Roubo dos paióis

ridículo é haver 31000 militares e não se arranjar ninguém para fazer a segurança.

Pelos vistos cerca de metade são oficiais, desses uma boa percentagem anda entretida a lesar o estado, o resto brinca aos soldadinhos.
Os soldados rasos têm que tratar da messe deles e dos oficiais, de manter as minis bem geladinhas, e guardar bem o baralho de cartas. É natural que haja poucos para defender o próprio armamento...
O que quer dizer que Espanha nos pode invadir à vontade, que não vai haver ninguém para lutar no terreno. Se nem para guardar os quarteis são suficientes, como é que podem sair para lutar. :sh)
 
Que se pode esperar de um exercito de desde Alcacer Quibir que não ganha uma batalha

Faltaste muito às aulas de história.

Primeiro, porque a batalha de Alcácer Quibir foi uma estrondosa derrota.

Segundo, porque não faltaram batalhas ganhas entretanto (assim de repente, como mero exemplo, nas Invasões Napoleónicas).
 
Se bem me lembro, há uns 15 anos no dia da defesa nacional a palavra de ordem era "venham para o exercito, e se estudarem e ficarem oficiais trabalham X horas, ganham Y e o emprego é garantido​".
 
Pelos vistos cerca de metade são oficiais, desses uma boa percentagem anda entretida a lesar o estado, o resto brinca aos soldadinhos.
Os soldados rasos têm que tratar da messe deles e dos oficiais, de manter as minis bem geladinhas, e guardar bem o baralho de cartas. É natural que haja poucos para defender o próprio armamento...
O que quer dizer que Espanha nos pode invadir à vontade, que não vai haver ninguém para lutar no terreno. Se nem para guardar os quarteis são suficientes, como é que podem sair para lutar. :sh)

E ainda há quem seja a favor do serviço militar obrigatório.. [8b]
 
tenho alguns amigos que tiveram la 7 anos de servico militar. Nenhum tirou proveito ( acabar estudos, carta de pesados etc)....por assim dizer tiveram la 7 anos a cocar. Sai algumas vezes com um grupo de "militares" para o bairro alto. Alem das historias das minis a 50 centimos e brincadeiras entre eles, dei por mim a pensar que aqueles "homens" sao os que supostamente iriam defender o pais em caso de guerra. E o resultado esta ai.... um assalto historico
 
Temos de tratar bem os militares!
Porquê?
Para não haver uma guerra civil!
Provocada por quem?
Pelos próprios militares se se sentirem maltratados! [:p]
 
Faltaste muito às aulas de história.

Primeiro, porque a batalha de Alcácer Quibir foi uma estrondosa derrota.

Segundo, porque não faltaram batalhas ganhas entretanto (assim de repente, como mero exemplo, nas Invasões Napoleónicas).

As batalhas ocorridas contra os franceses foram ganhas pelos ingleses...mesmo as mais emblemáticas (Vimeiro, Roliça...), as forças portuguesas - que não chegavam aos 4 mil homens organizados em mílicias sob comando inglês - serviram para cavar trincheiras e carregar pedras para a defesa dos fortes...na batalha, foram 9 os militares portuguesas mortos, enquanto os ingleses tiveram 720 baixas, o que demonstra o grau de exposição aos combates. Os militares portugueses do "quadro" tinham-se refugiado no Brasil. Quando foi a a assinatura do armisticio, na Convenção de Sintra e que deu por fim à guerra peninsular, o documento foi assinado por ingleses e franceses, não havendo qualquer general portugues a assinar porque..não havia cá nenhum! Curiosamente, sempre que há um conflito, os "do quadro" nunca estão onde as coisas se complicam. Em La Lys, a maioria dos oficiais estava em Paris ou em Portugal, no que então se designava "ter ido a tratamento de águas para as termas!
 
Que se pode esperar de um exercito de desde Alcacer Quibir que não ganha uma batalha e que a maior derrota militar de sempre (La Lys, em França), na sequência de hábitos absolutamente cobardes por parte dos oficiais, é vista como um acto de heroísmo !!??

:sh):sh):sh):sh)

conseguiste errar nos dois, o primeiro foi derrota, o segundo vitória
 
As batalhas ocorridas contra os franceses foram ganhas pelos ingleses...mesmo as mais emblemáticas (Vimeiro, Roliça...), as forças portuguesas - que não chegavam aos 4 mil homens organizados em mílicias sob comando inglês - serviram para cavar trincheiras e carregar pedras para a defesa dos fortes...na batalha, foram 9 os militares portuguesas mortos, enquanto os ingleses tiveram 720 baixas, o que demonstra o grau de exposição aos combates. Os militares portugueses do "quadro" tinham-se refugiado no Brasil. Quando foi a a assinatura do armisticio, na Convenção de Sintra e que deu por fim à guerra peninsular, o documento foi assinado por ingleses e franceses, não havendo qualquer general portugues a assinar porque..não havia cá nenhum! Curiosamente, sempre que há um conflito, os "do quadro" nunca estão onde as coisas se complicam. Em La Lys, a maioria dos oficiais estava em Paris ou em Portugal, no que então se designava "ter ido a tratamento de águas para as termas!


A falta de homens foi sempre o problema de Portugal. Os próprios territórios ultramarinos eram vagamente conquistados e colonizados essencialmente junto à costa por falta de gente. Sim, durante a quarta dinastia intensificou-se a aliança com Inglaterra e, em troca de ajuda militar, celebraram-se acordos raramente favoráveis a Portugal como Methuen (os ingleses não vinham cá lutar porque eram gajos porreiros). Mas o desiquilíbrio de forças não era assim tão grande: aprox. 1/3 português e 2/3 britânico.

A batalha de La Lys é um exemplo paradigmático de como uns pobres soldados atirados para um conflito que não era deles foram, sob comando de outro exército, usados como carne para canhão. Um triste exemplo de desconsideração e de falta de respeito pela vida humana.
 
Faltaste muito às aulas de história.

Primeiro, porque a batalha de Alcácer Quibir foi uma estrondosa derrota.

Segundo, porque não faltaram batalhas ganhas entretanto (assim de repente, como mero exemplo, nas Invasões Napoleónicas).
Mas as napoleonicas foi com ajuda dos britânicos.
 
Sinceramente não sei como é que o povo acredita que material de guerra saiu através de um buraco de rede, principalmente as enormes quantidades roubadas.
Ou era um pelotão enorme e mesmo assim demoraram algum tempo ou então meia dúzia de gatos pingados que demoraram meio dia...

Como já foi dito aqui, o material já foi há muito tempo e na pior das hipóteses nunca esteve lá.
 
A falta de homens foi sempre o problema de Portugal. Os próprios territórios ultramarinos eram vagamente conquistados e colonizados essencialmente junto à costa por falta de gente. Sim, durante a quarta dinastia intensificou-se a aliança com Inglaterra e, em troca de ajuda militar, celebraram-se acordos raramente favoráveis a Portugal como Methuen (os ingleses não vinham cá lutar porque eram gajos porreiros). Mas o desiquilíbrio de forças não era assim tão grande: aprox. 1/3 português e 2/3 britânico.

A batalha de La Lys é um exemplo paradigmático de como uns pobres soldados atirados para um conflito que não era deles foram, sob comando de outro exército, usados como carne para canhão. Um triste exemplo de desconsideração e de falta de respeito pela vida humana.

O estarem sob comando inglês deu-se dias antes da Batalha de La Lys ( que não foi batalha, mas apenas um ataque a um sector....) e por imposição dos ingleses, fartos da incompetência dos oficiais portugueses. A dita batalha dá-se quando os ingleses exigem a retirada do CEP para serem substituídos por tropas inglesas..mas à boa maneira portuguesa, a retirada deu-se ANTES dos ingleses chegarem e sem qualquer organização ( não havia comando nacional no terreno...), tendo, literalmente, sido apanhados pelas costas. Naquele que foi um dos invernos mais frios na frente de batalha, o CEP não tinha roupas apropriadas e como ultimo recurso organizou-se uma campanha de doação de roupas para os soldados. Não será dificil imaginar os soldados a vestirem roupas de todas as cores e feitios, conforme podiam. O agasalho mais curioso foi mandado fazer pelo Exercito; um colete a 3/4, de lã de ovelha, branco, de tal modo que qualquer um que o vestisse ficava de facto parecido com uma ovelha, com os nós da lã do lado de fora...ainda hoje há um exemplar desses, num manequim, no Museu Militar em Lisboa..
 
Os soldados rasos têm que tratar da messe deles e dos oficiais, de manter as minis bem geladinhas, e guardar bem o baralho de cartas. É natural que haja poucos para defender o próprio armamento...
Ah bom, às vezes neste forum penso que sou o único que passou mesmo por lá [:D]

Não esquecer as ervinhas que há sempre para arrancar com fartura, ou as G3 que precisam de renovar a massa consistente para voltar para o armário mais meio ano.
 
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