TAP Portugal

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Seria bom fazerem também um estudo de quanto a tap contribui em impostos e quanto vai passar a contribuir após mudarem a sede para a Holanda ou outro lado kk.

Sabendo que é a maior exportadora Nacional, não deve ser coisa pouca.

Invariavelmente vamos como nação ficar a perder assim como ficámos com praticamente todas as outras privatizações !
Maior exportadora nacional? Só se for de desempregados.
 
Claro que as privatizações e comcessoes são boas pra gente... Scuts concessionadas e paga o povinho, edp privatizada e paga mais povinho, etc etc

O Povo adora privatizações...

Quando tiverem de pagar para até sair de casa, se calhar será tarde demais... Aí já não adianta abrir a pestana.
 
[h=2]15 JUNHO 2015[/h][h=3]Trocada por miúdos[/h]O anúncio da venda da TAP pelo actual Governo acrescenta leitura. Em primeiro lugar, confirma-se a ideia de que as vendas podem ser feitas a qualquer preço, de tal forma que o Governo não se preocupa em dizer que tem pressa ou em desvalorizar o que está a vender. Já fora assim, por exemplo, com o BPN - recordemo-nos. Em segundo lugar, trata-se mais uma vez de uma questão política e não financeira. No dia em que o anúncio foi feito, o não-ministro do Governo responsável pela operação já estava num programa de debate a ser tratado com pinças. Em terceiro lugar, e a propósito, as vendas já não são da responsabilidade dos governantes graúdos, mas dos ajudantes, como chamou Cavaco aos secretários de Estado. Em quarto lugar, houve claramente um comprador arranjado pelo
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Governo, não se sabe bem a troco de quê, mas seguramente de algo. Em quinto, o Administrador ou responsável pelo buraco causado na empresa, nela fica, de pedra e cal. Em sexto e seguramente não último lugar, Cavaco veio mais uma vez mostrar serviço de primeiro-ministro paralelo. Mas a venda não está feita, ao contrário do que às vezes se pode ler nos jornais. Ela pode ser revertida. Mas, será? E há duas coisas novas. Uma foi a notícia em que o resultado da venda foi apresentado, sem sombras, como tendo envolvido contenda entre escritórios de advogados. E escritórios em que os protagonistas são simultaneamente advogados interessados no caso, altos funcionários de partidos e comentadores nas televisões. E um deles é do PS. Costa vai mudar isso? Vai separar as águas? Precisamos de saber. A outra é que se confirma que há pessoas - veja-se, eleitores - que não se importem que as coisas do Estado sejam mal geridas de propósito. Caso contrário, Passos teria interrompido a venda. A confirmação de que estas pessoas existem e que o seu voto está a ser contado é o pior sinal da democracia portuguesa. Afinal, o problema somos nós, os eleitores, e não eles, os políticos. Como mudar isso? Não será fácil, até porque os fazedores de opinião, dos media em dificuldades, aos "comentadores" engajados, não estão a ajudar nada. Com raras excepções, claro, mas raras. E a grande pergunta final será saber para onde vai depois o grande facilitador de negócios privados que foi parar ao Governo e a quem coube "vender" a TAP. Seguramente que já tem vários convites na calha.

http://pedrolains.typepad.com/pedrolains/2015/06/trocada-por-miúdos.html





 
O Povo adora privatizações...

Quando tiverem de pagar para até sair de casa, se calhar será tarde demais... Aí já não adianta abrir a pestana.
Continuam contentes pois já não há pessoal da mesma classe que estão melhor (este é o verdadeiro problema pra maioria, os outros ganharem mais) e os gestores e administradores das empresas continuam a engordar graças aos às negociatas pagas pelo povinho, e assim vai este Portugal, papam tudo o que passa na comunicação social...
 
Continuam contentes pois já não há pessoal da mesma classe que estão melhor (este é o verdadeiro problema pra maioria, os outros ganharem mais) e os gestores e administradores das empresas continuam a engordar graças aos às negociatas pagas pelo povinho, e assim vai este Portugal, papam tudo o que passa na comunicação social...

Parece que ficamos felizes em nivelar tudo por baixo. Temos medo.

Quanto à urgência e necessidade absoluta da privatização, surgem agora na discussão alguns pontos que parecem interessantes:
- O comprador vai injectar dinheiro fresco, coisa que o Estado parece estar proibido de fazer. Parece que a primeira injecção é vender activos (aviões) para obter dinheiro para injectar. A TAP está proibida de tomar uma medida de gestão deste tipo só por ser 100% pública e injectar dinheiro assim? Acho que não.
- Constou que o resto da injecção de capital se vai fazer com recurso a financiamento (pedir emprestado aos bancos, portanto) e não como "uma-mala-de- dinheiro-que-alguém-lá-mete-e-a-TAP-não-tem-de-pagar-de-volta-tipo-um-aumento-de-capital". Portanto parece que a TAP vai pedir dinheiro emprestado para ter o tal dinheiro injectável, será mesmo assim? Sendo 100% pública não se pode financiar da mesma forma? Parece-me que não há regras que o impeçam.
- Também parece que o comprador pediu ao Estado para renegociar a dívida actual da TAP junto dos credores. Esta medida só pode ser tomada em empresas privatizadas?

Aguardemos mais um pouco para ver no que dá...
 
Se até o Marcelo disse que assim não...... tá tudo dito!

Só os boys acham que é muito bem vendida.

É uma das ultimas vinganças do Cavaco. Ele deve ter algum recentimento escondido do povo tuga !
 
Última edição:
Esta opção é discutível... Se a TAP não tem adquirido a M&E Brasil provavelmente não teria a quantidade de rotas para o Brasil que tem atualmente. Foi um "toma lá, dá cá".
Não estavam era provavelmente a contar com os fracos resultados que eles apresentam; juntamente com os acordos laborais que por lá vigoram, em que os funcionários são aumentados 2x por ano, etc..
Uma amiga que trabalhou na TAP até recentemente, contou-me em tempos que a maioria das companhias aéreas europeias tinham cerca de 60 a 80 pessoas para fazer manutenção aos aviões.

Mas a TAP, devido à compra de uma empresa falida de manutenção no Brasil, tinha 360 pessoas para fazer manutenção, 300 brasileiros e 60 Portugueses.

A ser correcta esta informação e não tenho razões para duvidar, não ganhamos apenas rotas para o Brasil, ganhamos a divida da empresa e mais 300 trabalhadores.
 
Eu acho melhor ser público e cair de podre...dar despesa ao contribuinte e ser deficitária. A frota...sim...os recentes Fokker da PGA....

O pessoal fala da TAP como se fosse algo romântico... uma relação eterna que mesmo problemática tem de perdurar.
Vamos aguardar... mas pior do que está é difícil... aliás se a TAP fosse privada não existia nestes moldes...acumulando prejuízos.
Companhia bandeira?

Se ainda fosse barata...prestando o tal serviço público...

Parece que estão a perder um filho...mas neste caso é um filho de amostra...que ninguem quer carregar...que só dá dores de cabeça e que depois não quer saber dos pais.

Ou alguém acredita que o Estado para recuperar a Tap sem privatizar não tem que investir dinheiro dos contribuintes e reformar a empresa? E falo de uma REFORMA não de...troca e mete o mesmo...para voltar a dar prejuízo.

O Estado é incompetente a gerir!
 
A TAP de 1953 a 1975 foi uma S.A.R.L. com maioria de capital público.

1945 - 1949

A TAP – ou mais especificamente, a Secção de Transportes Aéreos – é criada a 14 de março de 1945 pela mão de Humberto Delgado, à data director do Secretariado da Aeronáutica Civil. É neste ano que são adquiridos os primeiros aviões – dois aviões DC-3 Dakota com capacidade para 21 passageiros. No ano seguinte, são criadas definitivamente as condições necessárias para a companhia começar a operar, através da realização do Curso Geral de Pilotos. São, então, inauguradas as duas primeiras linhas aéreas: a primeira linha comercial Lisboa-Madrid abre a 19 de setembro de 1946. Mais tarde, a 31 de dezembro, é inaugurada a “Linha Aérea Imperial” que serve a rota Lisboa-Luanda-Lourenço Marques que contaria com 12 escalas, cerca de 15 dias de duração (ida e volta) e 24540 quilómetros de extensão. Até ao termo da década de 40, outras rotas são criadas: Paris (1948), Londres (1949) eSevilha (1948).

http://www.tapportugal.com/Info/pt/frota-historia/historia
 
Eu acho melhor ser público e cair de podre...dar despesa ao contribuinte e ser deficitária. A frota...sim...os recentes Fokker da PGA....

O pessoal fala da TAP como se fosse algo romântico... uma relação eterna que mesmo problemática tem de perdurar.
Vamos aguardar... mas pior do que está é difícil... aliás se a TAP fosse privada não existia nestes moldes...acumulando prejuízos.
Companhia bandeira?

Se ainda fosse barata...prestando o tal serviço público...

Parece que estão a perder um filho...mas neste caso é um filho de amostra...que ninguem quer carregar...que só dá dores de cabeça e que depois não quer saber dos pais.

Ou alguém acredita que o Estado para recuperar a Tap sem privatizar não tem que investir dinheiro dos contribuintes e reformar a empresa? E falo de uma REFORMA não de...troca e mete o mesmo...para voltar a dar prejuízo.

O Estado é incompetente a gerir!

A divida da tap reduziu de 1400 milhoes para perto dos 1000 milhoes, mesmo com a manutenção do brasil!

O estado não é incompetente é:

http://www.noticiasaominuto.com/eco...-o-5-lugar-na-lista-dos-paises-mais-corruptos
 
https://rcag1991.wordpress.com/2015/06/15/tap-trocar-o-estado-portugues-pelo-estado-brasileiro/

Um dos principais financiadores e futuro acionista da TAP será o BNDES, o Banco Nacional de Desenvolvimento do Brasil, instituição financeira pública e a principal fonte de financiamento para o crescimento de indústrias estrategicamente importantes daquele país e para a sua internacionalização. Por outras palavras, enquanto o Governo português vende a sua companhia de bandeira, o Governo brasileiro apoia uma empresa privada a comprá-la.

Trata-se de algo que já aconteceu no processo de privatizações conduzido pelo atual Governo. O Estado português vendeu a sua participação na EDP a uma empresa pública chinesa, a China Three Gorges. E vendeu também parte da sua posição na rede elétrica nacional a outra empresa chinesa, a State Grid. Ou seja, o Estado português vende empresas públicas ao Estado chinês.

Agora, com a TAP, está a vender parte da posição acionista da companhia a um banco público brasileiro, ou seja, ao Estado brasileiro. Faz sentido?
Não, não faz sentido. E à medida que se vão conhecendo mais e mais detalhes da proposta vencedora para a privatização da TAP, mais e mais aumentam os receios do que vai acontecer e dos reflexos na estratégia do próprio país.

Um exemplo: há um acréscimo de turistas chineses, que Portugal quer captar. A TAP estava a preparar-se para isso, comprando os Airbus A350. Pois o novo comprador considera que não faz sentido apostar nos mercados da Ásia e Extremo Oriente, mas sim centrar toda a operação no Atlântico Norte e Sul, optando pelos A330. Para a companhia pode fazer todo o sentido. Mas para o país fará?

O Estado português vende empresas públicas ao Estado chinês. Agora, com a TAP, está a vender parte da posição acionista da companhia a um banco público brasileiro, ou seja, ao Estado brasileiro. Faz sentido?

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Outra surpresa: afinal, parte da capitalização a curto prazo da TAP será feita com o pelo do próprio cão. Ou seja, o que os vencedores do concurso propõem é a venda dos atuais aviões da TAP, que serão depois recontratados em sistema de leasing – e com o resultado da operação a companhia embolsará cem milhões de euros. Bom, mas se isto é assim e é tão bom e evidente, porque é que a atual administração não o fez? Ou porquê é que o Estado não deu ordens para isso ser feito?

E os tais 52 aviões que faziam parte da proposta do consórcio vencedor? Alguns ingénuos, como eu, pensaram que isso era parte integrante da proposta. Não é. Os aviões são para ser comprados pela companhia – e pagos pelos resultados operacionais que esta tiver. E isto já para não falar no facto de ter de ser o Estado português a negociar com os atuais financiadores da TAP para que obtenham um período de pagamento do capital até 2020.Até agora, sempre que houve brasileiros envolvidos na compra de empresas portuguesas (Cimpor e PT), o processo correu mal e acabou porcamente. Esperemos que com a TAP não venha a acontecer o mesmo.
 
A TAP de 1953 a 1975 foi uma S.A.R.L. com maioria de capital público.
Eu escrevi "a tap sempre pertenceu ao estado" da mesma maneira que se afirma que a sonae pertence ao Eng. Belmiro, ainda que ele certamente não detenha a totalidade do capital. [;)]

A questão aqui é que o estado sempre deteve o controlo da empresa. Assim quando o estado "nacionalizou" a TAP não ocorreu uma transferência do controlo do setor privado para o setor público.

Só agora, com a atual venda, ocorre pela 1º vez uma transferência de controlo para os privados, o estado não vende todo o capital (ainda fica com algum para si) mas passa pela primeira vez a deter uma participação inferior a 50%.

Nesse sentido só agora se pode afirmar com propriedade que a TAP passara a ser uma empresa privada ou, se quiserem, de capital maioritariamente privado.

Entendidos? :)
 
https://rcag1991.wordpress.com/2015/06/15/tap-trocar-o-estado-portugues-pelo-estado-brasileiro/

Um dos principais financiadores e futuro acionista da TAP será o BNDES, o Banco Nacional de Desenvolvimento do Brasil, instituição financeira pública e a principal fonte de financiamento para o crescimento de indústrias estrategicamente importantes daquele país e para a sua internacionalização. Por outras palavras, enquanto o Governo português vende a sua companhia de bandeira, o Governo brasileiro apoia uma empresa privada a comprá-la.

Trata-se de algo que já aconteceu no processo de privatizações conduzido pelo atual Governo. O Estado português vendeu a sua participação na EDP a uma empresa pública chinesa, a China Three Gorges. E vendeu também parte da sua posição na rede elétrica nacional a outra empresa chinesa, a State Grid. Ou seja, o Estado português vende empresas públicas ao Estado chinês.

Agora, com a TAP, está a vender parte da posição acionista da companhia a um banco público brasileiro, ou seja, ao Estado brasileiro. Faz sentido?
Não, não faz sentido. E à medida que se vão conhecendo mais e mais detalhes da proposta vencedora para a privatização da TAP, mais e mais aumentam os receios do que vai acontecer e dos reflexos na estratégia do próprio país.

Um exemplo: há um acréscimo de turistas chineses, que Portugal quer captar. A TAP estava a preparar-se para isso, comprando os Airbus A350. Pois o novo comprador considera que não faz sentido apostar nos mercados da Ásia e Extremo Oriente, mas sim centrar toda a operação no Atlântico Norte e Sul, optando pelos A330. Para a companhia pode fazer todo o sentido. Mas para o país fará?

O Estado português vende empresas públicas ao Estado chinês. Agora, com a TAP, está a vender parte da posição acionista da companhia a um banco público brasileiro, ou seja, ao Estado brasileiro. Faz sentido?

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Outra surpresa: afinal, parte da capitalização a curto prazo da TAP será feita com o pelo do próprio cão. Ou seja, o que os vencedores do concurso propõem é a venda dos atuais aviões da TAP, que serão depois recontratados em sistema de leasing – e com o resultado da operação a companhia embolsará cem milhões de euros. Bom, mas se isto é assim e é tão bom e evidente, porque é que a atual administração não o fez? Ou porquê é que o Estado não deu ordens para isso ser feito?

E os tais 52 aviões que faziam parte da proposta do consórcio vencedor? Alguns ingénuos, como eu, pensaram que isso era parte integrante da proposta. Não é. Os aviões são para ser comprados pela companhia – e pagos pelos resultados operacionais que esta tiver. E isto já para não falar no facto de ter de ser o Estado português a negociar com os atuais financiadores da TAP para que obtenham um período de pagamento do capital até 2020.Até agora, sempre que houve brasileiros envolvidos na compra de empresas portuguesas (Cimpor e PT), o processo correu mal e acabou porcamente. Esperemos que com a TAP não venha a acontecer o mesmo.

O mais incrivel é ainda haver gente que defende a venda (melhor dádiva) da tap !

Só não vendem a Mae porque não podem, não é por vergonha!
 
Parece que ficamos felizes em nivelar tudo por baixo. Temos medo.
Se reparares bem, lê melhor, eu escrevi a maioria, não escrevi todos ;-)

Independentemente se é bom ou mau privatizar, pra mim qualquer privatização é um atestado de incompetência pro estado pois prova que não sabe ou não quer saber gerir algo.

A TAP tem um estrutura muito grande por trás de pais, mães, filhos, enteados, sobrinhos, vizinhos, etc, a maioria não sabe que funções tem e tem valentes ordenados... Reestruturem, metam os boys a andar e têm uma redução de custos... Oh wait.... São amigos das cores políticas, não se pode...


Claro. Gente esquecida esta que vive aqui.
Também padeço com a A28....
 
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