Qual é a relação entre cilindrada e cavalagem?

SRLA, estás de parabéns. Quem sabe, sabe! apr:)

Fica mais uma achega, já que se colocou a potência e binário em jogo e acho que esta página simples e objectiva ajuda a compreender muita coisa:

Horsepower and Torque: A Practical Explanation


Algumas ideias base:

Gearing and Towing

Now when it comes to just about any type of racing known to mankind, besides engine output, gearing is the single most contributor to acceleration. It will make or break any car and the right gear selection can and will mean the difference between winning and losing a race.​
How important is gearing? Gearing nearly makes torque obsolete. Yes, it's that important. In a perfect environment with no limiting factors such as size and weight, the actual peak torque output of an engine would be totally meaningless because of gearing.



​
Horsepower and Torque "At the Wheels"

Now when we're talking about automobiles, the amount of horsepower or torque generated at the flywheel is not very useful when determining acceleration. What is useful, however, is horsepower and torque "at the wheels". The problem here is that drivetrains cannot be perfectly efficient and pass 100% of the power of the engine through its components to the wheels. Some of the power is lost for several reasons. Generally 15-25% of engine power never makes it to the wheels. Different types of drivetrains will have different levels of efficiency. Generally, drivetrains with more weight and those with more components will be less efficient.




Hoje em dia fala-se muito de números de potência e binário, mas não se esqueçam que os carros modernos engordaram desalmadamente face às duas decádas anteriores, notando-se principalmente nos utilitários e nos pequenos familiares. Tudo bem que apareceram os airbags em grande número, ABS, ESP, A/C e 1001 coisas, mas hoje em dia 75cv em carros de 1300 kgs são quase inúteis se quisermos imprimir um andamento razoável, por muito que o binário e os famosos kicks prometam muito quando entra o turbo.


Tenho colegas, que por puro desconhecimento ou resistência à compreensão, não se acreditam que um mero corsa B 1.4 de 90cv dá uma ratada monumental nos seus 307 1.4 Hdi que supostamente têm muito mais binário, ou como lhe chamam, "força" do que o velhinho corsa que "não deve andar nada".
Mas o mero corsa, desde que seja conduzido por quem sabe conduzir um carro a gasolina e as relações seja bem usadas, contornando o binário pouco elevado, consegue espremer a potência e ser muito mais rápido na estrada do que o 307. Muito mais... É que tem um peso muito bom a ajudá-lo e não há nada a fazer quanto à relação peso potência...
Agora para quem se espuma por o carro dar 220km/h que são atingidos a descer penhascos devido à caixa de 6 velocidades, qualquer carro hoje em dia serve, nem que leve 2 minutos para lá chegar. Mas de que vale a velocidade máxima se demoramos uma eternidade a lá chegar? Mais vale um caixa curta que corte aos 190 km/h e que chegue lá bem abaixo de um minuto do que ter muita "ponta" mas nunca mais lá chegar...

E como este exemplo existem outros, é apenas um que conheço de bem de perto cujo comprador do 307 tinha o referido corsa e que ficou a ver o carrinho que ia vender a fugir sem parar...


Para quem gosta de conduzir preguiçosamente e nunca passar de rotações baixas, um turbodiesel de facto pode ser uma boa opção mas sem esperar grandes performances. Isto porque como foi dito, detesta rotação e o bloco em si em termos de performance é muitíssimo menos eficaz do que um a gasolina, por vezes nem o turbo lhe vale para um otto da mesma cilindrada.
Para quem quer aceleração, precisa é de binário e potência à roda, encontrando divertimento em quase qualquer velhinho utilitário desde que seja conduzido de acordo com a caixa. Uma má caixa, com relações muitos longas e lenta a transmitir mata completamente a maioria dos carros, bem como o peso que cada vez é mais crucial. Um deles é o astra 1.4, cuja caixa de facto é um duro golpe para a performance do carro em questão.


Quantos aos novos carros, imaginem-se a quererem correr e colocam-vos uma mochila de 30kgs às costas, não é a mesma coisa e muitos carros doutras épocas são ainda hoje bem mais rápidos do que os carros modernos que pensamos serem melhores do que realmente são.
Nada como colocar uns e outros lado a lado e tirar a prova dos 9, antes de discutirem carro x tem tanto binário e carro y tem mais binário, vejam se no fim não tem 105 cv para 1600 kg de peso...
É que em termos de aceleração torna-se ridículo, mesmo que o binário que o motor debita seja muito prometedor :sh)
 
Última edição:
Tal como o SRLA disse, acho que os motores diesel fazem tão pouca rotação porque chega a uma altura em que começa a rodar tão depressa que a queima fica incompleta, perdendo-se em rendimento. (não esquecer tambem que as taxas de compressão sao elevadissimas

Contudo, acho que um diesel de alta competição deve rodar ate perto das 7000rpms' não?
 
Não sei se passará das 6000.

Mas de qualquer forma um Diesel de alta competição, a funcionar a pressões ridículas (quase 3 bar positivos, ou seja, um motor de 5.5l a admitir 16.5l por ciclo, mais a taxa de compressão que não deve ser nada baixa), conseguirá gerar temperaturas internas tão altas que mesmo a essas rotações consegue queimar a maior parte do combustível.

Mas isto vem à custa de um desgaste muito acelerado do motor, que para além disto é estupidamente complexo e caro de produzir.
 
Não sei se passará das 6000.

Mas de qualquer forma um Diesel de alta competição, a funcionar a pressões ridículas (quase 3 bar positivos, ou seja, um motor de 5.5l a admitir 16.5l por ciclo, mais a taxa de compressão que não deve ser nada baixa), conseguirá gerar temperaturas internas tão altas que mesmo a essas rotações consegue queimar a maior parte do combustível.

Mas isto vem à custa de um desgaste muito acelerado do motor, que para além disto é estupidamente complexo e caro de produzir.

...E muito mais poluente, mais caro em termos de manutenção e estupidamente caro em termos de reparação, isto face a um motor de ciclo otto que competem na Le Mans sem qualquer tipo de sobrealimentação e com cilindrada restrita. O FAP é de facto uma maravilha tecnológica muito aclamada, mas se o condutor tem intenções de dar carga muito vezes de acelerador ou faz muitos percursos citadinos, o mais certo é que vai ser uma dor de cabeça a curto/médio prazo. Com as normas Euro 6 vai ser muito complicado utilizar veículos turbodiesel nessas situações, porque os dispositivos antipoluição vão ser ainda mais complexos do que as actuais EGR, FAP, Catalisador entre outros.

Daí que para veículos de competição (e veículos de passageiros em geral) o motor de ciclo otto (conhecido por queimar gasolina) seja o rei supremo, porque à custa de alta rotação é possível extrair potências impensáveis para blocos pequenos com pouca cilindrada. Isto com baixas taxas de compressão e sem o uso de turbo+intercooler ou compressores.
Dotando um pequeno bloco de 2 litros (pequeno em termos de competição) com compressor+turbo a 2 bar que seja, as performances são totalmente brutais. O que dizer então dos blocos maiores de 4l, 5l, 6l, 7l...

A rotação é muito importante para atingir potência, daí os diesel atmosféricos que morrem perto das 4000rpm serem totalmente obsoletos face a um motor de ciclo otto que vive quase sempre pelo menos até às 6000rpm, muitos deles passam isso com facilidade como no caso dos japoneses e alguns europeus com veia desportiva.
Fala-se erradamente e sem qualquer justiça ao gabar os modernos motores turbodiesel como revoluções e altas performances, mesmo estes modernos motores continuam a ser ridículos face aos turbinados a gasolina da década de 80 por exemplo. O facto é que o utilizador comum não quer nada com a caixa de velocidades, limitando-se a conduzir em 5ª ou 6ª e às 2000rpm espera calcar o acelerador e obter a resposta como se fosse em 3ª num atmosférico a gasolina sem sobrealimentação. Também vejo os condutores cada vez mais resignados a baixas rotações e quase toda a gente com quem ando, troca sempre ás 2000rpm ou antes de relação, não buscam nada acima disso.

São gostos e compreendo quem veja o automóvel como máquina de deslocação, para ser operada a baixa rotação e sem grandes problemas a reduzir. Mas assim são os tractores e os veículos de trabalho e eu vejo o automóvel doutra forma, em que à medida que a rotação sobe ele puxa cada vez mais pela adrenalina de quem o conduz e pede para ser levado "lá acima". São gostos, e quem não pode ter prazer a conduzir a gasolina, porque fica caro todos nós sabemos, procura outra alternativa porque um motor de ciclo otto queima o que lhe derem de beber. Seja alcoól, GPL Auto ou qualquer outra coisa que não sofra da carga de impostos da gasolina... [;)]
 
Última edição:
Tal como o SRLA disse, acho que os motores diesel fazem tão pouca rotação porque chega a uma altura em que começa a rodar tão depressa que a queima fica incompleta, perdendo-se em rendimento. (não esquecer tambem que as taxas de compressão sao elevadissimas

Contudo, acho que um diesel de alta competição deve rodar ate perto das 7000rpms' não?

Não sei se passará das 6000.

Mas de qualquer forma um Diesel de alta competição, a funcionar a pressões ridículas (quase 3 bar positivos, ou seja, um motor de 5.5l a admitir 16.5l por ciclo, mais a taxa de compressão que não deve ser nada baixa), conseguirá gerar temperaturas internas tão altas que mesmo a essas rotações consegue queimar a maior parte do combustível.

Mas isto vem à custa de um desgaste muito acelerado do motor, que para além disto é estupidamente complexo e caro de produzir.

Tenho ideia de que os AUDI R10 e R15 TDI das 24h de LE MANS, pouco passavam das 5000 rpm.
 
Última edição:
A relação é mais ou menos a mesma que entre "tamanho" e o prazer na cama [:D]

Alguns fabricantes dizem que o que conta é a engenharia, outros defendem que não há volta a dar: o tamanho é o mais importante.

A opinião delas também varia entre essas duas correntes.

Saudações :)
 
O Audi R10 Tdi usa um bloco V12 de 5,5 litros e dois turbos para conseguir atingir os 650cv...

Depois basta ver os exemplos dos atmosféricos a gasolina (sem turbo) e todos eles com menos cilindrada que o R10 Tdi:

2009 Acura ARX 02a (LPM1) - 620cv a partir de um V8 de 4 litros
2006 Courage LC70 Judd - 640cv a partir de um V10 de 5 litros
2007 Courage LC70 AER - 600cv a partir de um V8 de 3,6 litros
2007 Porsche RS Spyder Evo - 503cv a partir de um V8 de 3,4 litros
2008 Lola B08/80 Mazda - 525cv a partir de um 4 cilindros de 2 litros
2006 Radical SR9 Judd - 530cv a partir de um V8 de 3,4 litros

Os números falam por si e sinceramente não vejo qual a espectacularidade de obter 650cv a partir de um motor de 5,5 litros de capacidade twinturbo a 2.94 BAR. Só se for por ser a proeza de ser um diesel, porque bastaria dar um cheirinho a qualquer um daqueles a gasolina para serem bestas infernais! [:cool:]
O Lola é especialmente fantástico tecnologicamente!

Forzamotorsport.net Forums - Forza 3 Needs More LMP Cars (Very Detailed + High Res Pics)
 
Como ja se disse por aí: Nós cidadões comuns, 99% "conduzimos" mais binário do que potência...
Nem por isso. Aconselho-te a ler o tópico desde o início.

O binário é apenas uma das faces da moeda da potência (a outra sendo a rotação), não podes em caso algum trocar uma coisa por outra. Um motor Diesel por exemplo tem muito binário, mas como faz pouca rotação vai precisar de uma caixa mais longa, que desmultiplica mais o binário e à roda acaba por ter o mesmo ou menos binário que um motor a gasolina equivalente.

Ou seja, usando um exemplo actual, o Giulietta 1.6JTD pode ter 320Nm de binário no motor contra os "míseros" 250Nm do 1.4 Multiair, mas podes ter a certeza absoluta que à roda (que é onde interessa) o 1.4 tem mais binário do relanti ao redline.
 
.... O facto é que o utilizador comum não quer nada com a caixa de velocidades, limitando-se a conduzir em 5ª ou 6ª e às 2000rpm espera calcar o acelerador e obter a resposta como se fosse em 3ª num atmosférico a gasolina sem sobrealimentação. Também vejo os condutores cada vez mais resignados a baixas rotações e quase toda a gente com quem ando, troca sempre ás 2000rpm ou antes de relação, não buscam nada acima disso.

São gostos e compreendo quem veja o automóvel como máquina de deslocação, para ser operada a baixa rotação e sem grandes problemas a reduzir. Mas assim são os tractores e os veículos de trabalho e eu vejo o automóvel doutra forma, em que à medida que a rotação sobe ele puxa cada vez mais pela adrenalina de quem o conduz e pede para ser levado "lá acima". São gostos, e quem não pode ter prazer a conduzir a gasolina, porque fica caro todos nós sabemos, procura outra alternativa porque um motor de ciclo otto queima o que lhe derem de beber. Seja alcoól, GPL Auto ou qualquer outra coisa que não sofra da carga de impostos da gasolina... [;)]

SRLA, eu referia-me a isto... Na generalidade, um cidadão comum gosta dos diesel pq logo a baixas rotações sente o motor e não está para andar em altas e tirar partido da caixa e consequentemente dos 250Nm do multiair convertidos à roda ;)

Numa base técnica a expressão que eu escrevi é claro que não está correcta, pq até é o binário em estrita ligação com as rotações que resulta na potência ou trabalho realizado. uma não está dissociada da outra, eu entendo...

Mas numa expressão interessante: "we drive torque, not power",
explica bem o que o condutor comum sente.
 
resumindo o post técnico do SRLA, pode-se dizer assim:

maior cilindro --> consegue-se por mais ar/gasolina lá dentro --> queima mais forte --> mais potência

Depois entram os outros fatores, tipo turbo, rotação, etc. Mas o fundamental é o acima.

Quanto ao cavalo, comparando com um humano de 80 kg que consegue produzer qq coisa como 0,5 cv durante uns minutos, um cavalo de 500 kg talvez consiga coisa de 5-6 cv num galope.

Não é tanto assim, existe uma regra que diz que o motores não devem ter menos 300cc por cilindro, nem mais 500cc, por isso é que os motores com mais de 2000 cc têm quase sempre 6 cilindros.
Não é uma regras que não se possa se quebrada, já varias marcas o fizeram, estou-me a lembrar por ex. do Porsche 968 que tinha um 3000 cc com apenas 4 cilindros ou dos motores de F1 que geralmente têm cilindros muito pequenos e não é por isso que se tornam maus motores.
Mas geralmente os construtores de motores respeitam essa regra.
 
O Audi R10 Tdi usa um bloco V12 de 5,5 litros e dois turbos para conseguir atingir os 650cv...

Depois basta ver os exemplos dos atmosféricos a gasolina (sem turbo) e todos eles com menos cilindrada que o R10 Tdi:

2009 Acura ARX 02a (LPM1) - 620cv a partir de um V8 de 4 litros
2006 Courage LC70 Judd - 640cv a partir de um V10 de 5 litros
2007 Courage LC70 AER - 600cv a partir de um V8 de 3,6 litros
2007 Porsche RS Spyder Evo - 503cv a partir de um V8 de 3,4 litros
2008 Lola B08/80 Mazda - 525cv a partir de um 4 cilindros de 2 litros
2006 Radical SR9 Judd - 530cv a partir de um V8 de 3,4 litros

Os números falam por si e sinceramente não vejo qual a espectacularidade de obter 650cv a partir de um motor de 5,5 litros de capacidade twinturbo a 2.94 BAR. Só se for por ser a proeza de ser um diesel, porque bastaria dar um cheirinho a qualquer um daqueles a gasolina para serem bestas infernais! [:cool:]
O Lola é especialmente fantástico tecnologicamente!

Forzamotorsport.net Forums - Forza 3 Needs More LMP Cars (Very Detailed + High Res Pics)

Qualquer motor a gasolina em condições iguais a um diesel é sempre possível extrair mais potencia do otto.
 
Hoje em dia penso que o limite para a competição auto deverá andar muito elevado...num 2.0 a gasolina devem sacar 1000cv's com tranquilidade.

Com gasolina e fiabilidade de estrada....2.0 com 500/600cv's parece-me possível mas com lag...tal como o FQ400 tem xD

Nos anos 80 quando os turbos era permitidos na F1 de um motor 1500 cc retirava-se potencias a rondar os 1500 CV.
 
SRLA, eu referia-me a isto... Na generalidade, um cidadão comum gosta dos diesel pq logo a baixas rotações sente o motor e não está para andar em altas e tirar partido da caixa e consequentemente dos 250Nm do multiair convertidos à roda ;)

Numa base técnica a expressão que eu escrevi é claro que não está correcta, pq até é o binário em estrita ligação com as rotações que resulta na potência ou trabalho realizado. uma não está dissociada da outra, eu entendo...

Mas numa expressão interessante: "we drive torque, not power",
explica bem o que o condutor comum sente.

Continuas a não perceber. Não precisas de andar em altas para ter mais binário à roda, ele está lá do relanti ao redline.

Continuando no exemplo do Giulietta, em 6ª a 80Km/h, ao colar o acelerador tens uma recuperação mais rápida no 1.4 que no 1.6, no fundo é isto que interessa e o valor indicado no conta rotações acaba por ser puramente académico. Claro que o 1.4 irá a uma rotação em termos absolutos um pouco mais elevada, mas pouco deve passar das 2000 o que continua a ser uma rotação relativamente baixa e nem que fosse às 3000 continuaria a ser mais silencioso e suave que o 1.6 às 1500.
 
Não é tanto assim, existe uma regra que diz que o motores não devem ter menos 300cc por cilindro, nem mais 500cc, por isso é que os motores com mais de 2000 cc têm quase sempre 6 cilindros.
Não é uma regras que não se possa se quebrada, já varias marcas o fizeram, estou-me a lembrar por ex. do Porsche 968 que tinha um 3000 cc com apenas 4 cilindros ou dos motores de F1 que geralmente têm cilindros muito pequenos e não é por isso que se tornam maus motores.
Mas geralmente os construtores de motores respeitam essa regra.
Nunca ouvir falar em tal regra.

O que acontece é que os motores de 4 cilindros não são perfeitamente equilibrados e acima dos 2l de capacidade as vibrações começam-se a tornar muito incomodativas, daí que motores com mais de 2l tenham por norma mais cilindros.

Do lado oposto, pelo menos dos carros, não se costuma baixas muito abaixo dos 300cc por cilindro porque isto resulta em motores com muitos cilindros mas de baixa cilindrada, o que não se justifica porque se se está a fazer um motor de baixa cilindrada é provavelmente porque se está a pensar em custos, e um motor com menos cilindros (mas maiores) é quase de certeza mais barato.

Já noutras aplicações em que as prioridades são outras não faltam motores com menos de 300cc. Uma parte muito grande das motas que circulam nas nossas estradas têm cilindros de 150cc. Como exemplos ainda mais extremos tens as desportivas japonesas 250cc que têm cilindros de 62.5cc.
 
Última edição:
Nunca ouvir falar em tal regra.

O que acontece é que os motores de 4 cilindros não são perfeitamente equilibrados e acima dos 2l de capacidade as vibrações começam-se a tornar muito incomodativas, daí que motores com mais de 2l tenham por norma mais cilindros.

Do lado oposto, pelo menos dos carros, não se costuma baixas muito abaixo dos 300cc por cilindro porque isto resulta em motores com muitos cilindros mas de baixa cilindrada, o que não se justifica porque se se está a fazer um motor de baixa cilindrada é provavelmente porque se está a pensar em custos, e um motor com menos cilindros (mas maiores) é quase de certeza mais barato.


Já noutras aplicações em que as prioridades são outras não faltam motores com menos de 300cc. Uma parte muito grande das motas que circulam nas nossas estradas têm cilindros de 150cc. Como exemplos ainda mais extremos tens as desportivas japonesas 250cc que têm cilindros de 62.5cc.

Afinal sempre ouviste falar da tal regra.[;)]
 
Voltar
Superior