rotações

hg80

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Boas foritas,

Expliquem-me uma coisa, que unidades está o conta rotações da imagem seguinte.

mittaristo.jpg


Em que intervalo deve estar esse indicador para tratar bem do meu bolinas?

Ouvi dizer que para tratar bem do carro, não ultrapassar os 2000 rpm, no 1.º Km e não andar a rotações altas ou muitas baixas.

Por exemplo, muitas vezes não me apetece colocar a 1.ª quando está quase parado e o indicador desce ao n.º 1.

Cumprimentos
 
Se for a versão a gasolina, poderás manter entre as 2500 a 3500.

Sendo versão a gasóleo, entre as 1750 a 2500.

Andará sensivelmente nestes valores.
 
Se o teu carro tem precisamente esse quadrante, o que deves ter em conta para saberes quando já podes puxar pela máquina é a temperatura do óleo. Quando o vires a subir (70-80-90ºC), já podes puxar pelas rotações, por exemplo, numa ultrapassagem ou em condução desportiva. Enquanto o óleo permanecer frio, evita passar das 3000rpm..

Em condução normal, diria que normalmente entre as 2000 e as 3500rpm dá para aliar bons consumos e baixo desgaste mecânico. Também tens que ter em atenção o declive do piso, não te ponhas a fazer subidas inclinadas às 2000rpm em 5ª com o pé a fundo ou mesmo a meio acelerador. Aí mais vale reduzir e seguir, por exemplo, às 2500 ou 3000rpm. Deves ir na mudança que te permite seguir com a menor pressão no acelerador [;)]
 
Boas foritas,

Expliquem-me uma coisa, que unidades está o conta rotações da imagem seguinte.

mittaristo.jpg


Em que intervalo deve estar esse indicador para tratar bem do meu bolinas?

Ouvi dizer que para tratar bem do carro, não ultrapassar os 2000 rpm, no 1.º Km e não andar a rotações altas ou muitas baixas.

Por exemplo, muitas vezes não me apetece colocar a 1.ª quando está quase parado e o indicador desce ao n.º 1.

Cumprimentos

Está em milhares. 1 são 1000 rpms, 2 são 2000 rpms e por aí em diante. Está lá bem visível a indicação X1000.
 
Se for a versão a gasolina, poderás manter entre as 2500 a 3500.
Sendo versão a gasóleo, entre as 1750 a 2500.
Andará sensivelmente nestes valores.
Boas nto,
É o Peugeot 206 hdi 1.4 gasóleo.
A rpm máxima para evitar desgate na máquina é 2500? Mas na 5.ª a 120 Km/h atinge +/- 3500. :eek:



Se o teu carro tem precisamente esse quadrante, o que deves ter em conta para saberes quando já podes puxar pela máquina é a temperatura do óleo. Quando o vires a subir (70-80-90ºC), já podes puxar pelas rotações, por exemplo, numa ultrapassagem ou em condução desportiva. Enquanto o óleo permanecer frio, evita passar das 3000rpm..

Em condução normal, diria que normalmente entre as 2000 e as 3500rpm dá para aliar bons consumos e baixo desgaste mecânico. Também tens que ter em atenção o declive do piso, não te ponhas a fazer subidas inclinadas às 2000rpm em 5ª com o pé a fundo ou mesmo a meio acelerador. Aí mais vale reduzir e seguir, por exemplo, às 2500 ou 3000rpm. Deves ir na mudança que te permite seguir com a menor pressão no acelerador [;)]
Boas LuisMiguel, as tuas dicas parecem ser sensatas.



Está em milhares. 1 são 1000 rpms, 2 são 2000 rpms e por aí em diante. Está lá bem visível a indicação X1000.
Obrigado edununo, não tinha reparado. Até pensei que estivesse noutras unidades.
 
Última edição:
A margem que eu te indiquei, é para uma utilização em que a prioridade são os consumos.

Se de facto a 120km/h já vais a 3500rpm, não será por isso que o motor irá "morrer".

Mas um motor diesel que trabalhe ao longo da sua vida num regime às 4000rpm, certamente que estará mais cansado que um motor que circulou às 2500rpm.
 
A margem que eu te indiquei, é para uma utilização em que a prioridade são os consumos.

Se de facto a 120km/h já vais a 3500rpm, não será por isso que o motor irá "morrer".

Mas um motor diesel que trabalhe ao longo da sua vida num regime às 4000rpm, certamente que estará mais cansado que um motor que circulou às 2500rpm.

Obrigado nto, era uma dúvida que pairava na minha cabeça.
 
A margem que eu te indiquei, é para uma utilização em que a prioridade são os consumos.

Se de facto a 120km/h já vais a 3500rpm, não será por isso que o motor irá "morrer".

Mas um motor diesel que trabalhe ao longo da sua vida num regime às 4000rpm, certamente que estará mais cansado que um motor que circulou às 2500rpm.
Boas!
Bem, tens a certeza que esse quadrante é de um 1.4HDI????
Não me parece que seja!!
Nunca vi um diesel a ter o red line as 7 mil e tal rotações!!!
Muito menos um 1.4!!!
Esse quadrante não pode ser de um diesel!
Um abraço
 
Vamos lá a ver, não há receita mágica para estas coisas, é preciso é compreender como funciona um motor.

Os engenheiros quando constroem um motor, determinam-lhe limites, para que ele dure aquilo que o dono espera (muito tempo). Ora as rotações por minuto (rpm) são um desses parâmetros. Os engenheiros podem determinar, por exemplo, que um motor A pode fazer, no máximo, 6000rpm, pois daí para a frente não conseguem garantir a fiabilidade do motor. E então lançam o motor limitado a essas rotações máximas (a electrónica permite fazer isto hoje em dia).

Mas isto não quer dizer que possamos usar o motor sempre nesse limite de 6000rpm. Os engenheiros usam perfis de condução tipicos, ou seja, calculam que um condutor médio pode, no caso pior, usar o motor até às 6000rpm 20% da vida útil do carro. Ou seja, as 6000rpm são definidas tendo em conta este perfil.

É óbvio que se um condutor se desviar deste perfil tipico (que já será agressivo q.b.) em demasia, o motor terá maior probabilidade de ter problemas. E se o fizer não tendo em conta que o motor deverá estar quente (fluidos como água e óleo) antes de o usar a 100%, os problemas podem surgir ainda mais cedo.

Resumindo, desde que se tome cuidado em deixar a mecânica aquecer, pode-se ocasionalmente levar o motor ao limite que está imposto pelo fabricante, mas sem fazer disso regra. Para uma condução económica, deve-se "sentir" o motor, procurar usar sempre a mudança mais alta possível, mas sem deixar o motor em "esforço" (isto é algo que se sente com a prática).
 
Vamos lá a ver, não há receita mágica para estas coisas, é preciso é compreender como funciona um motor.

Os engenheiros quando constroem um motor, determinam-lhe limites, para que ele dure aquilo que o dono espera (muito tempo). Ora as rotações por minuto (rpm) são um desses parâmetros. Os engenheiros podem determinar, por exemplo, que um motor A pode fazer, no máximo, 6000rpm, pois daí para a frente não conseguem garantir a fiabilidade do motor. E então lançam o motor limitado a essas rotações máximas (a electrónica permite fazer isto hoje em dia).

Mas isto não quer dizer que possamos usar o motor sempre nesse limite de 6000rpm. Os engenheiros usam perfis de condução tipicos, ou seja, calculam que um condutor médio pode, no caso pior, usar o motor até às 6000rpm 20% da vida útil do carro. Ou seja, as 6000rpm são definidas tendo em conta este perfil.

É óbvio que se um condutor se desviar deste perfil tipico (que já será agressivo q.b.) em demasia, o motor terá maior probabilidade de ter problemas. E se o fizer não tendo em conta que o motor deverá estar quente (fluidos como água e óleo) antes de o usar a 100%, os problemas podem surgir ainda mais cedo.

Resumindo, desde que se tome cuidado em deixar a mecânica aquecer, pode-se ocasionalmente levar o motor ao limite que está imposto pelo fabricante, mas sem fazer disso regra. Para uma condução económica, deve-se "sentir" o motor, procurar usar sempre a mudança mais alta possível, mas sem deixar o motor em "esforço" (isto é algo que se sente com a prática).
Concordo a 200%[;)]
Um carro que ande em rotações medias, dura sempre mais que um motor que ande sempre perto do redline!
Isto claro partindo do principio que ambos os carros levam bons oleos!
 
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