Tópico das Casas

Seria também interessante saber de que carro se trata para vermos se o exercício é possível sem ter de parar nas bombas.

Acrescenta-se ainda que nenhum classe II, imagino eu que carregado com algumas malas + 2 pessoas + depósito cheio, que me lembre, consome 10L a ir de Braga ao Algarve a uma velocidade média de 150 km/h.

Do aeroporto de Faro ao de Lisboa, já demorei 2h03m. São +/-276 km/h feitos a uma velocidade média pouco acima de 130 km/h. Regulador de velocidade nos 150 km/h, com algumas pontas superiores e outras vezes menos.

O carro, SEAT Alhambra 2.0 TDI, consumo médio de 9,2 litros. Foi quase metade de um depósito. A título comparativo, uma MB Vito também faz o mesmo no mesmo tipo de exercício; uma Transit com tecto semi-elevado, entre 12 a 13 litros e com uma velocidade média inferior... mas a 150 km/h de média, alguma dificilmente fará menos de 11/12 litros! [;)]
 
Voltando ao tópico, estive a ver uns apartamentos T0/T1 em Paris com cerca de 20 a 40m2 por 400 mil euros...:confused:

Então quanto custa um apartamento de 200m2 em Paris? 5 Milhões?????
 
Voltando ao tópico, estive a ver uns apartamentos T0/T1 em Paris com cerca de 20 a 40m2 por 400 mil euros...:confused:

Então quanto custa um apartamento de 200m2 em Paris? 5 Milhões?????

Pergunta ao Socrates, ele deve saber.[:)]

Mas em Paris já se sabe que a maioria dos apartamentos são minúsculos, aliás essa é uma característica de mais países, Holanda por exemplo. Em Portugal é que achamos que menos de 100 m2 é um buraco.
 
Voltando ao tópico, estive a ver uns apartamentos T0/T1 em Paris com cerca de 20 a 40m2 por 400 mil euros...:confused:

Então quanto custa um apartamento de 200m2 em Paris? 5 Milhões?????

Ainda assim parece-me mais adequado à cidade e rendimentos dos franceses do que os disparates que vejo aqui na nossa capital.

O apt do Sócrates acho que estava avaliado em 2/2,5M e não só era no bairro chique 16eme como tenho ideia de ter boa área. Nem o nosso ex PM se contentava com 100/130m2, digo eu.
 
O Bankinter baixou novamente o 'spread' mínimo no crédito à habitação, agora para 1,25%. Isto um mês depois de iniciar a sua actividade em Portugal. O Bankinter anuncia também que não cobra comissão de prestação mensal.
"A nova oferta posiciona o Bankinter como o banco com o 'spread' mínimo mais baixo no mercado nacional de Crédito Habitação", anuncia o banco em comunicado.
“A nova oferta tem como objectivo reforçar o posicionamento anunciado aquando da apresentação do Bankinter em Portugal: um banco que veio para investir e crescer, para apoiar as famílias portuguesas nos seus projectos. Daí termos lançado a oferta mais competitiva no Crédito Habitação”, refere Carlos Brandão, presidente-executivo do Bankinter em Portugal, em comunicado.
Para comunicar esta nova oferta no Crédito Habitação, o Bankinter lançará no próximo dia 11 uma campanha de publicidade em televisão, imprensa, rádio e 'outdoor', na qual apostará num slogan: “se o spread é melhor, a sua casa é melhor”.

http://economico.sapo.pt/noticias/b...-na-guerra-do-credito-a-habitacao_249142.html

Já disse e volto a repetir: baixar o spread fará alguma diferença na atribuição de crédito habitação, mas pouca. Continua a implicar que entre entrada, impostos, mobilia e eventuais obras (pequeníssimas ou massivas), as pessoas tenham de ter na sua conta bancária à volta de 20% do valor do imóvel. Num apartamento de 150k, as pessoas têm de ter na conta bancária uns 30k em poupanças, coisa que quase ninguém que quer comprar casa tem, portanto o spread até pode ser de 0%, que para a maioria das pessoas isso não fará diferença.

Não estou a dizer que concordo com atribuições de créditos a 100% do valor escriturado ou avaliado, mas esta estratégia por parte da banca parece-me errada. Um spread de 1,25% dá ao banco uma margem de lucro insignificante. Há muito mais procura de bancos que financiem 90% do valor da avaliação com um spread de 2% do que comparativamente com bancos que financiem 80% do valor da avaliação com spread de 1,25%. Desde que a taxa de esforço dos rendimentos líquidos seja inferior a 30%, para o banco é completamente indiferente emprestar 80% ou 90%. O banco consegue obter um lucro significativamente maior (e com praticamente o mesmo risco) se financiar 90% (com spread 2%) ao invés de 80% (com spread 1,25%).
 
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Já disse e volto a repetir: baixar o spread fará alguma diferença na atribuição de crédito habitação, mas pouca. Continua a implicar que entre entrada, impostos, mobilia e eventuais obras (pequeníssimas ou massivas), as pessoas tenham de ter na sua conta bancária à volta de 20% do valor do imóvel. Num apartamento de 150k, as pessoas têm de ter na conta bancária uns 30k em poupanças, coisa que quase ninguém que quer comprar casa tem, portanto o spread até pode ser de 0%, que para a maioria das pessoas isso não fará diferença.

Não estou a dizer que concordo com atribuições de créditos a 100% do valor escriturado ou avaliado, mas esta estratégia por parte da banca parece-me errada. Um spread de 1,25% dá ao banco uma margem de lucro insignificante. Há muito mais procura de bancos que financiem 90% do valor da avaliação com um spread de 2% do que comparativamente com bancos que financiem 80% do valor da avaliação com spread de 1,25%. Desde que a taxa de esforço dos rendimentos líquidos seja inferior a 30%, para o banco é completamente indiferente emprestar 80% ou 90%. O banco consegue obter um lucro significativamente maior (e com praticamente o mesmo risco) se financiar 90% (com spread 2%) ao invés de 80% (com spread 1,25%).


20% do imóvel, fora IMT e todos impostos que numa casa de 150K facilmente atinge 10K
 
Acredito que os movimentos de baixa do spread têm a ver com dois factores:

Por um lado concorrênciais.

Por outro ( e principalmente) o excesso de liquidez no mercado bancário, promovido pelo BCE que fixa taxas negativas, daí que os bancos prefiram emprestar a 1% do que pagar para ter o dinheiro parqueado.
 
Já disse e volto a repetir: baixar o spread fará alguma diferença na atribuição de crédito habitação, mas pouca. Continua a implicar que entre entrada, impostos, mobilia e eventuais obras (pequeníssimas ou massivas), as pessoas tenham de ter na sua conta bancária à volta de 20% do valor do imóvel. Num apartamento de 150k, as pessoas têm de ter na conta bancária uns 30k em poupanças, coisa que quase ninguém que quer comprar casa tem, portanto o spread até pode ser de 0%, que para a maioria das pessoas isso não fará diferença.

Não estou a dizer que concordo com atribuições de créditos a 100% do valor escriturado ou avaliado, mas esta estratégia por parte da banca parece-me errada. Um spread de 1,25% dá ao banco uma margem de lucro insignificante. Há muito mais procura de bancos que financiem 90% do valor da avaliação com um spread de 2% do que comparativamente com bancos que financiem 80% do valor da avaliação com spread de 1,25%. Desde que a taxa de esforço dos rendimentos líquidos seja inferior a 30%, para o banco é completamente indiferente emprestar 80% ou 90%. O banco consegue obter um lucro significativamente maior (e com praticamente o mesmo risco) se financiar 90% (com spread 2%) ao invés de 80% (com spread 1,25%).

Concordo em parte
O risco com financiamentos acima dos 80% são grandes para a banca, basta andar 7/8 anos para trás...
Infelizmente a compra de casa não é para todos como muitos acreditaram em 00's
Sobre a notícia é boa no meu caso, só estou à espera que me paguem os custos de transferência
 
Já disse e volto a repetir: baixar o spread fará alguma diferença na atribuição de crédito habitação, mas pouca. Continua a implicar que entre entrada, impostos, mobilia e eventuais obras (pequeníssimas ou massivas), as pessoas tenham de ter na sua conta bancária à volta de 20% do valor do imóvel. Num apartamento de 150k, as pessoas têm de ter na conta bancária uns 30k em poupanças, coisa que quase ninguém que quer comprar casa tem, portanto o spread até pode ser de 0%, que para a maioria das pessoas isso não fará diferença.

Não estou a dizer que concordo com atribuições de créditos a 100% do valor escriturado ou avaliado, mas esta estratégia por parte da banca parece-me errada. Um spread de 1,25% dá ao banco uma margem de lucro insignificante. Há muito mais procura de bancos que financiem 90% do valor da avaliação com um spread de 2% do que comparativamente com bancos que financiem 80% do valor da avaliação com spread de 1,25%. Desde que a taxa de esforço dos rendimentos líquidos seja inferior a 30%, para o banco é completamente indiferente emprestar 80% ou 90%. O banco consegue obter um lucro significativamente maior (e com praticamente o mesmo risco) se financiar 90% (com spread 2%) ao invés de 80% (com spread 1,25%).

a estratégia do bankinter não é arranjar novos clientes tesos, mas roubar os bons clientes dos outros bancos, usando o crédito habitação como chamariz.
 
Os clientes não têm de ser necessáriamente tesos.

Tem muito menos risco emprestar 100% a um cliente com uma taxa de esforço de 20% comparativamente a emprestar 80% a um cliente com uma taxa de esforço de 30%.
 
Os clientes não têm de ser necessáriamente tesos.

Tem muito menos risco emprestar 100% a um cliente com uma taxa de esforço de 20% comparativamente a emprestar 80% a um cliente com uma taxa de esforço de 30%.

Certo mas contabilisticamente é menos arriscado o de 80% que o de 100%
 
Se derem um pouco mais (40%) em vez de 30% existirá facilidade em mudar as condições? Existe algum valor "ideal" que acabe por ser mais benéfico?
 
O Bankinter são 80%, está na ficha técnica do produto.

Como disse aí para trás, eu não defendo empréstimos superiores a 80%, mas estou certo que será o próximo passo lógico. Os spreads caminham para o 1%. O bankinter já está nos 1,25% e a tendência do sector da banca é sempre imitarem-se uns aos outros. Até final do ano estão todos a acompanhar o Bankinter. Então chega a um ponto em que já não é possível baixar mais os spreads. E aí para onde se viram os bancos? Para o aumento do montante financiado.

E já comeceu: o Santander aumentou de 80% para 85% o montante de financiamento. E o spread não é assim tão mau (1,75%) e o prazo é gigante: 50 anos.

O BPI também aumentou de 80% para 85% o montante de financiamento com spread de 1,95%.

O Banco BIC financia 90% do valor de avaliação, mas com um spread de 2,2% e exige uma taxa de esforço máxima de 25%.

No outro extremo da barricada está o Deutsche-Bank que só empresta 60%.

Prevejo que dentro de um ano a generalidade dos bancos estejam a emprestar 90% do valor de avaliação (com o limite máximo do valor da escritura) e spreads pouco acima de 1%.

Na prática, como os imóveis são avaliados uns 10% acima do valor da escritura, se forem finaciados a 90% do valor da avaliação, os bancos passam a emprestar praticamente o valor de venda/escritura do imóvel:

(1+10%)*90% = 99%

Ou seja, em média passam a emprestar 99% do valor de compra do imóvel. Cabe às pessoas apenas poupar dinheiro para pagar os impostos (3000€ numa casa de 150k ou 6500€ numa casa de 200k) e mobilar a casa.
 
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