[Antevisão] VW Golf ... 8

Por falar em situações que "não deviam acontecer", a situação dos cintos de segurança traseiros do Polo/Ibiza desapertarem com o ocupante no lugar central, já está resolvida?
 
[h=3]Preços[/h]
Na oferta Diesel, o motor 1.6 TDI de 115cv está disponível por 29.300 € no nível Confortline, que deverá representar o grosso das vendas; no nível Highline o valor sobe para os 33.200 €. Já na versão 2.0 TDI de 150 cv o preço base é de 37.000 €. A variante carrinha, disponível exclusivamente nas versões Diesel, tem um acréscimo de 1.200 €, enquanto que a Caixa DSG 7 (disponível para todos os modelos) acresce 1.700 €.

Não sei como deixaste passar esta [:p]
 
Por falar em situações que "não deviam acontecer", a situação dos cintos de segurança traseiros do Polo/Ibiza desapertarem com o ocupante no lugar central, já está resolvida?

No UK diria que sim.
Em Portugal não faço a menor ideia. Parece que certas marcas confundem “recall” com “quando/se-vier-à-oficina”...

Mas o maior problema nem foi a falha de concepção, foi a primeira solução manhosa, e terem continuado a vender os carros sem uma solução definitiva.
https://www.which.co.uk/news/2018/1...le-tie-and-why-consumers-are-now-responsible/
 
Não me lembro de nenhum caso em que as portas tivessem aberto. Terão que corrigir isso rapidamente, o que não deverá ser difícil

Eu também não.

Muito estranho mesmo, nem nas marcas chinesas isso acontece, nos crash-tests o habitáculo torce-se todo mas as portas nunca abrem.

Aconteceu na Sharan e pensei que fosse uma falha de montagem em Palmela mas se acontece no Golf também então será mesmo conceção.
 
No UK diria que sim.
Em Portugal não faço a menor ideia. Parece que certas marcas confundem “recall” com “quando/se-vier-à-oficina”...

Mas o maior problema nem foi a falha de concepção, foi a primeira solução manhosa, e terem continuado a vender os carros sem uma solução definitiva.
https://www.which.co.uk/news/2018/1...le-tie-and-why-consumers-are-now-responsible/


Nestas situações tal como na questão das emissões, etc., não culpo as marcas mas sim as autoridades, uma empresa é feita para gerar lucro, acho lógico que só assumam certas coisas se forem obrigadas, nos EUA as marcas têm outra postura, pois a diferença está na exigência das autoridades.
 
Nestas situações tal como na questão das emissões, etc., não culpo as marcas mas sim as autoridades, uma empresa é feita para gerar lucro, acho lógico que só assumam certas coisas se forem obrigadas, nos EUA as marcas têm outra postura, pois a diferença está na exigência das autoridades.

Sim, em Portugal é uma miséria, parece que os nossos políticos estão sempre com as calcinhas em baixo...

No entanto, há marcas que, mesmo em Portugal, fazem os devidos recalls.
Já fui chamado:
- Citroën ZX nos anos 90 (recebi uma carta para levar o carro a uma oficina)
- Alfa Romeo Giulia (telefonaram-me para levar o carro à oficina)

Portanto, se há marcas que chamam à oficina, e há outras que se limitam a esperar que o cliente lá apareça para fazer uma revisão... diria que há umas mais responsáveis que outras.
 
Nestas situações tal como na questão das emissões, etc., não culpo as marcas mas sim as autoridades, uma empresa é feita para gerar lucro, acho lógico que só assumam certas coisas se forem obrigadas, nos EUA as marcas têm outra postura, pois a diferença está na exigência das autoridades.

Não consigo concordar
Uma empresa privada tem de cumprir as regras/leis.

A ética deve fazer parte dos privados ou dos públicos. As leis existem para proteger os interesses comuns, direitos fundamentais e proteção dos cidadãos
 
Ética e leis são duas coisas (muito) diferentes.

Cabe às autoridades definirem as leis e aplicarem-nas. Na Europa ao contrário dos EUA as autoridades são muito benevolentes com as marcas. E não só no ramo automóvel como em tudo, é mais do que conhecida a mão pesada dos EUA em relação à proteção do consumidor.

Na Europa isso não acontece. Culpa de quem? As empresas existem para gerar lucro. As autoridades existem para definirem leis e atuarem em conformidade.
 
Última edição:
Ética e leis são duas coisas (muito) diferentes.

Cabe às autoridades definirem as leis e aplicarem-nas. Na Europa ao contrário dos EUA as autoridades são muito benevolentes com as marcas. E não só no ramo automóvel como em tudo, é mais do que conhecida a mão pesada dos EUA em relação à proteção do consumidor.

Na Europa isso não acontece. Culpa de quem? As empresas existem para gerar lucro. As autoridades existem para definirem leis e atuarem em conformidade.

A ética é que faz as empresas cumprirem regras e leis, isso é o medo das multas

Agora achar que as empresas só servem para gerar lucro, e a responsabilidade para o estado, é ver as coisas ao contrário
 
A ética é que faz as empresas cumprirem regras e leis, isso é o medo das multas

Agora achar que as empresas só servem para gerar lucro, e a responsabilidade para o estado, é ver as coisas ao contrário

A ética é uma coisa muito complexa, nem vale a pena trazermos essa discussão para aqui. É como a religião.

Eu sou Capitalista mas não anarquista, por isso acredito que tem de existir alguma regulação. Se uma marca ou uma pessoa não cumpre a lei ou é por ignorância, ou é porque há pouca fiscalização. Em última análise para mim o principal culpado é quem não fiscaliza.
 
A ética é uma coisa muito complexa, nem vale a pena trazermos essa discussão para aqui. É como a religião.

Eu sou Capitalista mas não anarquista, por isso acredito que tem de existir alguma regulação. Se uma marca ou uma pessoa não cumpre a lei ou é por ignorância, ou é porque há pouca fiscalização.

Sou totalmente a favor de um regime liberal, mas com a ética em alta, não vale e não pode valer tudo, que parece que apoiaste no teu post que originou a minha resposta.
 
A ética é uma coisa abstrata e nunca vai ser consensual, por isso é impossível de colocar em prática, é uma coisa utópica. Para sermos éticos com os países pobres ou com a natureza teríamos de abdicar de tudo o que temos, todo o desenvolvimento económico pressupõe falta de ética. Para termos coisas acessíveis alguma criança algures no mundo está a ser explorada. Nada é perfeito.

Para regular existem as leis. O Estado tem de ser pequeno mas forte no meu ponto de vista.
 
A ética é uma coisa abstrata e nunca vai ser consensual, por isso é impossível de colocar em prática, é uma coisa utópica. (...)

A subjectividade da ética termina onde começam as mortes e estropiamentos.

Se tens um produto com defeito que pode causar a morte de alguém, não há qualquer dúvida quanto à moralidade da correcção do problema, por menos leis que possam existir.

https://www.nhtsa.gov/recalls
(...)
A recall is issued when a manufacturer or NHTSA determines that a vehicle, equipment, car seat, or tire creates an unreasonable safety risk or fails to meet minimum safety standards. Most decisions to conduct a recall and remedy a safety defect are made voluntarily by manufacturers prior to any involvement by NHTSA.
(...)

Não deveria sequer ser necessário falar em ter uma lei para isto.
 
Mas obviamente que a VW já deveria ter feito isso. Eu não estou a defender a VW, só estou a dizer que para mim o principal culpado são as autoridades. Se a VW o faz noutros países e não o faz cá, a principal culpa é de quem? Para mim é das autoridades de cá. Até porque nisto não há marcas inocentes. Todas elas tentam assumir o menos possível, porque isso pressupõe custos. Não podemos estar à espera da "ética".
 
A ética é uma coisa abstrata e nunca vai ser consensual, por isso é impossível de colocar em prática, é uma coisa utópica. Para sermos éticos com os países pobres ou com a natureza teríamos de abdicar de tudo o que temos, todo o desenvolvimento económico pressupõe falta de ética. Para termos coisas acessíveis alguma criança algures no mundo está a ser explorada. Nada é perfeito.

Para regular existem as leis. O Estado tem de ser pequeno mas forte no meu ponto de vista.

Em empresas a sério, há comissões de ética, há regulamentação interna e fiscalização (da própria empresa).
Mas a VW tem demonstrado ao longo dos anos o pior de uma empresa privada, com a conivência (e mando) da própria administração.
 
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