Comandantes exonerados após o furto em Tancos voltam às mesmas funções
Comandantes exonerados após o furto em Tancos voltam às mesmas funções
https://www.publico.pt/2017/07/17/p...to-em-tancos-voltam-as-mesmas-funcoes-1779415
Chefe do Exército entende que “se encontram ultrapassadas as razões” que justificaram o afastamento, que foi desde logo considerado “temporário”.
LUSA
17 de Julho de 2017, 18:11
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Base militar de Tancos MIGUEL MANSO
O chefe do Estado-Maior do Exército (CEME), Rovisco Duarte, voltou a nomear para os mesmos cargos os cinco comandantes que tinha exonerado para não perturbar as averiguações internas sobre o furto de material de guerra em Tancos.
"O Exército informa que os oficiais em causa foram nomeados pelo chefe do Estado-Maior do Exército para os mesmos cargos, com efeitos a partir de 18 de Julho de 2017", é referido num comunicado do Exército.

[h=3]Material militar vai ser transferido para outros paióis[/h]
Esta decisão foi tomada "considerando que com a conclusão destas averiguações se encontram ultrapassadas as razões que justificaram a exoneração dos comandantes".
A exoneração destes militares tinha sido anunciada no passado dia 1 pelo CEME, em declarações à RTP. "Não quero que haja entraves às averiguações e decidi exonerar os cinco comandantes das unidades que de alguma forma estão relacionadas com estes processos", anunciou Rovisco Duarte, em declarações à RTP.
O porta-voz do ramo, tenente-coronel Vicente Pereira, esclareceu posteriormente que estas exonerações visavam um "afastamento temporário" e que no final das investigações internas poderiam "voltar a funções".
Os militares que tinham sido exonerados são o comandante da Unidade de Apoio da Brigada de Reacção Rápida, tenente-coronel Correia, o comandante do Regimento de Infantaria 15, coronel Ferreira Duarte, o comandante do Regimento de Paraquedistas, coronel Hilário Peixeiro, o comandante do Regimento de Engenharia 1, coronel Paulo Almeida, e o comandante da Unidade de Apoio de Material do Exército, coronel Amorim Ribeiro.
A decisão do CEME de exonerar os cinco comandantes de unidade suscitou polémica no Exército, com dois generais da estrutura superior do Exército a assumirem publicamente a sua discordância face à forma como o Rovisco Duarte geriu este caso.
O tenente-general António de Faria Menezes pediu a exoneração do comando das Forças Terrestres, ocupado agora em "suplência" pelo número 2, major-general Cóias Ferreira. A segunda "baixa" foi a do tenente-general Antunes Calçada, que pediu a passagem à reserva por, segundo noticiou o Expresso, "divergências inultrapassáveis" com o CEME alegadamente devido à forma como o general Rovisco Duarte decidiu exonerar os cinco comandantes.
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Comandantes exonerados após o furto em Tancos voltam às mesmas funções
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Chefe do Exército entende que “se encontram ultrapassadas as razões” que justificaram o afastamento, que foi desde logo considerado “temporário”.
LUSA
17 de Julho de 2017, 18:11
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Base militar de Tancos MIGUEL MANSO
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O chefe do Estado-Maior do Exército (CEME), Rovisco Duarte, voltou a nomear para os mesmos cargos os cinco comandantes que tinha exonerado para não perturbar as averiguações internas sobre o furto de material de guerra em Tancos.
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"O Exército informa que os oficiais em causa foram nomeados pelo chefe do Estado-Maior do Exército para os mesmos cargos, com efeitos a partir de 18 de Julho de 2017", é referido num comunicado do Exército.
[h=3]Material militar vai ser transferido para outros paióis[/h]
Esta decisão foi tomada "considerando que com a conclusão destas averiguações se encontram ultrapassadas as razões que justificaram a exoneração dos comandantes".
A exoneração destes militares tinha sido anunciada no passado dia 1 pelo CEME, em declarações à RTP. "Não quero que haja entraves às averiguações e decidi exonerar os cinco comandantes das unidades que de alguma forma estão relacionadas com estes processos", anunciou Rovisco Duarte, em declarações à RTP.
O porta-voz do ramo, tenente-coronel Vicente Pereira, esclareceu posteriormente que estas exonerações visavam um "afastamento temporário" e que no final das investigações internas poderiam "voltar a funções".
Os militares que tinham sido exonerados são o comandante da Unidade de Apoio da Brigada de Reacção Rápida, tenente-coronel Correia, o comandante do Regimento de Infantaria 15, coronel Ferreira Duarte, o comandante do Regimento de Paraquedistas, coronel Hilário Peixeiro, o comandante do Regimento de Engenharia 1, coronel Paulo Almeida, e o comandante da Unidade de Apoio de Material do Exército, coronel Amorim Ribeiro.
A decisão do CEME de exonerar os cinco comandantes de unidade suscitou polémica no Exército, com dois generais da estrutura superior do Exército a assumirem publicamente a sua discordância face à forma como o Rovisco Duarte geriu este caso.
O tenente-general António de Faria Menezes pediu a exoneração do comando das Forças Terrestres, ocupado agora em "suplência" pelo número 2, major-general Cóias Ferreira. A segunda "baixa" foi a do tenente-general Antunes Calçada, que pediu a passagem à reserva por, segundo noticiou o Expresso, "divergências inultrapassáveis" com o CEME alegadamente devido à forma como o general Rovisco Duarte decidiu exonerar os cinco comandantes.
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