Tópico dos aviões

Nevoeiro não deverá ser. Estou a 6 km do aeroporto e não há nevoeiro nenhum.
De facto todos eles partiram com atraso, poderá ser algum congestionamento causado por isso.

Nem um 777 vindo do Dubai se escapa de andar as voltinhas sobre Santarém!
 
Espero que com estas notícias recentes (o acidente na Colômbia e a aterragem de emergência da TAP hoje) as companhias repensem um pouco na quantidade de combustível que usam para as viagens, uma vez que andam quase sempre à justa.

O da TAP hoje FNC - OPO, se por algum motivo tivesse de ir aterrar a Madrid ou a Lisboa, ou até a Faro, a coisa podia não correr muito bem.

Não percebo porque é que não usam margens de segurança maiores em termos de quantidade de combustível [8b]
 
O primeiro Bombardier CS300:

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Bem bonito. Faz lembrar um A350 mais pequeno, mas com melhor aspecto :D
 
Espero que com estas notícias recentes (o acidente na Colômbia e a aterragem de emergência da TAP hoje) as companhias repensem um pouco na quantidade de combustível que usam para as viagens, uma vez que andam quase sempre à justa.

O da TAP hoje FNC - OPO, se por algum motivo tivesse de ir aterrar a Madrid ou a Lisboa, ou até a Faro, a coisa podia não correr muito bem.

Não percebo porque é que não usam margens de segurança maiores em termos de quantidade de combustível [8b]

Não leste a notícia da TAP com olhos de ler pois não ...
 
Espero que com estas notícias recentes (o acidente na Colômbia e a aterragem de emergência da TAP hoje) as companhias repensem um pouco na quantidade de combustível que usam para as viagens, uma vez que andam quase sempre à justa.

O da TAP hoje FNC - OPO, se por algum motivo tivesse de ir aterrar a Madrid ou a Lisboa, ou até a Faro, a coisa podia não correr muito bem.

Não percebo porque é que não usam margens de segurança maiores em termos de quantidade de combustível [8b]

Porque quanto mais combustível levar mais pesado vai, e mais gasta, etc, etc.

O avião da Colômbia foi quase um crime premeditado. Isso é uma dimensão completamente diferente. E espelha perfeitamente a teoria do queijo suíço das catástrofes.
 
Não leste a notícia da TAP com olhos de ler pois não ...

Li pois.

Pediram prioridade para aterrar por terem pouco combustível. Depois disseram que a segurança não estava em risco.

Só que os imprevistos acontecem. Se tivessem mais que os 980kg de combustível que tinham, não tinham pedido prioridade.[;)]
 
2016 foi (até agora) um ano com pouquíssimos acidentes de grande escala. Com aeronaves de grandes dimensões só houve aquele da FlyDubai que foi comprovadamene erro da tripulação, e o da EgyptAir que não se sabe bem a causa. (não estou a contar ainda com este da equipa de futebol na Colômbia). É um registo notável, tendo em conta que se faz mais de 30 milhões de vôos por ano. Já 2015 tinha sido o ano mais seguro de sempre, e acredito que 2016 vá superar esses números.
 
Última edição:
Li pois.

Pediram prioridade para aterrar por terem pouco combustível. Depois disseram que a segurança não estava em risco.

Só que os imprevistos acontecem. Se tivessem mais que os 980kg de combustível que tinham, não tinham pedido prioridade.[;)]
Então e a parte do aeroporto alternativo estar indisponível? Como planeias?
 
Espero que com estas notícias recentes (o acidente na Colômbia e a aterragem de emergência da TAP hoje) as companhias repensem um pouco na quantidade de combustível que usam para as viagens, uma vez que andam quase sempre à justa.

O da TAP hoje FNC - OPO, se por algum motivo tivesse de ir aterrar a Madrid ou a Lisboa, ou até a Faro, a coisa podia não correr muito bem.

Não percebo porque é que não usam margens de segurança maiores em termos de quantidade de combustível [8b]

Não existem leis que obriguem as companhias aéreas a partirem com pelos menos mais 10% do combustível necessário para a viagem? Se não existem, deveriam existir, deve haver sempre um margem de segurança para os imprevistos.
 
Não existem leis que obriguem as companhias aéreas a partirem com pelos menos mais 10% do combustível necessário para a viagem? Se não existem, deveriam existir, deve haver sempre um margem de segurança para os imprevistos.


Daquilo que eu sei são 5% a mais + aeroporto alternativo + 30 minutos

Ou seja, seriam 5% de margem para o destino previsto, mais meia hora, mais combistível para o alternativo. Ou seja, em teoria um avião que vá para Lisboa poderia tentar aterrar uma duas vezes, divergir para o Porto ou Faro e ainda sobrava alguma coisa, mas nesse caso já estaria perto dos limites

mas não tenho a certeza
 
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