Tópico de camiões

Essas Scania 143 eram muito comuns desse lado do Atlântico. Ainda é possível ver algumas

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Aqui onde trabalho uma dessas Scania mas de 3 eixos rígida foi substituida a cerca de dois meses por outro novo mas ainda não sei qual porque ainda não o vi. Qualquer dia é a vez da que eu ando uma FM340 3 eixos rígida(e o reboque de lança também vai junto pelo mesmo caminho[:D] )
 
Podem levar mais peso que a versão rigida

Qual é a vantagem ?

Depende do peso bruto P.B. e da tara peso total do conjunto. A vantagem é acabar de descarregar um reboque, poder desengata-lo no local de carga e engatar outro já carregado e fazer mais outro serviço. E também dá sempre para ir fazer outros serviços noutro lado com a tractora
 
O CAM é uma vigarice pegada, só serve para gastar dinheiro e eu que o diga ter pago 180 moedas únicas€€€ para 35h a renovar, tal como já tinha gasto 160€/35h a tirar a primeira vez, e sobre tacógrafos só falam dos de disco, pois ele pouco mais sabem. Para formação em digitais tem a Antram, a Nucaminho(núcleo de camionistas do Minho, etc..) que fazem essas formações. Penso que deva andar nos 70/80 euros por um só dia e dão o documento de formação. As imagens que tinha posto era pdf do Stoneridge SE5000, mas já arranjei o pdf desse Siemens embora em espanhol e o que vi é:

setas para cima/baixo no menu e seleciona-se o que se pretende(entradas; OUT; fim de serviço etc) , quando aparece o mesmo também aparece por ex. a função ferry/comboio e ao lado diz SIM, se a queremos carrega no OK, se não queremos usamos a seta baixo ou acima até aparecer NÃO no visor e carrega OK para selecionar o NÃO. Ou também podemos fazer o fim de ferry. Para acertar horas é no menu DEFINIÇÕES, que não é o mesmo do menu funções. Tudo isto é sempre feito parado, em andamento só podemos usar o menu(setas cima/baixo) para ver no visor as horas que já temos de condução/km feitos etc... Ao faltar 15min. para uma paragem tipo 45min. o tacógrafo sinaliza, e volta a sinalizar a faltar 5 min.. Nunca esquecer de perguntar no local de trabalho se o veículo que vamos pegar aciona o tacógrafo com o motor a trabalhar ou só com a chave na posição de instrumentos que é o que normalmente acontece.
Funcionam quase todos no mesmo estilo(base de procurar nos menus) assim é mais fácil saír dum para outro e minimamente já se prever como trabalhar com eles
Obrigado pela info das entidades que dão mais formação sobre os tacógrafos.
Mesmo assim é diferente. O meu é a versão 1.2, e do manual para essa versão, tem isto (sem o SIM ou NÃO):
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Bastou só andar com o veículo para o modo ferry desaparecer.
 
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Obrigado pela info das entidades que dão mais formação sobre os tacógrafos.
Mesmo assim é diferente. O meu é a versão 1.2, e do manual para essa versão, tem isto (sem o SIM ou NÃO):

Bastou só andar com o veículo para o modo ferry desaparecer.

Desapareceu automáticamente porque não é um modo, mas sim uma actividade de tempo indeterminado. Como não é condução/trabalho/disponibilidade, logo que entre em marcha/condução ela desaparece automáticamente, mas fica registado no taco, por isso aconselho a descarregarem esses dados do cartão uma vez que não usaram nem ferry nem comboio. Esses dados como ficam guardados na empresa, também podem ser apagados, uma vez que o serviço não combina com deslocações efectuadas a locais onde existam ferry ou comboio para pesados de mercadorias(inclui reboque e tractora em comboio).

O pdf que eu tenho é compatível da versão 1.4; 1.6 e 2.0 e nas versões inglês e espanhol. Quando esse tacógrafo for a inspecção que é de 2 em 2 anos eles actualizam o software, normalmente o hardware aceita actualizações. Perguntar sempre se actualizaram software e preparar uns 145/150 aéreos€€€€ para pagar. A última vez que fui levar um para inspeção de tacógrafo há 4 anos foram 138 moedas únicas€€. Os manuais não sei se eles dão, ou pelo menos deveriam dar alguma indicação das diferenças/mudanças de configurações etc...não que sejam obrigados, mas pelo menos avisarem da actualização para que se possa descarregar da net manuais(pdf) da versão de software que passe a estar em uso(configurada).

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Quando se comprou o camião, das primeiras coisas que fiz foi arranjar uns quantos manuais das diferentes versões deste modelo de tacógrafo; encontram-se com alguma facilidade na Internet, e na maior parte das vezes até no site do fabricante.
Passado uns dias abri a gaveta do rolo de impressão, tirei foto ao fundo e no autocolante que lá está, diz "Rel 1.2". Então é por esse manual que vejo, e foi daí que veio esse print que coloquei antes. Curiosamente, no site do fabricante esse manual já não está lá, mas ainda consegui arranjar noutro site.

Quando foi aferir, perguntei se eles actualizavam a versão e disseram que não dava, acho. Não sei se dá para ver a versão no visor, mas no autocolante está 1.2.
Mesmo assim, a aferição foi €190. O camião foi à inspecção, passou, e entretanto recebeu a matrícula portuguesa. Teve de ir aferir novamente para mudar a matrícula, e lá ficaram mais €180... Isto num espaço de duas ou três semanas.
Calhou entre um mês e outro, porque se tivesse sido tudo dentro do mesmo mês, não levavam nada pela nova aferição para mudar a matrícula.

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Quase 400€? Tão caro, só pode ser por importado usado, porque as taxas não costumam ser assim tão caras. E para isso é preferível manter esse taco do que agora comprar outro mais recente. Estava agora a ver bem o manual (de 130 páginas[:D]), e nem na parte da impressão(print) aparece nenhuma indicação de como ver a versão de software, por isso acho que só mesmo no lacre da inspecção dá para ver, ou eles informarem-nos
 
Quase 400€? Tão caro, só pode ser por importado usado, porque as taxas não costumam ser assim tão caras. E para isso é preferível manter esse taco do que agora comprar outro mais recente. Estava agora a ver bem o manual (de 130 páginas[:D]), e nem na parte da impressão(print) aparece nenhuma indicação de como ver a versão de software, por isso acho que só mesmo no lacre da inspecção dá para ver, ou eles informarem-nos
 
Não sei se será por isso. No sítio a que fomos, quando foi a primeira aferição, fizeram a selagem da caixa, mediram os impulsos, pilha nova, etc.. O tacógrafo que ela tinha originalmente estava avariado (a pilha deve ter morrido), e pelos vistos na Holanda (embora o camião fosse da Bélgica, estava à venda na Holanda) antes de a enviarem para nós, meteram-lhe um tacógrafo usado. Conclusão: quando fui ver, apenas arredondaram os quilómetros. Nem a matrícula, número de chassis e medida de pneus estavam certos! Mas tudo isso foi corrigido na primeira aferição.
Depois na segunda aferição, foi só mudar a matrícula para a nova, e €180. Como isto foi uma em fins de Junho e outra em Julho, ou seja, não no mesmo mês, cobraram aquele valor. Se fosse tudo em Junho, só se tinha pago os €190 e na aferição de mudar a matrícula já não se pagava nada.

Em relação à versão, deve ser mesmo a 1.2 porque o manual bate certo, e as versões mais recentes já não são iguais na parte do ferry, como explicaste antes.

Já agora, quando dizes para descarregar o cartão, os dados são copiados e não apagados do cartão, não é? Começa depois a sobrepor. Tal como do tacógrafo.
Pergunto pois como falas em apagar, acho que não é isso que queres dizer (pois os dados têm de ser conservados).

Mais uma vez, obrigado. ;)

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Aqui onde trabalho uma dessas Scania mas de 3 eixos rígida foi substituida a cerca de dois meses por outro novo mas ainda não sei qual porque ainda não o vi. Qualquer dia é a vez da que eu ando uma FM340 3 eixos rígida(e o reboque de lança também vai junto pelo mesmo caminho[:D] )
Daquelas não tens e certeza, aquela era "Streamline" do Brasil... [:p]

A Scania não lançou por lá a Streamline e em vez disso lançou esse "meio termo".

Versão Europeia

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Versão brasileira (Herbert Richers [:D])

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Não sei se será por isso. No sítio a que fomos, quando foi a primeira aferição, fizeram a selagem da caixa, mediram os impulsos, pilha nova, etc.. O tacógrafo que ela tinha originalmente estava avariado (a pilha deve ter morrido), e pelos vistos na Holanda (embora o camião fosse da Bélgica, estava à venda na Holanda) antes de a enviarem para nós, meteram-lhe um tacógrafo usado. Conclusão: quando fui ver, apenas arredondaram os quilómetros. Nem a matrícula, número de chassis e medida de pneus estavam certos! Mas tudo isso foi corrigido na primeira aferição.
Depois na segunda aferição, foi só mudar a matrícula para a nova, e €180. Como isto foi uma em fins de Junho e outra em Julho, ou seja, não no mesmo mês, cobraram aquele valor. Se fosse tudo em Junho, só se tinha pago os €190 e na aferição de mudar a matrícula já não se pagava nada.

Em relação à versão, deve ser mesmo a 1.2 porque o manual bate certo, e as versões mais recentes já não são iguais na parte do ferry, como explicaste antes.

Já agora, quando dizes para descarregar o cartão, os dados são copiados e não apagados do cartão, não é? Começa depois a sobrepor. Tal como do tacógrafo.
Pergunto pois como falas em apagar, acho que não é isso que queres dizer (pois os dados têm de ser conservados).

Mais uma vez, obrigado. ;)

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Se os dados se mantivessem no cartão não era preciso descarregar era obvio, deve-se desgarregar no máximo a 28 dias excepto o último dia que tem de ficar no cartão para as autoridades no caso de ser preciso. Porque senão começa a fazer overwriten(sobrepor) e pode levar a mau funcionamento do cartão. No manual de instruções do tacógrafo diz o local onde se pode usar a pen ou outro armazenador de dados e descarregar os dados do cartão e do tacógrafo(este 3 meses no máximo) para ficarem guardados penso que durante 1 ano na empresa. E afinal não se pode apagar nenhum dado sem que não se note, mas sempre é melhor descarregados porque é mais provável na rua as autoridades verem o cartão do que estarem a ir a empresa ver tudo, isto normalmente só em fiscalizações por vários motivos desde acidentes ou tributação, horas de trabalho denúnciadas etc..

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Então se me mandarem parar um dia depois de descarregar os dados do cartão, só conseguem encontrar o dia anterior?! É isso que deste a entender. xD
Tenho uma ideia contrária, e sempre ouvi/li assim:
O cartão só tem memória para 28 dias, valor de dias máximo que se consegue ter acesso através da leitura do cartão, tal como os discos. Posto isso, a cada dia que passa, o cartão grava por cima do dia mais antigo, mas tem sempre 28 dias guardados.
Ao fazer a descarga dos dados, estamos apenas a copiá-los para outro local, para os preservar.

Obviamente que também possa estar errado. Se temos que andar com os 28 discos de tacógrafo anteriores sempre connosco, o mesmo tem de acontecer com o cartão. Embora o que deste a entender foi que ao descarregar os dados do cartão, estes são eliminados. Assim dava para haver muita "trafulhice".

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O Cartão consegue armazenar quase 2 anos no chip, ainda agora acabei de abrir um ficheiro DDD e tem 20 meses, após este período começa a sobrepor a data mais antiga. Agora a polícia só te pode multar pelos últimos 28 dias em relação a tempos de trabalho e descanso, mas pode ir a 1 ano nos excessos de velocidade (picos no cartão como chamamos), embora estes dados relativos à velocidade, apenas estão disponíveis no aparelho, isto foi-me dito ainda recentemente numa formação de tacógrafos pois também pensava que era apenas os 28 dias para tudo. Já o ACT pode multar pelos tempos na estrada até um ano, só que em Portugal raramente somos controlados pelo ACT... Quando saímos deste rectângulo é que nos apercebemos que em França por exemplo estas verificações por parte do Ministério do Trabalho são frequentes, então nas rotas para a Europa central é quase diário. A Empresa é obrigada a descarregar os dados até um prazo máximo de 28 dias e o tacógrafo 95 dias. Muitas por causa dos carros estarem fora algum tempo fazem essa descarga à distância através de dispositivos GPRS (Fleets), e desta forma estão dentro da lei sem problemas.

abraços
 
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