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Apetece dizer... aumentar salários só quando o Inferno congelar.
Será que nos (Portugal)podemos inserir nalguma dessas tabelas?
Eu sou a prova que isso nem sempre é verdade. Estou na mesma empresa há vários anos e com bons aumentos.
É alias um dos grandes problemas deste país: a falta de mobilidade das pessoas que tendem a agarrar-se a lugar com boas condições salariais. Tudo por causa dum legislação que não favorece o crescimento e a competitividade...
Que alterações propunhas?
Claro que sim, existem empresas com políticas espectaculares de RHs, aumentos anuais etc etc. Se bem que eu acho, que essas empresas tendem a congelar no tempo criando altas barreiras à entrada e evolução dos novos quadros e à inovação no geral. ( no caso de não serem monopolistas)
Afinal quem sai dum empresa como essa? Só alguém muito especial ( bom) ou muito aventureiro. Pessoas "normais" que ficam não fazem a diferença para que uma empresa consiga crescer a uma % superior à da média do sector. Como se costuma dizer: aguentam os cavalos.
Tem de haver um equilíbrio de modo a que a empresa tb se consiga livrar dos menos competentes e admitir cabeças pensantes novas.
É alias um dos grandes problemas deste país: a falta de mobilidade das pessoas que tendem a agarrar-se a lugar com boas condições salariais. Tudo por causa dum legislação que não favorece o crescimento e a competitividade...
Repara que o crescimento e competitividade não estão dependentes de legislação. A própria empresa pode investir nos seus RH e valorizá-los para não necessitar de novas cabeças pensantes, mas sim para que as cabeças tenham novas ideias e novas competências. "Congelar" nem sequer faz parte do vocabulário, por estes lados...
Simples: em teoria limitaria o conceito do contrato sem termo de "efectivo".
Acho que não faz sentido manter pessoas por causa da antiguidade sem olhar às competências e, sobretudo, actualização de conhecimentos.
Um quadro superior com mais de 50 anos que não sabe inglês ou que não sabe usar um computador é desleixo. Não é de todo falta de oportunidade ou de tempo. No entanto, muitos desse meninos ocupam lugares confortáveis de referência por antiguidade e contaminam as organizações com a sua mediocridade, protegendo-se uns aos outros.
A responsabilidade das pessoas tem de existir: tu és responsável pela tua formação e evolução. E o que vejo por cá é isso assim: "há e tal a empresa não investe na minha formação". Ou seja, a malta na vez de procurar o que pode fazer pela entidade empregadora , procura sistematicamente o o inverso: o que a entidade pode fazer por ela.