Os PHEV são o que faz mais sentido a nível de escolha individual hoje, amanhã pode ser diferente, e espero que o seja para deixar os combustíveis poluentes na prateleira do museu.
O que tem os "incentivos" a nível global mudam na velocidade de carregamento dos eléctricos?
A industria automóvel é subsidio-dependente? BMW, Mercedes, Audi, Renault, por aí fora? Mesmo que seja, o consumidor é que dita onde usa o seu dinheiro, e será onde fizer sentido individualmente, não o que a UE diz ou deixa de dizer. Se por aí fosse, a mando de um desses gabinetes qq no Luxemburgo, o consumidor em Portugal comprava carros movidos a GNC (gás natural), mas só sei da existência de um modelo à venda e um local de carregamento na região de Lisboa por exemplo. Não é realista.
Acredito que a transição em Portugal só entre em velocidade de cruzeiro com a diminuição dos tempos de carregamento dos carros. Mas como os principais fabricantes são oriundos de países com distribuição territorial muito mais dispersa, e nos EUA onde as vivendas nos subúrbios com espaço de garagem são as mais procuradas, e os centros das cidades servem apenas para trabalhar, pode não estar para breve os carregamentos rápidos no mercado pois lá podem carregar em casa e não precisam tanto desta rapidez.
Como a população portuguesa está toda concentrada nas cidades do litoral, com edifícios centenários, muitos sem elevador sequer, quanto mais estacionamento, e a nova construção do pouco que tenho visto é apenas milionária, acabamos por estar maioritariamente sujeitos ao que existe e consequentemente a carregadores no exterior. Parece-me a mim
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