Renault Twizy - production model

Las ventas del Renault Twizy en caída libre


Después de un primer año de comercialización correcto en términos de ventas, vemos que en 2013, elRenault Twizy (el pequeño eléctrico fabricado en Valladolid) no pasa por su mejor momento en el mercado europeo.

En los ocho primeros meses de 2013, Renault ha vendido tan sólo 2.192 unidades del Twizy en todo el mundo. El año pasado, en el mismo periodo de tiempo se habían colocado cerca de 7.500 unidades. Lo que representa una bajada global del 70,75%.

En Francia se han 430 Twizy desde el 1 de enero al 31 de agosto de 2013. En 2012, en los ocho primeros meses fueron 1.803 los Twizy matriculados. En España, la situación es aún más elocuente. En septiembre de 2012 se habían vendido más de 800 Twizy, mientras que en lo que va de 2013 se han vendido 54 unidades.

Después de unos 20 meses en el mercado, el aspecto lúdico, desenfadado y original del Twizy no han sido suficientes para mantenerlo en el mercado. A las dificultades habituales a la hora de vender un coche eléctrico (cambio de mentalidad, infraestructuras, autonomía, etc) se le añade una falta de comunicación sobre el coche.

Es un automóvil, de un tipo único en el mercado, además, que necesita apoyarse en una fuerte campaña de comunicación y de publicidad. ¿Alguien se acuerda todavía que David Guetta "nos lo vendía" en el anuncio de televisión? Pues pasa lo mismo con el propio coche.

in es.autoblog

Fiquei impressionado com as vendas desta criatura cheia de compromissos. O facto de grosso das vendas serem para empresas, revela mais o potencial promocional para determinado negócio de ter um Twizy, do que propriamente o validar da solução apresentada pela Renault. E parece que as vendas reflectem isso.
O boom inicial foi-se... O ano passado foi, se não estou em erro, o veículo eléctrico mais vendido do continente europeu, o que não deixa de ser surpreendente.

Para garantir sustentabilidade da coisa, terão de dar o passo de tornar o Twizy, ou melhor, o seu sucessor, mais prático e usável. De modo a que possa ser realmente uma alternativa ao automóvel, sobretudo nos trajectos diários casa-trabalho-casa.

O que poderá implicar que o Twizy perca o estatuto legal de quadriciclo e seja desenvolvido a pensar numa homologação como automóvel, o que permitirá explorar melhor o potencial do conceito, mas implicará também um nivel de investimento bastante superior ao que deve ter tido nesta geração.

Esperemos é que a queda acentuada das vendas não faça com que a Renault tenha pés frios e não crie um sucessor após o fim da carreira comercial do actual.
 
Quem irá gastar dinheiro num "carro" para depois arriscar-se a apanhar chuva? Ok, estou a exagerar um pouco, mas é o que vejo, quando olho para o Twizzy.

Tem a vantagem de ter um preço bastante baixo para veículo eléctrico, mas é realmente visto mais como um FunCar que um utilitário...
 
Quem irá gastar dinheiro num "carro" para depois arriscar-se a apanhar chuva? Ok, estou a exagerar um pouco, mas é o que vejo, quando olho para o Twizzy.

Tem a vantagem de ter um preço bastante baixo para veículo eléctrico, mas é realmente visto mais como um FunCar que um utilitário...

Eu diria que é um daqueles carrinhos do Toys"r"us...
 
Renault.. alterem o raio das portas, ninguém quer andar à chuva no inverno e acabem com o aluguer das baterias.. não faz sentido nenhum!!
Aí sim.. vão ver uns quantos nas estradas!
Não sei que raio de cabecinha não pensou em fazer o carro com portas completas.. ou então não querem produzir/vender em larga escala!

PS: já há soluções para as portas totais na net, no entanto são um pouco manhosas..
 
Eles já arranjaram uma solução para a chuva é um painel de plastico para por em cima da portinhola,e isso da bateria não acontesse só com o twizy.Outras marcas tb fazem isso.
 
Nem nas vias rapidas se pode andar...chuva nos olhos... sem sofagem...sem mala...pneus super finos.... aluguer de baterias...

Tou admirado é que se tenha vendido algum.
 
Também não me surpreende esta queda. Penso que atrás neste tópico já tinha previsto um fim pouco risonho para este modelo.

As desvantagens são maiores do que vantagens na hora da compra, e o fim dele está à vista.

Espero que a Renault o repense como veículo automóvel citadino de baixo custo, e sem aluguer de baterias, mas eventualmente com essa opção ou com preços para um prolongamento da garantia das baterias.
 
Pois, e até pensei comprar um, mas o aluguer estupidamente alto das baterias, fez-me trocar pelo peugeot 107.
Eu não gasto 50€ de gasolina por mês!
 
Acho o Twizy muito giro e até considerava comprar um para vir trabalhar todos os dias, no entanto tem vários problemas:


1º e mais grave: não tem janelas.. ou seja, não tem segurança e ainda por cima só se pode utilizar no verão e apenas nos dias em que não chove. [8b]
2º Não pode passar a Ponte 25 Abril (ou outra) - Para aliviar o trânsito/parqueamento em Lisboa seria um caso sério a pensar..
3ª Aluguer de baterias a 50 Eur. por mês? Não faz sentido.. são caras? Solução: Mass Production!
4º Aumentar os atuais 100km para pelo menos 300km (é possível.. e até mais autonomia, tomem o exemplo da Tesla)

Talvez o Twizy II venha colmatar as falhas que apontei.. :sh)
 
Acho o Twizy muito giro e até considerava comprar um para vir trabalhar todos os dias, no entanto tem vários problemas:


1º e mais grave: não tem janelas.. ou seja, não tem segurança e ainda por cima só se pode utilizar no verão e apenas nos dias em que não chove. [8b]
2º Não pode passar a Ponte 25 Abril (ou outra) - Para aliviar o trânsito/parqueamento em Lisboa seria um caso sério a pensar..
3ª Aluguer de baterias a 50 Eur. por mês? Não faz sentido.. são caras? Solução: Mass Production!
4º Aumentar os atuais 100km para pelo menos 300km (é possível.. e até mais autonomia, tomem o exemplo da Tesla)

Talvez o Twizy II venha colmatar as falhas que apontei.. :sh)

Nem mais ..., resolver estes problemas e propo-los a um preço aceitavel para o nicho em que estão inseridos. Sem isto também penso que não passam de um brinquedo para malta de posses.
 
Acho o Twizy muito giro e até considerava comprar um para vir trabalhar todos os dias, no entanto tem vários problemas:


1º e mais grave: não tem janelas.. ou seja, não tem segurança e ainda por cima só se pode utilizar no verão e apenas nos dias em que não chove. [8b]
2º Não pode passar a Ponte 25 Abril (ou outra) - Para aliviar o trânsito/parqueamento em Lisboa seria um caso sério a pensar..
3ª Aluguer de baterias a 50 Eur. por mês? Não faz sentido.. são caras? Solução: Mass Production!
4º Aumentar os atuais 100km para pelo menos 300km (é possível.. e até mais autonomia, tomem o exemplo da Tesla)

Talvez o Twizy II venha colmatar as falhas que apontei.. :sh)

Nem me lembrei que é um quadriciclo e que está impedido de circular em AE e vias rápidas. :sh)

A juntar todos as outras desvantagens, estava-se mesmo a ver o fim...
 
E pagas à parte .... . Mas alguém que quer um carro, compra uma solução martelada e paga como adicional?

Mesmo! Se corrigissem os defeitos que toda a gente aqui diz (e qualquer pessoa com bom senso os aponta), mesmo que o preço aumentasse um pouco tinha muito mais sucesso! E tinha de deixar de ser quadriciclo claro.
 
El desastre comercial del Twizy



Sinceramente, comenzaré este reportaje haciendo un alegato en favor del Twizy. Me parece un vehículo extremadamente interesante para ciertos colectivos de usuarios. Eléctrico, ágil y mucho más seguro que una motocicleta, además no es caro, es divertido de conducir, y dado que está centrado en un uso urbano, su autonomía no representa problema alguno.

Se me ocurre que es el vehículo ideal para ir al trabajo en grandes urbes, o para ir a la universidad, sin apenas gastar en energía. Sí, tiene sus pegas, como la protección ante las inclemencias meteorológicas, que aunque resulta mejor que la que da un scooter, no deja de ser casi testimonial. Pero probablemente sus mayores problemas comerciales tengan que ver con un mercado que todavía no está preparado para comprar inventos eléctricos que solucionen la movilidad urbana sostenible.

El caso es que con tarifas desde los 7.220€, efectivamente resulta más caro que un scooter, pero tampoco parece extremadamente caro, más teniendo en cuenta que se puede conducir sin carnet B si se adquiere la versión "45" limitada.

La cuestión es, ¿está funcionando comercialmente el Twizy? ¿está cumpliendo objetivos? Y la respuesta no sólo es un no, sino que además se trata de un desastre en toda regla para Renault.

Cuando se montó la factoría del Twizy (ayuda estatal mediante), se dimensionó para responder a una demanda de hasta 20.000 unidades anuales en el pico de la vida comercial del Twizy. ¿Sabes cuántas unidades se vendieron en 2014 en todo el planeta de este cuadriciclo eléctrico? menos de 2.400.

No es un caso aislado. En 2013 2.999 unidades las que se comercializaron, y sólo el primer año comercial completo del modelo, 2012, ofreció algo más de positivismo: 9.015 unidades.

Siguiendo las curvas comerciales típicas de cualquier modelo, 2013 debería haber sido el año punta comercial, superando las cifras de 2012, y estos 2013 y 2014 deberían haber marcado la tendencia consolidada a la baja antes de que Renault se planteara comenzar a trabajar en la siguiente generación.

Lo que ocurre es que, atendiendo a la demanda que está teniendo el modelo, Renault está afrontando un 10% de la demanda prevista para su cuadriciclo eléctrico, en una nueva demostración de que el despegue de venta de eléctricos está lejos de producirse al ritmo que esperaban los franceses.

¿Y ahora qué? La verdad es que el futuro del Twizy se presenta negro. La marca, tras gastar una ingente cantidad de dinero en promoción en el inicio de la vida del producto (con resultados positivos) parece haber abandonado por completo a su suerte al Twizy, que ya no recibe anuncios ni empujones de ningún tipo.

¿Recibirá, como acostumbra Renault con sus pifias (Avantime, Wind) una eutanasia anticipada? No lo parece, menos teniendo en cuenta que la factoría en la que se ensambla (Valladolid) recibió dinero público para que el coche se produjera ahí. Otro tema completamente distinto es si tendrá sucesión directa.

¿Nacido antes de tiempo? Puede ser, aunque al Twizy no le habrían venido mal unas puertas completas para ciertos mercados en cuyas ciudades llueve a menudo, aunque claro, eso habría implicado también el desarrollo de un sistema HVAC de acondicionamiento de aire...
 
Ter sido homolgado como moto4, a mensalidade e a falta de portas, foram os seus 3 grandes defeitos!

É a Ranhõ rever estes itens e penso que teria carro pelo menos para revalizar com o smart ED !
 
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