Tesla model S - test drive

Por acaso gostava de experimentar um eléctrico, porque por mais que se goste dos outros, serão o futuro.

Mas mais ainda gostava de experimentar a tecnologia autónoma, que estranhamente vejo muita gente a duvidar disto.
Ainda na semana passada fiz uma viagem de 240km depois de jantar vindo de dormir umas 3h depois de uma directa, sendo que já andava à cerca de uma semana a dormir umas 4h diárias.
Acho que me sentiria mais seguro a ser conduzido pelo carro do que ter sido eu a conduzir.
A mesma coisa para quem faz "piscinas" em trabalho, ou que passa tempo no carro todos os dias nos trajetos casa-trabalho.

Tanto como eléctrico como na condução autónoma os Tesla são superlativos.

Já tinha conduzido por exemplo o 225xe que permite conduzir uns km em modo totalmente elétrico e gostei bastante, nomeadamente na muito boa integração com o motor de explosão.

Mas os Tesla, todos eles, são diferentes dos outros carros, uma espécie de lufada de ar fresco, deixam-nos realmente um sabor a futuro, avanço, modernidade, .... a simplicidade com que se deixam conduzir, a facilidade de configuração e acesso aos menus. Um carro que pode conduzir por ele, que tem sempre uma resposta pronta e muito forte ao acelerador (no modo certo) que trava quando se desacelera, que faz tudo sem qualquer sensação de esforço é de facto qualquer coisa.

Mas eu adoro os automóveis na sua vertente mais orgânica, o respirar dos motores, os ruídos, os cheiros e isso o Tesla não tem, comparar um Tesla com um carro convencional é como comparar um queijo produzidobde acordo com todas as normas europeias com um queijo feito pelas mãos experientes da mulher do pastor.
 
Por acaso gostava de experimentar um eléctrico, porque por mais que se goste dos outros, serão o futuro.

Mas mais ainda gostava de experimentar a tecnologia autónoma, que estranhamente vejo muita gente a duvidar disto.
Ainda na semana passada fiz uma viagem de 240km depois de jantar vindo de dormir umas 3h depois de uma directa, sendo que já andava à cerca de uma semana a dormir umas 4h diárias.
Acho que me sentiria mais seguro a ser conduzido pelo carro do que ter sido eu a conduzir.
A mesma coisa para quem faz "piscinas" em trabalho, ou que passa tempo no carro todos os dias nos trajetos casa-trabalho.
Ainda não tinha referido, apesar de não ter especial encanto pela condução autónoma, o comercial insistiu para experimentar. Andei uns 4 ou 5 kms na a5, com algum trânsito e de facto o avanço tecnológico é impressionante... Literalmente o carro segue sozinho.... Para mim, que nem no lugar do pendura gosto de andar, confesso que não me entusiasma particularmente, mas sem dúvida parece-me que a condução autónoma já é o presente!!!
 
Ainda não tinha referido, apesar de não ter especial encanto pela condução autónoma, o comercial insistiu para experimentar. Andei uns 4 ou 5 kms na a5, com algum trânsito e de facto o avanço tecnológico é impressionante... Literalmente o carro segue sozinho.... Para mim, que nem no lugar do pendura gosto de andar, confesso que não me entusiasma particularmente, mas sem dúvida parece-me que a condução autónoma já é o presente!!!

O que eu vejo é que muita gente parece ter medo de deixar de conduzir, por ser uma coisa que lhe dá prazer e, talvez, muitas vezes por uma questão de ego. Parece que há receio de proibirem os humanis de conduzir...
Eu vejo a condução autonoma como uma alternativa, uma nova forma de conduzir que, em segurança, nos pode permitir fazer outras coisas ou até proteger em determinadas situações, porque para todos os efeitos o humano é falível como provam os inumeros acidentes desde que existem carros.
Claro que ainda precisa de evoluir muito e mesmo depois de estar implementado é preciso contar que os carros antigos demoram 10, 20, 30 anos ou até nunca deixam de estar presentes nas estradas, pot isso o pleno de condução autonoma dificilmente será para a nossa geração, mesmo que estejamos agora na casa dos 20 ou a tirar a carta.

Concordo que a condução autonoma já é o presente e será o futuro, da mesma naneira que são os electricos e da mesma maneira que acho que nem daqui a 40 anos os veículos a combustão deixam de ser alternativas.
 
O que eu vejo é que muita gente parece ter medo de deixar de conduzir, por ser uma coisa que lhe dá prazer e, talvez, muitas vezes por uma questão de ego. Parece que há receio de proibirem os humanis de conduzir...
Eu vejo a condução autonoma como uma alternativa, uma nova forma de conduzir que, em segurança, nos pode permitir fazer outras coisas ou até proteger em determinadas situações, porque para todos os efeitos o humano é falível como provam os inumeros acidentes desde que existem carros.
Claro que ainda precisa de evoluir muito e mesmo depois de estar implementado é preciso contar que os carros antigos demoram 10, 20, 30 anos ou até nunca deixam de estar presentes nas estradas, pot isso o pleno de condução autonoma dificilmente será para a nossa geração, mesmo que estejamos agora na casa dos 20 ou a tirar a carta.

Concordo que a condução autonoma já é o presente e será o futuro, da mesma naneira que são os electricos e da mesma maneira que acho que nem daqui a 40 anos os veículos a combustão deixam de ser alternativas.
A interacção com o meio ambiente e com os semelhantes carece de capacidades cognitivas que as máquinas ainda não têm. O grau de automatismo já é elevadíssimo em algumas máquinas, mas o que na realidade seguem são padrões flde resposta e em última instância a mão humana ainda é necessária.
Repara que na condução com autopilot no Tesla, passados poucos segundos, se não for detectada qualquer interacção com a máquina, neste caso as mãos no volante, surge um alarme no quadro de instrumentos... Não cheguei a perceber e confesso que ainda não fui procurar, caso não haja interacção com o carro durante X tempo o que vai acontecer... Lembro-me de já ter lido algures algumas ocorrências (acidentes) com Tesla com condução autónoma... Portanto, estamos perto de o chauffeur virtual nos levar do ponto A ao ponto B... Tenho algumas reservas relativamente ao enquadramento legal da coisa.... Pode um carro ser totalmente autónomo?
 
A interacção com o meio ambiente e com os semelhantes carece de capacidades cognitivas que as máquinas ainda não têm. O grau de automatismo já é elevadíssimo em algumas máquinas, mas o que na realidade seguem são padrões flde resposta e em última instância a mão humana ainda é necessária.
Repara que na condução com autopilot no Tesla, passados poucos segundos, se não for detectada qualquer interacção com a máquina, neste caso as mãos no volante, surge um alarme no quadro de instrumentos... Não cheguei a perceber e confesso que ainda não fui procurar, caso não haja interacção com o carro durante X tempo o que vai acontecer... Lembro-me de já ter lido algures algumas ocorrências (acidentes) com Tesla com condução autónoma... Portanto, estamos perto de o chauffeur virtual nos levar do ponto A ao ponto B... Tenho algumas reservas relativamente ao enquadramento legal da coisa.... Pode um carro ser totalmente autónomo?
O carro pára.
 
O autopilot é como o autopiloto de um avião, é bom para usar ao longo de uma viagem mas continua a ser necessária a intervenção do piloto.
 
A interacção com o meio ambiente e com os semelhantes carece de capacidades cognitivas que as máquinas ainda não têm. O grau de automatismo já é elevadíssimo em algumas máquinas, mas o que na realidade seguem são padrões flde resposta e em última instância a mão humana ainda é necessária.
Repara que na condução com autopilot no Tesla, passados poucos segundos, se não for detectada qualquer interacção com a máquina, neste caso as mãos no volante, surge um alarme no quadro de instrumentos... Não cheguei a perceber e confesso que ainda não fui procurar, caso não haja interacção com o carro durante X tempo o que vai acontecer... Lembro-me de já ter lido algures algumas ocorrências (acidentes) com Tesla com condução autónoma... Portanto, estamos perto de o chauffeur virtual nos levar do ponto A ao ponto B... Tenho algumas reservas relativamente ao enquadramento legal da coisa.... Pode um carro ser totalmente autónomo?

A tecnologia ainda tem de evoluir mais um bocado para como disse o Carmaniaco e bem, se tornar autónoma porque ainda não é 100%
Quanto aos acidentes com autopilot, gostava de saber se os mesmos foram provocados pela máquina ou devido a erro humano de quem vinha do outro lado [;)]

Uma ideia que já me passou pela cabeça, porque não ter estradas/autoestradas a ligar grandes cidades (por ex. Porto-Lisboa) exclusiva para condução autónoma?
Outra que também já me ocorreu e não sei se existe é o carregamento por indução. Por exemplo ir na estrada e os veículos carregarem automaticamente enquanto andam.

Estou convicto que não basta o automóvel evoluir enquanto elemento propulsor ou condutor, a longo prazo o formato/"embalagem" também deverá mudar para ficar mais optimizado, mas sobretudo precisa de haver evolução nas estradas e nas cidades. Ainda vivemos em cidades feitas para cavalos e carroças [;)]
 
1. A tecnologia ainda tem de evoluir mais um bocado para como disse o Carmaniaco e bem, se tornar autónoma porque ainda não é 100%

2. Uma ideia que já me passou pela cabeça, porque não ter estradas/autoestradas a ligar grandes cidades (por ex. Porto-Lisboa) exclusiva para condução autónoma?

3. Outra que também já me ocorreu e não sei se existe é o carregamento por indução. Por exemplo ir na estrada e os veículos carregarem automaticamente enquanto andam.

4. Estou convicto que não basta o automóvel evoluir enquanto elemento propulsor ou condutor, a longo prazo o formato/"embalagem" também deverá mudar para ficar mais optimizado, mas sobretudo precisa de haver evolução nas estradas e nas cidades. Ainda vivemos em cidades feitas para cavalos e carroças [;)]


1. Diversos estudos científicos apontam para reduções de acidentes de ~90% com condução autónoma.

2. Pouco provável que se vá duplicar infraestrutura. Nem se consegue fazer ciclopistas de jeito, quanto mais autoestradas. Além disso se queres "condução autónoma" entre Lisboa e Porto, podes ir de comboio + taxi.

3. Carregamento por indução é pouco eficiente e de potência limitada. A probabilidade de alguma vez acontecer é quase nula.

4. As cidades são o que são e só as partes mais recentes poderão ser feitas à medida do transporte individual. Ninguém vai destruir alojamento em ruas apertadas para fazer estradas maiores. Além de que é dúbio que o transporte individual seja realmente necessário numa cidade grande. Já andei em paris, nova iorque e outras cidades do tipo e nunca precisei de transporte individual.
 
1. Diversos estudos científicos apontam para reduções de acidentes de ~90% com condução autónoma.

2. Pouco provável que se vá duplicar infraestrutura. Nem se consegue fazer ciclopistas de jeito, quanto mais autoestradas. Além disso se queres "condução autónoma" entre Lisboa e Porto, podes ir de comboio + taxi.

3. Carregamento por indução é pouco eficiente e de potência limitada. A probabilidade de alguma vez acontecer é quase nula.

4. As cidades são o que são e só as partes mais recentes poderão ser feitas à medida do transporte individual. Ninguém vai destruir alojamento em ruas apertadas para fazer estradas maiores. Além de que é dúbio que o transporte individual seja realmente necessário numa cidade grande. Já andei em paris, nova iorque e outras cidades do tipo e nunca precisei de transporte individual.

Na tecnologia o que hoje é inviável não é garantido que daqui a uns anos o seja [;)]

Sobre as cidades, não me refiro propriamente a "demolir habitação", mas sim adaptalas para novos conceitos de mobilidade. No fundo é isso que tem acontecido ao longo do século XX e XXI, onde coisas banais como alcatrão, faixas de rodagem, semáforos, sinaletica...passaram a fazer parte do desenho do espaço público e, será que no futuro vão continuar a fazer?
Curioso que tenhas referido Paris, que foi precisamente a cidade " rasgada" pelas grandes ruas sem dó nem piedade em prol das novas ideias, do plano de Haussmann [;)]
 
Gostei do relato.

Se tenho a certeza de alguma coisa, é que daqui a alguns anos (vários até), quando chegar a altura de trocar a Superb, será por um elétrico.

E a Tesla, com o Model 3 será a grande preferência. Para além de estar 1 década à frente de todos os outros carros elétricos, tem para mim, a grande vantagem. A sua rede de SuperCharger.


E também aproveito para referir que gostava muito de conduzir um Tesla. Não se proporcionou ainda.
 
Hoje dei por mim a pensar no test drive que fiz ao model S.
Há um aspecto que não referi e que só agora me dei conta: sente-se que o carro tem menos peso sobre a dianteira, aliás parece mesmo um carro com motor central. Isso tem reflexos no equilíbrio dinâmico que eu senti mo carro. O carro curva mesmo muito bem, com muita ligeireza, bastante melhor que, por exemplo, o meu cls ou S. Talvez isso tenha a ver com este facto, peso ao centro e baixo (as baterias estão colocadas em baixo) sendo que o centro de gravidade está muito bem conseguido, algo que é possível por não ter ali um enorme peso na dianteira (motor térmico).
 
A tecnologia ainda tem de evoluir mais um bocado para como disse o Carmaniaco e bem, se tornar autónoma porque ainda não é 100%
Quanto aos acidentes com autopilot, gostava de saber se os mesmos foram provocados pela máquina ou devido a erro humano de quem vinha do outro lado [;)]

Uma ideia que já me passou pela cabeça, porque não ter estradas/autoestradas a ligar grandes cidades (por ex. Porto-Lisboa) exclusiva para condução autónoma?
Outra que também já me ocorreu e não sei se existe é o carregamento por indução. Por exemplo ir na estrada e os veículos carregarem automaticamente enquanto andam.

Estou convicto que não basta o automóvel evoluir enquanto elemento propulsor ou condutor, a longo prazo o formato/"embalagem" também deverá mudar para ficar mais optimizado, mas sobretudo precisa de haver evolução nas estradas e nas cidades. Ainda vivemos em cidades feitas para cavalos e carroças [;)]
Mas a a1 já dá perfeitamente para ser toda feita com condição autónoma. Não precisas de novas estradas.
 
Hoje dei por mim a pensar no test drive que fiz ao model S.
Há um aspecto que não referi e que só agora me dei conta: sente-se que o carro tem menos peso sobre a dianteira, aliás parece mesmo um carro com motor central. Isso tem reflexos no equilíbrio dinâmico que eu senti mo carro. O carro curva mesmo muito bem, com muita ligeireza, bastante melhor que, por exemplo, o meu cls ou S. Talvez isso tenha a ver com este facto, peso ao centro e baixo (as baterias estão colocadas em baixo) sendo que o centro de gravidade está muito bem conseguido, algo que é possível por não ter ali um enorme peso na dianteira (motor térmico).

Há alguns carros de motor térmico que o têm montado entre os eixos também.
 
Que me lembre, acho que isso não acontece com nenhum sedam de 4/5 lugares... Estamos a falar de um segmento E ou F (não sei muito bem) com um comportamento dinâmico típico de um super boxster...
Os BMW têm geralmente os motores sobre o eixo dianteiro, inclusive o Série 1.

Por isso é que tem distribuição de peso 50/50.
 
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