Tópico das Casas

Pelo que me informaram no Canadá existem muitos investidores a comprar imóveis para venderem passados 3/4 anos para aproveitar o disparar dos preços e durante esse tempo casas ficavam fechadas, para evitar isso o governo que meter uma taxa de 1% em todo o imobiliário que está fechado, em Portugal o governo poderia ter seguido a mesma ideia em vês de ter criado o AIMI.

Mas isso é precisamente o contrário do que o Rasec dizia....
Ele quer é incentivos para alugar ao Ano.
Imagina 28.5% de Imposto a que faz alojamento local. e 20% de imposto para quem fizer aluguer anual ou de longa duração.

Estar a penalizar ainda mais os proprietários é que é absurdo.
 
Por acaso ontem,na renovação da apolice do seguro do carro, reparei num ponto que indicava que o valor seguro tinha sido aumentado em 9% decorrente da inflação.

Penso que nas casas o valor de reconstrucao é definido pelo governo. Em 2022 era de 512€ e para este ano ainda nao encontrei, mas mesmo com 10% de aumento nao deve ser suficiente.

Não sei onde vistes, mas os valores de 2022 são estes


Na zona I: € 830,03 – representando um aumento de € 3,55 por m2 (€ 826,48 / 2021);

Na zona II: € 725,56 – representando um aumento de € 3,10 por m2 (€ 722,46 / 2021);

Na zona III: € 657,35 – representando um aumento de € 2,81 por m2 (€ 654,54 / 2021).


E para 2023


Na zona I: € 846,63 – representando um aumento de € 16,60 por m[SUP]2[/SUP] (€ 830,03 / 2022);

Na zona II: € 740,08 – representando um aumento de € 14,51 por m[SUP]2[/SUP] (€ 725,57 / 2022)

Na zona III: € 670,50 – representando um aumento de € 13,15 por m[SUP]2[/SUP] (€ 657,36 / 2022).
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Zona I
Compreende os todos os concelhos que são sede de distrito (Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu), municípios das Regiões Autónomas (*) (**) e também os concelhos de Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Gondomar, Loures, Maia, Matosinhos, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Póvoa de Varzim, Seixal, Sintra, Valongo, Vila do Conde, Vila Franca de Xira e Vila Nova de Gaia.

Zona II
Abrantes, Albufeira, Alenquer, Caldas da Rainha, Chaves, Covilhã, Elvas, Entroncamento, Espinho, Estremoz, Figueira da Foz, Guimarães, Ílhavo, Lagos, Loulé, Olhão, Palmela, Peniche, Peso da Régua, Portimão, Santiago do Cacém, São João da Madeira, Sesimbra, Silves, Sines, Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Vila Real de Santo António e Vizela.

Zona III
Restantes municípios do continente.



Deve-se também atribuir um valor a benfeitorias, elevadores, máquinas do condomínio, muros e vedações.

No entanto, estes valores são o mínimo de reconstrução, em caso de um sinistro grave (perda total) pode ser insuficiente, pelo que recomendamos um valor superior, que dependendo do nível de qualidade de construção.
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Em 2022 a ASF, autoridade reguladora, recomendou a atualização dos capitais seguros do ramo incêndio e elementos da natureza para edifícios fossem atualizados em 10,53% no último trimestre do ano para fazer face à inflação que se tem verificado em Portugal.​
 
Última edição:
Esqueçam isso do arrendamento.

O problema que continua a persistir é só um: não há construção.

Não há oferta de casas, a procura continua em alta e portanto esqueçam revisões em baixa dos preços.

Os grandes centros urbanos já estão a rebentar pelas costuras e também já não há espaço para construir rigorosamente nada. Mesmo os arredores já começam a estar muito mais congestionados do que há alguns anos, mas ainda vão tendo espaço para alguma construção.

Agora, num país tão pequeno e com a facilidade em trabalhar remotamente, eu não percebo porque é que a construção não expande.

Eu herdei uma casa em ruínas (é mandar abaixo e levantar de novo) no Cartaxo e cada vez mais começo a ponderar essa alternativa para HPP. Criem-me é incentivos para tal, caso contrário a aldeia fica deserta quando os poucos habitantes morrerem.

E isto a 40min de Lisboa.
 
Esqueçam isso do arrendamento.

O problema que continua a persistir é só um: não há construção.

Não há oferta de casas, a procura continua em alta e portanto esqueçam revisões em baixa dos preços.

Os grandes centros urbanos já estão a rebentar pelas costuras e também já não há espaço para construir rigorosamente nada. Mesmo os arredores já começam a estar muito mais congestionados do que há alguns anos, mas ainda vão tendo espaço para alguma construção.

Agora, num país tão pequeno e com a facilidade em trabalhar remotamente, eu não percebo porque é que a construção não expande.

Eu herdei uma casa em ruínas (é mandar abaixo e levantar de novo) no Cartaxo e cada vez mais começo a ponderar essa alternativa para HPP. Criem-me é incentivos para tal, caso contrário a aldeia fica deserta quando os poucos habitantes morrerem.

E isto a 40min de Lisboa.

Ainda esta semana falei com amigos, isso do trabalhar remotamente não é bem assim; estavam todos os dias em casa, ou perto disso, e agora obrigaram a voltar2/3 dias para a empresa.

há muito imprevisibilidade e comprar uma casa não é algo que se faça de animo leve...
 
Os grandes centros urbanos já estão a rebentar pelas costuras e também já não há espaço para construir rigorosamente nada. Mesmo os arredores já começam a estar muito mais congestionados do que há alguns anos, mas ainda vão tendo espaço para alguma construção.

por isso é que em muitas partes do mundo começaram a construir em ALTURA
 
Apenas confirma o elitismo da malta que por
Aqui circula. 😂

Tudo a amortizar e a pagar os CH assim de uma assentada. Acho bem. Eu tive azar. No ano a seguir a contratar levei com este abuso. É a vida. Suponho

JN, foi o teu primeiro CH?

A história dos CH por cá indexados à Euribor não se pode ver apenas pelos últimos 8 anos... isso sim foi um abuso!
Repara no histórico por exemplo de 1999 a 2009, sempre acima dos 2%, média acima dos 3% e com picos acima dos 5%.

Neste momento apenas estamos a entrar para o normal do CH do que se passou nessa década.

PS. Eu já apanhei taxa indexante acima de 5%,fora o spread no meu primeiro CH.
Não me lembro de dizer que tive azar, o normal era contratares com 2,x-3%. O anormal é contratar com -0,5%.
 
Eu estou no mesmo barco, depois de ter CH passado um ano acontece este aumento brusco.
Eu prefiro pagar a comida mais cara do que a casa muito mais cara.
Mas a desculpa de subir os juros para baixar a inflação vai ser bom para alguns claro.
Mais vale ter 1% de multi milionários e acabar com a classe média.
 
Sim foi o meu primeiro CH.

Eu na FINE vi o cenário para os ultimos 20 anos, que é o que lá aparecia. e fiz o CH a pensar no pior cenario. só que nao esperava, nem era expectável, que subisse desta forma.....

Acho que o que o mais me custa é isso, somado à inflação... um belo caldo, e nao tenho mais créditos, só mesmo a casa.

Outra coisa que me chateia é amortizar menos capital do que antes...pago bem mais, amortiza menos. psicologicamente é algo "chato". e fica mais dificil juntar para amortizar, mas vou tentar continuar a fazê-lo,
 
Sim foi o meu primeiro CH.

Eu na FINE vi o cenário para os ultimos 20 anos, que é o que lá aparecia. e fiz o CH a pensar no pior cenario. só que nao esperava, nem era expectável, que subisse desta forma.....

Acho que o que o mais me custa é isso, somado à inflação... um belo caldo, e nao tenho mais créditos, só mesmo a casa.

Outra coisa que me chateia é amortizar menos capital do que antes...pago bem mais, amortiza menos. psicologicamente é algo "chato". e fica mais dificil juntar para amortizar, mas vou tentar continuar a fazê-lo,

Um CH tem um custo. Isso é o normal. 😏
Como escrevi aqui à uns dias atrás, esse custo andava esquecido devido às taxas negativas e a zero dos últimos anos.

Se a taxa estivesse a 3% na altura da contratação em vez de estar a -0,5%, tinhas pedido o mesmo montante?
 
JN, foi o teu primeiro CH?

A história dos CH por cá indexados à Euribor não se pode ver apenas pelos últimos 8 anos... isso sim foi um abuso!
Repara no histórico por exemplo de 1999 a 2009, sempre acima dos 2%, média acima dos 3% e com picos acima dos 5%.

Neste momento apenas estamos a entrar para o normal do CH do que se passou nessa década.

PS. Eu já apanhei taxa indexante acima de 5%,fora o spread no meu primeiro CH.
Não me lembro de dizer que tive azar, o normal era contratares com 2,x-3%. O anormal é contratar com -0,5%.

É isto! Eu contratei o CH em 2003-04 com taxa EUR6M a 2% e depois foi sempre a subir até aos 5,4%. Só voltei aos 2% em 2009. A parte menos má era o spread baixo (geralmente entre 0,4 e 0,6%).
Na altura, queria ir para um T3 e fui para um T2. A minha taxa de esforço já complicava com juros acima de 5%. Fiz essa análise de risco com juros nos 5-6%. Com receio, não comprei a tipologia que pretendia de início.
 
Última edição:
Mas isso é precisamente o contrário do que o Rasec dizia....
Ele quer é incentivos para alugar ao Ano.
Imagina 28.5% de Imposto a que faz alojamento local. e 20% de imposto para quem fizer aluguer anual ou de longa duração.

Estar a penalizar ainda mais os proprietários é que é absurdo.


Isso já existe e chama-se Arrendamento Acessível: Arrendamento Acessível - Portal da Habitação (portaldahabitacao.pt)​

Contrato de arrendamento durante 5 anos com isenção de impostos para o senhorio.

O problema poderá ser a falta de atualização do valor das rendas.
 
Eu sei que tem um custo. o Spread já é um custo, sendo que o que tenho - 0,9%- é diferente do que existia noutros tempos..

Como digo, 2% nao me choca, ainda que doa. 3% idem. a partir dai suporto, mas custa. se se mantiver em 5-6-7% mais spread tambem, mas já nao consigo poupar tanto. isto mantendo actual nivel de vida, sem preocupaçoes ou cedencias.

Isto se nada se alterar....se um perde emprego fica complicado. tem de se ir às poupanças até situação estabilizar.
 
Alguém tem recomendações de empresas/profissionais que reparem portas/janelas oscilobatentes? Renovar isolamentos, afinar, etc?
Epa, os serralheiros que instalam, tb são capazes de fazer isso. Agora, se estão dispostos a isso já será outra conversa. São muito antigas? O serralheiro que as instalou aonde existe? Podes começar por aí...

Por acaso, ando a procrastinar há já algum tempo fazer o mesmo cá em casa...
 
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