Que educação, sublime hein..
Aqui tenho que fazer referência... O nokia71 tem que se moderar um bocadinho, porque as pessoas podem ter ideias e opiniões diferentes, e estamos aqui precisamente para as debater, e é isso que torna o fórum interessante e viciante. Se entramos nesta onda insultuosa, então os valores caem por terra e todos perdem a razão.
O comentário relacionando este OPC com a Fiat foi descabido porque não há qualquer relação ou partilha entre as marcas neste modelo.
Meu caro, a opel nunca foi uma marca de carros, de bicicletas e maquinas de costura sim, mas carros... nunca teve autonomia para os desenvolver, criar, testar e vender com a autonomia que se exige de uma marca que quer ter identidade propria. A opel é um departamento admnistrativo que a GM tem na Europa, e que pelo que se tem visto a unica coisa que faz são contratos desastrosos, quanto mais fazer carros.[

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Todos os carros com logo opel são um mix de um pouco de tudo, nao sendo nada original.
Isto não é verdade, a Opel sempre desenvolveu e criou quase tudo o que a GM tem e utiliza, a Opel tem um gigante centro de desenvolvimento em Rüsselsheim, o ITDC. A questão é que a Opel anda a desenvolver equipamento, tecnologia e material para alimentar um mamão americano que vende no mundo, e que limita a Opel a vender na Europa. O problema chave reside aqui! O desenvolvimento, por exemplo, do Vectra C (que foi das maiores machadadas nas contas da marca) causou rombos absurdos nas contas, obrigou a grandes alterações na fábrica de Rüsselsheim, e o carro tinha um nível de tecnologia a nível de funcionamento electrónico que não existe presente em muitos automóveis dos dias de hoje, utilizaram tudo do bom e do melhor em inúmeros detalhes, para tentarem conceber um produto de real qualidade e não apenas aparente qualidade. O que é que a GM fez? Limitou as vendas do Vectra à Europa, apenas aproveitou parte da electrónica e o chassis para o Saab 9-3, e o resultado foi simples - As vendas deste carro na Europa nunca conseguiram pagar aquilo que foi investido para o desenvolver e produzir.
Isto não aconteceu só com o Vectra, o Vectra foi um dos casos mais gritantes. A GM é que não apreciou isto, sobretudo os custos que toda a electrónica (uma grande parte do custo de um automóvel hoje em dia) tinha, mas que, aos olhos da Opel, era só uma questão de tempo, para que começasse a ser rentabilizado, e uma questão de conseguirem abranger mais veículos do grupo. Mas não, a GM achou que não fazia sentido, e o Insignia veio mudar esse rumo. Daí o Insignia ser vendido em vários países fora da Europa, ser electronicamente menos avançado que o Vectra, utilizar materiais mais baratos, ainda que com uma qualidade aparente superior, mesmo por trás do tablier, e tentando uniformizar mais a partilha de componentes entre marcas. O Insignia tem margens de lucro enormes! Não é ao acaso...
Agora a Opel continua a desenvolver imenso e imensa tecnologia, electrónica e detalhes para os seus automóveis e para a GM absorver, basta pesquisar um pouco e conhecer um pouco a marca, só diz o que tu dizes quem nunca perdeu 5 minutos. A própria ideia base que está presente no Ampera já existia projectada na Alemanha, por eles, nos anos 70! No campo da inovação, e de diversas tecnologias, têm dado contributos importantes ao mundo automóvel, mas infelizmente o marketing também não é melhor, e não permite que as coisas se saibam. Se fosse mais autónoma e vendesse a nível mundial, as coisas seriam diferentes, só que, naturalmente, isto não funciona assim, nem se altera de um dia para o outro, além disso os Americanos da GM e os Alemães da Opel também devem andar um bocado "às turras", e isso faz com que a GM goste mais de impingir material Koreano made in Chevrolet aos alemães, que Alemão made in Opel aos restantes - até por uma questão de custos.
Só para concluir, fiz há tempos uma apresentação sobre "gestão da qualidade" em que abrangi vários temas em redor da qualidade, desde a questão da percepção da qualidade, qualidade real, o jogo psicológico que isso implica, e até a questão dos custos, e um dos exemplos que utilizei foi precisamente a Opel pré Insignia e a Opel pós Insignia. Fiz uma coisa um pouco fora do comum, e até um pouco "bruta" para o que é hábito, mas achei que era uma boa forma de chamar as pessoas à razão para este tipo de assuntos. Até utilizei algumas fotos de veículos desmontados e de componentes, vê lá tu. E digo-te, foi um sucesso! [

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Agora este opc.
Balofo e uma em termos de look, de repente, parace um cruzamente entre um megane e um leon.
Bem, mas só o chassis é do tempo dos 1ºs astras, mais velho que muitas pessoas daqui deste forum portanto. Pode ser bom? Claro que sim, se nos iludirmos[

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Exactamente, um chassis velho e mais velho que muita gente deste fórum. Isto justifica duas coisas – a imaturidade global do fórum [

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Mas agora pensa assim – se a Opel, anda a usar componentes e plataformas do tempo dos descobrimentos (se calhar para não gastar mais dinheiro), e ainda assim, lhe falta "um bocadinho assim" |----| para superar um ou outro rival... carregados de modernices e inspirados pelo rali e formula 1 e engenheiros da competição e com fortes investimentos em material todo XPTO e isto e aquilo... imagina só, se a Opel se dedicava a fazer um chassis novo, ou algo do género... Tinhas que ir vender a tua fruta para outro lado.
Agora a sério, essa história do chassis velho até nem abona nada a favor de quem quer dizer mal, porque usar esse argumento num carro que é tão competente, só joga a favor dele! Faz lembrar aquela "piada/sátira" entre Russos e Americanos... Reza a lenda que os Americanos andaram a desenvolver canetas pressurizadas com alta tecnologia para poderem escrever com elas no espaço (já que não há gravidade), e foram todos fanfarrões mostrar aos Russos a sua brilhante e mais recente tecnologia... E os Russos responderam com "ah está bem… Mas nós preferimos o Lápis". [

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