para uma geração específica de forma consensual, mas o debate contemporâneo foca-se essencialmente em dois períodos históricos distintos:

1. A Geração do Baby Boom (Nascidos entre as décadas de 1940 e 1960)
No debate demográfico e socioeconómico contemporâneo, esta geração (frequentemente associada à transição da ditadura para a democracia) é por vezes criticada sob essa perspetiva devido aos seguintes contrastes:
    • O benefício: Beneficiaram do crescimento económico do pós-guerra, da estabilidade gerada pela adesão à União Europeia (CEE) e da entrada massiva de fundos estruturais europeus a partir da década de 1980. Foram os primeiros a usufruir de um Estado Social plenamente desenvolvido, com acesso a pensões, carreiras contributivas estáveis e habitação a preços acessíveis.
    • O "roubo" ao futuro: Críticos da área da demografia e da economia sustentável apontam que o modelo de financiamento público e os sistemas de pensões criados sobrecarregaram as gerações seguintes (Millennials e Geração Z). Estas enfrentam hoje uma crise de habitação, precariedade laboral, taxas demográficas insustentáveis e a responsabilidade de pagar uma dívida pública elevada sem a garantia de que terão os mesmos direitos sociais no futuro.

2. A Geração do Fontismo e da Regeneração (Segunda metade do Século XIX)
Num plano mais estritamente histórico e macroeconómico, o período liderado politicamente por Fontes Pereira de Melo (as décadas de 1850 a 1880) é frequentemente apontado como o momento em que Portugal mais hipotecou o seu futuro em troca de um progresso imediato:
    • O benefício: Esta geração beneficiou do fim das guerras liberais e viveu o maior esforço de modernização material do país até então, construindo estradas, caminhos de ferro e pontes (o "Fontismo").
    • O "roubo" ao futuro: Esta modernização não foi sustentada por receitas próprias ou pelo desenvolvimento industrial real, mas sim por um endividamento externo massivo. Os governos sucessivos contraíram empréstimos estrangeiros sistemáticos para pagar juros de empréstimos anteriores e obras públicas secundárias. Este modelo faliu e arrastou o país para a bancarrota oficial de 1892, cujas consequências económicas e de austeridade paralisaram o desenvolvimento das gerações portuguesas do início do século XX. [1, 2]

Vais ter de lidar com isso até ires para debaixo de terra!
 
não é absurdo nada.

é a escumalha grisalha a puxar o tapete aos que vêm a seguir, depois de já ter casa.

escumalha ... quer dizer ... talvez "menos" !!!

"já ter casa" ... quer dizer .. depois de trabalhar no duro para COMPRAR casa !

os retornados que vieram com 1 mão à frente e outras atras ...e até frio passaram, pois vinham com a roupa de verão no corpo ... tiveram que fazer o que havia para ganhar dinheiro !
as pessoas da terra que trabalhavam desde o nascer do sol e ganharam muitos calos ... para ganhar dinheiro
etc
 
"já ter casa" ... quer dizer .. depois de trabalhar no duro para COMPRAR casa !

os retornados que vieram com 1 mão à frente e outras atras ...e até frio passaram, pois vinham com a roupa de verão no corpo ... tiveram que fazer o que havia para ganhar dinheiro !
as pessoas da terra que trabalhavam desde o nascer do sol e ganharam muitos calos ... para ganhar dinheiro

etc
O meu sogro.... veio de uma aldeia do norte sem nada, foi para Angola, veio com uma mão a frente e outra atras, andou a vender melões e coisas na rua, comprou terrenos, construiu vários prédios , casa para ele outra para os filhos, ainda chegou a ter um cafe e 2 armazens que hoje arrenda ....
 
escumalha ... quer dizer ... talvez "menos" !!!

"já ter casa" ... quer dizer .. depois de trabalhar no duro para COMPRAR casa !

os retornados que vieram com 1 mão à frente e outras atras ...e até frio passaram, pois vinham com a roupa de verão no corpo ... tiveram que fazer o que havia para ganhar dinheiro !
as pessoas da terra que trabalhavam desde o nascer do sol e ganharam muitos calos ... para ganhar dinheiro
etc

Por isso é que é impossível ter alguma conversa decente sobre este tema.

A questão da imigração tem uma dinâmica muito grande no mercado das casas - não é novidade nenhuma em outras cidades Europeias.

Há dados muito interessantes disponíveis para análise - entre 2011 e 2017 construíram-se cerca de 130 000 mil casas e a população em Portugal desceu certa de 250 000 mil habitantes - sobravam literalmente casas.

Contudo, quando chegamos a 2019-2025 (com o boom a partir de 2021) a população em Portugal aumentou cerca de 1M e fizeram-se 170 000 casas. Efetivamente fizeram-me mais casas, mas com um aumento de 1M de habitantes, não há volta a dar, o mesmo se passa com as AIMAs da vida.

Relembro que em 2011-2017 sobravam casas.

Para quem for curioso da coisa - Habitação em Portugal: construção, preços e acesso

Não há políticas ou capacidade de construção que consigam construir casas para 1 Milhão de pessoas extra em 4 anos, seja mercado de habitação de luxo, habitação económica ,.. O problema já era mau, e ainda piorou.
 
Apartamento T2 em fase de acabamentos.. tenho muita dificuldade em perceber como é que uma cozinha assim funciona. Não valia mais ter instalado a cozinha mais a canto? Onde quer que se vá só se vê cozinha!
 

Anexos

  • Screenshot 2026-10-28 at 15.50.46.png
    Screenshot 2026-10-28 at 15.50.46.png
    423,4KB · Visualizações: 30
Apartamento T2 em fase de acabamentos.. tenho muita dificuldade em perceber como é que uma cozinha assim funciona. Não valia mais ter instalado a cozinha mais a canto? Onde quer que se vá só se vê cozinha!
Acho horrivel, se a casa fosse para mim a cozinha estaria na parede da wc onde está a mesa .... mas isso é o que eu acho não sou arquiteto
 
Por isso é que é impossível ter alguma conversa decente sobre este tema.

A questão da imigração tem uma dinâmica muito grande no mercado das casas - não é novidade nenhuma em outras cidades Europeias.

Há dados muito interessantes disponíveis para análise - entre 2011 e 2017 construíram-se cerca de 130 000 mil casas e a população em Portugal desceu certa de 250 000 mil habitantes - sobravam literalmente casas.

Contudo, quando chegamos a 2019-2025 (com o boom a partir de 2021) a população em Portugal aumentou cerca de 1M e fizeram-se 170 000 casas. Efetivamente fizeram-me mais casas, mas com um aumento de 1M de habitantes, não há volta a dar, o mesmo se passa com as AIMAs da vida.

Relembro que em 2011-2017 sobravam casas.


Não há políticas ou capacidade de construção que consigam construir casas para 1 Milhão de pessoas extra em 4 anos, seja mercado de habitação de luxo, habitação económica ,.. O problema já era mau, e ainda piorou.
Exatamente, sobravam casas e agora não !!!, só te enganaste numa coisa não foi 1 milhão foram cerca de 2... ilegais e muitos naturalizados á pressão não contam, olha esses safarditas compraram prédios inteiros , os reformados franceses , ingleses , alemão americanos brasileiros , as empresas indianas , enfim tudo.

Por isso é que eu digo que não há falta de casas há é estrangeiros a mais
 
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