O questão é que estás a dar a entender que é absolutamente necessário fazer reboot em windows constantemente para não perder performance o que não é uma verdade absoluta.
Os tempos das suspensões atabalhoadas do XP que marava o sistema todo já lá vão.
Não.
Em momento algum especulei sobre os motivos do reboot.
Os motivos são irrelevantes, a realidade é no Windows é frequente fazer-se reboots. No OS X não.
Muito menos tão pouco sugeri que um reboot pudesse melhorar o desempenho. Antes pelo contrário.
Por isso é que disse que o meu velhinho XP demorava um ror de tempo a arrancar, ou seja, se eu o
desligava, e quando o voltava a ligar tinha de esperar, certamente que o ligar/desligar não estava a
resolver nenhum problema de desempenho. Tanto mais que o ficar lento ao longo do tempo tem a
ver principalmente com: Updates; Registry; Fragmentação. O simples facto de não instalar updates
permite que o Windows se mantenha rápido anos a fio, já que o problema do registry nota-se mais
quando se faz login, e a fragmentação do disco apenas se nota a abrir ficheiros (pouco) ou quando
se tem pouca memória e o ficheiro de memória virtual está fragmentado (mas o maior atraso será
do facto de usar memória virtual, e não da fragmentação).
Portanto, tanto me faz que seja por o sistema ser instável (deixar de funcionar um dispositivo USB,
por exemplo, ou um serviço parado, como falaram aí para trás) e que o pessoal faz reboot para ver
se resolve, ou porque existem updates para serem instalados, ou seja lá qual for a razão, a realidade
é que a prática de fazer reboot (ou desligar no fim de usar), é comum nos utilizadores Windows.
Não é verdade para o OS X. O que é regra num, é excepção no outro.
Quanto a suspensões (hibernate ou stand by) no Windows poderem dar problemas... nem tão pouco
falei disso, quanto mais contar com isso.
Podes fazer uma estatística, se quiseres.
Pegas em utilizadores batidos (experientes) em Windows e em OS X. Depois vais ver qual a percentagem
de uns e de outros que desliga o computador no final de trabalhar. E depois fazes outra estatística que
conte o número total de vezes que Windows e OS X foram desligados (ou reiniciados), no conjunto de
todos os utilizadores (a dividir pela quantidade de utilizadores, caso não sejam em mesmo número) durante
um período alargado de tempo (2, 6 meses, ou mesmo 1 ano).