Tópico Chrysler

O meu tio tem uma Chrysler Voyager, max do CANADA k se xama dodge..

Akilo é uma V6 a gasolina de 2004, com 165000km, caixa automática...em conforto é exlente.....max pa beber gasosa..:eek:


por isso é k tá agora a GPL.....max kuando lhe mete xapa a fundo...parece k a botija do gás vai rebentar, até assusta com akele xupar do gás...[:D]
 
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http://www.worldcarfans.com/9090218...ep-grand-cherokee-previewed-in-viability-plan
 
A Chrysler tem produtos que chaman a atenção ou pela positiva ou pela negativa, é uma mistura. é mais oscilante.

Gosto muito do 300C, do antigo 300M e do Sebring anterior, eram lindos, ao contrario do Sebring actual :sh)

dos antigos gosto de alguns New Yorker.
 
Fiat Models Outlined in Chrysler Restructuring Plan

Fiat Models Outlined in Chrysler Restructuring Plan

http://www.worldcarfans.com/9090218.020/fiat-models-outlined-in-chrysler-restructuring-plan

Chrysler has placed extraordinary reliance on its partnership with Fiat to bring itself back to profitability. The company plans to use as many as nine models from Fiat's lineup, up from the previouly reported seven. Details of Chrysler's stateside introduction of the Italian company's brands were introduced in their viability plan.

The viability plan, a detailed outline of Chrysler's reorganization, was a required element of the bailout loan agreement between the company and the U.S. government. Chrysler LLC already received $4 billion in federal loans, and they have requested an additional $5 billion.

Chrysler desperately needs compact vehicles, and gas sippers in their lineup. To accomplish this. they plan to bring the Fiat 500, Fiat Punto, and Alfa Romeo MiTo across the Atlantic. Other all-new vehicles getting interest include the Alfa Romeo Milano and Alfa Romeo Giulia as possible replacements for the 147 and 159 models. Additionally, the company will source an Alfa crossover, possibly based on the Kamal concept. A production unit of the Kamal is due in 2010.

Chrysler also plans to bring out a compact five-passenger hatchback, mid- to full-size model based on Fiat's lengthy C-Evo platform, and a model based on the large D-Evo platform.

Also being sourced from Fiat is the FIRE petrol engine line, including a 1.1-liter naturally aspirated unit and a 1.4-liter turbocharged engine. The Italian company's FAMB petrol, a 1.8-liter direct-injection turbocharged model. A similar unit is planned for the new Alfa Romeo 159, which will get about 200 hp. A better-tuned unit may provide up to 240 hp to the MiTo GTA.

Fiat is rumored to get around 25% of Chrysler LLC, and access to the Chrysler World Gas Engine and Phoenix V6 petrol engine. While these plans look like they could help, Chrysler still has not sealed the deal with Fiat. Fiat may be waiting to see if Chrysler gets the additional government funding before agreeing to the plan.


Source: Chrysler

fiat-models-in-chrysler-restructuring-plan.jpg


Acho o acordo mais interessante para o lado da Chrysler. Vai ter bons motores de baixa e média cilindrada e uma caixa de dupla embraiagem a troca de motores americanos grandes, que não sei como é que a FIAT os vai utilizar em tempos deste.
 
Troca de motores grandes? A Chrysler vai dar o apoio logistico À Fiat nos EUA. Sabes quanto isso lhes custaria sem ajuda?

Menos do que desenvolver de raiz um 0,9 bicilindrico, um 1.1, um 1.4 NA, um 1.4 Turbo, um 1.8 Turbo, um motor diesel moderno, desenvolver a tecnologia Multi Air, e uma caixa de dupla embraiagem. E para além do dinheiro é preciso saber como o fazer.
 
Mas eles iam desenvolver esses motores mesmo que não entrassem nos EUA. A Chrysler fica de longe a ganhar com tudo isto, é muito melhor negócio para os americanos. Mas ao mesmo tempo é um grande favor que faz à Fiat. A Chrysler não perde de maneira nenhuma. A Chrysler fica com acesso a tecnologia "de borla".
 
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Acho o acordo mais interessante para o lado da Chrysler. Vai ter bons motores de baixa e média cilindrada e uma caixa de dupla embraiagem a troca de motores americanos grandes, que não sei como é que a FIAT os vai utilizar em tempos deste.

Acho a troca equiparada. Os V6 serão de interesse para a Alfa Romeo nos States.
 
Mas eles iam desenvolver esses motores mesmo que não entrassem nos EUA. A Chrysler fica de longe a ganhar com tudo isto, é muito melhor negócio para os americanos. Mas ao mesmo tempo é um grande favor que faz à Fiat. A Chrysler não perde de maneira nenhuma. A Chrysler fica com acesso a tecnologia "de borla".

A Chrysler é a maior benificiada. A FIAT têm a vantagem de aceder ao mercado Americano e provavelmente de vender os motores e tecnologia, pagando assim grande parte do investimento que fez.
 
De equiparada não têm nada. A Chrysler vai trocar um motor por vários motores com tecnologia que eles não dominam. Além de terem uma caixa de dupla embraiagem.

A questão aqui é poupar custos. Numa gama Chrysler nunca os motores pequenos vão ser o forte, senão os V6, assim como para a Alfa Romeo. A questão aqui é a peso de cada factor.

Agora nos mercados onde a Fiat está implantada e a Chrysler estará graças a este acordo, acho que não serão vendidos pequenos chrysler ao lado dos Fiat e companhia...
 
A questão aqui é poupar custos. Numa gama Chrysler nunca os motores pequenos vão ser o forte, senão os V6, assim como para a Alfa Romeo. A questão aqui é a peso de cada factor.

Agora nos mercados onde a Fiat está implantada e a Chrysler estará graças a este acordo, acho que não serão vendidos pequenos chrysler ao lado dos Fiat e companhia...

A Chrysler usa motores 1.6. Os 1.4 e 1.8 são mais potentes e evoluidos. Podem substituir motores até uns 2.5l atmosféricos.

A tendencia é diminuir de tamanho. A Chrysler têm logo acesso a motores 0,9 e 1.1, sendo o 0,9 bastante evoluido.

Nos diesel usam o 2.0 TDI antigo. Assim têm logo acesso a tecnologia common rail e a motores de ultima geração.

A caixa de dupla embraiagem é outra grande vantagem.

A Chrysler já cá tem concessionários. Não vai precisar da FIAT. Pode desenvolver modelos "europeus" com motores recentes.
Pelo contrário, a FIAT recebe rapidamente e a baixo custo uma rede de concessionários nos USA para poder começar a comercializar lá.
Ai os V6 podem fazer sentido nos ALfa, porque por cá não vão ser a fonte de rendimento da FIAT.
 
A Chrysler é a maior benificiada. A FIAT têm a vantagem de aceder ao mercado Americano e provavelmente de vender os motores e tecnologia, pagando assim grande parte do investimento que fez.

Vender a quem? Isto só vale a pena se a Fiat tiver sucesso nos EUA o que duvido. Para já associa-se à Chrysler e depois é uma marca italiana o que por si só trás más recordações aos americanos.
 
Curiosamente é a Chrysler que demorará mais a renovar a sua gama!

Outras conclusões dessa reunião.
Chrysler e Dodge saem da arena internacional e focam-se na América do Norte.
Poderá haver um ou outro modelo que cheguem a mercados internacionais, mas no geral vão ficar mesmo por casa.

E isto, porque Chrysler e Dodge vão ser, em termos de posicionamento, semelhantes à Lancia e Alfa Romeo.

Só para se ter uma ideia, o big boss da Chrysler também é da Lancia.
Sempre são boas noticias para a Lancia, que estava para levar com o machado em cima (caso a compra da Opel se concretizasse À uns meses atrás)

A Fiat vai é apostar na Jeep, que das 3 marcas da Chrysler, é aquela com maior reconhecimento internacional. A Jeep será verdadeiramente internacional e prepara-se para um renovar de cara, e expansão da gama.
Terá um mini-SUV com base no Panda 4wd, e entre crossovers e SUV, abarcará todos os segmentos do mercado, e assistiremos a uma expansão dos mercados onde estará presente.

Não esquecer a nova divisão, RAM, que se focará exclusivamente nas pick-ups e veículos comerciais, com possibilidade de também serem introduzidos na gama "18 wheelers", sendo uma possibilidade de introduzir os camiões da IVECO nos EUA.

A Dodge focar-se-á em modelos com apetência mais desportiva, mas, tal como a Chrysler a gama crescerá para segmetnos inferiores, com os carros compactos a ganharem cada vez mais adeptos nos EUA. E esses carros compactos serão todos de base Fiat.

Também o 500 chegará aos EUA para o ano, sendo o único modelo com símbolo Fiat que andará por lá.
A estratégia passa por lhe dar cunho especial, com pontos de venda e equipas especificas.
Para o ano chega o 500, no ano a seguir o 500c, e o Abarth chegará posteriormente a estes 2.

O plano é ambicioso. Agora vamos ver que coisas realmente saem dali.
O Sergio Marchionne conseguiu dar a volta à Fiat, tornando-a num case study no que toca a recuperar empresas.
Vamos ver se consegue fazer o mesmo com a Chrysler.
 
A montagem dos 300C vai deixar de ser feita pela Steyr/Magna, para passar a ser feita pela Bertone.

Alem disso, a Fiat pretende utilizar a plataforma do novo 300C nas novas berlinas da Lancia e Maserati.
 
A plataforma do novo 300C é nova ou ainda é a do Mercedes E (95)?

Significa que vão passar de FWD a RWD? terá vantagens? eu por exemplo não vejo vantagem em ter uma transmissão em todo o comprimento do carro no ponto de vista de conforto e habitabilidade.

Acho que a solução de tracção traseira com motores eléctricos bem mais adequada!
 
A plataforma do novo 300C é nova ou ainda é a do Mercedes E (95)?

Significa que vão passar de FWD a RWD? terá vantagens? eu por exemplo não vejo vantagem em ter uma transmissão em todo o comprimento do carro no ponto de vista de conforto e habitabilidade.

Acho que a solução de tracção traseira com motores eléctricos bem mais adequada!

A Fiat tem planos de construir 50.000 veículos por ano na antiga fábrica do Estúdio Bertone, próximo a Turim, que a Fiat comprou poucos meses atrás. Lá a montadora italiana pretende produzir dois sedans, um carregando o distintivo da Maserati e outro vendido como Lancia que serão baseados na plataforma de tração traseira do Chrysler 300. Os veículos devem usar o novo motor V6 da Chrysler que está chegando e a primeira aplicação será no Grand Cherokee 2011. O modelo da Lancia seria o substituto do atual Thesis enquanto o sedã da Maserati teoricamente estaria um modelo abaixo do atual Quattroporte.

Fonte

Penso que a plataforma usada pelo 300C na Europa é que era da Mercedes.

A plataforma usada nos EUA deve ser própria da Chrysler
 
A plataforma do novo 300C é nova ou ainda é a do Mercedes E (95)?

Significa que vão passar de FWD a RWD? terá vantagens? eu por exemplo não vejo vantagem em ter uma transmissão em todo o comprimento do carro no ponto de vista de conforto e habitabilidade.

Acho que a solução de tracção traseira com motores eléctricos bem mais adequada!

A plataforma ainda é a do antigo classe E, apesar de mais evoluida.

Faz sentido o que dizes, na questão de packaging.
Mas por outro lado, tendo em conta que no mercado americano será fácil um destes meninos vir com v8 e muita cavalagem, a opção FWD começa a ficar justa.
Essa opção que falas só faria sentido caso todos os modelos fossem convertidos a plug-in hybrid, usando os motores de combustão interna apenas como geradores.
Não estou a ver a entrarem por aí, pelo menos para já.
Seria um salto demasiado grande.

Além disso, tendo em conta o segmento que é, duvido que haja muita gente a fazer destes carros propostas familiares. São sobretudo carros "de empresa", de representação. E como se vê hoje em dia, maior parte deles só fazem uso de 4 lugares. Logo a questão do eixo de transmissão acaba por não ser assim tão intrusiva.

E depois há outras questões. Já tinha lido declarações de alguém do grupo Fiat, que neste segmento só faz sentido RWD, por questões mais subjectivas, como imagem e status.

No entanto, agora com a Chrysler a bordo, que também tem grandes sedans RWD, talvez já haja melhores hipoteses de se conceber algo RWD 100% novo para estas berlinas, partilhando entranhas com Chrysler, Dodge, Alfa Romeo, Lancia e Maserati. Começa a fazer sentido como investimento.
 
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