Tópico da Psicologia

Não sei se posso por isto aqui, mas queria uma opinião dos especialistas na matéria. Digam-me lá como é que posso convencer alguém que está a passar já há bastante tempo por uma depressão profunda a procurar ajuda especializada, sendo que essa pessoa recusa todas as ajudas e todos os conselhos da familia e está-se a tornar insuportável viver com uma pessoa assim.
Não podes. Ou fazes sem que saiba, ou tem de ser a pessoa a aperceber-se que precisa de ajuda.
Existe aquela coisa que fazem nos Estados Unidos, a intervenção. Pode resultar, mas eu quase que aposto que se não for de vontade própria...
 
Não podes. Ou fazes sem que saiba, ou tem de ser a pessoa a aperceber-se que precisa de ajuda.
Existe aquela coisa que fazem nos Estados Unidos, a intervenção. Pode resultar, mas eu quase que aposto que se não for de vontade própria...
Tal como o Torres afirmou, penso que deverá partir da própria pessoa ver que necessita de ajuda, que será o primeiro passo para o reconhecer e aceitá-la, na minha opinião com alguma moderação tentar sensibilizá-la que é o melhor para a sua recuperação, tentando incentivá-lo(a) a isso.
Tentar ser positivos acima de tudo.[;)]
 
Não podes. Ou fazes sem que saiba, ou tem de ser a pessoa a aperceber-se que precisa de ajuda.
Existe aquela coisa que fazem nos Estados Unidos, a intervenção. Pode resultar, mas eu quase que aposto que se não for de vontade própria...

Tal como o Torres afirmou, penso que deverá partir da própria pessoa ver que necessita de ajuda, que será o primeiro passo para o reconhecer e aceitá-la, na minha opinião com alguma moderação tentar sensibilizá-la que é o melhor para a sua recuperação, tentando incentivá-lo(a) a isso.
Tentar ser positivos acima de tudo.[;)]

Isso nem que lhe aponte uma pistola à cabeça. E os outros que estão à volta é que vão ficando cada vez mais doidos.
 
As depressões são uma doença do foro mental bastante comum, como tal existem tratamentos (medicamentos) bastante eficazes para o seu tratamento.
 
Conversar às vezes faz mais efeito do que as armas. Mas também há pessoas com quem é impossível conversar. :)
Também sou da completa opinião de que é na base do diálogo que se possa tentar converter alguma coisa.

Como naturalmente e bem citas cada pessoa reage de forma diferente, necessitando de alguns casos de mais persistência, como na sua cura isto sendo variável.

Toda a base para se poder conseguir superar isto será da boa vontade da própria pessoa e no reconhecimento da mesma, como do acompanhamento de bons profissionais, que provará os seus efeitos.

O saber reconhecer a situação e procurar ajuda será o primeiro passo para conseguir reestabelecer-se, não acho que seja pela imposição e obrigação (o que não invalida que moderadamente o se possa fazer) que uma pessoa nesta situação, com toda a naturalidade possa reconhecer que necessita de o apoio necessário, mesmo por obrigação possa criar um mau estar no próprio doente.

Sou da opinião que a melhor terapia será o aconselhamento e o apoio que se pode prestar a estas pessoas, que com o tempo e alguma persistência se conseguirá obter o (melhor) caminho para a sua recuperação.

[;)]
 
Concordo [;)]

Nada como o diálogo e, acima de tudo, compreensão. Na minha opinião quem lida com estes assuntos tem que tentar colocar-se no "outro" e nunca tentar que o outro se ponha do seu lado. Falo, por exemplo, daquelas pessoas cuja primeira abordagem é: estás deprimido? olha agora... deixa-te disso e anda mas é sair, está um dia tão lindo lá fora!

Para quem as trevas inundaram o seu ser, estas podem ser das piores coisas que se podem fazer, porque a angústia perante a indiferença de tal alegria pode ser atroz.
 
Boas...

Sou mais apologista na entrevista clinica entrar a "matar" com dados biográficos e técnicas psicometricas (testes) porque apartir destas informações recolhidas consegues apreender e compreender o funcionamento psicológico da pessoa.

É importante existir muita compreensão por parte do psicólogo para que a relação que se estabelece entre a pessoa seja de empatia.


Estoril, tenho só de acrescentar uma coisa muito importante. Mais do que apenas a empatia entre psicologo e paciente/doente/cliente, o estabelecimento de uma relação terapeutica segura e satisfatória e assente em caracteristicas como a aceitação incondicional, é um dos aspectos-chave de qualquer contacto psicologo-paciente.

Sem uma boa relação terapeutica, quaisquer informações recolhidas através da anamnese e história de vida podem facilmente não estar concordantes com a pessoa que temos à nossa frente.
 
As depressões são uma doença do foro mental bastante comum, como tal existem tratamentos (medicamentos) bastante eficazes para o seu tratamento.

No dia em que existir um medicamento eficaz para a depressão avisa-me. (Os medicamentos podem ser extremamente eficazes para "suavizar" os efeitos visiveís da depressão mas nunca vi nenhum a curar uma depressão).

P.S.: Alias, na minha opinião pessoal, acho o termo depressão desadequado.
 
Última edição:
Concordo [;)]

Nada como o diálogo e, acima de tudo, compreensão. Na minha opinião quem lida com estes assuntos tem que tentar colocar-se no "outro" e nunca tentar que o outro se ponha do seu lado. Falo, por exemplo, daquelas pessoas cuja primeira abordagem é: estás deprimido? olha agora... deixa-te disso e anda mas é sair, está um dia tão lindo lá fora!

Para quem as trevas inundaram o seu ser, estas podem ser das piores coisas que se podem fazer, porque a angústia perante a indiferença de tal alegria pode ser atroz.
Exactamente.[;)]
 
[FONT=Arial,Arial][FONT=Arial,Arial]Há qualquer coisa que não está bem com alguém que conheço [/FONT][/FONT]

[FONT=Arial,Arial][FONT=Arial,Arial]Está preocupada(o) com a alteração de comportamento de alguém que conhece? [/FONT]
[FONT=Arial,Arial][FONT=Arial,Arial][FONT=Arial,Arial]Se alguém que conhece começou a ficar confuso, evita as pessoas, tem ideias que não estão de acordo com as de todas as outras pessoas, comporta-se de forma diferente do que seria de esperar, então é importante falar com um médico para se ter orientação e ajuda… [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]A razão para estas mudanças pode estar no desenvolvimento de uma doença, pelo que quanto mais cedo for consultado um(a) médico(a) melhor. [/FONT]
[/FONT]Lista de pistas importantes a considerar:
[FONT=Arial,Arial][FONT=Arial,Arial]» Deixou de falar com familiares ou amigos [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]» Perdeu a vontade e motivação para as actividades habituais [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]» Começou a ficar com medo(s) ou com desconfianças sem motivo [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]» Deixou de se alimentar, come às escondidas [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]» Dorme mal ou não consegue dormir toda a noite [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]» Começou a ter ideias estranhas [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]» Ouve vozes que mais ninguém consegue ouvir [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]» Tem graves dificuldades de concentração [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]» Diz ou escreve coisas que não fazem sentido [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]» Abusa de álcool ou drogas [/FONT]
[/FONT][FONT=Arial,Arial][FONT=Arial,Arial]. [/FONT][FONT=Arial,Arial]
Como conseguir ajuda?
[FONT=Arial,Arial][FONT=Arial,Arial]» Incentivar a pessoa a procurar um médico [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]» Oferecer suporte, acompanhando a pessoa ao médico [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]» Sugerir que se escreva algumas notas em conjunto, para ajudar a explicar o que se passa na consulta [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]» Se a pessoa recusa tratamento, procure o médico para poder ter conselho e orientação. [/FONT]
[/FONT]E quanto às drogas?
[FONT=Arial,Arial][FONT=Arial,Arial]Por vezes os familiares ou amigos ficam preocupados sem saber se a alteração de comportamentos está relacionada com o consumo de drogas, o que se verifica em alguns casos. [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]Algumas pessoas que começam a desenvolver problemas psiquiátricos consomem álcool ou drogas para se sentirem melhor ou como um sinal de que precisam de ajuda. Embora estes consumos possam fazer com que essa pessoa se sintam momentaneamente bem, o que realmente acontece é um agravamento dos sintomas e uma maior dificuldade na recuperação. [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]Dificultando ainda mais estas questões, há que dizer que as drogas podem produzir sintomas semelhantes às queixas das doenças psicóticas como a esquizofrenia. Por exemplo, o álcool ou o haxixe podem produzir uma perda da noção da realidade e a sensação de que se é vigiado, perseguido ou atacado. [/FONT]
[FONT=Arial,Arial][FONT=Arial,Arial][FONT=Arial,Arial]Se os sintomas são devidos ao consumo de drogas (psicose secundária ao consumo) deverão desaparecer completamente após o fim do consumo, quando a droga for eliminada do corpo. Já o uso prolongado de certas drogas pode produzir efeitos de longa duração. Se o consumo de drogas começar a interferir no dia-a-dia, causando problemas em casa, na escola ou no trabalho, a ajuda médica deve ser procurada quanto antes. O Médico de Família pode fazer uma avaliação clínica para saber se existe algum problema psiquiátrico que origina esses consumos e que deve ser tratado, ou se as pessoas devem ser desde logo encaminhadas para centros de tratamento de álcool ou drogas. Algumas vezes pode existir mais de uma doença psiquiátrica. [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]Pode ser muito difícil para os familiares perceberem a influência do álcool ou drogas no comportamento do indivíduo. Estes assuntos são complicados e não há nada como procurar ajuda de especialistas. [/FONT]
[/FONT]Incentive a consulta a um(a) médico(a)
[FONT=Arial,Arial][FONT=Arial,Arial]Algumas vezes isto pode ser muito difícil, pois a/o doente sente que criticam o seu comportamento, sente que os outros estão contra si e pode estar com medo ou revoltada(o). Algumas das vezes também se podem encontrar confusos, tendo problemas para ordenar os pensamentos de maneira a explicar o que se pode estar a passar consigo… ou podem-se estar a sentir com muito medo ou ansiosos… ou podem não ter a consciência que estão doentes. [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]» Fale destes problemas quando sentir que a pessoa está calma, momento em que é mais provável que haja cooperação da parte desta. Ex: [/FONT]
[/FONT][FONT=Arial,Arial][FONT=Arial,Arial]gostava de poder falar contigo acerca de um assunto importante – é boa altura agora ou é melhor falar mais tarde? [/FONT][/FONT]
[FONT=Arial,Arial][FONT=Arial,Arial]» Peça a outra pessoa que fale com o familiar ou amigo se sente que este não confia ou antipatiza consigo. Deve-se focar no que a outra pessoa deve estar a sentir, mantendo-se imparcial. Inicialmente é melhor centra-se nos problemas que a outra pessoa se sente à vontade para falar. Ex: [/FONT][/FONT][FONT=Arial,Arial][FONT=Arial,Arial]eu sei que nos últimos dias tens tido problemas para dormir e estar concentrado. Gostarias de falar com o médico? [/FONT][/FONT]
[FONT=Arial,Arial][FONT=Arial,Arial]» Leve as pessoas a pensar que o médico é alguém que ajuda a resolver situações difíceis e que não vai julgar os comportamentos. [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]» Sugira que a ida ao médico é apoiada por si e por outras pessoas. [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]» Discuta a situação com o médico, especialmente se há resistência por parte do outro. Lembre-se de registar de forma simples e claras as suas preocupações. [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]Se há muita resistência a ir visitar o médico, consulte-o primeiro para discutir e planear soluções. Poderá ser possível e útil o médico ir a casa avaliar a pessoa. Se não for possível, o médico poderá sempre dar esclarecimentos e ajudar os amigos e familiares que estão preocupados. [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]Em Portugal existe uma lei que obriga a pessoa a ser tratada mesmo contra a sua vontade, sempre que, após a avaliação médica, se concluir que a pessoa tem uma doença mental grave, que a pessoa não se apercebe da gravidade da doença, que a pessoa não se quer tratar e que o estado clínico em se encontra pode ser perigosa para si ou para outros. Para isso, é necessário que alguém (familiar, amigo, vizinho) procure ajuda no delegado de saúde da área de residência. [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]Lembre-se sempre que o primeiro passo é o mais difícil. [/FONT]
[/FONT]Como saber mais?
[FONT=Arial,Arial][FONT=Arial,Arial]Para mais informações consulte o seu médico, que se achar necessário orientará para uma consulta de especialidade. [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]Em caso de urgência, dirija-se ao serviço de urgência da sua área de residência. [/FONT]
[FONT=Arial,Arial]Não se acomode. Quando algo está mal, procure ajuda! [/FONT]
[/FONT][/FONT]
[/FONT][/FONT]
[/FONT][/FONT]
[/FONT]

http://www.encontrarse.pt/downloads/doencas_ficha2.pdf
 
Última edição:
Não sei se posso por isto aqui, mas queria uma opinião dos especialistas na matéria. Digam-me lá como é que posso convencer alguém que está a passar já há bastante tempo por uma depressão profunda a procurar ajuda especializada, sendo que essa pessoa recusa todas as ajudas e todos os conselhos da familia e está-se a tornar insuportável viver com uma pessoa assim.

Boas....

Já tentaste a psicologia inversa???
Nem sempre resulta mas neste tipo de situações os psicólogos utilizam bastante este método principalmente quando as pessoas não querem aceitar que têm um problema do foro psicológico.

Umas porque pensam que ao admitir estão a ser fracas interiormente mostrando algum tipo de "complexo"

Receosas com o que a "sociedade" familia, amigos irá pensar...da forma como iram tratar apartir deste momento (aceitação).

Medo de mostrarem uma parte fraca...o que na realidade não é acto de fraqueza!

Essa revolta que falas tem a ver com a aceitação do "problema" em causa....a depressão é sempre originada por algo, existe muitos factores é sempre aconselhável acompanhamento de um especialista na área até porque a pessoa pode ter uma recaída tardia pior que esta!

Ele próprio tem que entender que não é acto de fraqueza recorrer a um especialista nesta área e que quanto antes o fizer melhor!....mais rápido curará essa depressão....voltanto a sorrir e aproveitando cada minuto da vida!

Tenta falar calmamente com ele e perceber se o problema tem a ver com uma fase de vida amorosa, trabalho ou algum tipo de complexo que ele tenha.

Mais de metade da população mundial tem a chamada depressão silenciosa....

Dá-lhe mais uma oportunidade e tenta falar no mencionei.....força e não desistas!

Cumps
 
E como o sugeres?[;)]

Nuno, é uma questão de nomenclatura. Hoje em dia está na moda dizer que tens uma depressão por tudo e por nada. Há um abuso claro desse termo, o que resulta muitas vezes em "rótulos" que em tudo estão desajustados com a condição actual da pessoa. É, portanto, necessário adequar o termo utilizado em função de cada caso.

Muitas vezes confundem-se sentimentos depressivos (que todos vivenciamos ao longo das nossas experiências de vida) com depressões major. Alias, podem consultar o DSM-IV em que são descritos os vários tipos de perturbações com sintomatologia depressiva.

Não sei se me estou a fazer entender...
 
Percebo perfeitamente o que queres dizer e concordo.

O termo está muito banalizado e essa confusão que referes é muito habitual.

Não querendo que me interpretem mal, posso até dizer que houve uma altura em que parecia estar na moda sofrer de depressão...
 
Percebo perfeitamente o que queres dizer e concordo.

O termo está muito banalizado e essa confusão que referes é muito habitual.

Não querendo que me interpretem mal, posso até dizer que houve uma altura em que parecia estar na moda sofrer de depressão...
Penso que isso seja motivado por factores sociais. Poucas pessoas poderão dizer que são sempre felizes e que nunca têm sentimentos de insatisfação. Como a maioria não é profissional de saúde não liga a termos técnicos, mas sim a que se sente deprimido, reprimido, ou pelo menos insatisfeito. Para a pessoa "normal" pouco lhe interessa o que se chama aquilo que tem, a pessoa sabe é o que sente. :)
 
No dia em que existir um medicamento eficaz para a depressão avisa-me. (Os medicamentos podem ser extremamente eficazes para "suavizar" os efeitos visiveís da depressão mas nunca vi nenhum a curar uma depressão).

P.S.: Alias, na minha opinião pessoal, acho o termo depressão desadequado.



Não existe um medicamento para as depressões, existem vários, aliás como existem para outras doenças.
A depressão não é um bicho de sete cabeças, é muito mais comum do que imaginamos, como li algures numa revista ciêntifica: As depressões são como a as gripes, vão e vêm, o que é preciso é tratar.
 
Não existe um medicamento para as depressões, existem vários, aliás como existem para outras doenças.
A depressão não é um bicho de sete cabeças, é muito mais comum do que imaginamos, como li algures numa revista ciêntifica: As depressões são como a as gripes, vão e vêm, o que é preciso é tratar.

Há medicamentos que tratam as causas/efeitos da depressão. Concordo que é preciso tratar mas nada mais errado do que pensar que esse tratamento pode ser realizado apenas e só por psicofarmacos. Ainda que tenham a sua quota parte de importância (sobretudo em casos de diagnosticos duplos ou em situações mais graves e que tornem necessárias medidas de "estabilização" emocional do paciente), é importante salientar que pode existir uma (psico)patologia de base que muitas vezes implica o recurso a uma psicoterapia de longa duração (há tipos de psicoterapias reconhecidamente mais eficazes para cada diagnóstico)

Podemos ver isto como a cicatrização de uma ferida; enquanto os psicofarmacos "curam" o aspecto exterior, a psicoterapia pode ajudar a remover a infecção por baixo da pele.
 
Última edição:
Penso que isso seja motivado por factores sociais. Poucas pessoas poderão dizer que são sempre felizes e que nunca têm sentimentos de insatisfação. Como a maioria não é profissional de saúde não liga a termos técnicos, mas sim a que se sente deprimido, reprimido, ou pelo menos insatisfeito. Para a pessoa "normal" pouco lhe interessa o que se chama aquilo que tem, a pessoa sabe é o que sente. :)

Estou de acordo com o efeito social. A pressão social modifica-nos e orienta-nos de acordo com o que se afirma como a norma. Como tal, a norma é a felicidade (real ou hipotética) e quaisquer sentimentos depressivos já estão fora da norma.

Não podemos esquecer que as pessoas necessitam de ter um diagnóstico, um nome, algo que possam dizer que têm e para onde irão vocacionar os seus esforços. Raros são aqueles que consultam um especialista sem procurar um diagnóstico...
 
Última edição:
Voltar
Superior