Citroen C3 IV 2023

A Citroen fez muitas concessões neste carro, a sua base desde logo o indicia, agora, é só para quem quer, mais, não tenho dúvidas de que muita gente vai querer. Acho que se está a fazer um cavalo de batalha com algo que não vai além de uma visão diferente sobre o carro.

Vá, venham de lá mais uma fotos em ambiente natural, a zagolina.

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Serve mesmo para muita gente.

Há um enorme mercado de condutores que ao longo do ano não viajam. Apenas fazem trajectos urbanos e curtos.

Pessoas que vivem em vilas, no máximo vão à cidade mais próxima. Mas quando não vão os motores ice não chegam a aquecer meses a fio

E não venham dizer que essas pessoas podiam andar a pé, porque não podiam. O que eles precisavam era mesmo de carros eléctricos como este.

Nas grandes urbes idem. Carros que na realidade nunca fazem viagens longas. Eu conheço diversos.

Por alguma coisa se vão vendo nessas zonas tantos Spring.

O 3.º eléctrico mais procurado nos primeiros seis meses de 2023 foi, curiosamente, o mais barato, o Dacia Spring. Transaccionou 750 unidades, o que lhe permitiu ultrapassar modelos como o BMW i4 (702) e o Renault Megane E-Tech (686), a completar o top 5. A seguir surge o Peugeot 2008 (674) e o Citroën ë-C4 (569), com o Volkswagen ID.3 a aparecer na 8.ª posição ...

Devido às ajudas mais generosas atribuídas à aquisição de veículos eléctricos pelas empresas, a começar pela recuperação do IVA, o grosso dos modelos a bateria é adquirido por este tipo de clientes. Mas há também que considerar os particulares e, entre estes, é o Dacia Spring quem mais vende, tendo cativado 417 clientes novos entre Janeiro e Junho, assegurando 19,3% deste mercado.

A 2.ª posição no ranking das vendas a particulares pertenceu ao Renault Megane E-Tech (170), com o Grupo Renault a liderar a procura deste tipo de clientes. O 3.º lugar da tabela ficou para o Volvo XC40 Recharge (124), seguido do BMW i4 (106), VW ID.3 (90), Nissan Leaf (83), Audi Q4 e-tron (76), Peugeot e-208 (75), Cupra Born (73), Volvo C40 (69) e Toyota bZ4X (67).
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Sim e também imagino a diferença de preço entre os 2.
A Citroen está apenas a abrir mais fortemente o segmento, o id.2 e o R5 deveráo ser os game chargers desta nova vida do seg.B.

no caso do Id2 é um segmento B+
pois com as dimensões e espaço apresentado.. vai trazer mais argumentos face ao polo e ganhar à concorrência

estou muito curioso para ver se as informações oficiais se concretizam todas ... se assim for, este sim será uma verdadeiro best seller (pelo menos até aparecer o tm2)
 
A Citroen fez muitas concessões neste carro, a sua base desde logo o indicia, agora, é só para quem quer, mais, não tenho dúvidas de que muita gente vai querer. Acho que se está a fazer um cavalo de batalha com algo que não vai além de uma visão diferente sobre o carro.

Vá, venham de lá mais uma fotos em ambiente natural, a zagolina.

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Parece um Spring um pouco maior e mais sofisticado. Vamos ver se comporta no Euro NCAP.
 
Sou mais um dos que acha que este C3 vai comer bastantes vendas ao Spring.

Goste-se ou não, é porreiro ver lançamentos que tentam dinamitar o preço na banda de preço mais baixa. Este tipo de agressividade faz falta ao mercado. Já metia nojo "só" saírem para o mercado carros com preços que para PT são muito salgados.

Para mim o ponto mais frágil é a Vmáx, mas percebo que para muitos clientes é quase irrelevante. O Vocsa já explicou qual o tipo de utilização para o qual este tipo de carro faz sentido e concordo com quase tudo.

A bateria LPF faz sentido, pois vai permitir um carregamento muito mais despreocupado (que parece-me que casa bem o tipo de clientela que o irá comprar).

Venha mais concorrência para o segmento B e C que todos sairemos beneficiados.
 
Última edição:
Sou mais um dos que acha que este C3 vai comer bastantes vendas ao Spring.

Goste-se ou não, é porreiro ver lançamentos que tentam dinamitar o preço na banda de preço mais baixa. Este tipo de agressividade faz falta ao mercado. Já metia nojo só ver saírem para o mercado carros com preços que para PT são muito salgados.

Para mim o ponto mais frágil é a Vmáx, mas percebo que para muitos clientes é quase irrelevante. O Vocsa já explicou qual o tipo de utilização para o qual este tipo de carro faz sentido e concordo com quase tudo.

A bateria LPF faz sentido, pois vai permitir um carregamento muito mais despreocupado (que parece-me que casa bem o tipo de clientela que o irá comprar).

Venha mais concorrência para o segmento B e C que todos sairemos beneficiados.

este eC3 vai aniquilar as vendas do Spring, que tem 230kms de autonomia, faz 125km/h, jantes 14", 14/19seg dos 0-100, etc e custa >21K
 
Eu acho que se conseguir as 3 estrelas Euroncap (tem os 6 airbags, alerta de velocidade e leitura de sinais, travagem automática tudo de série) será um bom resultado.
 
O Sandero não é de segmento superior? Acho que este carro é mais pequeno do que aquilo que vocês estão a pensar. Isto parece um Panda em saltos altos.

Tive a mesma dúvida quando o vi. Mede mais de 4 metros... Portanto está na bitola dos segmentos B actuais, em princípio.

Sobre as debilidades do carro em si: estamos um pouco a rever conceitos se mobilidade. O Ami também é complicado de enquadrar e no entanto é um sucesso. A Spring idem.
Há mercado para uma mobilidade mais racional e não ditada por enquadramentos de VMax das AE, segmentos ou outros parâmetros que tenta gente não necessita.

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a BYD recebeu, directamente do governo chinês, 1 bilião de dólares/ano nas estimativas mais conservadoras nos últimos anos. Apoios directos por cada carro vendido a totalizar valores de apoio desta ordem.

o processo de dumping que a UE iniciou pode demorar mas a sustentabilidade de preços de boa parte destes novos players chineses está mesmo por comprovar e as evidências estão a surgir como cogumelos.

fazer dumping com apoio estatal é fácil e inundar mercados desvirtuando regras de concorrência, também.

a única que está a conseguir ser muito competitiva à custa do seu processo produtivo, e leaning da operação parece ser a Tesla pois há mesmo muitas dúvidas de quantos destes produtos chineses se vão aguentar quando tiverem que vender ao preço que custam realmente a produzir.


A questão é que as marcas americanas e europeias também estão fartas de receber apoios, directos e indirectos, does seus governos!


Basta ver que neste momento os EU e a UE estão a financiar directamente a extração de matérias primas essenciais, a construção de fábricas e postos de carregamento e a própria compra de carros eléctricos!!!


O grande problema é que a Europa gosta muito de mostrar que é superior ao resto do mundo, fingindo-se muito preocupada com questões ambientais, humanitárias, etc, esquecendo-se de proteger as suas próprias empresas como todos os outros fazem, depois é apanhada com as calças na mão e dá porcaria.


Na questão da industria automóvel, a EU escancarou as portas as marcas americanas e chinesas e agora estão a ver que fizeram borrada da grossa...
 
A questão é que as marcas americanas e europeias também estão fartas de receber apoios, directos e indirectos, does seus governos!


Basta ver que neste momento os EU e a UE estão a financiar directamente a extração de matérias primas essenciais, a construção de fábricas e postos de carregamento e a própria compra de carros eléctricos!!!


O grande problema é que a Europa gosta muito de mostrar que é superior ao resto do mundo, fingindo-se muito preocupada com questões ambientais, humanitárias, etc, esquecendo-se de proteger as suas próprias empresas como todos os outros fazem, depois é apanhada com as calças na mão e dá porcaria.


Na questão da industria automóvel, a EU escancarou as portas as marcas americanas e chinesas e agora estão a ver que fizeram borrada da grossa...

Exactamente, as marcas francesas e italianas já não existiriam se não fossem as ajudas dos governos.
 
  • Gosto
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A questão é que as marcas americanas e europeias também estão fartas de receber apoios, directos e indirectos, does seus governos!


Basta ver que neste momento os EU e a UE estão a financiar directamente a extração de matérias primas essenciais, a construção de fábricas e postos de carregamento e a própria compra de carros eléctricos!!!


O grande problema é que a Europa gosta muito de mostrar que é superior ao resto do mundo, fingindo-se muito preocupada com questões ambientais, humanitárias, etc, esquecendo-se de proteger as suas próprias empresas como todos os outros fazem, depois é apanhada com as calças na mão e dá porcaria.


Na questão da industria automóvel, a EU escancarou as portas as marcas americanas e chinesas e agora estão a ver que fizeram borrada da grossa...

AutoEuropa ? Fundo ambiental de 4.000/6000€ ? etc
no nosso bolso tambem dá jeito !!

aqui ao lado:
800 milhoes EUROS

Plan MOVES III

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por E. Calle | 14 Abr 2021 | Engendro Mecánico | 21 Comentarios

Aspectos principales

Hoy, 14 de abril, se han publicado en el BOE los detalles del Plan MOVES III, una serie de incentivos para promover la compra de vehículos eléctricos puros, eléctricos de autonomía extendida, híbridos enchufables y de pila de combustible, así como a la creación de puntos de recarga. El presupuesto inicial son 400 millones de euros ampliables hasta 800. Estará vigente hasta el 31 de diciembre de 2023.

Como en el MOVES II, las ayudas son mayores para aquellos solicitantes que entreguen un coche para achatarrar, cuya antigüedad mínima es de 7 años.

Según el Ministerio para la Transición Ecológica y el Reto Demográfico (MITECO), el Plan MOVES III «contribuye a aumentar la penetración del vehículo eléctrico en España para alcanzar el objetivo de 100.000 puntos de recarga y 250.000 vehículos eléctricos para 2023 marcado por el Gobierno en el contexto del Plan de Recuperación, lo que permitirá evitar más de 450.000 toneladas de dióxido de carbono y generar empleo y actividad a lo largo de toda la cadena de valor de la movilidad eléctrica».
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