Tópico PS: Debate : Programa eleitoral do PS 2011-2015

Essa do deficit... ou já tinham o programa feito há uns meses ou gostam de mandar balázios nos pés.

Pelo menos que dissessem: o deficit este ano foi de 9,...%, o que representa uma descida de não sei quanto, se fizermos a conta ao deficit do ano passado com a "nova fórmula" da UE (ou lá qual foi a desculpa).

Este programa não podia ter muita coisa quando ainda está a ser negociado o programa de ajudas da troika, aqui o PSD foi mais inteligente a aguardar para depois apresentar o programa.
 
Essa do deficit... ou já tinham o programa feito há uns meses ou gostam de mandar balázios nos pés.

Pelo menos que dissessem: o deficit este ano foi de 9,...%, o que representa uma descida de não sei quanto, se fizermos a conta ao deficit do ano passado com a "nova fórmula" da UE (ou lá qual foi a desculpa).

Este programa não podia ter muita coisa quando ainda está a ser negociado o programa de ajudas da troika, aqui o PSD foi mais inteligente a aguardar para depois apresentar o programa.

Por acaso não fui verificar, mas quase apostava que era uma versão revista e (muito) recortada do programa de 2009.

No governo sombra brincaram com essa ideia.
 
Já perderam alguns minutos a ler o Programa? [;)]

Pois se perderem, verão que...

...não há programa.

Mais, está recheado de afirmações factualmente...erradas.

(...)

Sinceramente, penso que é irrelevante se:
- o PS tem programa, ou não
- se tem conteúdo, ou está em branco
- se tem propostas, ou demagogia
- se está correcto, ou tem erros
- etc.

E isto é irrelevante porque, a exemplo dos dois programas anteriores, já sabemos que...
NÃO É PARA CUMPRIR!

Alguma vez o PS de Sócrates apresentou um programa para cumprir?
O que vos leva a pensar que seria desta?

A ler programas políticos seria do CDS que, pelo que vi citado por users anti-CDS noutro tópico,
aparenta ter orientações não demagógicas. Ou seja, se não escondem a sua "agenda" mais
polémica, então não terão muitas razões para mentir no resto.

Já os programas de Sócrates contêm apenas aquilo que é agradável de ouvir, mesmo que
seja impossível e utópico. Ou seja: canção do engate... o problema é que os Portugueses
têm sido engatados por trás, e ainda assim há uns quantos a quererem uma 3ª dose...
Enfim...
[8b]

À primeira todos caem, à segunda cai quem quer, à terceira... [:D]
 
Convém ter memória

Convém ter memória


O FMI, a UE e o BCE vão obrigar Portugal a mudar à força. A crise pode transformar-se numa oportunidade para o País acertar o passo com o futuro.
Quem quer que ganhe as eleições, não vai poder enveredar por políticas que saiam fora do guião que FMI, União Europeia e Banco Central Europeu definirem. A um mês da data marcada para o voto, a ausência de qualquer margem para veleidades aventureiristas é reconhecida tanto pelos agentes políticos como pelo eleitorado.
Percebe-se que os partidos e os respectivos líderes andam a tentar encontrar as fórmulas certas para o discurso de cada um na esperança de que pareçam menos vazios de conteúdo do que aquilo que, na realidade, estão obrigados a ser pelas circunstâncias de penúria em que Portugal caiu e que o lançaram nos braços das instituições internacionais, completamente à mercê da sua vontade e dos seus ditames.

1.
Começa a tornar-se penoso ouvir os responsáveis partidários. Uns, como é o caso dos que estão ligados ao PCP e ao Bloco de Esquerda, insistem numa oratória cansada e agarram-se a chavões ideológicos sem sustentação no tempo presente. Conscientes de que não serão poder, assumem que o melhor é correr por fora, não aceitando colaborar em qualquer solução.
É uma estratégia igual à de outras ocasiões, visando anular ou diminuir o risco de alienação de algum do seu eleitorado. É compreensível, sobretudo, no caso dos comunistas, a quem as sondagens vêm apontando números confortáveis, tendo em conta votações anteriores.
Pior está o BE, que dificilmente disfarça o embaraço e a preocupação com a fuga de eleitores que parece estar a verificar-se para o PS , no que surge como um movimento óbvio de voto útil.
2.
O PS avança pela campanha dentro como se nunca tivesse sido governo. O discurso de Sócrates, dos seus ministros principais e dos mais destacados dirigentes socialistas é marcado por uma dinâmica de ataque à oposição, em particular ao PSD, que só surpreende os incautos.
O primeiro-ministro sempre optou por dizer uma coisa e o seu contrário, consoante os momentos e as circunstâncias. Tem a apoiá-lo uma máquina de propaganda notável para quem a mentira é um conceito relativo, de somenos importância perante os objectivos que interessa alcançar.
A mensagem de que as responsabilidades do PS na crise são mínimas lá vai fazendo o seu caminho, no meio de eleitores cansados de palavras e órfãos de alternativas. Não há quem não identifique a falta de verdade e não perceba a persistência no cultivo da ilusão. Muita gente, no entanto, deixa-se abater por exaustão e por não compreender o que querem e dizem os outros, acabando por optar pela tentativa de descortinar qual o menor dos males, num contexto onde a clareza de posições não abunda.

http://economico.sapo.pt/noticias/convem-ter-memoria_117144.html
 
Espero bem que em cada medida ele comece sempre por: "por minha culpa" ou "por minha incompetência".

Não! "Por culpa do PSD", "por culpa da coligação negativa", "por culpa da maior crise internacional dos ultimos cem anos",.................

Ainda acreditas no Pai Natal?[:D][:)]
 
A discussão do Programa do PS é uma perca de tempo.
1º porque quem irá realmente governar será a Troica encabeçada pelo FMI, pelo que a margem de manobra do governo português irá ser muito reduzida.
2º porque o programa eleitoral socialista para um país em estado de bancarrota é o mesmo que apresentou em 2009 quando o país ainda não estava a sofrer muito com a crise internacional.

Significa isto que, segundo o PS, o programa que nos trouxe até à bancarrota será o mesmo que nos irá tirar dela.[:D]
E viva a palhaçada.
 
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