Tópico Lancia

E ias ter a Lancia e a Abarth a concorrer ao mesmo segmento? Ainda mais pondo a Lancia num segmento que não é o normal da marca?

Só via a coisa funcionar do género do que faz a Toyota ou Renault.

Low Cost - FIAT
Standard - AR
Premium - Lancia
Desportivos - Abarth

E todas as marcas inseridas em todos os segmentos.

Partilho desta visão e foi sempre a que defendi.

A Abarth poderia estar para o grupo FIAT como a AMG para a MB.
 
Fiat - generalista (segmentos baixos a médios)
AR - generalista com cariz desportivo, todos os segmentos
Lancia - luxo, segmentos médios/altos
Abarth - divisão sport da Fiat, em todos os segmentos em que a Fiat se posiciona
 
A FIAT tem uma historia de carros, honestos, práticos e ... Baratos! Não vamos fazer da FIAT mais do que isso.
É preciso fazer render essa imagem, as marcas não vivem de historia, vivem de vendas.
A FIAT até podia estar inserida no mercado da AR, mas não pode, por muito que queiram equivaler o grupo FIAT à VAG não o podem fazer, que aproveitem outros modelos de negocio com igual sucesso. LowCost, Normais e Premium permitia manter as 3 marcas sem concorrência directa.


Não pertilho dessa ideia. A FIAT é uma marca generalista, sim, mas Low Cost...no mesmo patamar de Dacia e TATA etc. ......tb é fazer dela o que não é! ;)
 
Fiat - generalista (segmentos baixos a médios)
AR - generalista com cariz desportivo, todos os segmentos
Lancia - luxo, segmentos médios/altos
Abarth - divisão sport da Fiat, em todos os segmentos em que a Fiat se posiciona

a FIAT a meu ver não pode ter um cariz generalista, tem que haver uma divisão vincada entre as marcas. Não pode haver concorrência entre qualquer marca do Grupo FIAT. O ponto forte da FIAT é ter carros baratos dentro do reino dos utilitários, basta pensar nos campeões de vendas da marca.
Ter a Lancia fora do segmento dos utilitários era mata-la de vez, não esquecer o sucesso do Y.
Acerca da Abarth, até penso que deveria ser 'extinta' e existir como a sigla Quadrifoglio e HF.

Cada uma das marcas ter os seu modelos especiais.

Não pertilho dessa ideia. A FIAT é uma marca generalista, sim, mas Low Cost...no mesmo patamar de Dacia e TATA etc. ......tb é fazer dela o que não é! ;)

Mas a FIAT não pode ficar no mesmo patamar que outra marca do grupo, ou sobe ou desce, tendo em conta as restantes marcas, a historia da FIAT e os segmentos onde se deveria inserir (utilitários) faz mais sentido te-la como LowCost.

Ficariamos com:

FIAT (Abarth)
Alfa Romeo (Quadrifoglio)
Lancia (HF)
Maserati
Ferrari

É um modelo diferente do da VAG, mas que funciona e muito bem para outras marcas (Renault/Toyota/Hyundai/etc)
 
Última edição:
E ias ter a Lancia e a Abarth a concorrer ao mesmo segmento? Ainda mais pondo a Lancia num segmento que não é o normal da marca?

Só via a coisa funcionar do género do que faz a Toyota ou Renault.

Low Cost - FIAT
Standard - AR
Premium - Lancia
Desportivos - Abarth

E todas as marcas inseridas em todos os segmentos.

A Lancia simplesmente não tem imagem premium. Esquece. Isso levaria décadas para dar retorno financeiro e mesmo assim não sei se algum dia daria algum retorno. Vê a Infitini ou a Lexus na Europa, que só dão prejuízo e têm vendas residuais por cá, apesar de já cá andarem há bastantes anos.

Premium para mim é a Alfa Romeo, e num patamar mais elevado a Maserati. A Ferrari é exótica.

Não vejo grande futuro para a Lancia a não ser com modelos desportivos de nicho, a invocar o sucesso da marca nos anos 80 e 90 nos rallyes. Porque é essa a imagem que muitas pessoas ainda têm da Lancia.

A FIAT está bem como está. A linha 500 tem feito o seu caminho ascendente, e nos mercados emergentes a FIAT tem conseguidos valores interessantes de vendas, como na América do Sul, Turquia, etc..
 
A Lancia simplesmente não tem imagem premium. Esquece. Isso levaria décadas para dar retorno financeiro e mesmo assim não sei se algum dia daria algum retorno. Vê a Infitini ou a Lexus na Europa, que só dão prejuízo e têm vendas residuais por cá, apesar de já cá andarem há bastantes anos.

Premium para mim é a Alfa Romeo, e num patamar mais elevado a Maserati. A Ferrari é exótica.

Não vejo grande futuro para a Lancia a não ser com modelos desportivos de nicho, a invocar o sucesso da marca nos anos 80 e 90 nos rallyes. Porque é essa a imagem que muitas pessoas ainda têm da Lancia.

A FIAT está bem como está. A linha 500 tem feito o seu caminho ascendente, e nos mercados emergentes a FIAT tem conseguidos valores interessantes de vendas, como na América do Sul, Turquia, etc..

Bem, discordo, a Lancia só pode ser associada ao premium, os sucessos de há 30 anos não são o que vai justificar a compra de hoje. O Y vende e está inserido numa ideia de produto de qualidade superior.
Modelos desportivos de nicho não rendem quando estão integrados num grupo. Nem faria sentido do ponto de vista monetário ou de imagem.
Uma marca hoje se quer vender carros desportivos tem de integrar de alguma forma o deporto automóvel, o que também falta ao grupo FIAT.
O facto de o SF15-T ter lá um logo da AR não faz com que as vendas da AR subam ou a tornem num símbolo de carros desportivos.

Há muita aresta para polir nesse grupo, a Lancia vai acabar por apenas fazer o Y até à altura em que se acabem os Facelifts e depois acaba de vez.
A FIAT a capitalizar o sucesso do 500, colocando a 'cara' dele em tudo o que faz.
A AR com o Giulia tem um carro totalmente diferente dos restantes do segmento, mas diferente não quer dizer bom e ainda resta saber como são as versões 'normais'.
 
A insistência de salvar a Lancia, a meu ver, é uma batalha perdida.
Se ressuscitar a Alfa Romeo revela-se um risco oneroso e enorme, recuperar a Lancia ia dar o dobro do trabalho e talvez do guito.
E isto porque, ao contrário da Alfa Romeo, a Lancia tem um problema gigante de reconhecimento fora de Itália.
A aposta na Alfa Romeo é bastante mais lógica, pois existe um superior reconhecimento global desta do que a Lancia alguma vez teve.

Já faz algumas décadas que 90% (e valores semelhantes a estes) das vendas da marca são no mercado doméstico.
Quanto muito, a recuperação da marca apenas pemitiria abranger o mercado europeu, e mesmo assim, teria de haver uma operação megalómana de promoção da mesma.

Após o fim da carreira do Y, o mais certo é a Lancia acabar por ser fechada, como apontavam algumas declarações do grupo durante o ano passado.
Até lá, a marca deixará de ser comercializada nos mais diversos mercados, ficando focada apenas em Itália, onde o Y consegue vendas decentes.

E considerando que vem aí um 500 de 5 portas, parece-me que irá ocupar o lugar que o Y deixará vago, mesmo tratando-se de um carro maior.

Se haveria espaço para a Lancia no futuro?
Acho que sim.
A Alfa Romeo irá ter grande tónica na desportividade, e a Fiat entre os seus dois pilares não deverá ter nada acima do segmento C (exceptuando talvez o freemont).
A família do 500 parece estar a cobrir o espaço que seria da Lancia, focando no aspecto chic e individualista da questão.
Mas ainda existem espaços em vazio.
A meu ver, havia o potencial não para transformar a Lancia num player global, mas numa marca-boutique, selecta e distinta

Mesmo atacando nos mesmos segmentos da Alfa e da Maserati, não significaria que atingiriam os mesmos targets.
A diferenciação poderia advir das carroçarias escolhidas ou das motorizações. Ou porque não tornar a Lancia na lança do grupo no que toca a mostrar o futuro, um pouco como a sub-marca i faz para a BMW?
Existem possibilidades que poderiam garantir não só a sobrevivência da marca, com um aproximar aos valores que a colocaram no mapa em primeiro lugar.

Acredito, que de momento, tal seja impossivel, por falta de guito no grupo.
O investimento massivo na Alfa, uma das razões para o spinoff da Ferrari, e a quantidade enorme de novidades que foram apresentadas aos distribuidores nos EUA para as marcas americanas do grupo, deve estar a esticar ao máximo as possibilidades financeiras do grupo.
 
E aproveitou (lançado em 2012), mas o sucesso foi nulo.

Lancia-Thema_2012_1024x768_wallpaper_01.jpg

em toda a minha vida só vi esse lancia uma vez ao vivo, penso que a lancia está a falhar a nivel de marketing, penso também que a fiat mal sabe o que fazer com a marca
 
A Lancia simplesmente não tem imagem premium. Esquece. Isso levaria décadas para dar retorno financeiro e mesmo assim não sei se algum dia daria algum retorno. Vê a Infitini ou a Lexus na Europa, que só dão prejuízo e têm vendas residuais por cá, apesar de já cá andarem há bastantes anos.

Premium para mim é a Alfa Romeo, e num patamar mais elevado a Maserati. A Ferrari é exótica.

Não vejo grande futuro para a Lancia a não ser com modelos desportivos de nicho, a invocar o sucesso da marca nos anos 80 e 90 nos rallyes. Porque é essa a imagem que muitas pessoas ainda têm da Lancia.

A FIAT está bem como está. A linha 500 tem feito o seu caminho ascendente, e nos mercados emergentes a FIAT tem conseguidos valores interessantes de vendas, como na América do Sul, Turquia, etc..

Essa da Alfa Romeo ser uma marca premium é novidade [:D] [:)]
 
A insistência de salvar a Lancia, a meu ver, é uma batalha perdida.
Se ressuscitar a Alfa Romeo revela-se um risco oneroso e enorme, recuperar a Lancia ia dar o dobro do trabalho e talvez do guito.
E isto porque, ao contrário da Alfa Romeo, a Lancia tem um problema gigante de reconhecimento fora de Itália.
A aposta na Alfa Romeo é bastante mais lógica, pois existe um superior reconhecimento global desta do que a Lancia alguma vez teve.

Já faz algumas décadas que 90% (e valores semelhantes a estes) das vendas da marca são no mercado doméstico.
Quanto muito, a recuperação da marca apenas pemitiria abranger o mercado europeu, e mesmo assim, teria de haver uma operação megalómana de promoção da mesma.

Após o fim da carreira do Y, o mais certo é a Lancia acabar por ser fechada, como apontavam algumas declarações do grupo durante o ano passado.
Até lá, a marca deixará de ser comercializada nos mais diversos mercados, ficando focada apenas em Itália, onde o Y consegue vendas decentes.

E considerando que vem aí um 500 de 5 portas, parece-me que irá ocupar o lugar que o Y deixará vago, mesmo tratando-se de um carro maior.

Se haveria espaço para a Lancia no futuro?
Acho que sim.
A Alfa Romeo irá ter grande tónica na desportividade, e a Fiat entre os seus dois pilares não deverá ter nada acima do segmento C (exceptuando talvez o freemont).
A família do 500 parece estar a cobrir o espaço que seria da Lancia, focando no aspecto chic e individualista da questão.
Mas ainda existem espaços em vazio.
A meu ver, havia o potencial não para transformar a Lancia num player global, mas numa marca-boutique, selecta e distinta

Mesmo atacando nos mesmos segmentos da Alfa e da Maserati, não significaria que atingiriam os mesmos targets.
A diferenciação poderia advir das carroçarias escolhidas ou das motorizações. Ou porque não tornar a Lancia na lança do grupo no que toca a mostrar o futuro, um pouco como a sub-marca i faz para a BMW?
Existem possibilidades que poderiam garantir não só a sobrevivência da marca, com um aproximar aos valores que a colocaram no mapa em primeiro lugar.

Acredito, que de momento, tal seja impossivel, por falta de guito no grupo.
O investimento massivo na Alfa, uma das razões para o spinoff da Ferrari, e a quantidade enorme de novidades que foram apresentadas aos distribuidores nos EUA para as marcas americanas do grupo, deve estar a esticar ao máximo as possibilidades financeiras do grupo.

acho uma optima análise, mas muito optimista. Sendo frio, é fechar a Lancia, cortar o prejuizo e investir mais na alfa romeo.

a mercedes e a bmw nao tem outras marcas para os segmentos em que estao(ha sobreposicoes minimas na mini ou na rolls). se a ideia da alfa é competir com essas marcas, que se adapte.

quanto à lancia, mais vale dar lhe uma morte digna. isto é um negocio, se ja nao esta ca a fazer nada, azar.
 
Tenho esperança que algum grupo chinês de peso compre a marca e lhe dê o devido valor. Com dinheiro tudo é possível.

Veja-se o caso da Jaguar.
 
Com investimento tudo é possível, o problema é que o dinheiro está caro... a réstia de esperança que tenho, passará sempre por estagnação da marca e sucesso estrondoso das restantes marcas, só assim se poderá depois reabilitar, não custa sonhar.
 
Acertaram bastante bem com o desenho das jantes.
E a grelha, com a parte superior da cor da carroçaria resulta bastante melhor, aligeirando visualmente a frente.
No geral, um ligeiro, mas muito bem conseguido facelift.

Esta geração soube evoluir muito bem os temas da geração anterior, num conjunto mais assertivo e de género mais neutro.
Mas o meu preferido continua a ser o de 95, desenhado por Enrico Fumia.
Continua a ser, a meu ver, um dos exercícios de estilo que melhor representa o que é coesão visual. Original e distinto como poucos. Só procuraria encontrar outra solução para a forma como friso lateral interage com os arcos de rodas. Merecia uma solução mais eficaz e apelativa.
 
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