Tópico da Madeira e dos Madeirenses

As camas, já me estava a esquecer desses!!! [:)]

Em 95 entrei na faculdade, portanto nesse período ia com alguma frequência as poças. [kiss] Mas quando comecei a lá ir, prai em 86 ou 87 até nem havia a poça maior. O mar entrava por ai a dentro.

Então quase de certeza que te conheço de vista... Entrei na faculdade no mesmo ano :)

E as primeiras vezes que lá fui tb não havia a poça maior. Mas estive muitos anos sem lá ir... Só a partir dos 12-13 anos é que regressei. Mas até aos 18, devo ter ido ao Lido 2 vezes...

Eu costumava ficar naquela zona ao lado da poça maior, onde só chegava por umas escadinhas que começavam nas escadas principais, cá em cima... Ou era ali ou na zona da prancha, mas era quase sempre ao lado da poça grande.

Bons tempos, caramba!
 
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Mau tempo provoca estragos de 840 mil euros

Os prejuízos nas estruturas balneares do Funchal causados pelo temporal que assolou o arquipélago há duas semanas estão orçados em mais de 840 mil euros, disse o vereador responsável pelo pelouro das finanças da câmara do Funchal.

Em declarações à agência Lusa, Pedro Calado, adiantou que para fazer face aos danos a autarquia vai contrair um empréstimo, visto que no orçamento municipal apenas estão previstos 300 mil euros para este fim.

«Depois vamos tentar que parte do valor seja ressarcido por linhas de apoio destinadas a este fim», acrescentou.

Pedro Calado salientou que a câmara do Funchal pode contrair o empréstimo porque «tem capacidade de endividamento».

Mencionou a linha de apoio nacional para fazer face a prejuízos provocados por tempestades, apontando que no caso do Funchal «o interlocutor será o Governo Regional».

Alguns dos complexos balneares do Funchal, designadamente Lido, Ponta Gorda e Barreirinha, que estão sob a alçada da empresa Frente Mar, sofreram elevados danos e estão presentemente encerrados.

«Queremos pôr as coisas prontas para não afectar a época balnear, mas queremos que as pessoas possam ter acesso com garantia de segurança», salientou Pedro Calado.

O autarca lamentou o facto «da burocracia não ajudar, pois se as decisões são tomadas de forma rápida, a sua execução já é mais complicada».

O temporal que assolou a Madeira provocou estragos em toda a ilha, sobretudo no litoral, obrigou ao encerramento de várias estradas devido a derrocadas, e ocasionou o condicionamento no movimento no aeroporto.

Diário Digital / Lusa

in: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=329289
 
É isso..continuem a alterar o litoral madeirense com praias artificiais e com pontões e depois reclamem da fúria do mar...

Mete-me nojo ver quase todas as pequenas praias de calhaus com pontões à frente onde, se um gajo estiver no calhau, nem consegue ver a linha do horizonte.

Uma vergonha o que se fez nos Reis Magos, na Ponta do Sol e o que já vi pensado para a praia formosa.
 
Ora cá está mais uma pérola do "nosso querido amigo" Miguel Sousa Tavares, não hajam dúvidas que o homem adora a Madeira e os Madeirenses em particular do tio Alberto. [:)]


Cavaco no estrangeiro

8:00 | Segunda-feira, 21 de Abr de 2008

Os relatos da longa visita de Cavaco Silva à Madeira - uma semana inteira, que a agenda divulgada está longe de justificar - deixaram-me a estranha sensação de que o Presidente está de visita a um país estrangeiro: uma espécie de Palop, só que um Palop muito especial onde pagamos um alto preço por a bandeira nacional ainda flutuar onde o governo local consente.
A visita começou mal antes mesmo de começar. Primeiro, porque foi antecedida de uma outra da segunda figura do Estado - essa anémona política que é Jaime Gama - que resolveu entronizar o dr. Jardim como símbolo supremo da vida democrática: o presidente do Parlamento nacional propondo como exemplo alguém que trata o parlamento regional como um lugar onde coabitam um bando de eunucos às suas ordens e "um bando de loucos" que se atreve a pôr em causa os ensinamentos do querido líder. Depois, porque antes mesmo de embarcar, já Cavaco tinha feito divulgar um comunicado anunciando ao que ia: elogiar a 'obra' do dito líder. E, enfim, porque, à partida, já o Presidente sabia que a sua agenda era determinada pelo dr. Jardim e de acordo com os seus desejos: estava afastado da Assembleia Regional, para que os "loucos" não envergonhassem a Região; estava afastado das traseiras da obra de sucesso do querido líder, onde entre 20 a 30% da população vivem abaixo do limiar de pobreza e em condições que deveriam obrigar o Presidente da República a perguntar alto e bom som para onde foi o dinheiro, além dos túneis e viadutos para encher o olho; e, finalmente, porque apenas lhe era consentido - e ele aceitou - receber a oposição representada no parlamento regional em "encontros informais", no hotel onde Sua Excelência se hospedava, tal qual como receberia amigos ou conhecidos locais. E Cavaco Silva - o "sr. Silva" de Alberto João Jardim - aceitou tudo isto, muito mais do que é normal aceitar numa visita ao estrangeiro.
A visita de Cavaco à Madeira é uma nódoa que não sairá tão cedo, um momento de vergonha e capitulação que veio manchar uma Presidência até aqui pacífica, louvada e isenta de riscos. Mas, na primeira vez em que tinha de correr riscos políticos e assumir-se como representante primeiro da nação portuguesa, Cavaco Silva mostrou a massa de que é feito. E deixou muitas saudades de Presidentes com coragem e capazes de distinguir aquilo que, às vezes, é essencial e de que não há forma de fugir. Tivemos dois desses: Eanes e Mário Soares. Cavaco não tem esse instinto democrático inato: é um democrata por educação, não por natureza. Já o sabíamos, mas foi penoso ter de o recordar e logo a pretexto desta fantochada interminável e menor que é a longa chantagem de trinta anos que o dr. Jardim exerce sobre os órgãos de soberania e a política portuguesa.
O que eu gostava que um Presidente da República do meu país fosse fazer à Madeira era que, em lugar de se juntar ao coro dos elogios à 'obra' do dr. Jardim, tivesse um elogio para os portugueses que, trabalhando e pagando impostos ao longo de trinta anos, contribuíram para que a 'obra' se fizesse e para que o dr. Jardim fosse sucessivamente reeleito à conta disso. Que tivesse a coragem de resgatar a dívida de gratidão que a Madeira tem para com Portugal e que tem sido paga pelo dr. Jardim com intermináveis insultos e provocações, como se fosse nosso dever pagar e calar em troca do privilégio de a Madeira continuar portuguesa. Gostava que o Presidente explicasse aos madeirenses que ser português não é o resultado de uma conta de merceeiro, em que se pesa o deve e o haver e em que se reivindicam todos os direitos e se exige isenção de todos os deveres. E que, a continuar por este caminho, chegará o dia em que os portugueses vão exigir, não a "autonomia sem limites" de que falava o infeliz Luís Filipe Menezes, mas sim a independência da Madeira: a independência declarada por Portugal, entenda-se; não a independência declarada pela Madeira. Que chegará o dia em que os portugueses se vão perguntar por que é que hão-de continuar a sustentar o poder, os negócios e o exibicionismo mediático daquelas figuras patibulares que esperavam Cavaco no aeroporto do Funchal. A mim, se me perguntarem se quero continuar a pagar impostos para sustentar esta 'autonomia' da Madeira, representada e usufruída por aquela gente, eu respondo já que não. Que vão à vida deles e que arranjem quem lhes pague as contas, porque a mim nunca me pagaram para ser português nem eu aceitaria.
Cavaco Silva deveria ter mais cuidado, mais sensibilidade política e mais noção de Estado ao afirmar que "nenhum português contesta hoje a autonomia regional". Qual autonomia: a que custa 60, a que custa 90 ou a que custa 120 milhões por ano?
Eu faço parte de um grupo, só aparentemente minoritário, dos que não acham o dr. Alberto João Jardim "engraçadíssimo". Não lhe acho mesmo piada nenhuma. Portugal já não é, felizmente, aquela tristíssima gente que vimos nas reportagens televisivas desta semana à espera da comitiva dos drs. Cavaco e Jardim. Aquilo é o Portugal no seu pior - inculto, ignaro, subserviente perante o poder, mendicante, reverente, alimentado a 'sopas de cavalo cansado' e vendendo o voto por um chafariz. E também não sou sensível àqueles supostos esgares de humor de Cavaco Silva, debitando banalidades grandiloquentes, quando desce ao 'povo', protegido por um eterno esquadrão de gorilas que jamais dispensa. Acho tudo aquilo uma fantochada, o Américo Tomás revisitado num país que eu desejo para sempre defunto e sepultado.
Esta viagem de Cavaco à Madeira serviu para me explicar, se eu não soubesse já, a razão pela qual jamais votei ou votarei neste homem. Porque, ao contrário do que ele parece pensar, não é o cargo que está ao serviço dele, mas ele que deveria estar ao serviço do cargo. E não esteve.
http://clix.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/298241.



Ganda besta, este gajo deve ser um atrofiado de primeira. Se calhar roubaram-lhe um chupa-chupa quando era miúdo. [8b][8b][8b]
 
Sinceramente gostava de perceber uma coisa, as Transferências do OE do Continente têm um Peso de 7% no Orçamento regional, como é que isso pode ser entendido como "pagamos um alto preço por a bandeira portuguesa flutuar" ?

A Madeira não é uma região do país como os Açores ? Para lá já é barato ? Vai mais dinheiro do OE para as outras regiões do país e como é que é ? Já é barato ?

A Madeira precisa de fundos tal como as outras regiões, mas para aqui ... é caro, para outros lados já não é ... gostava de saber qual o critério usado para deixar de viver nesta minha ignorância ...
 
A Madeira não é uma região do país como os Açores ? Para lá já é barato ? Vai mais dinheiro do OE para as outras regiões do país e como é que é ? Já é barato ?

A Madeira precisa de fundos tal como as outras regiões, mas para aqui ... é caro, para outros lados já não é ... gostava de saber qual o critério usado para deixar de viver nesta minha ignorância ...

Acho que quando se fala em "caro" se contabiliza a "fatia" do orçamento de estado que a Região recebe comparada com o seu nr de habitantes. Por exemplo:

- O distrito de Braga possui cerca de 860 mil habitantes e irá receber em 2008 62 milhões de euros.

- A R.A. da Madeira possui cerca de 245 mil habitantes e irá receber em 2008 164 milhoes de euros.


Ou seja, apesar de ter mais do triplo da população, Braga recebe pouco mais de um terço do valor destinado à R.A.M..

Mas se um Madeirense fica "caro", um Açoriano então rebenta com a escala [:D]
 
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Acho que quando se fala em "caro" se contabiliza a "fatia" do orçamento de estado que a Região recebe comparada com o seu nr de habitantes. Por exemplo:

- O distrito de Braga possui cerca de 860 mil habitantes e irá receber em 2008 62 milhões de euros.

- A R.A. da Madeira possui cerca de 245 mil habitantes e irá receber em 2008 164 milhoes de euros.


Ou seja, apesar de ter mais do triplo da população, Braga recebe pouco mais de um terço do valor destinado à R.A.M..

Mas se um Madeirense fica "caro", um Açoriano então rebenta com a escala [:D]

Se não me engano, e posso estar errado desse dinheiro que mencionaste, nos 164, está incluido a parcela de compensação pela perda de receita fiscal (que passou para o Continente) em virtude das novas regras das finanças regionais ... Tenho essa ideia mas posso estar errado e essa compensação.
 
Mas se um Madeirense fica "caro", um Açoriano então rebenta com a escala [:D]

Ora ia está um pormenor que nunca é mencionado e certamente há outras regiões do país que recebe muito mais que o distrito de Braga, dependendo das suas especificidades, ao qual as ilhas estão numa situação muito particular, assim como as regiões do interior.

Tenho a teoria que o estigma contra os madeirenses, pelo menos o do tal senhor com direito a coluna no expresso, vai-se lá saber porque, é o de associarem a parte pelo todo.

A comunicação social foca-se muito na figura do AJJ já que esta é alvo fácil, dado que não se sabe conter. As suas infelizes intervenções têm sempre como alvo o governo central, que ele muitas vezes apelida dos políticos de Lisboa ou de forma muito mais abrangente, os continentais. Mas a ideia geral é a de que os madeirenses têm uma certa aversão dos continentais, inclusive ao ponto de quererem a independência.

O AJJ quer se queira quer não, é um politico com obra feita e não apenas para encher o olho, como o energúmeno autor do artigo quer fazer crer. Obviamente que não tem sido correcto e os 30 anos no poder, como toda a legitimidade, deixam-no muito a vontade para dizer o que pensa. Não percebo também o porque de considerarem um erro os elogios do presidente da republica a obra feita pelo AJJ, só não vê quem não quer e quem viu a Madeira a 20-30 anos atrás, sabe muito bem do que o Cavaco Silva se referia.

A outra questão que me deixa muitas vezes perplexo, que é a de ouvir dizer que os madeirenses, ou pelo menos 60%, são burros porque votam nele. Mesmo nunca tendo votado em ninguém, sinto-me bastante insultado por este tipo de comentários, porque não acredito que se seja burro por votar em alguém que tenha feito obras que melhoraram em muito a qualidade de vida dos madeirenses, independentemente das sua intervenções. Nunca ouvi nenhum madeirense dizer que os continentais são burros por elegerem governantes que não apresentam obra mas que são politicamente correctos.

Por último, nem sei o que pensar da possível candidatura do AJJ a líder do PSD. Se por um lado é um politico que tem provas dadas, excepto no seu relacionamento com a comunicação social, julgo que na eventualidade de este concorrer a PM de Portugal, a imagem bem trabalhada que a comunicação social fez dele o vai prejudicar.
 
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Só vem para o Porto Santo de avião quem pode...[:p] [:p] [:p] Senão há o barquinho.[;)]


pois lá tem que ser... e ultimamente vou aí em trabalho... imagina lá... 2:30h de viagem... uma reuniões...e regresso ao fim do dia... não é lá muito bom :sh)


e domiiiiiiiiingooooo rumo à uefa

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