odeio o opel astra

Eeeh valente, texto comprido. :D
Começando...
citação:Originalmente colocada por monicamelo

Resposta ao Nitrofurano sobre o comportamento:

Bem pelos vistos acho que já sei o que é que nos afasta em termos de opiniões sobre este assunto. Ora para mim, um carro com bom comportamento em curva, é precisamente aquele que nos permite realizar as curvas a uma velocidade mais elevada do que os outros. Senão de que me interessa ter um carro comunicativo (supostamente com bom comportamento) se ele não dá a curva a uma velocidade superior aos outros? Para mim, bom comportamento em curva é sinónimo de maior velocidade em curva. Parece que é logo aqui que nos afastamos [:p][:p]
O que retiro deste parágrafo é:

1º a tua definição de "bom comportamento" é definida pela velocidade máxima a que um carro consegue curvar
2º um carro comunicativo não tem para ti valor se não consegue curvar a uma velocidade superior a outros carros, mesmo que menos comunicativos

Ora eu não podia discordar mais deste teu ponto de vista, pois se há coisa que um gentleman driver gosta é de um carro que possa levar num Domingo de manhã para a Serra de Sintra e fazer um percurso sinuoso, durante o qual o carro não segue simplesmente em carris, mas sim lhe comunica o modo como reage, por exemplo, a uma entrada em curva com o pé do acelerador no ar, a uma entrada em curva em potência, enfim, uma série de situações que fogem a uma condução dita "normal" e que servem precisamente para que o condutor e o carro "falem" entre si. É aí que está todo o gozo, e não só, ora vejamos.

Suponhamos uma dia de semana. O nosso gentleman driver vai levar uma colega de trabalho a casa e quando regressa vem por um caminho que não conhece. Como está com pressa, acelera um pouco mais do que devia. Repentinamente surge-lhe uma curva mais apertada do que ele estimava à partida e o carro começa a interagir com ele, progressiva e suavemente, dando-lhe margem de manobra para que corrija o seu erro (velocidade excessiva). Isto é possível porque o carro tem esse bom comportamento, ou seja, perdoa o condutor e oferece-lhe uma "rede de segurança".

citação:Originalmente colocada por monicamelo


Em relação ao comportamento do Astra, até concordo quando diz que ele é um pouco borracho-dependente. Mas qual o problema? Gasta mais pneu? Ah pois deve! Mas o que realmente acontece é que o Astra é superior aos seus concorrentes. Por exemplo, a Selecção, dizem que é Deco-dependente, mas quando ele joga aquilo não rende mais? É uma das formas que a Opel arranjou de criar um carro com o intuito de ter melhor comportamento, e isso fica à custa de pior conforto, suspensões mais secas e maior dependência dos pneumáticos. Outras marcas optam por outros modelos de comportamento.
O Astra é borracho-dependente, e sabes qual é o problema? É que se esse carro tivesse pneus "normais" (porque o Astra até com 235 vem, salvo erro [:0]), seria um carro com uma velocidade de passagem em curva baixa comparativamente a carros do mesmo segmento e com mau comportamento, dadas as caracteristicas bruscas e sem progressividade do seu chassis. Mas pronto, do mal o menos, o Astra vem equipado com bons pneus. Ora isso dá-lhe a tal velocidade de passagem em curva elevada de que tu gostas, mas não lhe dá progressividade. Aliás, isso retira-lhe progressividade e aumenta a brusquidão das reacções do carro em situações de limite. Se um dia chegares ao limite do teu carro, fá-lo-ás a uma velocidade mais elevada do que com outros carros do mesmo segmento e com margem de manobra inferior à dada por outros modelos.

Limite surgido a uma maior velocidade e com menor margem de manobra. Acho que é fácil de perceber que as hipóteses de "desenrascanço" desta situação baixam drasticamente comparativamente a outros modelos. Aliás, agora que penso nisso, o Astra devia trazer pneus de bicicleta. Assim ao menos fugia a 20km/h e o espetanço quando a traseira desse um "sacanço" seria menos forte. :D ;)

citação:Originalmente colocada por monicamelo


Realmente o chassis é uma evolução (e não inovação / revolução) do Astra anterior. Mas, no entanto, e apesar deste óbice permite-lhe ser melhor do que a grande maioria dos seus concorrentes, nomeadamente 307 e Megane. O Focus é melhor neste aspecto, bem como Golf, A3 e série 1, mas estes já são de outro campeonato. A confirmar o que disse está um recente comparativo realizado pelo AutoHoje entre o Megane 1.5 dci / Peugeot 307 1.6 HDI / Ford Focus 1.6 TDCI / Opel Astra 1.3 CDTI, cujas pontuações no que ao comportamento diz respeito foram: 6 / 6 / 8 / 7. Vai de encontro aquilo que penso.
Já disseste que o Astra é melhor uma dúzia de vezes, rapariga. :D Estás mesmo convencida de que fizeste uma excelente compra. Se o teu critério foi o bom comportamento, então fizeste uma má escolha, se foi por outras razões quaisquer (motor, equipamento, preço, estética, etc) é outra discussão.

Esses resultados das revistas são sempre subjectivos. Para o mostrar tens o comparativo da Automagazine mostrado pelo carlos, onde o Astra é o pior classificado. Eu não considero que estes resultados devam ser levados muito a sério por si só; acho que devemos formar uma opinião baseando-nos no máximo de informação possivel: testes de revistas, testes de programas televisivos, test-drives, impressões de pessoas experientes na condução, etc.

citação:Originalmente colocada por monicamelo


Em relação ao adornamento vou só dizer o seguinte: imaginemos um carro a descrever uma determinada curva. Consideremos as seguintes velocidades: situação A a 60 Km/H e situação B 80 Km/H. A aceleração centrifuga que é incutida ao carro para a situação B é superior à da situação A. Ora se um carro tiver um adornar excessivo, a distribuição das massas do veículo vai ser mais irregular. O centro de massas do carro é deslocado. Quanto maior for o adornamento, maior será o deslocamento do centro de gravidade. O problema do adornamento está precisamente na distribuição irregular do peso do carro. Ao ser realizada a curva as forças tendem a ser distribuidas sobre as rodas do lado exterior. Estas aguentam até ao limite de aderência do pneu. Aferido pelo tamanho e qualidade do mesmo. O problema é que nas rodas do lado interior está a ser desperdiçada aderência. Quanto maior for este adornamento, maior será a deslocação do centro de masssas e mais se verificará esta situação.
Primeiro deixa-me relembrar-te: no segmento do Astra não vês nenhum carro a andar em duas rodas como se via há uns 15 anos atrás. Hoje em dia não se fazem carros realmente maus a curvar. Sim, o Astra não é realmente mau a curvar, é... diferente, vá, a atirar para o menos bom. :D Brincadeira à parte, o que eu quero dizer é que há uma maior homogeneidade no que toca ao valor dos carros, seja no tocante a comportamento, motor, equipamento, etc. Sim, um Mégane adorna mais do que um Astra. Não, um Mégane não anda de lado ao curvar, nem faz a pendura encostar-se toda ao condutor nas curvas para a direita. Adorna ligeiramente mais do que um Astra ou Golf, e está ao nivel de um 307. E definitivamente está acima de um Stilo, que nem curva bem nem tem boa velocidade de passagem em curva. [:p]

Apesar de tudo tens razão no que dizes em relação aos 4 pneus ajudarem a curvar. Sim, as rodas de dentro da curva devem ajudar as rodas de fora. Como? Nem sempre passa por ter uma suspensão rigida que faça manter sempre o mesmo peso sobre cada roda (passe o exagero).

Um exemplo, o do BMW E30. Este carro tem uma suspensão traseira de triângulos colocados em relação a uma transversal ao carro num ângulo de 17º.

intro.jpg


O que acontece é que o camber das rodas vão variando à medida que o carro vai adornando nas curvas. Aliás, os engenheiros tomaram esta configuração e afinaram-na precisamente a pensar no adornamento que o carro teria, pois sem ele não seria possivel a tal alteração de camber dinâmica que está dentro de valores por eles escolhidos e limitados através da escolha da dureza da suspensão, os ângulos dos triângulos em relação à transversal do carro, zona de trabalho das molas, etc. E isto acontece com todos os carros. O resultado depende de quem construiu o carro.

O adornar mais ou menos não é um meta dos engenheiros, o adornar é um facto que não pode ser ultrapassado (pelo menos não neste segmento, nos próximos tempos), e então os engenheiros procuram usá-lo como ferramenta para tornar o carro mais eficaz no que toca a comportamento, usando o exemplo do E30. Mas como é uma ferramenta de entre muitas outras, o adornamento per si não pode nunca ser tomado como o factor a considerar para avaliar o bom ou mau comportamento dinâmico de um carro. E com isto espero ter acabado com um "quase-mito" de que um carro que não adorna é que tem um bom comportamento dinâmico. [:p]

citação:Originalmente colocada por monicamelo


Ela pode ser corrigida através de boas suspensões (Focus), suspensões secas (Astra) e outros elementos comuns a vários automóveis, barras estabilizadoras, etc.
Estamos a fazer progressos, "boas suspensões" não vem junto com a palavra "Astra". E por falar em expectativas, tu andas a falhar, e muito. Tinha outra imagem de ti no tocante a estas traquitanas dos carros, mas só me tens provado que estava enganado. A mim e não só, portanto lê bem o que eu e outros escrevemos, faz umas pesquisas sobre "comportamento" no fórum e revê alguns dos teus conceitos.
 
Entao poderei ter este raciocinio...?

Um carro que adorne(um Mégane por exemplo) tem ainda capacidade para melhorar o seu comportamento numa aplicação de rebaixamento e molas mais duras, pneus mais largos, etc.
Um carro como o Astra que para ter bom comportamento foi a custa disto mesmo já não terá grandes hipóteses de melhoramentos como o Mégane.

Certo? Errado? Ou não é assim tão linear......?
 
Não é assim tão linear. O comportamento é definido por vários factores. O adornamento é uma inevitabilidade que pode ser melhor ou pior aproveitada. Depois há a rigidez do chassis, a distribuição de pesos, o tipo de suspensão e todos os seus atributos (desenho, damping e rebounding dos amortecedores, altura, dureza das molas, etc). É que todos estes detalhes que contribuem para o comportamento do carro precisam ser relacionados entre si. Um carro que adorne mais não quer necessariamente dizer que tem maior margem de progressão na melhoria de comportamento. Acontece é que os engenheiros, para chegarem ao seu objectivo (bom comportamento), tiveram que o fazer com um carro que adornasse ligeiramente mais (pelos mais diversos motivos), e procuraram usar esse facto em prol do bom comportamento do carro. Diminuir o adornamento do carro pode destruir o balanço entre todos os componentes que mencionei atrás.

Portanto não é linear.
 
citação:Originalmente colocada por Nitrofurano

Eeeh valente, texto comprido. :D
Começando...
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Resposta ao Nitrofurano sobre o comportamento:

Bem pelos vistos acho que já sei o que é que nos afasta em termos de opiniões sobre este assunto. Ora para mim, um carro com bom comportamento em curva, é precisamente aquele que nos permite realizar as curvas a uma velocidade mais elevada do que os outros. Senão de que me interessa ter um carro comunicativo (supostamente com bom comportamento) se ele não dá a curva a uma velocidade superior aos outros? Para mim, bom comportamento em curva é sinónimo de maior velocidade em curva. Parece que é logo aqui que nos afastamos [:p][:p]
O que retiro deste parágrafo é:

1º a tua definição de "bom comportamento" é definida pela velocidade máxima a que um carro consegue curvar
2º um carro comunicativo não tem para ti valor se não consegue curvar a uma velocidade superior a outros carros, mesmo que menos comunicativos

Ora eu não podia discordar mais deste teu ponto de vista, pois se há coisa que um gentleman driver gosta é de um carro que possa levar num Domingo de manhã para a Serra de Sintra e fazer um percurso sinuoso, durante o qual o carro não segue simplesmente em carris, mas sim lhe comunica o modo como reage, por exemplo, a uma entrada em curva com o pé do acelerador no ar, a uma entrada em curva em potência, enfim, uma série de situações que fogem a uma condução dita "normal" e que servem precisamente para que o condutor e o carro "falem" entre si. É aí que está todo o gozo, e não só, ora vejamos.

Suponhamos uma dia de semana. O nosso gentleman driver vai levar uma colega de trabalho a casa e quando regressa vem por um caminho que não conhece. Como está com pressa, acelera um pouco mais do que devia. Repentinamente surge-lhe uma curva mais apertada do que ele estimava à partida e o carro começa a interagir com ele, progressiva e suavemente, dando-lhe margem de manobra para que corrija o seu erro (velocidade excessiva). Isto é possível porque o carro tem esse bom comportamento, ou seja, perdoa o condutor e oferece-lhe uma "rede de segurança".

citação:Originalmente colocada por monicamelo


Em relação ao comportamento do Astra, até concordo quando diz que ele é um pouco borracho-dependente. Mas qual o problema? Gasta mais pneu? Ah pois deve! Mas o que realmente acontece é que o Astra é superior aos seus concorrentes. Por exemplo, a Selecção, dizem que é Deco-dependente, mas quando ele joga aquilo não rende mais? É uma das formas que a Opel arranjou de criar um carro com o intuito de ter melhor comportamento, e isso fica à custa de pior conforto, suspensões mais secas e maior dependência dos pneumáticos. Outras marcas optam por outros modelos de comportamento.
O Astra é borracho-dependente, e sabes qual é o problema? É que se esse carro tivesse pneus "normais" (porque o Astra até com 235 vem, salvo erro [:0]), seria um carro com uma velocidade de passagem em curva baixa comparativamente a carros do mesmo segmento e com mau comportamento, dadas as caracteristicas bruscas e sem progressividade do seu chassis. Mas pronto, do mal o menos, o Astra vem equipado com bons pneus. Ora isso dá-lhe a tal velocidade de passagem em curva elevada de que tu gostas, mas não lhe dá progressividade. Aliás, isso retira-lhe progressividade e aumenta a brusquidão das reacções do carro em situações de limite. Se um dia chegares ao limite do teu carro, fá-lo-ás a uma velocidade mais elevada do que com outros carros do mesmo segmento e com margem de manobra inferior à dada por outros modelos.

Limite surgido a uma maior velocidade e com menor margem de manobra. Acho que é fácil de perceber que as hipóteses de "desenrascanço" desta situação baixam drasticamente comparativamente a outros modelos. Aliás, agora que penso nisso, o Astra devia trazer pneus de bicicleta. Assim ao menos fugia a 20km/h e o espetanço quando a traseira desse um "sacanço" seria menos forte. :D ;)

citação:Originalmente colocada por monicamelo


Realmente o chassis é uma evolução (e não inovação / revolução) do Astra anterior. Mas, no entanto, e apesar deste óbice permite-lhe ser melhor do que a grande maioria dos seus concorrentes, nomeadamente 307 e Megane. O Focus é melhor neste aspecto, bem como Golf, A3 e série 1, mas estes já são de outro campeonato. A confirmar o que disse está um recente comparativo realizado pelo AutoHoje entre o Megane 1.5 dci / Peugeot 307 1.6 HDI / Ford Focus 1.6 TDCI / Opel Astra 1.3 CDTI, cujas pontuações no que ao comportamento diz respeito foram: 6 / 6 / 8 / 7. Vai de encontro aquilo que penso.
Já disseste que o Astra é melhor uma dúzia de vezes, rapariga. :D Estás mesmo convencida de que fizeste uma excelente compra. Se o teu critério foi o bom comportamento, então fizeste uma má escolha, se foi por outras razões quaisquer (motor, equipamento, preço, estética, etc) é outra discussão.

Esses resultados das revistas são sempre subjectivos. Para o mostrar tens o comparativo da Automagazine mostrado pelo carlos, onde o Astra é o pior classificado. Eu não considero que estes resultados devam ser levados muito a sério por si só; acho que devemos formar uma opinião baseando-nos no máximo de informação possivel: testes de revistas, testes de programas televisivos, test-drives, impressões de pessoas experientes na condução, etc.

citação:Originalmente colocada por monicamelo


Em relação ao adornamento vou só dizer o seguinte: imaginemos um carro a descrever uma determinada curva. Consideremos as seguintes velocidades: situação A a 60 Km/H e situação B 80 Km/H. A aceleração centrifuga que é incutida ao carro para a situação B é superior à da situação A. Ora se um carro tiver um adornar excessivo, a distribuição das massas do veículo vai ser mais irregular. O centro de massas do carro é deslocado. Quanto maior for o adornamento, maior será o deslocamento do centro de gravidade. O problema do adornamento está precisamente na distribuição irregular do peso do carro. Ao ser realizada a curva as forças tendem a ser distribuidas sobre as rodas do lado exterior. Estas aguentam até ao limite de aderência do pneu. Aferido pelo tamanho e qualidade do mesmo. O problema é que nas rodas do lado interior está a ser desperdiçada aderência. Quanto maior for este adornamento, maior será a deslocação do centro de masssas e mais se verificará esta situação.
Primeiro deixa-me relembrar-te: no segmento do Astra não vês nenhum carro a andar em duas rodas como se via há uns 15 anos atrás. Hoje em dia não se fazem carros realmente maus a curvar. Sim, o Astra não é realmente mau a curvar, é... diferente, vá, a atirar para o menos bom. :D Brincadeira à parte, o que eu quero dizer é que há uma maior homogeneidade no que toca ao valor dos carros, seja no tocante a comportamento, motor, equipamento, etc. Sim, um Mégane adorna mais do que um Astra. Não, um Mégane não anda de lado ao curvar, nem faz a pendura encostar-se toda ao condutor nas curvas para a direita. Adorna ligeiramente mais do que um Astra ou Golf, e está ao nivel de um 307. E definitivamente está acima de um Stilo, que nem curva bem nem tem boa velocidade de passagem em curva. [:p]

Apesar de tudo tens razão no que dizes em relação aos 4 pneus ajudarem a curvar. Sim, as rodas de dentro da curva devem ajudar as rodas de fora. Como? Nem sempre passa por ter uma suspensão rigida que faça manter sempre o mesmo peso sobre cada roda (passe o exagero).

Um exemplo, o do BMW E30. Este carro tem uma suspensão traseira de triângulos colocados em relação a uma transversal ao carro num ângulo de 17º.

intro.jpg


O que acontece é que o camber das rodas vão variando à medida que o carro vai adornando nas curvas. Aliás, os engenheiros tomaram esta configuração e afinaram-na precisamente a pensar no adornamento que o carro teria, pois sem ele não seria possivel a tal alteração de camber dinâmica que está dentro de valores por eles escolhidos e limitados através da escolha da dureza da suspensão, os ângulos dos triângulos em relação à transversal do carro, zona de trabalho das molas, etc. E isto acontece com todos os carros. O resultado depende de quem construiu o carro.

O adornar mais ou menos não é um meta dos engenheiros, o adornar é um facto que não pode ser ultrapassado (pelo menos não neste segmento, nos próximos tempos), e então os engenheiros procuram usá-lo como ferramenta para tornar o carro mais eficaz no que toca a comportamento, usando o exemplo do E30. Mas como é uma ferramenta de entre muitas outras, o adornamento per si não pode nunca ser tomado como o factor a considerar para avaliar o bom ou mau comportamento dinâmico de um carro. E com isto espero ter acabado com um "quase-mito" de que um carro que não adorna é que tem um bom comportamento dinâmico. [:p]

citação:Originalmente colocada por monicamelo


Ela pode ser corrigida através de boas suspensões (Focus), suspensões secas (Astra) e outros elementos comuns a vários automóveis, barras estabilizadoras, etc.
Estamos a fazer progressos, "boas suspensões" não vem junto com a palavra "Astra". E por falar em expectativas, tu andas a falhar, e muito. Tinha outra imagem de ti no tocante a estas traquitanas dos carros, mas só me tens provado que estava enganado. A mim e não só, portanto lê bem o que eu e outros escrevemos, faz umas pesquisas sobre "comportamento" no fórum e revê alguns dos teus conceitos.


Vamos lá a levantar isto outra vez [:p][:p][:p][:p]

Bom ao que parece a nossa discussão não tem grande razão de ser. Senão vejamos, no fundo até concordamos mutuamente com o que referimos. Apenas temos uma divergência, que por acaso é logo à partida e que implica posteriormente toda a discussão. Mas no entanto, até nem refutou todas as considerações técnicas que fiz. Assim como também não discordo das que refere.

A nossa divergência está na definição de comportamento em curva. Agora uma coisa é certa, eu entendo a sua posição, defendo a minha, mas não a tento "impingir" à força ;) Se o desiludi, lamento mas não ando aqui para iludir / desiludir ninguém. Lamento que também não tenha entendido que tenho um ponto de vista diferente do seu, mas defendo-o argumentando de uma forma que, até agora ninguém a colocou em causa. No fundo é o que eu faço em relação à sua teoria: tem lógica fazendo juz à sua definição de comportamento.

Bom mas deixemos as "desconsiderações" e voltemos às considerações.

Ora então porque é que eu insisto tanto no binómio bom comportamento / maior velocidade em curva?

Para além de tudo que já disse anteriormente e fazendo um paralelismo entre os condutores e a máquina, porque não se podem desresponsabilizar os condutores.

Ou seja, é fácil para alguns dizer-se que a culpa é do suposto mau comportamento do carro. É o que muita gente faz. Basta ver a descrição de quem abriu este tópico. Quando no fundo o principal culpado é aquele que vai a conduzir. O "truque" está na nossa cabeça. Na forma de abordar as curvas, de analizar o piso e de nos relacionarmos com o carro. Se dominarmos estas variáveis (entre outras), ou pelo menos até certo ponto, vamos conseguir andar abaixo, ou até, aos limites do carro. O que acontece se tivermos um qualquer carro, seja ele comunicativo, ou com velocidade de passagem em curva elevada, é que se ultrapassar-mos os limites eles vão "às couves". Agora uma coisa é certa o comunicativo avisa-nos a uma velocidade inferior e para o de velocidade de passagem em curva elevada, esse limite é avisado mais tarde. Ou seja, o condutor tem mais margem de abordagem teórica à curva. Essa análise que ele tem que fazer tem maior amplitude de erro. Quando ele define o limite, tem um nível supeior ao outro. Isso dá-lhe mais margem. Não nos desreponsabilizemos da condução. Confiarmos na margem de segurança que um carro pode ter, pode também ser perigoso. Confiarmos que o carro nos transmite esse aviso e que ainda nos dá margem de manobra, pode revelar-se catastrófico. Não se esqueça que a margem de manobra também depende do jeito que cada um tem. E uns têm, outros nem tanto. Ao passo que a percepção e análize da condução depende de cada condutor. Repito: não nos desresponsabilizemos!

E ainda digo mais. Nunca conheci nenhum carro que simultaneamente tivesse um bom comportamento (segundo a minha teoria) e que não fosse comunicativo. E seguramente também não é o Astra. Podia-lhe fazer aqui uma descrição exaustiva, mas como já referi não o quero demover daquilo em que acredita. Agora como tem limites mais elevados, vai obviamente apresentar, nessas condições, reacções mais brutas do que Meganes e 307. Mas porque estes não chegam lá sequer. Porque se lá chegassem iam às couves. Enquanto que para o Astra ainda está dentro do limite. Se o condutor for capaz de fazer essa análise, então aborda a curva com toda a segurança.
 
Só para lembrar que o "bom" comportamento dos Astras aparece nos modelos com IDS, o 1.3 e 1.4 não podem dispor deste elemento.

EDIT:IDS PLUS ou o catano que aquilo se chama.[8)]
 
citação:Originalmente colocada por monicamelo

citação:Originalmente colocada por Nitrofurano

Eeeh valente, texto comprido. :D
Começando...
citação:Originalmente colocada por monicamelo

Resposta ao Nitrofurano sobre o comportamento:

Bem pelos vistos acho que já sei o que é que nos afasta em termos de opiniões sobre este assunto. Ora para mim, um carro com bom comportamento em curva, é precisamente aquele que nos permite realizar as curvas a uma velocidade mais elevada do que os outros. Senão de que me interessa ter um carro comunicativo (supostamente com bom comportamento) se ele não dá a curva a uma velocidade superior aos outros? Para mim, bom comportamento em curva é sinónimo de maior velocidade em curva. Parece que é logo aqui que nos afastamos [:p][:p]
O que retiro deste parágrafo é:

1º a tua definição de "bom comportamento" é definida pela velocidade máxima a que um carro consegue curvar
2º um carro comunicativo não tem para ti valor se não consegue curvar a uma velocidade superior a outros carros, mesmo que menos comunicativos

Ora eu não podia discordar mais deste teu ponto de vista, pois se há coisa que um gentleman driver gosta é de um carro que possa levar num Domingo de manhã para a Serra de Sintra e fazer um percurso sinuoso, durante o qual o carro não segue simplesmente em carris, mas sim lhe comunica o modo como reage, por exemplo, a uma entrada em curva com o pé do acelerador no ar, a uma entrada em curva em potência, enfim, uma série de situações que fogem a uma condução dita "normal" e que servem precisamente para que o condutor e o carro "falem" entre si. É aí que está todo o gozo, e não só, ora vejamos.

Suponhamos uma dia de semana. O nosso gentleman driver vai levar uma colega de trabalho a casa e quando regressa vem por um caminho que não conhece. Como está com pressa, acelera um pouco mais do que devia. Repentinamente surge-lhe uma curva mais apertada do que ele estimava à partida e o carro começa a interagir com ele, progressiva e suavemente, dando-lhe margem de manobra para que corrija o seu erro (velocidade excessiva). Isto é possível porque o carro tem esse bom comportamento, ou seja, perdoa o condutor e oferece-lhe uma "rede de segurança".

citação:Originalmente colocada por monicamelo


Em relação ao comportamento do Astra, até concordo quando diz que ele é um pouco borracho-dependente. Mas qual o problema? Gasta mais pneu? Ah pois deve! Mas o que realmente acontece é que o Astra é superior aos seus concorrentes. Por exemplo, a Selecção, dizem que é Deco-dependente, mas quando ele joga aquilo não rende mais? É uma das formas que a Opel arranjou de criar um carro com o intuito de ter melhor comportamento, e isso fica à custa de pior conforto, suspensões mais secas e maior dependência dos pneumáticos. Outras marcas optam por outros modelos de comportamento.
O Astra é borracho-dependente, e sabes qual é o problema? É que se esse carro tivesse pneus "normais" (porque o Astra até com 235 vem, salvo erro [:0]), seria um carro com uma velocidade de passagem em curva baixa comparativamente a carros do mesmo segmento e com mau comportamento, dadas as caracteristicas bruscas e sem progressividade do seu chassis. Mas pronto, do mal o menos, o Astra vem equipado com bons pneus. Ora isso dá-lhe a tal velocidade de passagem em curva elevada de que tu gostas, mas não lhe dá progressividade. Aliás, isso retira-lhe progressividade e aumenta a brusquidão das reacções do carro em situações de limite. Se um dia chegares ao limite do teu carro, fá-lo-ás a uma velocidade mais elevada do que com outros carros do mesmo segmento e com margem de manobra inferior à dada por outros modelos.

Limite surgido a uma maior velocidade e com menor margem de manobra. Acho que é fácil de perceber que as hipóteses de "desenrascanço" desta situação baixam drasticamente comparativamente a outros modelos. Aliás, agora que penso nisso, o Astra devia trazer pneus de bicicleta. Assim ao menos fugia a 20km/h e o espetanço quando a traseira desse um "sacanço" seria menos forte. :D ;)

citação:Originalmente colocada por monicamelo


Realmente o chassis é uma evolução (e não inovação / revolução) do Astra anterior. Mas, no entanto, e apesar deste óbice permite-lhe ser melhor do que a grande maioria dos seus concorrentes, nomeadamente 307 e Megane. O Focus é melhor neste aspecto, bem como Golf, A3 e série 1, mas estes já são de outro campeonato. A confirmar o que disse está um recente comparativo realizado pelo AutoHoje entre o Megane 1.5 dci / Peugeot 307 1.6 HDI / Ford Focus 1.6 TDCI / Opel Astra 1.3 CDTI, cujas pontuações no que ao comportamento diz respeito foram: 6 / 6 / 8 / 7. Vai de encontro aquilo que penso.
Já disseste que o Astra é melhor uma dúzia de vezes, rapariga. :D Estás mesmo convencida de que fizeste uma excelente compra. Se o teu critério foi o bom comportamento, então fizeste uma má escolha, se foi por outras razões quaisquer (motor, equipamento, preço, estética, etc) é outra discussão.

Esses resultados das revistas são sempre subjectivos. Para o mostrar tens o comparativo da Automagazine mostrado pelo carlos, onde o Astra é o pior classificado. Eu não considero que estes resultados devam ser levados muito a sério por si só; acho que devemos formar uma opinião baseando-nos no máximo de informação possivel: testes de revistas, testes de programas televisivos, test-drives, impressões de pessoas experientes na condução, etc.

citação:Originalmente colocada por monicamelo


Em relação ao adornamento vou só dizer o seguinte: imaginemos um carro a descrever uma determinada curva. Consideremos as seguintes velocidades: situação A a 60 Km/H e situação B 80 Km/H. A aceleração centrifuga que é incutida ao carro para a situação B é superior à da situação A. Ora se um carro tiver um adornar excessivo, a distribuição das massas do veículo vai ser mais irregular. O centro de massas do carro é deslocado. Quanto maior for o adornamento, maior será o deslocamento do centro de gravidade. O problema do adornamento está precisamente na distribuição irregular do peso do carro. Ao ser realizada a curva as forças tendem a ser distribuidas sobre as rodas do lado exterior. Estas aguentam até ao limite de aderência do pneu. Aferido pelo tamanho e qualidade do mesmo. O problema é que nas rodas do lado interior está a ser desperdiçada aderência. Quanto maior for este adornamento, maior será a deslocação do centro de masssas e mais se verificará esta situação.
Primeiro deixa-me relembrar-te: no segmento do Astra não vês nenhum carro a andar em duas rodas como se via há uns 15 anos atrás. Hoje em dia não se fazem carros realmente maus a curvar. Sim, o Astra não é realmente mau a curvar, é... diferente, vá, a atirar para o menos bom. :D Brincadeira à parte, o que eu quero dizer é que há uma maior homogeneidade no que toca ao valor dos carros, seja no tocante a comportamento, motor, equipamento, etc. Sim, um Mégane adorna mais do que um Astra. Não, um Mégane não anda de lado ao curvar, nem faz a pendura encostar-se toda ao condutor nas curvas para a direita. Adorna ligeiramente mais do que um Astra ou Golf, e está ao nivel de um 307. E definitivamente está acima de um Stilo, que nem curva bem nem tem boa velocidade de passagem em curva. [:p]

Apesar de tudo tens razão no que dizes em relação aos 4 pneus ajudarem a curvar. Sim, as rodas de dentro da curva devem ajudar as rodas de fora. Como? Nem sempre passa por ter uma suspensão rigida que faça manter sempre o mesmo peso sobre cada roda (passe o exagero).

Um exemplo, o do BMW E30. Este carro tem uma suspensão traseira de triângulos colocados em relação a uma transversal ao carro num ângulo de 17º.

intro.jpg


O que acontece é que o camber das rodas vão variando à medida que o carro vai adornando nas curvas. Aliás, os engenheiros tomaram esta configuração e afinaram-na precisamente a pensar no adornamento que o carro teria, pois sem ele não seria possivel a tal alteração de camber dinâmica que está dentro de valores por eles escolhidos e limitados através da escolha da dureza da suspensão, os ângulos dos triângulos em relação à transversal do carro, zona de trabalho das molas, etc. E isto acontece com todos os carros. O resultado depende de quem construiu o carro.

O adornar mais ou menos não é um meta dos engenheiros, o adornar é um facto que não pode ser ultrapassado (pelo menos não neste segmento, nos próximos tempos), e então os engenheiros procuram usá-lo como ferramenta para tornar o carro mais eficaz no que toca a comportamento, usando o exemplo do E30. Mas como é uma ferramenta de entre muitas outras, o adornamento per si não pode nunca ser tomado como o factor a considerar para avaliar o bom ou mau comportamento dinâmico de um carro. E com isto espero ter acabado com um "quase-mito" de que um carro que não adorna é que tem um bom comportamento dinâmico. [:p]

citação:Originalmente colocada por monicamelo


Ela pode ser corrigida através de boas suspensões (Focus), suspensões secas (Astra) e outros elementos comuns a vários automóveis, barras estabilizadoras, etc.
Estamos a fazer progressos, "boas suspensões" não vem junto com a palavra "Astra". E por falar em expectativas, tu andas a falhar, e muito. Tinha outra imagem de ti no tocante a estas traquitanas dos carros, mas só me tens provado que estava enganado. A mim e não só, portanto lê bem o que eu e outros escrevemos, faz umas pesquisas sobre "comportamento" no fórum e revê alguns dos teus conceitos.


Vamos lá a levantar isto outra vez [:p][:p][:p][:p]

Bom ao que parece a nossa discussão não tem grande razão de ser. Senão vejamos, no fundo até concordamos mutuamente com o que referimos. Apenas temos uma divergência, que por acaso é logo à partida e que implica posteriormente toda a discussão. Mas no entanto, até nem refutou todas as considerações técnicas que fiz. Assim como também não discordo das que refere.

A nossa divergência está na definição de comportamento em curva. Agora uma coisa é certa, eu entendo a sua posição, defendo a minha, mas não a tento "impingir" à força ;) Se o desiludi, lamento mas não ando aqui para iludir / desiludir ninguém. Lamento que também não tenha entendido que tenho um ponto de vista diferente do seu, mas defendo-o argumentando de uma forma que, até agora ninguém a colocou em causa. No fundo é o que eu faço em relação à sua teoria: tem lógica fazendo juz à sua definição de comportamento.

Bom mas deixemos as "desconsiderações" e voltemos às considerações.

Ora então porque é que eu insisto tanto no binómio bom comportamento / maior velocidade em curva?

Para além de tudo que já disse anteriormente e fazendo um paralelismo entre os condutores e a máquina, porque não se podem desresponsabilizar os condutores.

Ou seja, é fácil para alguns dizer-se que a culpa é do suposto mau comportamento do carro. É o que muita gente faz. Basta ver a descrição de quem abriu este tópico. Quando no fundo o principal culpado é aquele que vai a conduzir. O "truque" está na nossa cabeça. Na forma de abordar as curvas, de analizar o piso e de nos relacionarmos com o carro. Se dominarmos estas variáveis (entre outras), ou pelo menos até certo ponto, vamos conseguir andar abaixo, ou até, aos limites do carro. O que acontece se tivermos um qualquer carro, seja ele comunicativo, ou com velocidade de passagem em curva elevada, é que se ultrapassar-mos os limites eles vão "às couves". Agora uma coisa é certa o comunicativo avisa-nos a uma velocidade inferior e para o de velocidade de passagem em curva elevada, esse limite é avisado mais tarde. Ou seja, o condutor tem mais margem de abordagem teórica à curva. Essa análise que ele tem que fazer tem maior amplitude de erro. Quando ele define o limite, tem um nível supeior ao outro. Isso dá-lhe mais margem. Não nos desreponsabilizemos da condução. Confiarmos na margem de segurança que um carro pode ter, pode também ser perigoso. Confiarmos que o carro nos transmite esse aviso e que ainda nos dá margem de manobra, pode revelar-se catastrófico. Não se esqueça que a margem de manobra também depende do jeito que cada um tem. E uns têm, outros nem tanto. Ao passo que a percepção e análize da condução depende de cada condutor. Repito: não nos desresponsabilizemos!

E ainda digo mais. Nunca conheci nenhum carro que simultaneamente tivesse um bom comportamento (segundo a minha teoria) e que não fosse comunicativo. E seguramente também não é o Astra. Podia-lhe fazer aqui uma descrição exaustiva, mas como já referi não o quero demover daquilo em que acredita. Agora como tem limites mais elevados, vai obviamente apresentar, nessas condições, reacções mais brutas do que Meganes e 307. Mas porque estes não chegam lá sequer. Porque se lá chegassem iam às couves. Enquanto que para o Astra ainda está dentro do limite. Se o condutor for capaz de fazer essa análise, então aborda a curva com toda a segurança.
pronto ganhaste...eu desisto...leva la a biciclete [8)]
 
citação:Originalmente colocada por monicamelo

E ainda digo mais. Nunca conheci nenhum carro que simultaneamente tivesse um bom comportamento (segundo a minha teoria) e que não fosse comunicativo. E seguramente também não é o Astra. Podia-lhe fazer aqui uma descrição exaustiva, mas como já referi não o quero demover daquilo em que acredita. Agora como tem limites mais elevados, vai obviamente apresentar, nessas condições, reacções mais brutas do que Meganes e 307. Mas porque estes não chegam lá sequer. Porque se lá chegassem iam às couves. Enquanto que para o Astra ainda está dentro do limite. Se o condutor for capaz de fazer essa análise, então aborda a curva com toda a segurança.
Iam às couves [?] [?] [?] [}:)] [}:)] [}:)]

Que barbaridade...

Caso não saibas, o Mégane é dos (senão mesmo o carro) carros cujo limite está colocado muito, mas muito acima... Não usa estratagemas electrónicos do tipo IDS e passa muito bem sem ESP... E perdoa muito, mas muito ao condutor. E para que saibas, rebaixado 4 cms fica ainda melhor e até mesmo a direcção parece outra a comunicar com o condutor.

O 307 a mesma coisa, mas é mais divertido de conduzir, sem no entanto perder o lado correcto.

O Astra está claramente atrás, até porque a sua suspensão rija comó caraças o faz ser menos progressivo em pisos molhados ou degradados.

Por outro lado as reacções do Astra estão longe de ser serenas como a dos rivais Franceses.

Caso não te tenhas apercebido, os carros vindos da Alemanha (aparte BMW e MB) têem uma necessidade nestes últimos anos de se aproximarem dos Franceses no que toca a comportamento, daí que recorram a suspensões demasiado elaboradas ou apêndices electrónicos...

Só não vê quem quer...
 
Pah, se o carro for de 2004, ofereço-te 20000€, se for de 2005, ofereço-te 23500€...

Vende...o carro n vale nada! Convence a tua mãe a vender!
 
citação:Originalmente colocada por Peugeot_sales

citação:Originalmente colocada por monicamelo

citação:Originalmente colocada por Nitrofurano

Eeeh valente, texto comprido. :D
Começando...
citação:Originalmente colocada por monicamelo

Resposta ao Nitrofurano sobre o comportamento:

Bem pelos vistos acho que já sei o que é que nos afasta em termos de opiniões sobre este assunto. Ora para mim, um carro com bom comportamento em curva, é precisamente aquele que nos permite realizar as curvas a uma velocidade mais elevada do que os outros. Senão de que me interessa ter um carro comunicativo (supostamente com bom comportamento) se ele não dá a curva a uma velocidade superior aos outros? Para mim, bom comportamento em curva é sinónimo de maior velocidade em curva. Parece que é logo aqui que nos afastamos [:p][:p]
O que retiro deste parágrafo é:

1º a tua definição de "bom comportamento" é definida pela velocidade máxima a que um carro consegue curvar
2º um carro comunicativo não tem para ti valor se não consegue curvar a uma velocidade superior a outros carros, mesmo que menos comunicativos

Ora eu não podia discordar mais deste teu ponto de vista, pois se há coisa que um gentleman driver gosta é de um carro que possa levar num Domingo de manhã para a Serra de Sintra e fazer um percurso sinuoso, durante o qual o carro não segue simplesmente em carris, mas sim lhe comunica o modo como reage, por exemplo, a uma entrada em curva com o pé do acelerador no ar, a uma entrada em curva em potência, enfim, uma série de situações que fogem a uma condução dita "normal" e que servem precisamente para que o condutor e o carro "falem" entre si. É aí que está todo o gozo, e não só, ora vejamos.

Suponhamos uma dia de semana. O nosso gentleman driver vai levar uma colega de trabalho a casa e quando regressa vem por um caminho que não conhece. Como está com pressa, acelera um pouco mais do que devia. Repentinamente surge-lhe uma curva mais apertada do que ele estimava à partida e o carro começa a interagir com ele, progressiva e suavemente, dando-lhe margem de manobra para que corrija o seu erro (velocidade excessiva). Isto é possível porque o carro tem esse bom comportamento, ou seja, perdoa o condutor e oferece-lhe uma "rede de segurança".

citação:Originalmente colocada por monicamelo


Em relação ao comportamento do Astra, até concordo quando diz que ele é um pouco borracho-dependente. Mas qual o problema? Gasta mais pneu? Ah pois deve! Mas o que realmente acontece é que o Astra é superior aos seus concorrentes. Por exemplo, a Selecção, dizem que é Deco-dependente, mas quando ele joga aquilo não rende mais? É uma das formas que a Opel arranjou de criar um carro com o intuito de ter melhor comportamento, e isso fica à custa de pior conforto, suspensões mais secas e maior dependência dos pneumáticos. Outras marcas optam por outros modelos de comportamento.
O Astra é borracho-dependente, e sabes qual é o problema? É que se esse carro tivesse pneus "normais" (porque o Astra até com 235 vem, salvo erro [:0]), seria um carro com uma velocidade de passagem em curva baixa comparativamente a carros do mesmo segmento e com mau comportamento, dadas as caracteristicas bruscas e sem progressividade do seu chassis. Mas pronto, do mal o menos, o Astra vem equipado com bons pneus. Ora isso dá-lhe a tal velocidade de passagem em curva elevada de que tu gostas, mas não lhe dá progressividade. Aliás, isso retira-lhe progressividade e aumenta a brusquidão das reacções do carro em situações de limite. Se um dia chegares ao limite do teu carro, fá-lo-ás a uma velocidade mais elevada do que com outros carros do mesmo segmento e com margem de manobra inferior à dada por outros modelos.

Limite surgido a uma maior velocidade e com menor margem de manobra. Acho que é fácil de perceber que as hipóteses de "desenrascanço" desta situação baixam drasticamente comparativamente a outros modelos. Aliás, agora que penso nisso, o Astra devia trazer pneus de bicicleta. Assim ao menos fugia a 20km/h e o espetanço quando a traseira desse um "sacanço" seria menos forte. :D ;)

citação:Originalmente colocada por monicamelo


Realmente o chassis é uma evolução (e não inovação / revolução) do Astra anterior. Mas, no entanto, e apesar deste óbice permite-lhe ser melhor do que a grande maioria dos seus concorrentes, nomeadamente 307 e Megane. O Focus é melhor neste aspecto, bem como Golf, A3 e série 1, mas estes já são de outro campeonato. A confirmar o que disse está um recente comparativo realizado pelo AutoHoje entre o Megane 1.5 dci / Peugeot 307 1.6 HDI / Ford Focus 1.6 TDCI / Opel Astra 1.3 CDTI, cujas pontuações no que ao comportamento diz respeito foram: 6 / 6 / 8 / 7. Vai de encontro aquilo que penso.
Já disseste que o Astra é melhor uma dúzia de vezes, rapariga. :D Estás mesmo convencida de que fizeste uma excelente compra. Se o teu critério foi o bom comportamento, então fizeste uma má escolha, se foi por outras razões quaisquer (motor, equipamento, preço, estética, etc) é outra discussão.

Esses resultados das revistas são sempre subjectivos. Para o mostrar tens o comparativo da Automagazine mostrado pelo carlos, onde o Astra é o pior classificado. Eu não considero que estes resultados devam ser levados muito a sério por si só; acho que devemos formar uma opinião baseando-nos no máximo de informação possivel: testes de revistas, testes de programas televisivos, test-drives, impressões de pessoas experientes na condução, etc.

citação:Originalmente colocada por monicamelo


Em relação ao adornamento vou só dizer o seguinte: imaginemos um carro a descrever uma determinada curva. Consideremos as seguintes velocidades: situação A a 60 Km/H e situação B 80 Km/H. A aceleração centrifuga que é incutida ao carro para a situação B é superior à da situação A. Ora se um carro tiver um adornar excessivo, a distribuição das massas do veículo vai ser mais irregular. O centro de massas do carro é deslocado. Quanto maior for o adornamento, maior será o deslocamento do centro de gravidade. O problema do adornamento está precisamente na distribuição irregular do peso do carro. Ao ser realizada a curva as forças tendem a ser distribuidas sobre as rodas do lado exterior. Estas aguentam até ao limite de aderência do pneu. Aferido pelo tamanho e qualidade do mesmo. O problema é que nas rodas do lado interior está a ser desperdiçada aderência. Quanto maior for este adornamento, maior será a deslocação do centro de masssas e mais se verificará esta situação.
Primeiro deixa-me relembrar-te: no segmento do Astra não vês nenhum carro a andar em duas rodas como se via há uns 15 anos atrás. Hoje em dia não se fazem carros realmente maus a curvar. Sim, o Astra não é realmente mau a curvar, é... diferente, vá, a atirar para o menos bom. :D Brincadeira à parte, o que eu quero dizer é que há uma maior homogeneidade no que toca ao valor dos carros, seja no tocante a comportamento, motor, equipamento, etc. Sim, um Mégane adorna mais do que um Astra. Não, um Mégane não anda de lado ao curvar, nem faz a pendura encostar-se toda ao condutor nas curvas para a direita. Adorna ligeiramente mais do que um Astra ou Golf, e está ao nivel de um 307. E definitivamente está acima de um Stilo, que nem curva bem nem tem boa velocidade de passagem em curva. [:p]

Apesar de tudo tens razão no que dizes em relação aos 4 pneus ajudarem a curvar. Sim, as rodas de dentro da curva devem ajudar as rodas de fora. Como? Nem sempre passa por ter uma suspensão rigida que faça manter sempre o mesmo peso sobre cada roda (passe o exagero).

Um exemplo, o do BMW E30. Este carro tem uma suspensão traseira de triângulos colocados em relação a uma transversal ao carro num ângulo de 17º.

intro.jpg


O que acontece é que o camber das rodas vão variando à medida que o carro vai adornando nas curvas. Aliás, os engenheiros tomaram esta configuração e afinaram-na precisamente a pensar no adornamento que o carro teria, pois sem ele não seria possivel a tal alteração de camber dinâmica que está dentro de valores por eles escolhidos e limitados através da escolha da dureza da suspensão, os ângulos dos triângulos em relação à transversal do carro, zona de trabalho das molas, etc. E isto acontece com todos os carros. O resultado depende de quem construiu o carro.

O adornar mais ou menos não é um meta dos engenheiros, o adornar é um facto que não pode ser ultrapassado (pelo menos não neste segmento, nos próximos tempos), e então os engenheiros procuram usá-lo como ferramenta para tornar o carro mais eficaz no que toca a comportamento, usando o exemplo do E30. Mas como é uma ferramenta de entre muitas outras, o adornamento per si não pode nunca ser tomado como o factor a considerar para avaliar o bom ou mau comportamento dinâmico de um carro. E com isto espero ter acabado com um "quase-mito" de que um carro que não adorna é que tem um bom comportamento dinâmico. [:p]

citação:Originalmente colocada por monicamelo


Ela pode ser corrigida através de boas suspensões (Focus), suspensões secas (Astra) e outros elementos comuns a vários automóveis, barras estabilizadoras, etc.
Estamos a fazer progressos, "boas suspensões" não vem junto com a palavra "Astra". E por falar em expectativas, tu andas a falhar, e muito. Tinha outra imagem de ti no tocante a estas traquitanas dos carros, mas só me tens provado que estava enganado. A mim e não só, portanto lê bem o que eu e outros escrevemos, faz umas pesquisas sobre "comportamento" no fórum e revê alguns dos teus conceitos.


Vamos lá a levantar isto outra vez [:p][:p][:p][:p]

Bom ao que parece a nossa discussão não tem grande razão de ser. Senão vejamos, no fundo até concordamos mutuamente com o que referimos. Apenas temos uma divergência, que por acaso é logo à partida e que implica posteriormente toda a discussão. Mas no entanto, até nem refutou todas as considerações técnicas que fiz. Assim como também não discordo das que refere.

A nossa divergência está na definição de comportamento em curva. Agora uma coisa é certa, eu entendo a sua posição, defendo a minha, mas não a tento "impingir" à força ;) Se o desiludi, lamento mas não ando aqui para iludir / desiludir ninguém. Lamento que também não tenha entendido que tenho um ponto de vista diferente do seu, mas defendo-o argumentando de uma forma que, até agora ninguém a colocou em causa. No fundo é o que eu faço em relação à sua teoria: tem lógica fazendo juz à sua definição de comportamento.

Bom mas deixemos as "desconsiderações" e voltemos às considerações.

Ora então porque é que eu insisto tanto no binómio bom comportamento / maior velocidade em curva?

Para além de tudo que já disse anteriormente e fazendo um paralelismo entre os condutores e a máquina, porque não se podem desresponsabilizar os condutores.

Ou seja, é fácil para alguns dizer-se que a culpa é do suposto mau comportamento do carro. É o que muita gente faz. Basta ver a descrição de quem abriu este tópico. Quando no fundo o principal culpado é aquele que vai a conduzir. O "truque" está na nossa cabeça. Na forma de abordar as curvas, de analizar o piso e de nos relacionarmos com o carro. Se dominarmos estas variáveis (entre outras), ou pelo menos até certo ponto, vamos conseguir andar abaixo, ou até, aos limites do carro. O que acontece se tivermos um qualquer carro, seja ele comunicativo, ou com velocidade de passagem em curva elevada, é que se ultrapassar-mos os limites eles vão "às couves". Agora uma coisa é certa o comunicativo avisa-nos a uma velocidade inferior e para o de velocidade de passagem em curva elevada, esse limite é avisado mais tarde. Ou seja, o condutor tem mais margem de abordagem teórica à curva. Essa análise que ele tem que fazer tem maior amplitude de erro. Quando ele define o limite, tem um nível supeior ao outro. Isso dá-lhe mais margem. Não nos desreponsabilizemos da condução. Confiarmos na margem de segurança que um carro pode ter, pode também ser perigoso. Confiarmos que o carro nos transmite esse aviso e que ainda nos dá margem de manobra, pode revelar-se catastrófico. Não se esqueça que a margem de manobra também depende do jeito que cada um tem. E uns têm, outros nem tanto. Ao passo que a percepção e análize da condução depende de cada condutor. Repito: não nos desresponsabilizemos!

E ainda digo mais. Nunca conheci nenhum carro que simultaneamente tivesse um bom comportamento (segundo a minha teoria) e que não fosse comunicativo. E seguramente também não é o Astra. Podia-lhe fazer aqui uma descrição exaustiva, mas como já referi não o quero demover daquilo em que acredita. Agora como tem limites mais elevados, vai obviamente apresentar, nessas condições, reacções mais brutas do que Meganes e 307. Mas porque estes não chegam lá sequer. Porque se lá chegassem iam às couves. Enquanto que para o Astra ainda está dentro do limite. Se o condutor for capaz de fazer essa análise, então aborda a curva com toda a segurança.
pronto ganhaste...eu desisto...leva la a biciclete [8)]

Oh pá já vai em 2 :D:D
Por acaso a Peugeot até tinha bicicletas. Ainda tem? Se quiser pode-mas enviar. [:p][:p][:p]
 
citação:Originalmente colocada por DêCêIi

citação:Originalmente colocada por monicamelo

E ainda digo mais. Nunca conheci nenhum carro que simultaneamente tivesse um bom comportamento (segundo a minha teoria) e que não fosse comunicativo. E seguramente também não é o Astra. Podia-lhe fazer aqui uma descrição exaustiva, mas como já referi não o quero demover daquilo em que acredita. Agora como tem limites mais elevados, vai obviamente apresentar, nessas condições, reacções mais brutas do que Meganes e 307. Mas porque estes não chegam lá sequer. Porque se lá chegassem iam às couves. Enquanto que para o Astra ainda está dentro do limite. Se o condutor for capaz de fazer essa análise, então aborda a curva com toda a segurança.
Iam às couves [?] [?] [?] [}:)] [}:)] [}:)]

Que barbaridade...

Caso não saibas, o Mégane é dos (senão mesmo o carro) carros cujo limite está colocado muito, mas muito acima... Não usa estratagemas electrónicos do tipo IDS e passa muito bem sem ESP... E perdoa muito, mas muito ao condutor. E para que saibas, rebaixado 4 cms fica ainda melhor e até mesmo a direcção parece outra a comunicar com o condutor.

O 307 a mesma coisa, mas é mais divertido de conduzir, sem no entanto perder o lado correcto.

O Astra está claramente atrás, até porque a sua suspensão rija comó caraças o faz ser menos progressivo em pisos molhados ou degradados.

Por outro lado as reacções do Astra estão longe de ser serenas como a dos rivais Franceses.

Caso não te tenhas apercebido, os carros vindos da Alemanha (aparte BMW e MB) têem uma necessidade nestes últimos anos de se aproximarem dos Franceses no que toca a comportamento, daí que recorram a suspensões demasiado elaboradas ou apêndices electrónicos...

Só não vê quem quer...
Desiste.....ela é que percebe disto...anda o forum inteiro enganado...o Astra é que é bom pronto...aos malucos a gente diz sempre que sim...
 
citação:

Oh pá já vai em 2 :D:D
Por acaso a Peugeot até tinha bicicletas. Ainda tem? Se quiser pode-mas enviar. [:p][:p][:p]
Não achas...? Depois de exprimentares a bicicleta da Peugeot ainda ficavas mais triste com o comportamento do teu Astra...
 
citação:Originalmente colocada por Peugeot_sales


citação:

Oh pá já vai em 2 :D:D
Por acaso a Peugeot até tinha bicicletas. Ainda tem? Se quiser pode-mas enviar. [:p][:p][:p]
Não achas...? Depois de exprimentares a bicicleta da Peugeot ainda ficavas mais triste com o comportamento do teu Astra...

[}:)][}:)]

Por acaso um amigo meu tinha uma bmx peugeot há uns largos anos, era bem bonita mas pesada como tudo. Toda cromada.
 
Olá,

Tive que "recuperar" este tópico, isto depois de hoje ter visto um carro da Brigada de Transito na A5 que era uma Astra Caravan.

Portanto já sabem, quando passarem na A5, se virem a tal Astra, dá para fugir na boa.
Basta sairem da A5 e quando começarem a apanhar curvas é vê-los ficarem para trás (é que a Astra Caravan não curva mesmo nada).

Fiquem bem.

Cumps,
Paulo
 
citação:Originalmente colocada por PauloMartins

Olá,

Tive que "recuperar" este tópico, isto depois de hoje ter visto um carro da Brigada de Transito na A5 que era uma Astra Caravan.

Portanto já sabem, quando passarem na A5, se virem a tal Astra, dá para fugir na boa.
Basta sairem da A5 e quando começarem a apanhar curvas é vê-los ficarem para trás (é que a Astra Caravan não curva mesmo nada).

Fiquem bem.

Cumps,
Paulo

[}:)]
 
citação:Originalmente colocada por PauloMartins

Olá,

Tive que "recuperar" este tópico, isto depois de hoje ter visto um carro da Brigada de Transito na A5 que era uma Astra Caravan.

Portanto já sabem, quando passarem na A5, se virem a tal Astra, dá para fugir na boa.
Basta sairem da A5 e quando começarem a apanhar curvas é vê-los ficarem para trás (é que a Astra Caravan não curva mesmo nada).

Fiquem bem.

Cumps,
Paulo

Pois...
Mas depende: se for a conduzir um Ferrari, acredito que consiga realizar a aventura. Já se for a bordo de um 307, Megane e afins...
Não lhe aconselho.

Mas isto depois também tem outra coisa... É que só quem tem unhas é que toca viola!
 
citação:Originalmente colocada por monicamelo

citação:Originalmente colocada por PauloMartins

Olá,

Tive que "recuperar" este tópico, isto depois de hoje ter visto um carro da Brigada de Transito na A5 que era uma Astra Caravan.

Portanto já sabem, quando passarem na A5, se virem a tal Astra, dá para fugir na boa.
Basta sairem da A5 e quando começarem a apanhar curvas é vê-los ficarem para trás (é que a Astra Caravan não curva mesmo nada).

Fiquem bem.

Cumps,
Paulo

Pois...
Mas depende: se for a conduzir um Ferrari, acredito que consiga realizar a aventura. Já se for a bordo de um 307, Megane e afins...
Não lhe aconselho.

Mas isto depois também tem outra coisa... É que só quem tem unhas é que toca viola!
Lá esta...o Santana anda de Astra...
 
citação:Originalmente colocada por Peugeot_sales

citação:Originalmente colocada por monicamelo

citação:Originalmente colocada por PauloMartins

Olá,

Tive que "recuperar" este tópico, isto depois de hoje ter visto um carro da Brigada de Transito na A5 que era uma Astra Caravan.

Portanto já sabem, quando passarem na A5, se virem a tal Astra, dá para fugir na boa.
Basta sairem da A5 e quando começarem a apanhar curvas é vê-los ficarem para trás (é que a Astra Caravan não curva mesmo nada).

Fiquem bem.

Cumps,
Paulo

Pois...
Mas depende: se for a conduzir um Ferrari, acredito que consiga realizar a aventura. Já se for a bordo de um 307, Megane e afins...
Não lhe aconselho.

Mas isto depois também tem outra coisa... É que só quem tem unhas é que toca viola!
Lá esta...o Santana anda de Astra...

Pois... E até já andou (ou era andado) num Audi A8 [:I]
O facto é que às vezes têm-se unhas, mas as violas não prestam ou não existem. Outras vezes têm-se grandes violas, mas faltam unhas.

O que é certo é que só quem tem unhas é que toca viola!
 
E deixa-me adivinhar...o Astra é uma viola digna do Santana e o Megane e o 307 são aquelas de plastico que os miudos recebem no Natal ?
 
citação:Originalmente colocada por Peugeot_sales

E deixa-me adivinhar...o Astra é uma viola digna do Santana e o Megane e o 307 são aquelas de plastico que os miudos recebem no Natal ?

Vamos desenterrar isto tudo outra vez?
Pensei que tivesse desistido.

Desta vez desito eu.
Leve lá a bicicleta, que já só me deve uma...


Vá lá outra vez não...
 
citação:Originalmente colocada por monicamelo

citação:Originalmente colocada por Peugeot_sales

E deixa-me adivinhar...o Astra é uma viola digna do Santana e o Megane e o 307 são aquelas de plastico que os miudos recebem no Natal ?

Vamos desenterrar isto tudo outra vez?
Pensei que tivesse desistido.

Desta vez desito eu.
Leve lá a bicicleta, que já só me deve uma...


Vá lá outra vez não...
Eu ? Então foi a monica que disse que no Megane, 307 e afins...
 
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