Que vinho bebem?

Almoço com pinga insular.

-Um Terrantez do Pico que, apesar de ter gostado, desiludiu um pouco por não achar que se diferenciasse muito de outros vinhos brancos disponíveis, nomeadamente no aroma. Talvez influência da levedura utilizada. Aromas cítricos e de fruta de caroço. Boca e fim-de-boca mais interessantes e diferenciados com mineralidade, sal e notas muito ligeiras de redução (enxofre) que transmitiam complexidade interessante.

- Um Verdelho Blandy´s 5 anos que costumo ter sempre no frigorifico para beber quando apetece [:cool:]. Acompanhou bem um tarte tatin de maça reineta.


IMG-20201128-144256.jpg

gXbbRVh5
 

Anexos

  • IMG-20201128-144256.jpg
    IMG-20201128-144256.jpg
    76KB · Visualizações: 0
Hoje foi por aqui.

08eca900e1021fd2696cd31ad4dd246f.jpg


Eh pá, não. A Pacheca tem todas as condições para se impor no Douro. O marketing está a matar tudo. Começam a lançar demasiadas referências, e em simultâneo. A tentação da grande distribuição, talvez.

Este vinho, apesar de ter estado 9 meses em madeira, não parece. Final muito fraco.
Ups tenho ali uma para beber..
 
Queria só referir que este belíssimo exemplar de Abade de Priscos me deixou a salivar.... Pronto, era só isso...

Estava muito bom.
Todo o sabor intrínseco estava lá e algo que para mim foi uma mais valia,ligeiramente menos carregado de açucar.
Só referir como disse no tópico dos restaurantes que deixaram de ter o menú de almoço(entrada,prato,copo de vinho sobremesa e café)por 10€(eu achava impraticável) e passaram a ter só uma sugestão do dia por 6.5€ com o resto.à parte.
A comida estava também muito boa.(filetes com arroz de tomate,deixei as fotos no tópico do lado).
 
Para 9/10€ é o melhor vinho que conheço
O branco gosto tb muito, mas prefiro de longe o tinto dessa bela casa


Foste tu que mo indicaste. [;)]

Quando o nosso amigo Amorim, me dissse que era oriundo de uma das vinhas vizinhas das da minha familia, ia-me dando uma coisa má! [:D]

Hoje é um dos vinhos a que recorro para impressionar alguns dos meus amigos que vêm cá a casa.
 
Hoje foi por aqui.

08eca900e1021fd2696cd31ad4dd246f.jpg


Eh pá, não. A Pacheca tem todas as condições para se impor no Douro. O marketing está a matar tudo. Começam a lançar demasiadas referências, e em simultâneo. A tentação da grande distribuição, talvez.

Este vinho, apesar de ter estado 9 meses em madeira, não parece. Final muito fraco.


Na GD chamavamos a isto "massificar para estragar" [;)]
 
Ora bem, hoje ao jantar, Reserva Especial 2009, colocada ao alto na véspera, decantou por 3 horas, copo Schott Zwiesel ([:p][:D]), linda cor rubi profunda, aromas de folhagem de outono, couro, tabaco, algum mentol e madeira, na boca é menos expressivo que de nariz, tem taninos macios, fruta madura amparada pela madeira, é bastante elegante, diria que o que melhor define este vinho é a sua diferenciação e por ser exótico, não há nada parecido, é uma abordagem e cuidados distintos em relação aos outros vinhos, altamente personalizado (se provasse-mos mil vinhos diferentes, saberíamos que era este), e faz-nos passar pela cabeça o filme de todos os vinhos que já provamos, em procura de comparações.


QPp7rt2.jpg


Ai abriste a garrafa...???!!!
Agora das duas uma: ou compras outra ou não vais ao convívio do 330I ... [:D][:D]

Uma pergunta assalta-me o espirito: achas que vale o que custa? A única que bebi era uma 1982... não dá para comparar com uma 2009...
 
Última edição:
[:D] Foi com lombo de bovino, mas depois lá fui eu para o pão com queijo Serra da Estrela, digam o que disserem, fica-se com uma melhor ideia do vinho harmonizando só com o pão e um queijo de qualidade, e este vinho até se pode beber sozinho, só para o ir apreciando.
Eu em 90% das vezes, exceptuando os vinhos brancos e tintos correntes, como a refeição e depois é que vou beber o vinho, harmonizando com o queijo.



Acreditas que aprecio mais um queijo com brancos, quer gordos e estagiados em madeira, quer frescos e frutados...?
 
Nos últimos tempos devo ter visto uns 3 ou 4 novos Pacheca.
Uma de rótulo verde também que deve ser "invenção".
No PD inclusivé,uma daquelas típicas promos do Continente de 65%.[:D]
A Pacheca está a Mulavelhizar-se.:sh)
 
O mesmo por aqui, adoro pudim e em particular o abade. Referir que nas últimas semanas comi 2, um no Ignácio em Braga, muito, muito bom, em aspecto como este e sabor do melhor que já comi (e até tenho ideia que não foi caro) e outro no Dona Julia, mas nem aos calcanhares chegou (apesar da boa fama do restaurante)



Andaste na minha terra... Foste bem tratado?
 
Hoje foi por aqui.

08eca900e1021fd2696cd31ad4dd246f.jpg


Eh pá, não. A Pacheca tem todas as condições para se impor no Douro. O marketing está a matar tudo. Começam a lançar demasiadas referências, e em simultâneo. A tentação da grande distribuição, talvez.

Este vinho, apesar de ter estado 9 meses em madeira, não parece. Final muito fraco.


Confere, também já caí nessa esparrela.
 
Almoço com pinga insular.

-Um Terrantez do Pico que, apesar de ter gostado, desiludiu um pouco por não achar que se diferenciasse muito de outros vinhos brancos disponíveis, nomeadamente no aroma. Talvez influência da levedura utilizada. Aromas cítricos e de fruta de caroço. Boca e fim-de-boca mais interessantes e diferenciados com mineralidade, sal e notas muito ligeiras de redução (enxofre) que transmitiam complexidade interessante.

- Um Verdelho Blandy´s 5 anos que costumo ter sempre no frigorifico para beber quando apetece [:cool:]. Acompanhou bem um tarte tatin de maça reineta.


IMG-20201128-144256.jpg

gXbbRVh5


Terrantez... "não as comas, nem as dês, que para vinho Deus as fez"
 
Ora bem, hoje ao jantar, Reserva Especial 2009, colocada ao alto na véspera, decantou por 3 horas, copo Schott Zwiesel ([:p][:D]), linda cor rubi profunda, aromas de folhagem de outono, couro, tabaco, algum mentol e madeira, na boca é menos expressivo que de nariz, tem taninos macios, fruta madura amparada pela madeira, é bastante elegante, diria que o que melhor define este vinho é a sua diferenciação e por ser exótico, não há nada parecido, é uma abordagem e cuidados distintos em relação aos outros vinhos, altamente personalizado (se provasse-mos mil vinhos diferentes, saberíamos que era este), e faz-nos passar pela cabeça o filme de todos os vinhos que já provamos, em procura de comparações.






hdYRzNH.jpg

Um não-Barca Velha!

Exactamente isso que se sente quando se bebe o "pai" [;)]
 
Um não-Barca Velha!

Exactamente isso que se sente quando se bebe o "pai" [;)]


É uma das maneiras de provar o mesmo vinho (mesma vinha, mesmo processo, mesmo tempo de espera), só que por alguma razão na decisão final não foi declarado Barca Velha, e apesar do Reserva Especial já ser um vinho muito caro, não gasto uma fortuna como um que foi declarado Barca Velha.
Já fico a saber o que é e encerro um capítulo. [;)]
 
Ai abriste a garrafa...???!!!
Agora das duas uma: ou compras outra ou não vais ao convívio do 330I ... [:D][:D]

Uma pergunta assalta-me o espirito: achas que vale o que custa? A única que bebi era uma 1982... não dá para comparar com uma 2009...

Pergunta muito dificil de responder, se eu pensar que o Reserva Especial é um não Barca Velha, só pela questão de não ser declarado, passando pelas mesmas fazes e cuidados deste, provavelmente digo que o preço está ajustado.
Depois passando para o que interessa mais, que é a prova, é um vinho realmente muito diferente de qualquer outro que tenha provado, tem uma identidade muito própria. Mas diria que a impressão digital e a importância deste vinho está na prova de nariz (75%) e o restante na prova de boca.
Acho que este vinho vale o que vale essencialmente por ser diferente, muito diferente de todos os outros vinhos, acabas por pagar o preço da diferenciação e todo o trabalho e história que está por trás.
Mas é perfeitamente possível um vinho de 40/50€ fazer frente a um Reserva Especial, em termos de qualidade global, aliás, posso dizer que o Boavista Reserva e o Quinta do Monte Xisto que provei este ano deram melhores provas de boca, tinham afinações muito difíceis de conseguir.
Para finalizar, diria que é um vinho para se provar uma vez na vida, para experimentar e ver o que é.
 
Pergunta muito dificil de responder, se eu pensar que o Reserva Especial é um não Barca Velha, só pela questão de não ser declarado, passando pelas mesmas fazes e cuidados deste, provavelmente digo que o preço está ajustado.
Depois passando para o que interessa mais, que é a prova, é um vinho realmente muito diferente de qualquer outro que tenha provado, tem uma identidade muito própria. Mas diria que a impressão digital e a importância deste vinho está na prova de nariz (75%) e o restante na prova de boca.
Acho que este vinho vale o que vale essencialmente por ser diferente, muito diferente de todos os outros vinhos, acabas por pagar o preço da diferenciação e todo o trabalho e história que está por trás.
Mas é perfeitamente possível um vinho de 40/50€ fazer frente a um Reserva Especial, em termos de qualidade global, aliás, posso dizer que o Boavista Reserva e o Quinta do Monte Xisto que provei este ano deram melhores provas de boca, tinham afinações muito difíceis de conseguir.
Para finalizar, diria que é um vinho para se provar uma vez na vida, para experimentar e ver o que é.

Percebo o que dizes.
Deverá, até, ter uma melhor relação preço-qualidade que o BV, até porque, como notas, a decisão de o meter em garrafas com rótulo Reserva Especial deve ser, às vezes , muito contingente... mas eu, no limite, mais depressa compraria o BV (que bebi, apenas, em 3 ocasiões) do que este por causa do que referes... outros, muito mais baratos, batem-se com o Reserva Especial... e a gastar as lecas era no "the real thing"...
 
Hoje fui fazer compras ao Continente e vi alguns vinhos da região do Porto em promoção e não resisti a trazer, ainda por cima tinha mais 15% de desconto a ir para o cartão...e lá tive que comprar também mais Rosé, que o verão e petiscos não acabam cá em casa. [:D]
Tenho umas certas expectativas em relação ao Quinta da Leda, nunca provei...tenho razão para ter expectativas ou nem por isso?

 
Voltar
Superior