Tópico Chrysler

O ideal é que fosse vendida, junto à Dodge.

Muitos falam em um comprador para o grupo, mas por mais dinheiro que tivessem em relação à FCA, ainda seriam muitas marcas a gerir e recuperar.

Por isso defendo venda fracionada, em bloco, incluindo a possibilidade de a própria EXOR manter as suas marcas preferidas, aquelas para as quais estão indo a atenção do grupo, como foi visto hoje
Podiam colocar a Lancia no pacote. Sim, hoje em dia vale zero, não tem modelos, não tem nada.

Mas dava a possibilidade ao futuro comprador de ter uma marca a apelar ao lado italiano da coisa e rentabilizar modelos.
 
Podiam colocar a Lancia no pacote. Sim, hoje em dia vale zero, não tem modelos, não tem nada.

Mas dava a possibilidade ao futuro comprador de ter uma marca a apelar ao lado italiano da coisa e rentabilizar modelos.

Sim, minha intenção é também que salvem a marca Lancia. Quando falei em venda fracionada, pensei em Chrysler/Dodge e Fiat/Abarth/Lancia. Duas vendas, para compradores interessados em AméricadoNorte e Europa/Brasil, respectivamente. Outras vendas casadas alternativas ( Fiat/Abrth/Chrysler) ( Dodge/Lancia) poderiam ser feitas, a depender do gosto e interesse do comprador.

Para vender todas as marcas a um único comprador, esse teria que ser alguém com boa reputação, plataforma e capacidade de botar modelos rapidamente no mercado. Quem seria?

O comprador do lado americano poderia exigir a venda da RAM para valorizar seu negócio. Em compensação, a venda seria mais lucrativa para a FCA, provavelmente agora chamada JEEP Alfa Romeo
 
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[h=2]Parceria com o aplicativo Waymo, do Google, garantiu continuidade da marca[/h][FONT=&quot]Apesar de veiculação de rumores sobre uma eventual morte, a Chrysler seguirá viva dentro do programa estratégico de 5 anos da FCA. De acordo com o chefão Sergio Marchionne, a marca será transformada em uma espécie de divisão de mobilidade, com a responsabilidade de capitanear os investimentos do grupo nesta área. Na prática, a parceria já mantida com o aplicativo Waymo, do Google, será intensificada e a Chrysler seguirá o mesmo caminho da Volkswagen com a Moiae a Geely com a Lynk & Co.




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FCA também confirmou que 62 mil unidades da Pacifica serão usadas pela Waymo ao longo da parceria e que os testes com tecnologias autônomas de condução serão ampliados. Já fora do aspecto tecnológico, a marca seguirá atuando comercialmente com apenas com a Pacifica, tendo em vista que o 300 não terá vida longa e o mercado de sedãs está cada vez mais reduzido. Futuramente, SUVs poderão ser introduzidos no portfólio para complementar a atuação da minivan, mas nenhuma informação detalhada foi divulgada até agora.
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[h=3]Futuro da Dodge[/h][FONT=&quot]Questionado sobre os planos traçados para o Dodge, Marchionne também foi claro: "A Dodge precisa continuar a firmar seu espaço como uma marca de desempenho, e precisamos continuar a desenvolver essa habilidade central". O chefão afirmou ainda que não há a menor possibilidade de descontinuar a Dodge ou a Chrysler e que ambas são marcas de atuação regional (referindo-se à América do Norte). "Elas precisam ser desenvolvidas para as condições do mercado local", completou.[/FONT]
[FONT=&quot]Na sequência, confessou que não tem interesse em desenvolver novos sedãs. "Na nossa visão, 70% do mercado norte-americano já não tem interesse em sedãs e continuar investindo em três volumes tradicionais é altamente inviável", disse. Apenas a Dodge (representada atualmente pelo Charger) poderá ter alguma chance nessa categoria por conta da herança esportiva que possui.[/FONT]
 
A Chrysler seria uma marca ideal para um construtor chinês entrar no mercado Americano, é uma marca com boa imagem, sempre teve uma imagem acima da média nos EUA e Europa, uma espécie de luxo acessível um pouco como a Buick, na Europa nos anos 90 era considerada marca premium tal como a Jeep, competiam diretamente em termos de preço com os premium alemães e Volvo.
 
A Chrysler seria uma marca ideal para um construtor chinês entrar no mercado Americano, é uma marca com boa imagem, sempre teve uma imagem acima da média nos EUA e Europa, uma espécie de luxo acessível um pouco como a Buick, na Europa nos anos 90 era considerada marca premium tal como a Jeep, competiam diretamente em termos de preço com os premium alemães e Volvo.

Creio que estaria melhor na mão de alguma montadora que precisasse entrar no mercado americano e já tivesse algum reconhecimento, bem como plataformas disponíveis. Seria excelente para a PSA, visto a dificuldade que estão tento com a DS.

Poderia voltar ao passado, rompendo a barreira de premium acessível para emparelhar com as rivais nos segmentos premium "de facto"

A melhor montadora para essa tarefa seria a Hyundai, que testaria a Chrysler em vez da Genesis.

Uma chinese teria dificuldade pois pegaria uma linha de apenas dois modelos. A não ser que essa montadora fosse a Geely com a Volvo
 
Na hipótese de a FCA vender em separado as marcas Chrysler e Dodge penso que estas deveriam ir para as mãs da VW. Seria a grande oportunidade do grupo fincar os dois pés no mercado Norte Americano.
 
A Chrysler não vai a lado nenhum.
Com a recente notícia de que o número de Pacifica Hybrid para a Waymo aumentará de 600 para 62 mil, e com os planos de aprofundar essa parceria ainda mais, a Chrysler tem tudo para se tornar a marca da "mobilidade" elétrica e autonóma nos EUA.

Quanto à Dodge, continuará a ser o músculo americano, mas de acordo com o que o Marchionne disse, já não deverá fazer uso da Giorgio para os sucessores do Challenger/Charger.

The problem with Giorgio is from size and capability standpoint it reflects much more of a European performance requirement than it does the American heritage of Dodge," Marchionne noted. That heritage of course is massive Hemi V-8 engines, which might be hard to squeeze into the smaller Giorgio's platform, regardless of it being stretched

Parece que o plano é pegar nas bases atuais e alterá-las significativamente.
CAberá à Dodge vender a última grande berlina do grupo, já que o Chrysler 300 deverá também morrer brevemente.
O par Challenger e Charger, dado o foco na performance, conseguem os volumes e as margens de rentabilidade necessárias.

Também têm andado no ar uns rumores sobre um novo Viper, e o Marchionne não calou esses rumores, na realidade, deu a entender que essa hipótese está em cima da mesa.
Segundo ele, o problema seria justificar o investimento com uma produção tão baixa.
Mas agora, existe um Alfieri, com uma nova base modular em alumínio. Ao que parece, o novo Viper partilhará a base, só que será "americanizada" (de acordo com as palavras do Marchionne) — ou seja, adaptada para levar com V8. Não haverá V10 desta vez.
 
Negaram o Viper, por ora. Boatos de internet

Com a chegada de Alfieri e Alfa 8C não há o porquê investir no Viper que sempre foi um modelo muito "ùnico"

Charger e Challenger é a dupla que merece renovação , e a plataforma Giorgio

Alguém certa vez disse aqui no fórum, e parece ser verdade: a Dodge será uma espécie de "Harley Davidson" dos automóveis
 
Na hipótese de a FCA vender em separado as marcas Chrysler e Dodge penso que estas deveriam ir para as mãs da VW. Seria a grande oportunidade do grupo fincar os dois pés no mercado Norte Americano.


A VW, lá no início, deveria ter investido. Deveriam ter rachado a Chrysler ali, e partilhado com a Fiat. Claro, a Fiat precisaria da JEEP [:D]

O que a VW deveria ter feito era uma proposta pela Lancia. Dizem que fez pela Alfa. Ali, naquele momento, a FIAT venderia. Hoje, não mais.
 
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É um pouco exagerado chamar novidades a novas versões de modelos atuais com outra variação do Hellcat.
Ao menos o Durango levou um interior novo, que bem precisava.
 
Grand Caravan e Journey, como se esperava, finalmente saem de linha
Isso quer dizer que a Chrysler fica reduzida ao 300?

EDIT: esquece, estava a misturar Dodge com Chrysler. Mas o fim da G. Caravan deve significar também o fim da G. Voyager
 
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