Tópico da Suíça

Estado
Não está aberto a mais respostas.
Claro que não. Ninguém deve sentir vergonha por querer obter melhores condições de vida, para si e para os seus. Tenho um grande respeito por essas pessoas.

Claro que não é vergonha.
Vergonha é depois muitos desses mentirem sobre a sua experiência.

Por vezes ao ler aqui determinados posts parece que é vergonha... assim como é vergonhoso vir para fora para trabalhos pouco qualificados (muitas vezes bem pagos)... Fico com a ideia que em Portugal as sanitas e quartos de hotel se limpam sozinhos e as casas nascem por força de natureza ... o lixo tem recolha automática ... claro, com tanto engenheiro e doutor que temos em Portugal está tudo mais que bem feito e inventado. [:cool:]
Não acho que existam "inteligentes" no meio disto tudo, apenas opções.
 
Ou seja, aquilo que dizes que é verdade nao pode ser verificado.

É a "viding", mas ainda vais a tempo de assumires o erro.

Esta aí na notícia referência ao estudo.

Mais de 70% dos emigrantes qualificados querem regressar a PortugalDos que dizem pretender voltar para Portugal, mais de 60% estão dispostos a fazê-lo já nos próximos três anos e pouco menos de 40% no médio prazo em cinco ou mais anos.

*****

Bruno Simão/Negócios

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Paulo Zacarias Gomes23 de março de 2017 às 18:29

Mais de dois terços dos portugueses que emigraram nos anos da crise estão dispostos a regressar ao país nos próximos anos.

A conclusão é de um estudo promovido pela Fundação AEP no âmbito do projecto Empreender 2020 – Regresso de uma Geração Preparada, e que será conhecido em Abril, lê-se num comunicado da instituição.

Dos mais de 70% que dizem pretender voltar para Portugal, mais de 60% estão dispostos a fazê-lo nos próximos três anos e pouco menos de 40% no médio prazo – em cinco ou mais anos.

O estudo está a ser realizado há vários meses na diáspora portuguesa, em particular na Europa, com o apoio da União Europeia/Feder, através do financiamento comunitário Compete 2020.

O inquérito é conduzido por uma equipa de consultores do Grupo CH e do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, sob a coordenação do investigador Pedro Góis, lê-se no comunicado.

De acordo com o Observatório da Emigração, que cita dados das Nações Unidas, a percentagem de emigrantes portugueses que vivem na Europa passou de 53% em 1990 para 62% em 2015.*

Nesse último ano o volume das saídas de emigrantes de Portugal estagnou em alta pelo terceiro ano consecutivo, em cerca de 110 mil por ano, de 2013 a 2015.

Na Europa, o Reino Unido foi o país para onde emigraram mais portugueses em 2015 - 32,3 mil -, seguindo-se França, Suíça e Alemanha.
 
Esta aí na notícia referência ao estudo.

Mais de 70% dos emigrantes qualificados querem regressar a PortugalDos que dizem pretender voltar para Portugal, mais de 60% estão dispostos a fazê-lo já nos próximos três anos e pouco menos de 40% no médio prazo em cinco ou mais anos.

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Bruno Simão/Negócios

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Paulo Zacarias Gomes23 de março de 2017 às 18:29

Mais de dois terços dos portugueses que emigraram nos anos da crise estão dispostos a regressar ao país nos próximos anos.

A conclusão é de um estudo promovido pela Fundação AEP no âmbito do projecto Empreender 2020 – Regresso de uma Geração Preparada, e que será conhecido em Abril, lê-se num comunicado da instituição.

Dos mais de 70% que dizem pretender voltar para Portugal, mais de 60% estão dispostos a fazê-lo nos próximos três anos e pouco menos de 40% no médio prazo – em cinco ou mais anos.

O estudo está a ser realizado há vários meses na diáspora portuguesa, em particular na Europa, com o apoio da União Europeia/Feder, através do financiamento comunitário Compete 2020.

O inquérito é conduzido por uma equipa de consultores do Grupo CH e do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, sob a coordenação do investigador Pedro Góis, lê-se no comunicado.

De acordo com o Observatório da Emigração, que cita dados das Nações Unidas, a percentagem de emigrantes portugueses que vivem na Europa passou de 53% em 1990 para 62% em 2015.*

Nesse último ano o volume das saídas de emigrantes de Portugal estagnou em alta pelo terceiro ano consecutivo, em cerca de 110 mil por ano, de 2013 a 2015.

Na Europa, o Reino Unido foi o país para onde emigraram mais portugueses em 2015 - 32,3 mil -, seguindo-se França, Suíça e Alemanha.

Onde diz que saíram por necessidade?
 
Tu que me pareces ser um tipo ponderado, diz-me lá o que farias se a tua empresa te fizesse a proposta de ir para a Suíça a ganhar o mesmo dos colegas suíços? (sim eu sei que o que pensas é o teu exemplo e não serve para mais ninguém)

Poderia ir pela perspectiva de carreira. Pelo aspecto financeiro, não ia. Tenho um salário acima da média em Portugal, carro, telemóvel, estacionamento, plano de saúde, etc.
Mas vejo-me perfeitamente a viver numa cidade como Zurich ou arredores. Desde que se tenha dinheiro, é um país óptimo para se viver porque aquilo está tudo pensado e organizado. Claro que não poderia dispensar o sol de Portugal de vez em quando!
 
Onde diz que saíram por necessidade?

???
Eu referi que 70% queriam voltar e que havia estatísticas sobre o assunto.
Pediste a estatística e aí está ela.
Agora queres estatísticas sobre o motivo que levou as pessoas a irem??? Não sei se existe, mas sobre isso, aposto um membro que como bem mais de 70% foi por necessidade (falta de trabalho em pt).
 
Poderia ir pela perspectiva de carreira. Pelo aspecto financeiro, não ia. Tenho um salário acima da média em Portugal, carro, telemóvel, estacionamento, plano de saúde, etc.
Mas vejo-me perfeitamente a viver numa cidade como Zurich ou arredores. Desde que se tenha dinheiro, é um país óptimo para se viver porque aquilo está tudo pensado e organizado. Claro que não poderia dispensar o sol de Portugal de vez em quando!

Eu, que também tenho um salário acima da média nacional, não iria por dinheiro nem por carreira. Gosto de ir de mini férias pela Europa fora, adoro, mas ainda não conheci cidade que me fizesse sentir que seria bom morar e trabalhar lá, muito menos Zurich.
Eu quando digo que a maioria não gosta de estar emigrado e que quer voltar e que mesmo para esses o dinheiro deixa de ser importante estou a falar numa perspectiva macro, as pessoas tomam logo como se fosse direto a elas...
 
???
Eu referi que 70% queriam voltar e que havia estatísticas sobre o assunto.
Pediste a estatística e aí está ela.
Agora queres estatísticas sobre o motivo que levou as pessoas a irem??? Não sei se existe, mas sobre isso, aposto um membro que como bem mais de 70% foi por necessidade (falta de trabalho em pt).[/QUOTE]


Não é preciso nenhum estudo para comprovar isso, basta ver que é nas alturas de crise que a vaga de emigração aumenta.
 
???
Eu referi que 70% queriam voltar e que havia estatísticas sobre o assunto.
Pediste a estatística e aí está ela.
Agora queres estatísticas sobre o motivo que levou as pessoas a irem??? Não sei se existe, mas sobre isso, aposto um membro que como bem mais de 70% foi por necessidade (falta de trabalho em pt).

Nesse caso concordo contigo. A maior parte quer voltar com o salário que ganha lá fora. [:cool:]
 
Não é preciso nenhum estudo para comprovar isso, basta ver que é nas alturas de crise que a vaga de emigração aumenta.

O que é a "necessidade"? Falta de perspectivas de carreira? Falta de empregos bem remunerados? Falta de emprego na área de formacao? Falta pura e simples de emprego? Falta de oportunidades de desenvolvimento e enriquecimento pessoal? Há muitas vertentes nisto da "necessidade". É que nesse caso sao (bem) mais de 70%.
 
O que é a "necessidade"? Falta de perspectivas de carreira? Falta de empregos bem remunerados? Falta de emprego na área de formacao? Falta pura e simples de emprego? Falta de oportunidades de desenvolvimento e enriquecimento pessoal? Há muitas vertentes nisto da "necessidade". É que nesse caso sao (bem) mais de 70%.

Claro que há muitas vertentes nisto da "necessidade", cada qual com a sua.
No meu caso foi o boicote que me fizeram na progressão na carreira enquanto FP e a forte probabilidade de singrar lá fora.
Mas não tenho dúvidas que a maioria é mesmo por necessidades básicas como falta de emprego e dificuldades económicas.
 
O que é a "necessidade"? Falta de perspectivas de carreira? Falta de empregos bem remunerados? Falta de emprego na área de formacao? Falta pura e simples de emprego? Falta de oportunidades de desenvolvimento e enriquecimento pessoal? Há muitas vertentes nisto da "necessidade". É que nesse caso sao (bem) mais de 70%.

Falta de emprego e consequentemente dificuldades económicas. Aposto como são bem mais que 70%.
 
Eu, que também tenho um salário acima da média nacional, não iria por dinheiro nem por carreira. Gosto de ir de mini férias pela Europa fora, adoro, mas ainda não conheci cidade que me fizesse sentir que seria bom morar e trabalhar lá, muito menos Zurich.
Eu sinto-me bem em algumas, não muitas mas algumas. Paris por exemplo, quando ao fim do dia me sento numa cadeirinha do "jardin des tuileries" penso que era capaz de viver com aquilo. Roma também gosto. Madrid, porque não... Boston é uma maravilha. Enfim, há algumas.

Suiça curiosamente é que não. Acho bonito mas não aprecio os hábitos nem, em geral, as gentes.
 
Eu sinto-me bem em algumas, não muitas mas algumas. Paris por exemplo, quando ao fim do dia me sento numa cadeirinha do "jardin des tuileries" penso que era capaz de viver com aquilo. Roma também gosto. Madrid, porque não... Boston é uma maravilha. Enfim, há algumas.

Suiça curiosamente é que não. Acho bonito mas não aprecio os hábitos nem, em geral, as gentes.

Paris deve ser a cidade Europeia que mais gosto, se pudesse ia lá todos os meses, mas para lá viver só mesmo com o "ordenado" do Sócrates, por isso, para andar lá a contar tostões prefiro de longe o nosso Portugal.
 
No inquérito, só 15% diz que saiu porque nao tinha emprego. Interessante que quem está Angola quer regressar (75%), mas quem mora num país europeu as coisas já nao sao mais certas, a resposta assertive é normalmente dada por menos de 30% do insquiridos. 50% diz que só se vem embora daqui a mais de 5 anos.
 
O problema é que inconscientemente ou consciente extrapolamos a nossa realidade para a realidade do pais.

A malta com mais estudos, que emigra não tanto para sobreviver mas para ganhar (muito) melhor e carreira, e volta a PT quase todos os meses para um fim de semana(viabilidade disto depende dos preços, horários, distancias ao aeroporto, mas são muitos a o fazer com regularidade) tende a conhecer mais pessoas em situação semelhantes. E claro, este grupo tem uma grande visibilidade na comunicação social, acabado por dar a ideia que é um grupo muito maior que na realidade é.

Mas os outros, que são mal pagos(comparado com os locais), fartam-se de trabalhar, vivem em condições que não são as melhores. Ainda são a maioria, principalmente em certo paises onde o tipo de emigração menos instruída vai (Luxemburgo, França(..)). Nos estudos sobre este tema estes ainda são a larga maioria.
 
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