Tópico das Casas

Aumentar impostos são sempre más medidas num país com uma carga fiscal já grande, aumentar impostos como solução de um problema é sim uma má medida, e por ultimo quem tem casa porque a comprou não tem culpa nenhuma que quem não tem porque preferiu gastar o dinheiro em divertimentos em vez de comprar casa. E muito menos quem tem casa tem culpa que tenham enchido o país de migrantes a ocuparem as casas de bairros inteiros
os impostos sobre a habitação não são "grandes", ele € tem que vir de algum lado e portanto que venha de outro lado que nao do trabalho

alem disso, era alem da 1ª casa, portanto nem sequer se está aqui a incluir a maioria
 
os impostos sobre a habitação não são "grandes", ele € tem que vir de algum lado e portanto que venha de outro lado que nao do trabalho

alem disso, era alem da 1ª casa, portanto nem sequer se está aqui a incluir a maioria
Uma casa vem do trabalho, não cai do céu, e não tem de ter imposto, já basta o imposto de selo o o IMT da aquisição, quem tem casa não tem de pagar nada nem sustentar gente que não quer trabalhar, nem politicas desastrosas de encher o pais de migrantes, se para políticos os estrangeiros são a prioridade(como já ouvi dizerem), eles que paguem as casas.
 
O problema do preço das casas nunca se resolverá sem mais construção.

Faço uma pergunta a quem é proprietário:

Vocês querem que o valor da vossa casa desça e dessa forma percam património?

Está a reposta dada. É um problema sem resolução a não ser construção massiva.
 
Três quartos dos portugueses (74%) viviam em casa própria em 2024,
na maioria moradias (51%) com uma média de 1,7 assoalhadas por habitante e ocupadas por 2,4 pessoas,
segundo dados divulgados esta quinta-feira (27 de novembro de 2025) pelo Eurostat.

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2024 Em média, foram celebrados 10 447 contratos de crédito à habitação por mês, aos quais correspondeu um montante médio mensal de crédito concedido de 1 491,7 milhões de euros.
Face a 2023, o número de contratos celebrados apresentou um aumento de 26,6% e o montante de crédito concedido aumentou 32%.

O montante de crédito à habitação concedido e o número de contratos de crédito celebrados apresentaram aumentos homólogos significativos em todos os trimestres de 2024. Num contexto caracterizado pelo aumento dos preços dos imóveis, o montante médio dos novos contratos aumentou para 142 791 euros, mais 4,3% do que em 2023.


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Uma casa vem do trabalho, não cai do céu, e não tem de ter imposto, já basta o imposto de selo o o IMT da aquisição, quem tem casa não tem de pagar nada nem sustentar gente que não quer trabalhar, nem politicas desastrosas de encher o pais de migrantes, se para políticos os estrangeiros são a prioridade(como já ouvi dizerem), eles que paguem as casas.
vem do trabalho vem, quero-te ver a pagar uma casa com o trabalho

tudo treta, vives em sociedade é o que é, e só vai ficar pior

e again as casas não pagam imposto nenhum
 
O problema do preço das casas nunca se resolverá sem mais construção.

Faço uma pergunta a quem é proprietário:

Vocês querem que o valor da vossa casa desça e dessa forma percam património?

Está a reposta dada. É um problema sem resolução a não ser construção massiva.
nada que uma grande crise nao resolva
 
2024 Em média, foram celebrados 10 447 contratos de crédito à habitação por mês, aos quais correspondeu um montante médio mensal de crédito concedido de 1 491,7 milhões de euros.
Face a 2023, o número de contratos celebrados apresentou um aumento de 26,6% e o montante de crédito concedido aumentou 32%.

O montante de crédito à habitação concedido e o número de contratos de crédito celebrados apresentaram aumentos homólogos significativos em todos os trimestres de 2024. Num contexto caracterizado pelo aumento dos preços dos imóveis, o montante médio dos novos contratos aumentou para 142 791 euros, mais 4,3% do que em 2023.


Ver anexo 14730875
mete ai para 2025 agora
 
O problema do preço das casas nunca se resolverá sem mais construção.

Faço uma pergunta a quem é proprietário:

Vocês querem que o valor da vossa casa desça e dessa forma percam património?

Está a reposta dada. É um problema sem resolução a não ser construção massiva.
Construção massiva para os estrageiros comprarem que é o que tem acontecido não resolve o problema da habitação, só piora a qualidade de vida de todos.
A construção deve ser focada na reabilitação do que já existe.
Em Portugal não há falta de casas há é estrangeiros a mais.
 
vem do trabalho vem, quero-te ver a pagar uma casa com o trabalho

tudo treta, vives em sociedade é o que é, e só vai ficar pior

e again as casas não pagam imposto nenhum
Já paguei 2 (duas) com o trabalho e se tudo correr bem irei pagar a terceira.
A primeira que tive foi com empréstimo tinha 25anos, nos primeiros 10 anos fartei-me de trabalhar para a pagar, tive de abdicar de muita coisa, hoje já vejo é vagabundos que nem querem trabalhar a dizerem que não conseguem casa, mas esgotam concertos, festivais, tem dinheiro para tudo menos para a casa.
E depois ainda querem casa nos sitios centrais, onde vivem os migrantes todos, os meus avós paternos eram classe baixa e viveram no tempo do Salazar no centro de Lisboa e nunca se preocuparam com rendas, hoje com as politicas socialistas só quase milionários conseguem viver na mesma casa onde os meus avós viveram , mas os indostânicos vivem lá.

Portanto estes arruaceiros que foram acampar e que não trabalham não podem ter casa, mas uma pessoa normal que queira casa e trabalhe pode ir para o interior ainda há casas ainda a bom preço.

Comprem esta, e depois tem de vergar a mola para a restaurar , mas o pessoal é alérgico ao trabalho... portanto nada feito.
 
Construção massiva para os estrageiros comprarem que é o que tem acontecido não resolve o problema da habitação, só piora a qualidade de vida de todos.
A construção deve ser focada na reabilitação do que já existe.
Em Portugal não há falta de casas há é estrangeiros a mais.
Não tem havido construção massiva. A construção hoje está nos valores mais baixos das últimas décadas.

Existe grande falta de mão de obra e a população está profundamente envelhecida, vão ser necessários cada vez mais imigrantes por muito que os cheganos como tu não gostem.
 
Não tem havido construção massiva. A construção hoje está nos valores mais baixos das últimas décadas.
Pois não porque não há necessidade, mas tem havido muita construção mesmo assim.

Construção massiva tem efeitos nefastos, porque o resto não acompanha isso, até os recursos se esgotam como por exemplo aconteceu com a agua na Costa da Caparica


Existe grande falta de mão de obra e a população está profundamente envelhecida, vão ser necessários cada vez mais imigrantes por muito que os cheganos como tu não gostem.

Eu falei de estrangeiros, quando tem bairros de estrangeiros ricos e pobres a ocuparem casas , nunca haverá casas. Varios agentes imobiliários me disseram que estão fartos de venderem casas a franceses , brasileiros, americanos, a maioria nem trabalham são reformados, e os pobres esses trabalham em áreas sem interesse, a população estrangeira QUADRUPLICOU e mesmo assim dizem que há falta de trabalhadores porque a quantidade não satisfaz a necessidade. E é evidente que isso tem um custo, é muito bonito defender a inclusão, o multiculturalismo, as fronteiras abertas, o mundo livre sem fronteiras etc e tal, mas na hora de comprar casa essa gente que defende isso e depois não tem dinheiro devia era ir para a rua do Bem Formoso pedir a um indostânico que lhe arrende metade de um colçhão em regime de cama quente.
 
Isso iria assassinar o mercado de arrendamento.

Isso faria com que as pessoas deixassem de arrendar e vendessem a casa ao estado no 1º dia da medida, ou seja, deixariam de existir casas para arrendar. Em Lisboa por exemplo são umas 40 a 45% de casas arrendas.
Já para não falar do mercado de AL, morria no mesmo dia.

Vê lá se consegues imaginar o que faria isto a uma cidade como Lisboa. Não seriam certamente portugueses normais, ou imigrantes normais que iriam comprar essas casas. pensando bem, nem sequer fundos imobiliários ou estrangeiros com dinheiro, uma casa pequena em Lisboa de 500000€ pagaria por ano 25000€ de IMI. Era a falência do mercado imobiliário em cidades como Lisboa ou Porto.
Sim e não.
Sim, o mercado de arrendamento iria reduzir mas isso não é necessariamente mau porque:
- as pessoas tinham vendido as suas habitações ao preço de compra atualizado pela inflação e teriam o dinheiro investido em outras coisas (logo não tinham perdido dinheiro).
Não em relação a estrangeiros e outros que comprassem 1as casas pois não tinham qualquer agravamento, podiam continuar a vir.
O agravamento de 5% no IMI era só a partir da segunda casa ou terceira em caso de casal (dava inclusivamente para ter casa de habitação própria permanente e casa de férias sem qualquer agravamento).
Para mim até ficam a ganhar porque não pagavam mais valias e ficavam com o dinheiro disponível integralmente.
Mais, como referi anteriormente em relação à IA, a ser verdade a perda de empregos em números consideráveis, existe uma forte probabilidade das casas deixarem de ter tanta procura.
Neste caso até era bom a pessoa livrar-se da casa.
Se o problema for por as pessoas pensarem que está medida promove a igualdade é um erro, uma pessoa que tenha 10 apartamentos avaliados em 2.5M (250k cada), ficaria sem os apartamentos, pois teria vendido os mesmos, alguém que não tinha acesso a compra de casa iria ter (devido à baixa de preços) e ficaria exatamente como o ex-dono dos apartamentos (cada um com 1 casa) MAS, o que tinha os 10 apartamentos - agora tinha apenas 1 casa mais 2.5M a render!
Continuava com muito mais património do que o outro que tinha uma casa como ele.
 
Ainda continuas nos delírios fiscais?


Completa falta de noção, tenho ser direto.


Isso na prática é uma transferência forçada de património. Só não vê, quem não quer ver.


Para além de ser inconstitucional, levantava vários problemas. Um deles, propriedade vertical.


Só tens interesse na baixa forçada do preço em níveis elevadíssimos, o que levaria a outros problemas que também não queres ver.

Destruição do AL, destruição do arrendamento, destruição das empresas de investimento imobiliário na habitação.

Tens de dar aí uns 5 anos para as empresas de construção de habitação estarem isentas para não levarem com 5% de imposto de algo que ainda não venderam, visto que têm só 3 anos de isenção, pois a proposta é tão delirante que alterava completamente o rácio oferta procura.
 
Sim e não.
Sim, o mercado de arrendamento iria reduzir mas isso não é necessariamente mau porque:
1 - as pessoas tinham vendido as suas habitações ao preço de compra atualizado pela inflação e teriam o dinheiro investido em outras coisas (logo não tinham perdido dinheiro).
Não em relação a estrangeiros e outros que comprassem 1as casas pois não tinham qualquer agravamento, podiam continuar a vir.
2- O agravamento de 5% no IMI era só a partir da segunda casa ou terceira em caso de casal (dava inclusivamente para ter casa de habitação própria permanente e casa de férias sem qualquer agravamento).
3- Para mim até ficam a ganhar porque não pagavam mais valias e ficavam com o dinheiro disponível integralmente.
Mais, como referi anteriormente em relação à IA, a ser verdade a perda de empregos em números consideráveis, existe uma forte probabilidade das casas deixarem de ter tanta procura.
Neste 4- caso até era bom a pessoa livrar-se da casa.
5- Se o problema for por as pessoas pensarem que está medida promove a igualdade é um erro, uma pessoa que tenha 10 apartamentos avaliados em 2.5M (250k cada), ficaria sem os apartamentos, pois teria vendido os mesmos, alguém que não tinha acesso a compra de casa iria ter (devido à baixa de preços) e ficaria exatamente como o ex-dono dos apartamentos (cada um com 1 casa) MAS, o que tinha os 10 apartamentos - agora tinha apenas 1 casa mais 2.5M a rende
r!
Continuava com muito mais património do que o outro que tinha uma casa como ele.
1- Falso, a medida provocava imediatamente uma avalanche de oferta que reduziria os preços. É tão grande, que é impossível quantificar.

2- Existem casais que têm a casa de solteiro. Ou ficavam com a de solteiro ou com a de férias. A medida força a vender.

3- Nem sei o que estás a escrever sequer. " Não pagavam mais valias".

4- Claro que era, então queres cobrar 5% sobre IMI do valor real. É confisco. Quer dizer que o Estado recebe em 20 anos o valor do imóvel.

5- Pelo menos dizes ao que vês, mas é falso na mesma. A pessoa nunca iria conseguir vender a 2,5M, devido à óbvia avalanche de oferta.


E olha que é difícil responder.
 
Ainda continuas nos delírios fiscais?


Completa falta de noção, tenho ser direto.


Isso na prática é uma transferência forçada de património. Só não vê, quem não quer ver.


Para além de ser inconstitucional, levantava vários problemas. Um deles, propriedade vertical.


Só tens interesse na baixa forçada do preço em níveis elevadíssimos, o que levaria a outros problemas que também não queres ver.

Destruição do AL, destruição do arrendamento, destruição das empresas de investimento imobiliário na habitação.

Tens de dar aí uns 5 anos para as empresas de construção de habitação estarem isentas para não levarem com 5% de imposto de algo que ainda não venderam, visto que têm só 3 anos de isenção, pois a proposta é tão delirante que alterava completamente o rácio oferta procura.
Aceito contributos para afinação da medida.

Destruição de AL, mas sem prejuízo visto que a casa era comprada, não pagava mais valias, tinha a possibilidade de investimento bastante apelativo.

Porque é inconstitucional ?

As empresas de investimento imobiliário poderiam investir o dinheiro proveniente da venda do imobiliário em outros negócios.

Sim, poderias dar um período de transição às empresas de construção que ainda não tivessem vendido.

Até porque mesmo o Estado não iria comprar os imóveis todos de um dia para o outro.

E continuo a dizer, era muito mais prático comprar imobiliário já construído do que estar o Estado a construir.
 
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