swing

Hã 10 anos éramos namorados, hoje somos casados e com uma filha e queremos outro, mas com o tempo, neste momento não me passa pela cabeça, nem sequer aceitaria, porque sou muito ciumento, já a minha mulher se hã 10 anos que não quis, agora muito menos.

Parece-me claramente que são um tipo de casal que não está praparado para tal, até para mais quando um elemnto não mostra interesse.
 
Que haja fantasias comprende-se, mas será que a sua realização prática benificia a relação ?

Lipuro, tu que pareces um homem seguro vives bem com a partilha da tua mulher ? eu não conseguia :sh)

Depende.
No caso do swing, para que a sua realização beneficie a realação tem de ser uma fantasia partilhada por ambos, bem defenido os pressupostos da sua realização e a existencia de uma base enquanto casal que permita a sua realização. Estando ambos de acordo, com vontade e seguros da sua relação só poderá haver beneficios em realizar algo que se fantasia.
 
Eu não percebo nada de swing e tenho lido muitas respostas neste tópico sobre este "mundo".
Mas a verdade é que não sei se essas respostas correspondem à realidade do swing, isto porque na minha opinião é um tema que exige respostas por quem o pratique e aqui vejo muita gente a falar, mas ainda não me apercebi de alguém ter dito que conhece este "mundo" por ser praticante.
Em todo o caso não consigo perceber porque é que por exemplo, tem de ser troca de casais.
Se há um elemento insatisfeito, não poderá este elemento dar um cornado à luz do dia ao parceiro? sem rodeios?
Do género a Maria chega a casa e diz para o marido: "Manuel, hoje apeteceu-me e dei uma queca com o Joaquim", ao qual o Manuel diria; "tudo bem,, hoje também estou cansado".
É que pelo facto de ter de ser troca, deita por terra a teoria das relações muito fortes.
Se estão mesmo abertos a uma coisa destas, deveriam poder fazer as coisas com qualquer pessoa que lhes apetecesse e depois comunicavam ao parceiro e vice-versa.
Ou estou a ver mal as coisas?
 
Eu não percebo nada de swing e tenho lido muitas respostas neste tópico sobre este "mundo".
Mas a verdade é que não sei se essas respostas correspondem à realidade do swing, isto porque na minha opinião é um tema que exige respostas por quem o pratique e aqui vejo muita gente a falar, mas ainda não me apercebi de alguém ter dito que conhece este "mundo" por ser praticante.
Em todo o caso não consigo perceber porque é que por exemplo, tem de ser troca de casais.
Se há um elemento insatisfeito, não poderá este elemento dar um cornado à luz do dia ao parceiro? sem rodeios?
Do género a Maria chega a casa e dia para o marido: "Manuel, hoje apeteceu-me e dei uma queca com o Joaquim", ao qual o Manuel diria; "tudo bem,, hoje também estou cansado".
É que pelo facto de ter de ser troca, deita por terra a teoria das relações muito fortes.
Se estão mesmo abertos a uma coisa destas, deveriam poder fazer as coisas com qualquer pessoa que lhes apetecesse e depois comunicavam ao parceiro e vice-versa.
Ou estou a ver mal as coisas?

Estás a confundir relação aberta com swing. Podem coexistir ou não. O swing pressupõe que seja uma actividade de casal, mesmo que no final apenas uma das partes pratique alguma actividade (por exemplo haver interacção entre as duas mulheres de dois casais e apenas isso), mas é na presença da outra parte e sempre com o conhecimento da mesma (na hora e não posteriormente).
 
Última edição:
Eu não percebo nada de swing e tenho lido muitas respostas neste tópico sobre este "mundo".
Mas a verdade é que não sei se essas respostas correspondem à realidade do swing, isto porque na minha opinião é um tema que exige respostas por quem o pratique e aqui vejo muita gente a falar, mas ainda não me apercebi de alguém ter dito que conhece este "mundo" por ser praticante.
Em todo o caso não consigo perceber porque é que por exemplo, tem de ser troca de casais.
Se há um elemento insatisfeito, não poderá este elemento dar um cornado à luz do dia ao parceiro? sem rodeios?
Do género a Maria chega a casa e diz para o marido: "Manuel, hoje apeteceu-me e dei uma queca com o Joaquim", ao qual o Manuel diria; "tudo bem,, hoje também estou cansado".
É que pelo facto de ter de ser troca, deita por terra a teoria das relações muito fortes.
Se estão mesmo abertos a uma coisa destas, deveriam poder fazer as coisas com qualquer pessoa que lhes apetecesse e depois comunicavam ao parceiro e vice-versa.
Ou estou a ver mal as coisas?

A mim parece-me mais ou menos claro quem é ou já foi praticante.

Quanto ao resto, uma grande parte do prazer de praticar swing e do apelo do swing aos casais é exactamente porque é tudo feito em conjunto e em acordo.
 
Sim, o próprio ambiente deve ser propício a despertar "vontades" no casal, mesmo que nada se passe lá.

Já agora, o que se passa na parte mais "pública" do clube são apenas "amassos" mais soft, ou nem isso?

Digamos que tenho alguma curiosidade em saber, mas pouca à-vontade para lá ir...

Em Portugal os clubes são todos muito semelhantes, quando se sái de cá as coisas começam a variar mais um bocadito. Mas cá, a parte mais publica é uma discoteca normal com a excepção de que as mulheres vestem-se mais a preceito, pode haver muita lingerie à mostra, pode haver amassos entre homem mulher e entre mulher mulher, raramente há sexo explicito mas pode acontecer e há pole dance. Na parte dos quartos é que há mais intimidade, mas um casal iniciante pode lá deambular e espreitar sem problema algum e sem obrigatoriedade de nada.
 
Há aqui uma certa dualidade, por um lado as pessoas caracterizam o swing como uma coisa de pessoas emancipadas e bem resolvidas, por outra falam nisto sempre com alguns tabus, ninguém claramente relata a sua experiência.

Não tem nada aver com voyerismo da minha parte, mas gostava de um relato na primeira pessoa, sincero e aberto de uma experiência destas.

Não há tentação da comparação ? não há aquele receio "será que o/a outro/a é melhor que eu ?", não há o risco de se chatearem a seguir ?

Imaginem que num casal o felacio é habitualmente utilizado como preliminar, se num swing a coisa for até ao fim, será que o marido não fica com ciúmes ? do tipo "fizeste mais do que fizeste comigo" ?

Sem frufrus nem gaitinhas podem falar mais aberta e explicitamente da vossa experiência ?
 
Há aqui uma certa dualidade, por um lado as pessoas caracterizam o swing como uma coisa de pessoas emancipadas e bem resolvidas, por outra falam nisto sempre com alguns tabus, ninguém claramente relata a sua experiência.

Não tem nada aver com voyerismo da minha parte, mas gostava de um relato na primeira pessoa, sincero e aberto de uma experiência destas.

Não há tentação da comparação ? não há aquele receio "será que o/a outro/a é melhor que eu ?", não há o risco de se chatearem a seguir ?

Imaginem que num casal o felacio é habitualmente utilizado como preliminar, se num swing a coisa for até ao fim, será que o marido não fica com ciúmes ? do tipo "fizeste mais do que fizeste comigo" ?

Sem frufrus nem gaitinhas podem falar mais aberta e explicitamente da vossa experiência ?

E porque achas tu que ninguém se revela enquanto swinger? a julgar pelo tipo de alguns comentários aqui num simples fórum de automoveis, imagina na vida real as repercursões que não poderia ter ao nivel social/familiar/profissional... Nada a ver com a emancipação da sexualidade dos casais, antes com o preconceito de certas pessoas.

Essas receios e comparações, principalmente numa fase incial podem acontecer, depois deixa de fazer sentido, aliás faz parte da fantasia. Se houver chatice é porque não estavam preparados para o fazerem.

Quanto à prática em si, é obrigatório existirem limites pré estabelecidos (a menos quea regra seja não haverem limites, mas nesse caso não se coloca a questão), para não se cair no erro de alguém não se sentir bem com o que o outro faz. Exemplo, há quem tenha como limite a penetração, há quem limite o sexo oral, há quem limite o toque do elemento masculino, enfim, o importante é existir um entendimento prévio.

isto está a parecer tudo muito formal e cheio de regras, mas não é, um casal basta que olhem um para o outro para perceberem o que está bem e o que está mal.
 
"Imaginem que num casal o felacio é habitualmente utilizado como preliminar, se num swing a coisa for até ao fim, será que o marido não fica com ciúmes ? do tipo "fizeste mais do que fizeste comigo" ? Sem frufrus nem gaitinhas podem falar mais aberta e explicitamente da vossa experiência ? "

Essas conversas e antecipações de cenários ou ocorrências fazem-se antes de ir ao clube....e depois lá dentro caso haja par disponível/interessante, as senhoras acertam esses pormenores....
 
cada um é livre de fazer o que quiser, mas para mim, nunca... não ia gostar nem um bocadinho de ver a minha companheira enrolada com outro gajo qualquer... por muito que a mulher dele fosse cambalhota de liga dos campeões...

mas respeito quem o faça... até ver estamos num pais livre
 
"Imaginem que num casal o felacio é habitualmente utilizado como preliminar, se num swing a coisa for até ao fim, será que o marido não fica com ciúmes ? do tipo "fizeste mais do que fizeste comigo" ? Sem frufrus nem gaitinhas podem falar mais aberta e explicitamente da vossa experiência ? "

Essas conversas e antecipações de cenários ou ocorrências fazem-se antes de ir ao clube....e depois lá dentro caso haja par disponível/interessante, as senhoras acertam esses pormenores....

Também com tantas restrições não sei se a coisa não será castrada.
 
Também com tantas restrições não sei se a coisa não será castrada.

Para umas coisas é libertinismo a mais, para outras é castrado??

Claro que tem de haver regras, o swing não é um filme pornografico nem os intervenientes são atores que estão disponiveis para tudo.
Tem de existir restrições e limites para não se cair naquilo que tantas vezes é dito aqui no forum, alguém sair magoado da experiencia. É suposto a experiencia ser agradavel para todos.
 
Estás a confundir relação aberta com swing. Podem coexistir ou não. O swing pressupõe que seja uma actividade de casal, mesmo que no final apenas uma das partes pratique alguma actividade (por exemplo haver interacção entre as duas mulheres de dois casais e apenas isso), mas é na presença da outra parte e sempre com o conhecimento da mesma (na hora e não posteriormente).
Tem de ser com babysitting?
 
Para umas coisas é libertinismo a mais, para outras é castrado??

Claro que tem de haver regras, o swing não é um filme pornografico nem os intervenientes são atores que estão disponiveis para tudo.
Tem de existir restrições e limites para não se cair naquilo que tantas vezes é dito aqui no forum, alguém sair magoado da experiencia. É suposto a experiencia ser agradavel para todos.

Agradavel é uma palavra que não gosto, sugere-me qualquer coisa boazinha, soft, light, um eufemismo para dizer que uma coisa normal é um pouco acima disso.

Essas restrições e limites para muitos são precisamente não chegar ao ponto de "swingar", mas pronto já aprendi mais qualquer coisa.

Mesmo no swing há fronteiras, pré-combinadas ?! que coisa tão estranha :sh)
 
Mais uma questão ? vamos lá ver se desta me respondem

Aprende-se alguma coisa ? sobre os outros e sobre nós próprios ? já viste fazer alguma coisa à tua mulher que não costumavas fazer e depois adoptaste ?
 
Agradavel é uma palavra que não gosto, sugere-me qualquer coisa boazinha, soft, light, um eufemismo para dizer que uma coisa normal é um pouco acima disso.

Essas restrições e limites para muitos são precisamente não chegar ao ponto de "swingar", mas pronto já aprendi mais qualquer coisa.

Mesmo no swing há fronteiras, pré-combinadas ?! que coisa tão estranha :sh)

Há o soft swing e o hard swing...
 
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