Tópico da Apple

Bem, desta vez foi a mim, a colocar o menino no carro, deixei o telemóvel no tejadilho, fui da cruz de pau até à bomba do fogueteiro, com o telemóvel no tejadilho do carro. Abasteci o depósito, e ao sair da bomba, sinto um "PUM" caiu o telemóvel ao chão partindo o visor do mesmo. No meio do azar tive uma sorte do caraças.
 
]Em relação ao airdrop, acho estranho é tu achares estranho. Tu colocas-me aqui um tutorial do estilo “ultimate tutorial” que se apresenta como o tutorial que funciona sempre, e em que na explicação o tipo fala precisamente nos problemas que o airdrop tem dado; na coluna ao lado há imensos outros vídeos idênticos, e basta escrever airdrop problem no google para aparecem milhares de páginas a falar no assunto; bem, para existirem tutoriais como estes que ajudam quando tudo o resto falha é porque existem problemas. E duvido muito que todas as páginas e tutoriais que existam na net a falar no assunto sejam ou para mim ou para aquela malta que tem uma imensa dificuldade em ter o wifi/bluetooth ligados e carregar na funcionalidade airdrop…


O AirDrop é um fail, não há como não o admitir. O truque apresentado no vídeo não é infalível. Por exemplo, no meu iPad funciona, mas no iPhone já não. Mas mesmo que funcionasse, não deixa de ser um truque e uma funcionalidade de um equipamento Apple devia funcionar sem truques, tal como publicitado.
 
Yep, confirma-se: não tens noção do perigo...

Primeiro pecado mortal:
O facto de ter o mesmo nome, não implica que a rede seja a mesma.

Segundo pecado mortal:
O facto de não haver outro estabelecimento comercial (ou não), não implica que a rede seja da esplanada, pela mesma razão do primeiro ponto.

Terceiro pecado mortal:
Qualquer pessoa pode criar uma rede com um nome igual ao de outra rede.

Quarto pecado mortal:
Como a rede a clonar é pública, basta ir ao "estabelecimento" pedir a password da rede, e criar um clone igual (mesmo nome e mesma password).

Quinto pecado mortal:
O facto de não teres nada de mais nos dispositivos móveis não te garante a segurança do dispositivo fixo. Ou vais me dizer que não tens nenhuma conta em comum (mesmo username e password) entre os vários dispositivos? Vais me dizer que não tens acesso às tuas contas de e-mail nos teus dispositivos móveis?

Sexto pecado mortal:
Quanto aos teus 500m, foram medidos em 2D ou em 3D? Não havia ninguém com um portátil num raio de 500m? Olhaste para cima?

Sétimo pecado mortal:
Isto é paranóia levada a um extremo que eu desconhecia.
 
Isto é paranóia levada a um extremo que eu desconhecia.

Isso é falta de conhecimento levado a um extremo que eu desconhecia...

Proporcionalmente, é maior a paranóia de usar um anti-vírus num Windows, do que a de não usar redes WiFi públicas.
Ou seja, é mais fácil realizar este tipo de ataque do que criar malware, e a taxa de sucesso também é maior.

Se tivesses conhecimento sobre a facilidade de criar e explorar um clone de um AP WiFi, de certeza que não dirias isso.

https://en.wikipedia.org/wiki/Evil_twin_(wireless_networks)

https://www.fbi.gov/news/stories/2008/may/wifi_050608
Wi-Fi Security

Some Advice from the FBI


05/06/08


You’re at the airport waiting for your flight. With time to kill, you’re thinking of connecting your laptop to the airport’s Wi-Fi to check your office e-mail...do some personal banking...or shop for a gift for your spouse.


But first, consider this: odds are there’s a hacker nearby, with his own laptop, attempting to “eavesdrop” on your computer to obtain personal data that will provide access to your money or even to your company’s sensitive information.


Here’s something else to consider: there are 68,000 Wi-Fi “hot spots” in the U.S. (see the graphic below for the top Wi-Fi countries), at airports, coffee shops, hotels, bookstores, schools, and other locations where hundreds or thousands of people pass through every day. While many of these hot spots have secure networks, some do not, according to Supervisory Special Agent Donna Peterson of our Cyber Division. And connecting to an unsecure network can leave you vulnerable to attacks from hackers.


How do hackers grab your personal data out of thin air? Agent Peterson said one of the most common types of attack is this: a bogus but legitimate-looking Wi-Fi network with a strong signal is strategically set up in a known hot spot...and the hacker waits for nearby laptops to connect to it. At that point, your computer—and all your sensitive information, including user ID, passwords, credit card numbers, etc.—basically belongs to the hacker. The intruder can mine your computer for valuable data, direct you to phony webpages that look like ones you frequent, and record your every keystroke.


“Another thing to remember,” said Agent Peterson, “is that the connection between your laptop and the attacker’s laptop runs both ways: while he’s taking info from you, you may be unknowingly downloading viruses, worms, and other malware from him.”






Businesses that offer free or ad-hoc Wi-Fi often don’t know their networks have been breached. Individual victims usually don’t realize they’ve been targeted either until it’s too late. That’s why, according to Agent Peterson, there aren’t reliable stats on the number of these breaches, although the FBI does periodically receive reports on them. It’s also very tough to trace a hack that originates on an open, unsecure network.


Agent Peterson explained that the criminal aspect comes into play once data taken by the hacker is used to commit a crime. If the hacker, armed with your personal or corporate information or access codes, tries to break into a secured network—whether it’s a case of intrusion, identity theft, bank fraud, theft of intellectual property, or any other type of crime—then law enforcement gets involved.


What can you do to protect yourself? Agent’s Peterson’s best advice is, don’t connect to an unknown Wi-Fi network. But if you have to, there are some precautions you can take to decrease the threat:


Make sure your laptop security is up to date, with current versions of your operating system, web browser, firewalls, and antivirus and anti-spyware software.
Don’t conduct financial transactions or use applications like e-mail and instant messaging.
Change the default setting on your laptop so you have to manually select the Wi-Fi network you’re connecting to.
Turn off your laptop’s Wi-Fi capabilities when you’re not using them.

Mas fica pior que isto.
Normalmente um gajo liga-se a hotspots bem mais conhecidos que a chafarica do café de praia. Por exemplo: STARBUCKS, FREEZON, MEO, etc.
Ora, como normalmente estas redes ficam memorizadas, mesmo que um gajo esteja noutro local que não os indicados (outro local público) alguém pode ter um hotspot que diz ser o STARBUCKS, por exemplo. Como o dispositivo tem esta rede memorizada, se tiver o WiFi ligado, liga-se à rede. E já foi roubado. Até no trânsito isto pode acontecer. Um gajo está parado no meio da auto-estrada, e há um gajo que está lá com um hotspot a dizer que é o STARBUCKS à espera que haja alguém com o telemóvel com o WiFi ligado e com a rede STARBUCKS memorizada.

Só mesmo quem não tem noção da facilidade, e do manancial que isto é, é que pode achar que é paranóia.
Isto é dos ataques mais fáceis de executar, e com maior taxa de sucesso.

http://www.breitbart.com/big-government/2015/05/19/free-public-wifi-poses-security-risk/

http://www.pcworld.com/article/129127/article.html

Havia mais links, mas logo nos primeiros links de uma simples pesquisa no Google (sem pesquisar "como fazer") tinha links com quase tutoriais completos de como fazer este tipo de ataques.
As versões mais básicas do ataque até podem ser mais ou menos contrariadas com a solução que a maioria refere: VPN. Mas a realidade é que nem com uma VPN é efectivamente seguro. E quem disser que é, não sabe do que está a falar.
 
O conhecimento nunca fez mal a ninguém e portanto é sempre importante conhecer os riscos. Mas isso não significa que não se decida correr riscos. Eu, por exemplo, depois de saber estas coisas não vou deixar de utilizar uma rede pública se necessitar de o fazer por algum motivo premente.
 
Ora, como normalmente estas redes ficam memorizadas, mesmo que um gajo esteja noutro local que não os indicados (outro local público) alguém pode ter um hotspot que diz ser o STARBUCKS, por exemplo. Como o dispositivo tem esta rede memorizada, se tiver o WiFi ligado, liga-se à rede. E já foi roubado.

Ok, mas foi roubado em quê? O que é que lhe roubaram? Que informação passiva sensível pode passar o telemóvel para o outro lado?
 
O conhecimento nunca fez mal a ninguém e portanto é sempre importante conhecer os riscos. Mas isso não significa que não se decida correr riscos. Eu, por exemplo, depois de saber estas coisas não vou deixar de utilizar uma rede pública se necessitar de o fazer por algum motivo premente.

Se alguém disser:
- Não conduzas com pneus carecas à chuva.
E não fizerem caso, é grave porque pode sofrer um acidente com consequências para vítimas inocentes.

Se alguém se ligar a uma rede WiFi pública, e não colocar em risco informação de terceiros (familiares, trabalho, etc.), é problema exclusivo desse alguém.

Ok, mas foi roubado em quê? O que é que lhe roubaram? Que informação passiva sensível pode passar o telemóvel para o outro lado?

Depende...

Pode ser muita coisa, ou "nada".
Sendo que o "nada" pode ser muita coisa...

Imagina que te roubam apenas o endereço de e-mail...
Podem fazer phishing dirigido.

Imagina que te roubam o endereço e a password...
Acedem a todos os teus e-mails, ficam a saber em que serviços tens conta (e qual), como o Facebook, etc.

Se imaginares o pior... pensa que os criminosos têm uma imaginação capaz de imaginar coisas piores que as que tu consegues.




Só para terem uma ideia do que se pode fazer com pequenos fragmentos de informação:
https://medium.com/@N/how-i-lost-my-50-000-twitter-username-24eb09e026dd#.wp1z711q6

Tens A... do A chegas ao B... do B chegas ao C... do C chegas ao D... mais tarde ou mais cedo tens o alfabeto todo.
Simples.
 
Gostei de ler esse caso no medium.
So prova que por muito cuidado que tenhas, estas sempre na mão de terceiros com normas de segurança completamente absurdas.

Outra coisa, 2FA devia ser obrigatório em todos os websites.
 
Se alguém disser:
- Não conduzas com pneus carecas à chuva.
E não fizerem caso, é grave porque pode sofrer um acidente com consequências para vítimas inocentes.

Se alguém se ligar a uma rede WiFi pública, e não colocar em risco informação de terceiros (familiares, trabalho, etc.), é problema exclusivo desse alguém.



Depende...

Pode ser muita coisa, ou "nada".
Sendo que o "nada" pode ser muita coisa...

Imagina que te roubam apenas o endereço de e-mail...
Podem fazer phishing dirigido.

Imagina que te roubam o endereço e a password...
Acedem a todos os teus e-mails, ficam a saber em que serviços tens conta (e qual), como o Facebook, etc.

Se imaginares o pior... pensa que os criminosos têm uma imaginação capaz de imaginar coisas piores que as que tu consegues.




Só para terem uma ideia do que se pode fazer com pequenos fragmentos de informação:
https://medium.com/@N/how-i-lost-my-50-000-twitter-username-24eb09e026dd#.wp1z711q6

Tens A... do A chegas ao B... do B chegas ao C... do C chegas ao D... mais tarde ou mais cedo tens o alfabeto todo.
Simples.

Li isto na diagonal mas parece-me que este ataque foi feito recorrendo exclusivamente a tácticas de engenharia social e não a hacking técnico.
 
Li isto na diagonal mas parece-me que este ataque foi feito recorrendo exclusivamente a tácticas de engenharia social e não a hacking técnico.

E assim passaste completamente AO LADO do que eu estava a transmitir...
:sh)

Bem... já disse isto tantas vezes, e parece que vou ter de dizer muitas mais:
Não confundam "segurança informática" com Segurança da Informação.

O pessoal fixa-se em cenas de TV, tipo CSI, em lugar de se preocupar com "the big picture".

Isto não é um filme.
Nos filmes é que há "fiozinhos", e "botõezinhos".
Quando tomam a vida real pelos filmes que vêem, focam-se no que não é importante.
Não é importante o COMO, importa apenas o RESULTADO.

Ou acham que quem pretende roubar apenas o faz do modo que vocês imaginam?


Enquanto te preocupaste em encontrar "cenas de filmes" no que eu escrevi (focado no COMO), perdeste TOTALMENTE a mensagem que eu estava a passar:
FRAGMENTOS DE INFORMAÇÃO.


É irrelevante como se obtêm os fragmentos de informação (que permitem construir a imagem final necessária).
O que interessa aqui é COMPREENDER que, os tais fragmentos aos quais não dão importância, são efectivamente MUITO importantes.

Portanto:
- em lugar de se preocuparem com o ser possível ou não ENTRAR nos vossos sistemas quando estão ligados a uma rede WiFi pública...
- PREOCUPEM-SE antes com a informação que SAI dos vossos sistemas quando se ligam a redes WiFi públicas.

Um hacker não tenta obter informação do modo mais difícil, tenta sempre primeiro o modo mais fácil.
E a informação que SAI dos sistemas é MUITO MAIS FÁCIL de obter do que a informação que não sai (porque a informação que não sai implica que se entre no sistema, e entrar no sistema dá mais trabalho que ficar à escuta).
Pior que isso, a informação que SAI é útil para muita coisa... incluíndo para... ENTRAR.

Portanto, enquanto um gajo que compreenda algo sobre Segurança da Informação olha para o caso do Twiiter como sendo um caso onde o ataque foi construído na base de FRAGMENTOS DE INFORMAÇÃO, um leigo olha para a situação como sendo algo que não foi obtido com base em violação de um sistema, e que por isso não tem nada a ver com computadores. Mas tem, porque PROVA que qualquer FRAGMENTO DE INFORMAÇÃO que saia de um sistema pode ser usado para ir escalando os ataques até chegar ao objectivo pretendido.
 
E assim passaste completamente AO LADO do que eu estava a transmitir...
:sh)

Desculpa mas quem passou ao lado do que eu perguntei foste tu. Quando ontem eu perguntei sobre o que é que se pode roubar se nos ligarmos a uma rede de alguém estava-me a referir especificamente a segurança informática e não à segurança da informação. O que eu queria mesmo saber é o que e que o meu telemóvel (um iPhone, por exemplo) transmite de forma passiva para a rede que possa comprometer a segurança. Ou dito de forma mais concreta, o iPhone envia para uma rede wi-fi informação não encriptada como o meu endereço de e-mail, o meu numero de telefone, o meu login iCloud, etc?
Quanto à questão da segurança da informação, tens toda a razão em dizer que é irrelevante a forma como se obtém, mas sim o obter-se, claro. Mas eu não me referia a isso.
 
Desculpa mas quem passou ao lado do que eu perguntei foste tu. Quando ontem eu perguntei sobre o que é que se pode roubar se nos ligarmos a uma rede de alguém estava-me a referir especificamente a segurança informática e não à segurança da informação. O que eu queria mesmo saber é o que e que o meu telemóvel (um iPhone, por exemplo) transmite de forma passiva para a rede que possa comprometer a segurança. Ou dito de forma mais concreta, o iPhone envia para uma rede wi-fi informação não encriptada como o meu endereço de e-mail, o meu numero de telefone, o meu login iCloud, etc?
(...)

E eu respondi a isso:

(...)
Depende...

Pode ser muita coisa, ou "nada".
Sendo que o "nada" pode ser muita coisa...

Imagina que te roubam apenas o endereço de e-mail...
Podem fazer phishing dirigido.

Imagina que te roubam o endereço e a password...
Acedem a todos os teus e-mails, ficam a saber em que serviços tens conta (e qual), como o Facebook, etc.
(...)

Mas, tal como eu disse... DEPENDE.
Depende de que serviços usas, de que Apps tens instaladas, etc.

Quanto mais serviços/aplicações tiveres, mais informação passa.
E uma vez que a rede é controlada TOTALMENTE por outra pessoa, há mecanismos para tentar contornar que a informação passe encriptada.
Basta um exemplo: o DNS é completamente controlado pelo dono da rede.
E não, ter como servidores DNS os servidores da Google não resolve, porque os pedidos de DNS vão para onde o dono da rede quiser, mesmo que coloques 8.8.8.8 vai sempre para onde o dono da rede quiser.
A cena da VPN, por exemplo... só liga à VPN se o dono da rede quiser.
Tal como os pedidos de DNS vão para onde o dono da rede quiser, idem para os pedidos de e-mail, de HTTP, etc.

Isto não é um mero sniffing de rede...
Uma rede WiFi pública pode ser falsificada por qualquer pessoa.
Ligando a uma rede dessas, o controlo da rede é total.
É mais que sniffing, MUITO MAIS QUE SNIFFING.
 
Se eu fizer um backup do iphone e fazer o recorver noutro iphone ( modelo diferente)

vai funcionar tudo igual? por exemplo uma app com info lá dentro, login e afins, fica perdida?
 
Se eu fizer um backup do iphone e fazer o recorver noutro iphone ( modelo diferente)
vai funcionar tudo igual? por exemplo uma app com info lá dentro, login e afins, fica perdida?

Não te posso responder, porque nunca o fiz (o iPhone que tenho ainda é o primeiro).

Mas acho que depende de que backup te referes, e depende das aplicações.

Se tiveres o backup na iCloud, e o Keychain também na iCloud, deverá ser possível recuperar grande parte da informação, incluindo usernames e passwords.
Mas o mais provável é isso não funcionar com todas as Apps que tiveres instaladas, porque muito provavelmente nem todas utilização o Keychain.
Se fizeres o backup via iTunes, também é possível que falhe alguma coisa.
Depende mais das Apps que propriamente dos backups que tenhas.

https://support.apple.com/en-us/HT204184

https://support.apple.com/en-us/HT201269

https://support.apple.com/kb/ph12521?locale=en_US

https://support.apple.com/en-us/HT203434

EDIT:
Se puderes, antes de dar baixa do iPhone em uso, repõe primeiro o backup no novo iPhone, vê se está tudo, e só depois limpas o antigo.
 
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