A Chrysler não vai a lado nenhum.
Com a recente notícia de que o número de Pacifica Hybrid para a Waymo aumentará de 600 para 62 mil, e com os planos de aprofundar essa parceria ainda mais, a Chrysler tem tudo para se tornar a marca da "mobilidade" elétrica e autonóma nos EUA.
Quanto à Dodge, continuará a ser o músculo americano, mas de acordo com o que o Marchionne disse, já não deverá fazer uso da Giorgio para os sucessores do Challenger/Charger.
The problem with Giorgio is from size and capability standpoint it reflects much more of a European performance requirement than it does the American heritage of Dodge," Marchionne noted. That heritage of course is massive Hemi V-8 engines, which might be hard to squeeze into the smaller Giorgio's platform, regardless of it being stretched
Parece que o plano é pegar nas bases atuais e alterá-las significativamente.
CAberá à Dodge vender a última grande berlina do grupo, já que o Chrysler 300 deverá também morrer brevemente.
O par Challenger e Charger, dado o foco na performance, conseguem os volumes e as margens de rentabilidade necessárias.
Também têm andado no ar uns rumores sobre um novo Viper, e o Marchionne não calou esses rumores, na realidade, deu a entender que essa hipótese está em cima da mesa.
Segundo ele, o problema seria justificar o investimento com uma produção tão baixa.
Mas agora, existe um Alfieri, com uma nova base modular em alumínio. Ao que parece, o novo Viper partilhará a base, só que será "americanizada" (de acordo com as palavras do Marchionne) — ou seja, adaptada para levar com V8. Não haverá V10 desta vez.