repro de qualidade?

Não entrando em picardias, deixo aqui a minha opinião.

Uma repro acarreta sempre alguns efeitos secundários, desde maior poluição (que mesmo nas situações onde não se veja fumo adicional estão lá mais alguns compostos) e também uma redução da fiabilidade (que será proporcional não só à reprogramação em si como à forma como o carro é usado).

Porque é que os fabricantes mudam diversos componentes para aumentar 20 cavalos num carro de 150?

- Fiabilidade e poluição.

Este 1.9 TDI de 130cv hoje nem poderia existir de origem (sem alterações), porque as normas actuais não o permitiriam.
Este motor em particular é um daqueles diesel que mesmo de origem gosta de dar "um fumo da sua graça" em determinadas situações, que podem ser apenas mudanças de caixa sem grandes acelerações.
Sem mexer em hardware, duvido que uma FAP se desse bem com ele (se a VAG tivesse tentado cumprir normas actuais com este motor).
Mas exemplos destes não faltam.

Quanto à fiabilidade, convém não esquecer que para além dos diversos locais do planeta onde este carro se vende (variando de forma gigantesca as temperaturas, humidade, etc), existe ainda a preocupação de deixar o carro mais "à prova de brutos" possível.
Se há pessoas muito cuidadosas com os carros e que têm noção do que é um motor e respeitam os períodos de aquecimento/arrefecimento, manutenção correcta (etc), há quem seja exactamente o oposto, e convém que o carro esteja o mais "protegido" possível contra este tipo de coisas.

Depois ainda existem outros pontos a considerar, como variações do que a própria lei permite.
Em Portugal (como na maioria dos Países), alguém que faça auto-estrada com frequência a 180 km/h habilita-se a ficar um ano a andar de transportes públicos. A nossa lei diz que o máximo é 120 km/h, e mesmo não sendo cumprida pela maioria dos condutores, os que fazem tiradas frequentes a fundo em AE são muito poucos (independentemente do que digam que fazem).

No entanto, na Alemanha é perfeitamente legal em algumas AE andar completamente a fundo (falando de imensos km), e o carro tem de aguentar fazer isso todos os dias se for necessário.

Tirando o caso dos street-racers (e primos), quem tem o carro reprogramado quer uma potência extra para situações ocasionais, pois na maior parte do tempo andam abaixo do que o carro já daria como máximo (acelerações incluídas), logo não estão a "utilizar" a repro, pelo menos em termos de pressões máximas de turbo e binários/potencia acrescidos.

Já houve casos em que marcas actualizaram um motor só com software (bmw 745d), embora isso seja muito pouco frequente.
No entanto, arriscaria dizer que neste caso (em que passaram de 300 para 330cv e actualizaram os "antigos") não será muito provável que o condutor de um série 7 vá utilizar esses 30cv adicionais com frequência, até porque os 300cv anteriores já o faziam esbarrar no limitador dos 250 km/h, logo eliminando a questão que mencionei de AE anteriormente.

Existe aqui algo que tem de ser observado, e que é a potência original do carro.
Se tivermos um carro com 65cv e o reprogramarmos, é fácil andarmos sempre a usar a potência extra, pois 65cv é uma potência que se usa com facilidade.
Quanto mais potente o carro for de origem, menos utilidade se dá à repro numa base diária, ficando só o "toque" adicional para fazer o gosto ao pé de vez em quando.

Depois a questão do que prejudica na fiabilidade tem de ser avaliada num contexto mais global.
Se imaginarmos um taxi que ao fim de poucos anos está com 1.200.000 km, se a repro retirar 20% (número aleatório) de km ao bloco, significa que aos 960.000 km estaria deitado. Isto seria um custo real.

Mas na maior parte dos casos, os carros não farão na sua vida nem 500.000 km, porque são feitos em muitos mais anos e chega a uma altura em que o dono está farto do mesmo carro, os interiores estão velhos e gastos, a chapa cheia de mossas e uns toques de corrosão aqui e ali, mais uma mão cheia de problemas eléctricos (e mecânicos) que vão surgindo, e o carro vai para a sucata, até porque possivelmente tem uma ou duas avarias que valem mais do que o carro inteiro.

São algumas perspectivas que devem ser analisadas.


apr:)apr:)

Duvido que alguém com 2 dedos de testa ainda tenha dúvidas sobre este assunto..
 
Dá-me um carro reprogramado para as mãos e vamos ver quanto tempo dura[:)]

Ok, basta linear-te o binário em todo o regime, baixar o overboost e fechar a borboleta da EGR.

Mais depressa partes um de origem do que com esta reprogramação.

acredito se na reprogramação lhe teres reduzido a carga no regime de acelerador que usas normalmente no dia-a-dia

Não é preciso, basta mudar os valores que disse em cima, e até pode levar um pouco de potência em altas.
 
..o que eu tenho haver se te custou algum centimo ou nao, metes-te repro e agora andas 140klm/h essa é boa, ficas-te pra historia dos tristes... não precisas de responder ao que eu digo, porque vindo de ti só sai tristeza e as tristezas nao pagam dividas..

custa a muita gente a opinião diferente dos outros como no meu caso.. vão logo discurdar, mas eu não me interessa se estao de acordo ou nao.... enfim! e depois nao respondem ao que verdadeiramente eu tou dizer, fogem do assunto dizendo que pareço uma criança, a fugir á conversa...
[8b][:)]


se queres ter a tua opinião, respeita a dos outros [;)] pois o user ainda te deu resposta....................e não tenho carros com repro [;)] apenas respeito a opinião de quem o faça
 
Ok, basta linear-te o binário em todo o regime, baixar o overboost e fechar a borboleta da EGR.

Mais depressa partes um de origem do que com esta reprogramação.



Não é preciso, basta mudar os valores que disse em cima, e até pode levar um pouco de potência em altas.

Os engenheiros e profissionais que testam os carros são mesmo uns burros e incompetentes, então não é que um manel gt ali da esquina com uma repro mete os carros a durar mais do que eles?!:sh)
 
Não entrando em picardias, deixo aqui a minha opinião.

Uma repro acarreta sempre alguns efeitos secundários, desde maior poluição (que mesmo nas situações onde não se veja fumo adicional estão lá mais alguns compostos) e também uma redução da fiabilidade (que será proporcional não só à reprogramação em si como à forma como o carro é usado).

Porque é que os fabricantes mudam diversos componentes para aumentar 20 cavalos num carro de 150?

- Fiabilidade e poluição.

Este 1.9 TDI de 130cv hoje nem poderia existir de origem (sem alterações), porque as normas actuais não o permitiriam.
Este motor em particular é um daqueles diesel que mesmo de origem gosta de dar "um fumo da sua graça" em determinadas situações, que podem ser apenas mudanças de caixa sem grandes acelerações.
Sem mexer em hardware, duvido que uma FAP se desse bem com ele (se a VAG tivesse tentado cumprir normas actuais com este motor).
Mas exemplos destes não faltam.

Quanto à fiabilidade, convém não esquecer que para além dos diversos locais do planeta onde este carro se vende (variando de forma gigantesca as temperaturas, humidade, etc), existe ainda a preocupação de deixar o carro mais "à prova de brutos" possível.
Se há pessoas muito cuidadosas com os carros e que têm noção do que é um motor e respeitam os períodos de aquecimento/arrefecimento, manutenção correcta (etc), há quem seja exactamente o oposto, e convém que o carro esteja o mais "protegido" possível contra este tipo de coisas.

Depois ainda existem outros pontos a considerar, como variações do que a própria lei permite.
Em Portugal (como na maioria dos Países), alguém que faça auto-estrada com frequência a 180 km/h habilita-se a ficar um ano a andar de transportes públicos. A nossa lei diz que o máximo é 120 km/h, e mesmo não sendo cumprida pela maioria dos condutores, os que fazem tiradas frequentes a fundo em AE são muito poucos (independentemente do que digam que fazem).

No entanto, na Alemanha é perfeitamente legal em algumas AE andar completamente a fundo (falando de imensos km), e o carro tem de aguentar fazer isso todos os dias se for necessário.

Tirando o caso dos street-racers (e primos), quem tem o carro reprogramado quer uma potência extra para situações ocasionais, pois na maior parte do tempo andam abaixo do que o carro já daria como máximo (acelerações incluídas), logo não estão a "utilizar" a repro, pelo menos em termos de pressões máximas de turbo e binários/potencia acrescidos.

Já houve casos em que marcas actualizaram um motor só com software (bmw 745d), embora isso seja muito pouco frequente.
No entanto, arriscaria dizer que neste caso (em que passaram de 300 para 330cv e actualizaram os "antigos") não será muito provável que o condutor de um série 7 vá utilizar esses 30cv adicionais com frequência, até porque os 300cv anteriores já o faziam esbarrar no limitador dos 250 km/h, logo eliminando a questão que mencionei de AE anteriormente.

Existe aqui algo que tem de ser observado, e que é a potência original do carro.
Se tivermos um carro com 65cv e o reprogramarmos, é fácil andarmos sempre a usar a potência extra, pois 65cv é uma potência que se usa com facilidade.
Quanto mais potente o carro for de origem, menos utilidade se dá à repro numa base diária, ficando só o "toque" adicional para fazer o gosto ao pé de vez em quando.

Depois a questão do que prejudica na fiabilidade tem de ser avaliada num contexto mais global.
Se imaginarmos um taxi que ao fim de poucos anos está com 1.200.000 km, se a repro retirar 20% (número aleatório) de km ao bloco, significa que aos 960.000 km estaria deitado. Isto seria um custo real.

Mas na maior parte dos casos, os carros não farão na sua vida nem 500.000 km, porque são feitos em muitos mais anos e chega a uma altura em que o dono está farto do mesmo carro, os interiores estão velhos e gastos, a chapa cheia de mossas e uns toques de corrosão aqui e ali, mais uma mão cheia de problemas eléctricos (e mecânicos) que vão surgindo, e o carro vai para a sucata, até porque possivelmente tem uma ou duas avarias que valem mais do que o carro inteiro.

São algumas perspectivas que devem ser analisadas.

RCA, o que tu dizes faz sentido de uma maneira mas a partir do momento em que os carros de origem, mesmo com essas tolerâncias todas e factores de segurança elevados começam a dar problemas mesmo sem que sejam mal tratados, vai por água abaixo. Um carro hoje em dia é feito para durar cerca de 300 000km, depende das marcas, só não fazem esses km's se começarem a dar problemas ou tiverem alguma manutenção acrescida e que leva os donos a despacharem-se deles prematuramente.
 
Quando se tem palas nos olhos é complicado ver o que quer que seja... quem ainda n percebeu o que se está aqui a discutir, das duas uma... ou é mm ignorante, ou anda só para aqui a reinar... o que era dispensavel. O rca33 foi bastante explicito... n é preciso dizer mais nd.

Cumps
 
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