Nitrofurano
New member
Grilo, desculpa mas não estás a ser clarividente, principalmente na parte a negrito.Ah pronto.......já percebi onde vai parar esta conversa.....a missa da fiabilidade e do não avaria e tal....
Já ninguém tem o direito de comprar o que gosta...agora compra-se porque não avaria...se eu quisesse um carro que não avariasse optava por andar a pé.
Não percebo a comichão que vos faz o que as pessoas compram ou deixam de comprar.....causa-vos assim tanta impressão????
Porque raio não haveria eu de comprar um VW mesmo sendo mais caro??? Se eu quisesse, comprava e viessem os estudos que viessem que eu tava-me a cag*r para isso!
Se o meu Ranhô avariar, o que raio é que alguém tem a ver com isso????? É problema MEU!
Se eu gostar de um FIAT, COMPRO. No dia em que vocês se guiarem por estudos para comprar carro, avisem que eu mando catálogos de bonecas insufláveis para escolherem a vossa futura esposa.
Irra que mentalidades pá!!!!
Preocupem-se com a vossa carteira e deixem a dos outros sossegada.
Não vejo superioridade na PUG, nem na Citro nem na VW nem na Toyota (sim leram bem) em termos de fiabilidade.
Tão todas cada vez piores! Até a Mercedes já é uma bela bost*!!!!
Pergunta:
Se os outros são assim tão melhores que a Renault, porque razão é que a Renault vende mais que os outros??? Se são melhores, a Renault devia vender bem menos...ou não?
Os Ranhô não são mais bonitos, não são dos mais baratos, não são dos mais fiáveis, não são os melhor equipados...expliquem-me o porquê então de tanta venda.
Fico a aguardar.
PS: escusam de vir com a treta do marketing porque essa conversa é para crianças e esse tempo no meu caso já lá vai há muitos anos.
Há diferenças entre índices de fiabilidade entre marcas. Há influência do marketing no mercado automóvel.
Vamos lá a ver de uma vez por todas: quando comprei o Mégane há uns tempos, comprei-o basicamente por três razões: conforto, segurança e economia. Quando o comprei já sabia +- ao que ia em termos de fiabilidade e qualidade. Não tinha qualquer problema em dizer a qualquer pessoa que o meu carro nesses 3 aspectos era bom, mas nos aspectos da fiabilidade e qualidade era medíocre.
Entretanto muita informação absorvi sobre este carro e a marca em várias comunidades, e cheguei à conclusão que tinha efectivamente comprado um carro que não primava pela fiabilidade e qualidade. Isto é independente do facto de a minha unidade ser boa ou má, isso só fazia de mim um sortudo ou não.
Após isto, se me perguntassem de novo como se comportava o carro em termos de fiabilidade e qualidade, eu tinha quatro opções:
1 - caso a minha unidade fosse boa, dizer que estava satisfeito
2 - caso a minha unidade fosse boa, dizer que estava satisfeito e extrapolar tal facto para todas as unidades
3 - caso a minha unidade fosse má, dizer que estava insatisfeito
4 - caso a minha unidade fosse má, dizer que estava insatisfeito e extrapolar tal facto para todas as unidades
Destas quatro opções, e tendo já conhecimento dos resultados medíocres da marca em estudos que avaliam os factores fiabilidade e qualidade, com que cara de pau podia eu escolher a opção 2? Já escolher a opção 3 parece sensato, mas sabendo de antemão a estatística, extrapolar e cair na opção 4 não é de forma alguma uma mentira, é afirmar que as probabilidades não jogam muito a favor... e qual é o problema de, numa sociedade de informação, querermos e divulgarmos informação?
Talvez não gostes de saber antes de comprar um carro que certo componente costuma dar raia, de forma a estares prevenido? Se todos fôssemos defender a validade do nosso investimento da forma acérrima como muitos fazem, sem objectividade, entraríamos na acefalia do "não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe".
Eu sou determinantemente contra isso.