Consumíveis, em btt, é quase tudo...excepto talvez manípulos...(isto falando de transmissão)
Eu continuo com 3x9, de vez em quando vou mudando uma coisinha ou outra (dentro de 3x9), por exemplo, quando uma peça dá o berro substituo por algo melhorzinho se encontrar boa negociata (neste momento estou com X.9 (desviadores e manípulos) e XT (cassete, corrente, etc) e de vez em quando lá se vai uma peça à vida...

, mesmo com manutenção, o pó numas alturas, a lama noutras e a pancada não ajudam nada.
Vou usar a minha bicla na configuração actual até ela estar em vias de entregar a alma ao criador (tem 3 anos, espero que dure pelo menos outros tantos!), mas depois não tenho problemas nenhuns em adoptar novas tecnologias...
Se quisesse gastar pouco em manutenção ia para uma bicla de estrada e pronto.
Por acaso para mim também é muito tentador, mas não irei trocar só porque sim (já no 2x10 foi a mesma história...de qualquer forma não trazia as vantagens que este 1x11 trás).
Uma das coisas que dizem parece marketing mas faz todo o sentido...utilizar apenas um lado do cérebro para trocar de velocidades explica aquela sensação se simplicidade quando se anda numa bike 1xqqcoisa.
Se reparares o desviador faz movimentos diferentes, acredito que mantenha mais facilmente a tensão na corrente, mas o grande segredo parece estar no perfil dos dentes.
Antes, fora para as bicicletas SS, tinhas pratos com dentes que facilitavam a saída da corrente (como tem que ser para ajudar o desviador da frente a trocar de prato), agora pode ser precisamente o contrário.
De qualquer forma, é aguardar para ver como é a adopção, quando passa para x.0 a x.5 e qual a resposta da shimano, como é que os construtores de rodas incorporam o novo cepo (que na minha opinião é uma solução estúpida...temos cassetes com 11 dentes, para quê fazer uma com 10 que precisa de um cepo totalmente novo?? dinheiro??)