Eu não percebo nada de swing e tenho lido muitas respostas neste tópico sobre este "mundo".
Mas a verdade é que não sei se essas respostas correspondem à realidade do swing, isto porque na minha opinião é um tema que exige respostas por quem o pratique e aqui vejo muita gente a falar, mas ainda não me apercebi de alguém ter dito que conhece este "mundo" por ser praticante.
Em todo o caso não consigo perceber porque é que por exemplo, tem de ser troca de casais.
Se há um elemento insatisfeito, não poderá este elemento dar um cornado à luz do dia ao parceiro? sem rodeios?
Do género a Maria chega a casa e dia para o marido: "Manuel, hoje apeteceu-me e dei uma queca com o Joaquim", ao qual o Manuel diria; "tudo bem,, hoje também estou cansado".
É que pelo facto de ter de ser troca, deita por terra a teoria das relações muito fortes.
Se estão mesmo abertos a uma coisa destas, deveriam poder fazer as coisas com qualquer pessoa que lhes apetecesse e depois comunicavam ao parceiro e vice-versa.
Ou estou a ver mal as coisas?