Não é uma regra ou facto para qualquer reprogramação, mas em carros de baixa cilindrada é bem provável que tenhas ganhos de performances e consumos.
Um case study concreto disso que, a meu conhecimento, 100% dos casos resultaram em descidas significativas de consumo, é o Toyota Auris. O meu está de origem, mas os que conheço reprogramados, baixaram os consumos reais, em circunstâncias iguais às anteriores, entre 0.5 a 1 litro aos 100kms (e não estamos a falar de consumos de CB). Isto pode soar surreal mas não é, e tem uma razão lógica de ser assim. De origem, este carro obriga a um certo esforço em determinadas situações para desenvolver. Com o aumento da potência e consequente aumento do trabalho do turbo, é natural que o consumo diminua, porque o esforço aparente do motor diminui.
Se isto é fiável como o motor de origem, duvido, contudo, discordo quando referes:
Quando mandam uma coisa cá para fora é testada e aprovada em determinadas condições, geralmente adaptadas a vários países, vários climas... Quando lançam o mesmo bloco com maior potência não se limitam a reprogramar as centralinas (é raro um aumento de potência que seja só uma repro em carros de origem).
Até acredito que exista alguma hipótese de redução, também não meto os fabricantes num pedestal, mas a tua afirmação (sublinhada) não faz qualquer sentido, esforço ??? um motor não interpreta esforço, ele não sabe o que é, isso é um sentimento que só os seres vivos têm, pode ter outra explicação agora essa não o é de certeza. A única coisa que lhe dá potência (sem alterações mecânicas) é mesmo o combustivel, poderão existir outras variáveis para optimização dentro da centralina, mas essas meu caro já foram muito bem exploradas, portanto para teres mais potência obriga de facto a mais combustivel, tal como o turbo, mais ar mais combustivel isso são facto que nem vale a pena discutir. O turbo não serve para ter menor consumo, serve para tirar mais potência num motor mais pequeno, e também outras curvas de binário.