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o price target na Europa estará nos 60.000€ e so lhe vejo esses 4 concorrentes (possivelmente o 370z).
sem duvida o Cayman e TT, mas os argumentos deverão ser demonstrados fora do papel, as marcas francesas sempre se apoiaram sobre um forte marketing e no final o produto so cumpria metade do prometido, o Rcz é o exemplo disso.
4c e Lotus Exige, a forte personalidade desses carros reduz-lhes a polivalência, quem compra ja sabe para o que vai, mas as evoluções do Alpine poderão ser uma ameaça.
muito promissor no papel,
a Renault demonstrou que é capaz de aprumar as ligações ao solo sem descurrar o conforto, dá a impressão que quer abater todos os argumentos da concorrência com um so produto que reune , imagem, motor, ligeireza, conforto e exclusividade. mas não será demasiado ambicioso?
o posicionamento até faz sentido e é audacioso, mas a Renault não tem propriamente margem para falhar e o tempo que esta a levar a sair o carro para o mercado mostra isso. de tanto prometer pode ser que perde o interesse, até que não se espera que traga novos clientes para este segmento, tem mesmo que entrar com sérios argumentos.
Por acaso não percebo a ausência de marcas francesas do segmento premium. França é um país tão associado a luxo e elegância e os seus grupos automóveis nunca aproveitaram essa percepção.
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Por acaso não percebo a ausência de marcas francesas do segmento premium. França é um país tão associado a luxo e elegância e os seus grupos automóveis nunca aproveitaram essa percepção.
Por acaso não percebo a ausência de marcas francesas do segmento premium. França é um país tão associado a luxo e elegância e os seus grupos automóveis nunca aproveitaram essa percepção.
Eu acho é que tu tens de estudar mais um pouco a industria automóvel Francesa...
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Marketing todas as marcas usam e abusam. Existe uma certa tendência para desvalorizar os carros franceses principalmente nestes segmentos altos porque eles não têm marcas de luxo mas os carros desportivos deles (hot hatch) são do melhor que há nas suas categorias, eles preferem investir na competição onde se fartam de vencer do que investir no desenvolvimento de carros desportivos de estrada mas começam finalmente a investir em carros desportivos de estrada a sério e com todo o savoir-faire que eles têm neste domínio têm tudo para serem excelentes carros.
Eu acho é que tu tens de estudar mais um pouco a industria automóvel Francesa...
a seguir a segunda guerra mundial, as grandes marcas francesas tipo a talbot, bugatti, delage e delahaye estavam condenadas por não ter feito evoluir os seus produtos. não havia fundosmais , nem o governo se esforçou para suportar essas marcas, quando ja as marcas populares estavam a sufocar.
nos anos 70 houve a tentaviva de lançar o monica, mas esse carro teve a infelicidade de ser lançado em plena crise petrolifera.
so tenho pena da matra![]()
Por acaso não percebo a ausência de marcas francesas do segmento premium. França é um país tão associado a luxo e elegância e os seus grupos automóveis nunca aproveitaram essa percepção.
Se falarmos no pós-WW2 a partir do qual se definiu o posicionamento que a maior parte das marcas ainda hoje têm, a Citroen até aos anos 60-70, gozava de uma percepção de luxo e elegância junto do consumidor.
Mas sempre faltou o aprumo qualitativo e durabilidade, características que as diversas marcas francesas nunca tiveram como prioridade e que são indispensáveis ao segmento premium. Sempre sobrevalorizaram o fazer diferente ou o joi de vivre em detrimento da robusteza mecânica ou da própria carroçaria.
E a saída do mercado americano não ajudou nada porque não tinham onde escoar produtos de elevado valor.
Até ao momento os únicos representes do premium alternativo à solução alemã óbvia têm sido os suecos (Volvo) e, mais recentemente, a Jaguar/Land Rover. A DS é a primeira tentativa de exactamente procurar trazer o apelo do luxo à francesa ao automóvel (indo buscar muito ao património da relojoaria e padrões da alta costura e luxo de marcas como LVMH) mas, até ao momento, falhou nesse propósito com o seu único produto original (DS5). Vamos se o DS7 crossback começa a mudar mas duvido.
Na prática o que as últimas décadas nos mostraram: não há ninguém que faça tão bem carros pequenos como os franceses e não há ninguém que faça tão bem carros maiores como os alemães.
Se falarmos no pós-WW2 a partir do qual se definiu o posicionamento que a maior parte das marcas ainda hoje têm, a Citroen até aos anos 60-70, gozava de uma percepção de luxo e elegância junto do consumidor.
Mas sempre faltou o aprumo qualitativo e durabilidade, características que as diversas marcas francesas nunca tiveram como prioridade e que são indispensáveis ao segmento premium. Sempre sobrevalorizaram o fazer diferente ou o joi de vivre em detrimento da robusteza mecânica ou da própria carroçaria.
Nem mais. E se formos a ver, do outro lado do Reno aconteceu o mesmo. Quantas marcas não desapareceram ou foram aglutinadas? A única que praticamente passou incólume foi a MB.
O problema destas marcas é que não souberam ao longo de muitos anos oferecer produtos com aprumo qualitativo comparativamente à concorrência alemã. E a falta de imagem vem daí, é uma consequência e não uma causa como dás a entender...