JorgeCorreia
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O problema é grande e advém, em parte, do sentimento de impunidade que toda esta gente. Qual será a percentagem que já foi, efectivamente, castigada? Pois, será uma minoria.
As leis permitem logo uma série de benesses as estes marginais, desde não poderem ficar em prisão preventiva, chegando ao cúmulo de não estudarem, trabalharem e ainda receberem abonos do Estado. Depois, a Polícia, que devia ser respeitada, está presa por essas mesmas leias, ficando até sujeitos a levarem porrada destes delinquentes.
Levavam uma tareia, iam uns meses para a prisão e, depois, iam fazer trabalho comunitário. Quando voltassem a ter uma vida totalmente livre, era andar de olho neles e, mal pisassem ramo verde, uns aninhos para a prisão, sem direito a liberdade condicional.
Os brasileiros têm um problema bem maior que o nosso, mas já estão a fazer qualquer coisa para o resolver. Nós, preferimos continuar a viver com medo. Qualquer dia, teremos de ter os nossos filhos dentro de uma redoma de vidro.
Seria uma das soluções sendo ideal fazerem-no com a bolinha na perna...
Poderia também haver a solução de "casarem" com o exército. Uns 5 anos de disciplina militar, de acordar e deitar cedinho, carregar uma mochila com ração de combate e uma metralhadora enquanto se caminha uns quilómetros pela mata adentro com um cantil com água seria porventura um bom castigo. Temos de propor isso na AR.