Pingo Doce em 'saldos'

A meu ver, deveriam mesmo ser multados por permitirem a "selvajaria" que existe nesse dia, repetido agora se calhar durante os próximos anos. Garanto que não pus lá os pés. Já procuro fazer as compras durante a semana ou a horas de menor afluência porque não tenho paciência para andar aos encontrões a fazer compras. É chocante perceber o comportamento da sociedade nestas situações. Quando rarearem bens essenciais até se matam.
 
Supostamente é um feriado que deveria dar direito a descanso e não a trabalhos obrigatórios para alguns.

Esperemos que nunca adoeças num 1º de Maio nem te apeteça ir ao café comer qualquer coisa, ou comprar o jornal, ou meter combustivel no carro, ou ligares para a policia para te ajudar, ou ligar a televisão para ver as noticias, ou ... [:D][:D]
 
€500 mil não sei se compensou ou não, mas acho mal, então venderam com prejuízo e ainda têm de pagar multa? bem, antes ser multado por dumping do que por fisting ou por running

Tenho a certeza que esses 500 mil compensam e muito as vendas que fizeram nesse dia [;)]

Um caso tipico em que o crime compensa ...
 
Segundo consta só trabalhou quem quis.

A mim o que me choca é que são os pequenos produtores que pagam muitas vezes este tipo de promoções.

Exato os pequenos produtores é quem paga a factura. Eu trabalho nos armazéns da concorrencia, e diariamente vai lá 1 senhor na casa dos 70, com o seu furgão, no lugar dele já teria metido a reforma, o ganho por unidade é completamente absurdo. Ganhavam mais se abrissem o seu próprio negocio, mas nas grandes superficies a venda de stock total é garantida.
 
Eu trabalho na concorrencia, e os 50% para o cartão, não são investigados? Já não é dumping?

Por acaso tenho ideia de as novas regras de "pagamento" com o saldo do cartão deviam ser investigadas.
Cheira-me a ginástica fiscal.
Mas aposto que se aproveitam de algum vazio legal.
 
Ultimamente tem sido só touradas nos supermercados.

Boa noite,

Hoje, dia 24 de fevereiro de 2024, pelas 20h45 desloquei-me a uma loja Pingo Doce perto da minha residência.

Tinha visto num dos vossos folhetos azeite a um preço arrebatador, por esse motivo decidi deslocar-me à vossa loja. Quando chego à prateleira reparo que o preço não é o mesmo observado no folheto. Curioso pelo facto, vou ver em mais detalhe o folheto e constato que era de 21 a 24, mas de julho de 2023. Reparo no erro e dirijo-me a um dos vossos funcionários, se existe alguém com quem possa falar a este respeito. Um dos vossos colaboradores em formação desloca-se a um gabinete e sai alguém para me atender. Até aqui tudo correcto, há erros que podem surgir em qualquer superfície comercial. Ninguém é imune.

Agora começa o espectáculo. Mostro o folheto na vossa página oficial com o link pingodoce.pt/folhetos. E recebo uma resposta do outro lado que aquilo não era fidedigno, era de uma página qualquer, para ver na aplicação. Eu sabia que na aplicação, curiosamente não uso pois perde com frequência a autenticação, provavelmente já estaria correcto. Mas esse não era o fundamento da minha queixa. Era aquilo que tinha visto no meu dispositivo e que estava a aparecer novamente ali em loja. Volto a bater na mesma tecla, que era um link da vossa página oficial que me dava aqueles resultados. Alguém está em negação e recusa-se a ouvir o cliente. Por ali continuamos, até que começo a perder a paciência e ameaço com uma queixa. Pois, o que me movia era a anotação do erro para que fosse reportado e corrigido.

Neste ponto, há duas coisas que devem ser observadas. O erro que me levou por engano à vossa loja e o investimento em formação nos vossos colaboradores para que episódios como estes não se repitam.​

O texto original da queixa não é exactamente assim, por falta de caracteres. Mas o fundamento do texto é o mesmo.
 
Isso é um dia normal no atendimento ao público.[:D]


No outro dia, foi-me comunicado que viu pessoas de uma etnia que não se pode mencionar a sair com 2 sacos grandes de compras pela entrada do hipermercado.

Também viu que a segurança reparou, mas teve medo e não disse nada, nem reportou.

Nesse dia por acaso não estavam os 2 polícias, que costumam estar quase sempre.
 
Isso é um dia normal no atendimento ao público.[:D]


No outro dia, foi-me comunicado que viu pessoas de uma etnia que não se pode mencionar a sair com 2 sacos grandes de compras pela entrada do hipermercado.

Também viu que a segurança reparou, mas teve medo e não disse nada, nem reportou.

Nesse dia por acaso não estavam os 2 polícias, que costumam estar quase sempre.

Já assisti a uma dessas. Uma família, da etnia que não se pode mencionar, à minha frente na caixa. Levava um carrinho com 2 ou 3 coisas e a filha (7-8 anos) levava um daqueles carrinhos mais pequenos para as crianças brincarem, atulhado de compras. Só pagaram as 2 ou 3 e a miúda seguiu directa com o outro carrinho atrás dos pais, pela caixa, sem ai nem ui da funcionária...
Na minha vez, perguntei-lhe se, da próxima vez, podia levar a minha filha e fazer o mesmo...ela encolheu os ombros e disse: sabe como é... Preferem perder dinheiro a armar confusão na loja, pois sabemos logo como iam reagir...
 
Preferem perder dinheiro a armar confusão na loja, pois sabemos logo como iam reagir...

Ah ah. Parece que nem sempre essa política funciona, pois quem ontem armou um basqueiro. Mas atenção com elevação! Fui eu.

Quando os funcionários são um calhau com olhos e acima de tudo. Isso é que me irritou. Tentam passar os outros por parvos, têm lá teatro para passar o tempo.
 
No caso das pessoas cujo a etnia não se pode dizer, é perfeitamente normal o funcionário fechar os olhos. Pelo miserável salário que recebem não vão querer ter problemas para salvar uns trocos nos bolsos do patrão.
 
No caso das pessoas cujo a etnia não se pode dizer, é perfeitamente normal o funcionário fechar os olhos. Pelo miserável salário que recebem não vão querer ter problemas para salvar uns trocos nos bolsos do patrão.

E se ganhassem o dobro seria a mesma coisa, mas se o dinheiro que eles deixaram roubar sem reportarem, fosse descontado dos seus salários (nem que fosse uma pequena percentagem), já abriam a boca, porque quem estava a ser roubado não era só o patrão.

É uma questão de responsabilidade.
 
E se ganhassem o dobro seria a mesma coisa, mas se o dinheiro que eles deixaram roubar sem reportarem, fosse descontado dos seus salários (nem que fosse uma pequena percentagem), já abriam a boca, porque quem estava a ser roubado não era só o patrão.

É uma questão de responsabilidade.

É uma questão de um estado incompetente para garantir o cumprimento das leis de firma igual para todos. É telefonares para a GNR a informar que os lelos estão a criar problemas e esperares que apareçam. Mas sentado.
 
E se ganhassem o dobro seria a mesma coisa, mas se o dinheiro que eles deixaram roubar sem reportarem, fosse descontado dos seus salários (nem que fosse uma pequena percentagem), já abriam a boca, porque quem estava a ser roubado não era só o patrão.

É uma questão de responsabilidade.
Podes ter razão mas é complicado.
Por norma se o funcionário chamar a atenção e o cliente começar a berrar, as chefias encolhem-se e ainda lixam a cabeça ao funcionário.
Já fiz caixa durante uns anos e já assisti a isso varias vezes.
 
Podes ter razão mas é complicado.
Por norma se o funcionário chamar a atenção e o cliente começar a berrar, as chefias encolhem-se e ainda lixam a cabeça ao funcionário.
Já fiz caixa durante uns anos e já assisti a isso varias vezes.

E toda uma cadeia que tem de ser quebrada, isso tens razão...

Ainda a semana passada apanhei duas senhoras com a mala aberta a meterem pilhas lá para dentro, no jumbo do Fórum Almada... encheram, e bem, a mala com pilhas... depois eu andava à procura de umas pilhas 1620 e, como não as descobri à primeira, lá tiveram um pingo de vergonha, fecharam a mala e desapareceram.
 
Muito mau o que se anda a passar no comércio.

Acredito que hajam dificuldades e que não possa ser fácil de encarar para as pessoas.

Sendo assim, seguindo-se a lógica pelo que tem acontecido, se for bens de valor pequeno deixa-se passar debaixo da perna (fazendo de conta que ninguém viu).

E agora imaginem que muitos mais começam a fazer isso... Isso pode criar um grande problema.

De certo para os patrões não é pequenos roubos que vai dar prejuízos mas se isso começa a virar moda pode ser um grande problema.

Ou então, pior ainda, os patrões para não se meter em chatisses fazem como na eletricidade, que quem rouba acaba por ser compensado pelos consumidores pagantes do bem/serviço (ao torná-los mais caros para compensar as perdas), ou seja, nós todos. Uma grande injustiça.
 
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