Por acaso ontem,na renovação da apolice do seguro do carro, reparei num ponto que indicava que o valor seguro tinha sido aumentado em 9% decorrente da inflação.
Penso que nas casas o valor de reconstrucao é definido pelo governo. Em 2022 era de 512€ e para este ano ainda nao encontrei, mas mesmo com 10% de aumento nao deve ser suficiente.
Não sei onde vistes, mas os valores de 2022 são estes
Na zona I: € 830,03 – representando um aumento de € 3,55 por m2 (€ 826,48 / 2021);
Na zona II: € 725,56 – representando um aumento de € 3,10 por m2 (€ 722,46 / 2021);
Na zona III: € 657,35 – representando um aumento de € 2,81 por m2 (€ 654,54 / 2021).
E para 2023
Na zona I: € 846,63 – representando um aumento de € 16,60 por m[SUP]2[/SUP] (€ 830,03 / 2022);
Na zona II: € 740,08 – representando um aumento de € 14,51 por m[SUP]2[/SUP] (€ 725,57 / 2022)
Na zona III: € 670,50 – representando um aumento de € 13,15 por m[SUP]2[/SUP] (€ 657,36 / 2022).
Zona I
Compreende os todos os concelhos que são sede de distrito (Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu), municípios das Regiões Autónomas (*) (**) e também os concelhos de Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Gondomar, Loures, Maia, Matosinhos, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Póvoa de Varzim, Seixal, Sintra, Valongo, Vila do Conde, Vila Franca de Xira e Vila Nova de Gaia.
Zona II
Abrantes, Albufeira, Alenquer, Caldas da Rainha, Chaves, Covilhã, Elvas, Entroncamento, Espinho, Estremoz, Figueira da Foz, Guimarães, Ílhavo, Lagos, Loulé, Olhão, Palmela, Peniche, Peso da Régua, Portimão, Santiago do Cacém, São João da Madeira, Sesimbra, Silves, Sines, Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Vila Real de Santo António e Vizela.
Zona III
Restantes municípios do continente.
Deve-se também atribuir um valor a benfeitorias, elevadores, máquinas do condomínio, muros e vedações.
No entanto, estes valores são o mínimo de reconstrução, em caso de um sinistro grave (perda total) pode ser insuficiente,
pelo que recomendamos um valor superior, que dependendo do nível de qualidade de construção.
Em 2022 a
ASF, autoridade reguladora, recomendou a atualização dos capitais seguros do ramo incêndio e elementos da natureza para edifícios
fossem atualizados em 10,53% no último trimestre do ano para fazer face à inflação que se tem verificado em Portugal.