Tópico Lancia

156 e Lybra viviam bem em conjunto.

Exacto, e se olharmos para as gamas actuais (bem, de há uns 3/4 anos) está lá tudo, menos talvez uma carrinha C, mas que, lá está, podia ser o Delta... Porquê não criar 3 gamas completas e direccionadas aos seus públicos, com a fiat a arrancar no 500 ou no topolino que já tarda, e a ir até a uma boa carrinha C, mas de baixo custo, ter os mesmos carros mas com maior luxo na Lancia e subi-la para os MPV's SUV's e segmento D/E, ficando a Alfa com as versões mais apimentadas e eventualmente sem os suv's/MPV's... Decerto que o grupo venderia mais...
 
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Não me leves a mal, Murillo, mas esse carro de Lancia tem muito pouco. Mesmo que lhe coloquem a grelha Lancia, continua a não ser um "Lancia" [;)]
 
Não me leves a mal, Murillo, mas esse carro de Lancia tem muito pouco. Mesmo que lhe coloquem a grelha Lancia, continua a não ser um "Lancia" [;)]

Mas depois do primeiro Delta, qual foi um "Lancia" puro? Já que todos (ou quase todos)os carros seguintes eram Fiat (Thema/Croma, Lybra/Marea, Dedra/Tempra, Ypsilon/Punto, Musa/Idea). Entre ser um rebagde Fiat ou Chrysler, penso que era melhor ser Chrysler..
 
Os Lancia, mesmo partilhando a base com os Fiat, acabam quase sempre por ser carros distintos dos demais.

Mesmo pegando em alguns exemplos dos exemplos que deste, como o Lybra, o Ypsilon ou o Musa. Se comparares o Musa com o Idea vês bem essa diferença (mesmo sendo o mesmo carro).

O atual Delta é, para mim, um dos carros do segmento C mais distintos do mercado e até já tens uns bons aninhos em cima.

Já os Lancia 300C, Voyager ou Flavia não trazem nada de diferente relativamente aos Chrysler.
 
Os Lancia, mesmo partilhando a base com os Fiat, acabam quase sempre por ser carros distintos dos demais.

Mesmo pegando em alguns exemplos dos exemplos que deste, como o Lybra, o Ypsilon ou o Musa. Se comparares o Musa com o Idea vês bem essa diferença (mesmo sendo o mesmo carro).

O atual Delta é, para mim, um dos carros do segmento C mais distintos do mercado e até já tens uns bons aninhos em cima.

Já os Lancia 300C, Voyager ou Flavia não trazem nada de diferente relativamente aos Chrysler.

Acho que se o 200 usar o badge Lancia não vai ser como nos 3 primeiros. Vão refinar um pouco mais alguns elementos para distanciar da Chrysler e talvez numa terceira fase, criar modelos mais distintos para as duas marcas. É nessa fase que poderia vir o novo Delta.

E acho que se se vender como Lancia, vai significar que a marca ainda não foi esquecida.
 
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Segundo a entrevista de hoje do Marchionne, a Lancia vai ser comercializada apenas no mercado Italiano.

In the mass market, Fiat will focus on developing models within the Panda and 500 families, and exit the low and medium segment of the market, Marchionne said. Lancia will become a brand for the Italian market only, he added.

Fonte: Reuteurs
 
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Marchionne "enterra" Lancia

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Sacrificing Lancia
to make Alfa Romeo big. It’s the disaster we’ve all been fearing for, and which now appears to become true. Or so it seems if we can believe the report in an important Italian newspaper this morning. In an extensive interview with La Repubblica, the CEO specifically talks about the ambitious future plans with Alfa Romeo and the intention to make all factories on the peninsula productive again
.

The Italian Lancia was barely mentioned in all this. The unfathomable strategist who is Marchionne only speaks about maintaining the Ypsilon-range on the local Italian market. We therefore conclude he wants to get rid of the brand outside of Italy, even in Europe. The big chief didn’t give any further details, nor did he mention Chrysler, with which Lancia was meant to share basically everything according to the plans of a few years back. Only the fact that the CEO didn’t make any other statements concerning the brand Lancia, still offers some hope… But it isn’t much.
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Mas faz algum sentido ter a Lancia apenas para estar a vender o Ypsilon em Itália?

Se as vendas forem muito pequenas num país deve dar prejuízo ter lá uma marca.

Agora: a FIAT, Lancia e ALFA deveriam complementar-se as 3 de modo a cobrir a gama de mercado.

Não sendo assim, só lhes deve interessar manter Lancia onde vendem, Itália.
Julgo que alguma coisa em França.

Não sei se Itália = Itália + Suiça + Áustria.

Só para situar: Milão e Turim são mais próximos da Suiça e Áustria do que de Roma.
 
Mas faz algum sentido ter a Lancia apenas para estar a vender o Ypsilon em Itália?

Por um lado o Ypsilon em Itália vende assim tipo... como o cara...ças. :) Para quem não sabe, este ano que passou, o Ypsilon foi o 3º veículo mais vendido em Itália (sendo que o primeiro e o segundo são o Panda e o Punto), 2º no Seg B (sendo que o primeiro é o Punto). Este 3º lugar representa cerca de 4% de quota global (13% no segmento) o que representa mais de 52.000 carros (sendo que as vendas totais Lancia foram 57.000). Para quem não conhece a realidade isto pode parecer um bocado exagero, mas Itália é um mundo à parte no que aos carros diz respeito. Este tipo de realidade não existe (que eu conheça) em mais lugar nenhum.

Por outro lado não faz sentido, mas será para os rebadges também... com o 200, o 300 o voyager e pq não o freemont (ainda não percebo o porquê daquele carro ser Fiat, por bom que seja).

Nos restantes mercados, como já acontece no UK, serão provavelmente na mesma Chrysler (Chrysler Ypsilon é lindo [8b]...). Talvez nós tenhamos a sorte de mantermos Lancia tb pq temos um historial muito positivo na marca e uma boa ligação com Itália (sendo que a chrysler cá... bah...), como aliàs aconteceu com a Autobianchi em 86 (na altura nós fomos, creio, o único mercado que manteve a marca a par com itália, só mais tarde tivemos o Y10 na Lancia quando mudou tb em Italia, mas o nosso primeiro Y10 foi Autobianchi quando já era Lancia noutros mercados). Uma vez mais a história tende a repetir-se, não é só ir buscar nomes de carros ao passado, ehehe.
 
De certa forma, a linha que a Fiat está a seguir com os 500 já abrange uma cota de mercado da Lancia. Por exemplo, o 500L (quase) inviabiliza um novo Musa.
 
Mas isso também acontecia com o Idea, ms84.
Acho que a Lancia sempre se posicionou acima da Fiat, sendo os seus clientes diferentes.
O que faz falta à Lancia a meu ver são novos modelos, mas de contabilidade e finanças pouco percebo, mas sem dinheiro nada feito.
 
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Mas isso também acontecia com o Idea, ms84.
Acho que a Lancia sempre se posicionou acima da Fiat, sendo os seus clientes diferentes.
O que faz falta à Lancia a meu ver são novos modelos, mas de contabilidade e finanças pouco percebo e se não há dinheiro nada feito.

MAs não há dinheiro porque não há vendas, ou não há vendas poruqe não há dinheiro???

Tudo se resume a falta de estratégia, deixaram a marca cair tão baixo, que agora fundamentarão a decisão com esse facto, na verdade foi a falta de capacidade de fazer coexistir a ALfa com Lancia, nunca percebem que as duas poderiam "viver" em simultaneo e mataram a LAncia com o novo posicionamento definido no pós Rally. [s)]
 
Mas isso também acontecia com o Idea, ms84.
Acho que a Lancia sempre se posicionou acima da Fiat, sendo os seus clientes diferentes.
O que faz falta à Lancia a meu ver são novos modelos, mas de contabilidade e finanças pouco percebo, mas sem dinheiro nada feito.

Aquilo a que eu me refiro é que requinte e distinção que o 500L atingiu permite-lhe abranger o mercado do Musa.
Eu sei que o Idea e o Musa são o mesmo carro, mas o comprador de ambos é diferente dada a exclusividade do Musa e o aspeto mais eletrodomésico do Idea.
 
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