O tópico do linux

Experimentei hoje a daily build do Trusty Tahr(pré RC) e gostei do que a Canonical fez tendo em conta uma utilização doméstica... a experiência tornou-se mais user friendly, o unity apesar de não agradar a todos apresenta-se como uma solução homogénea e relativamente simples sem contudo ser confusa como o GNOME 3, cluttered como o KDE4 ou demasiado plain como o XFCE.

Mint Debian (Mate ou Cinammon) ou então Debian XFCE para uso profissional.
 
Experimentei hoje a daily build do Trusty Tahr(pré RC) e gostei do que a Canonical fez tendo em conta uma utilização doméstica... a experiência tornou-se mais user friendly, o unity apesar de não agradar a todos apresenta-se como uma solução homogénea e relativamente simples sem contudo ser confusa como o GNOME 3, cluttered como o KDE4 ou demasiado plain como o XFCE.

Mint Debian (Mate ou Cinammon) ou então Debian XFCE para uso profissional.

O KDE4 é "cluttered" porquê? Aconselho qualquer um a dar uma espreitadela a esta distro que ocupa menos de 300Mgas e tem um KDE4 light, é baseada em Slackware:

Home - Porteus - Portable Linux
 
...

Eu agora não tenho aqui o meu portátil, mas provavelmente vou precisar de ajuda para montar o disco que está ligado ao Aiport Extreme. É que eu consigo encontrá-lo e acedê-lo na rede através quer do gestor de ficheiros quer do browser, mas não estou a conseguir montá-lo como recurso (/media/disco).
Surge-me a mensagem: error(13): permission denied. Só que já verifiquei estar tudo correcto e ele até está montado no macbook pro exactamente da mesma maneira, e lá não dá problema nenhum.
Julgo que também tens uma Airport, não é? Não tiveste problemas com isto?

Fazendo um update a esta situação, até porque pode haver mais gente com o mesmo problema, que não é específico dos discos ligados aos Aiport Extreme mas pelos vistos se aplica a muitos outros router e NAS, etc:
Consegui descobrir a forma de montar o disco. A solução é muito simpples e rápida, já a busca pelo solução é que foi complexa.
Basta acrescentar o parâmetro sec=ntlm na linha de montagem!
Fica uma coisa mais ou menos assim: //endereço.ip.do.router/disco partilhado /mnt/NomeDaPartilhaEscolhido cifs sec=ntlm,password=X,uid=Y.

O que se passa é que a implementação actual do protocolo CIFS/SAMBA obedece a uma forma nova de lidar com a segurança, que está activa por defeito (uma tal de ntlmv2). Ora, como a maioria dos routers e NAS ainda trabalha com os padrões antigos, é preciso forçar o CIFS/Samba a trabalhar assim, através daquela parâmetro.
Uma nota também para o Uid=Y, onde Y deve ser o nome do utilizador root do Linux para que seja dado acesso completo ao disco partilhado. Caso contrário, teremos apenas acesso de leitura, e não de escrita.

Contudo, os problemas não acabaram, e são neste momento pelo menos 2:
- A performance do SAMBA/CIFS é muito fraquinha. As velocidades são cerca de 20% do que conseguia em Windows e cerca de 40% do que consigo no macbook pro. Já estou farto de fazer tweaks no smb.conf mas sem resultados nenhuns.
- Nao consigo fazer rar/unrar da drive montada em CIFS/Samba. Para descompactar estou a utilizar o unrar. Aquilo fica ali indefinidamente e nunca chega ao fim. Testei a mesma operação no macboook, onde uso o unrarX, e tudo funcionou na perfeição!
 
Tenho muita pena mas vou desistir do Linux Mint. Estou a perder demasiado tempo com isto. Na minha experiência pessoal provou ser um SO demasiado instável, mas sobretudo demasiado exigente da atenção do utilizador, transformando coisas que deviam ser muito simples em prolongadas perdas de tempo a resolver niquices.
A gota de água é o desempenho em CIFS/samba. Muito abaixo do que conseguia no Windows e do que consigo do MBP.

Vou mudar de Linux, mas ainda não sei para qual. Só não quero nada que tenha a ver com Ubuntu. Ou então peço uma licença Windows 7 na minha empresa e volto ao windows, sabendo que voui ficar menos confortável em termos de segurança, mas ao menos conseguirei produzir alguma coisa de valor acrescentado, já que estes últimos tempos com o Linux têm sido esgotados a fazer tweaking e as coisas nunca ficam como devem.
 
Tenho muita pena mas vou desistir do Linux Mint. Estou a perder demasiado tempo com isto. Na minha experiência pessoal provou ser um SO demasiado instável, mas sobretudo demasiado exigente da atenção do utilizador, transformando coisas que deviam ser muito simples em prolongadas perdas de tempo a resolver niquices.
A gota de água é o desempenho em CIFS/samba. Muito abaixo do que conseguia no Windows e do que consigo do MBP.

Vou mudar de Linux, mas ainda não sei para qual. Só não quero nada que tenha a ver com Ubuntu. Ou então peço uma licença Windows 7 na minha empresa e volto ao windows, sabendo que voui ficar menos confortável em termos de segurança, mas ao menos conseguirei produzir alguma coisa de valor acrescentado, já que estes últimos tempos com o Linux têm sido esgotados a fazer tweaking e as coisas nunca ficam como devem.

Tenta com Debian é o pai do Ubuntu e pensado para ser mais estável.

Alternativas:

Fedora
openSuSe
Mageia
 
Bem...o Trusty Tahr tem o mesmo problema de teclado.....
O meu portátil acho que já não aguenta o kernel mais recente.....não consigo colocar o teclado a funcionar.

Foi só para experimentar e no ambiente Live CD o teclado não funciona tal como não funcionou no Mint 16....
 
Já estou a ir buscar o Debian 7.4.0.
Como é em termos de sofwtare disponível nos repositórios? Também tem muita coisa como o Ubuntu?

Sim, mas creio que terás de adicionar repositórios non-free, Things to do to get the most out of Debian Wheezy
https://wiki.debian.org/UnofficialRepositories - repositórios
Aqui na wiki podes encontrar basicamente toda a documentação sobre dúvidas que tenhas: Debian -- The Universal Operating System eu não costumo usar esta distribuição, prefiro outras, mas quem pretende estabilidade e longa duração é a ideal.
 
Ultimamente têm aparecido muitas alternativas interessantes ao Ubuntu para o mercado dos desktops domésticos... Só que até ver ainda não vi nenhum que una como o Ubuntu as seguintes coisas que para mim são essenciais:

* Fácil de instalar e com (quase) tudo a funcionar out-of.the-box.
* Utilização simples, intuitiva e sem sobre-complicar com configurações, definições e opções em exagero.
* Uma estrutura que permita actualizações entre versões sem necessidade de formatar.

E se nas duas primeiras quase todos já estão bastante bem, alguns até melhor que o Ubuntu, a questão dos upgrades é que deixa muitas distros como é o caso da Mint de fora das minhas opções.
 
Ultimamente têm aparecido muitas alternativas interessantes ao Ubuntu para o mercado dos desktops domésticos... Só que até ver ainda não vi nenhum que una como o Ubuntu as seguintes coisas que para mim são essenciais:

* Fácil de instalar e com (quase) tudo a funcionar out-of.the-box.
* Utilização simples, intuitiva e sem sobre-complicar com configurações, definições e opções em exagero.
* Uma estrutura que permita actualizações entre versões sem necessidade de formatar.

E se nas duas primeiras quase todos já estão bastante bem, alguns até melhor que o Ubuntu, a questão dos upgrades é que deixa muitas distros como é o caso da Mint de fora das minhas opções.

Porque é que haverias de formatar? Isso é que não compreendo...

Quanto ao funcionar out-of-the-box, a não ser que o PC/portátil seja certificado para Linux (pelo menos para uma distro), é normal existir sempre algum problema, então com coisas recentes nem se fala. Se for stress com hardware é mais que normal.

A nível das coisas quebrarem por causa de software, isso já não é tão normal assim, mas acontece.
 
Eu ontem lá desinstalei o Mint e instalei o Debian, com a interface gráfica Gnome. Tive o mesmo problema no grub que tinha tido no Mint (normal.mod not found), o que impede o sistema de arrancar, mas já sabia como resolver. De todo o modo não deixa de ser uma barreira grande do ponto de vista do utilizador porque derrota logo à partida quem estiver menos à vontade com estas coisas.

De resto, tive também que editar o sources.list e retirar de lá a referência ao CD-ROM de instalação porque o synaptik estava sempre a pedir para lhe aceder (outra coisa que a meu ver só serve para chatear).

Mas daqui para a frente tudo correu bem, pelo menos até agora. Uma coisa que registei com muito agrado foi que a performance de transferência de ficheiros em cifs/samba triplicou face ao Linux MINT, sem ser preciso fazer tweaking nenhum. Mas vou ainda fazer fazer umas mexidas no samba.conf para ver se retiro mais sumo daquilo.
De registar também o wifi que está a funcionar muito bem, quase sem packets perdidos e zero "tx excessive retries".

Quanto ao resto, ainda é cedo para tirar mais conclusões. Estou hesitante em manter o gnome ou voltar para o xfce. Não é que não goste do gnome, mas já estava habituado ao xfce.
 
O KDE4 é "cluttered" porquê? Aconselho qualquer um a dar uma espreitadela a esta distro que ocupa menos de 300Mgas e tem um KDE4 light, é baseada em Slackware:

Home - Porteus - Portable Linux

Não que desgoste do KDE, pelo contrário, simplesmente considero que seja um ambiente gráfico que stock peca por um certo excesso e complexidade visual, o que fomenta a aparência errónea de uma certa desorganização e confusão. Aos olhos de um utilizador menos experiente pode ser um elemento contra.

Bem...o Trusty Tahr tem o mesmo problema de teclado.....
O meu portátil acho que já não aguenta o kernel mais recente.....não consigo colocar o teclado a funcionar.

Foi só para experimentar e no ambiente Live CD o teclado não funciona tal como não funcionou no Mint 16....

Por vezes o KB/EC firmware da motherboard está outdated podendo dar origem a conflitos. Verifica se existe algum update à BIOS do teu modelo.

Da ultima vez que experimentei a Mint eles não recomendavam o upgrade entre versões.

Podes experimentar a versão Debian based do Mint(LMDE) visto ser uma semi-rolling distribution, ou seja, não necessita de reinstalações como a Ubuntu based.
 
Não que desgoste do KDE, pelo contrário, simplesmente considero que seja um ambiente gráfico que stock peca por um certo excesso e complexidade visual, o que fomenta a aparência errónea de uma certa desorganização e confusão. Aos olhos de um utilizador menos experiente pode ser um elemento contra.



Por vezes o KB/EC firmware da motherboard está outdated podendo dar origem a conflitos. Verifica se existe algum update à BIOS do teu modelo.



Podes experimentar a versão Debian based do Mint(LMDE) visto ser uma semi-rolling distribution, ou seja, não necessita de reinstalações como a Ubuntu based.

E como faço isso? F2 no arranque (ou F12...tenho de ver qual é) e depois acedo aos menus?
É possível fazer por aí?
 
Eu ontem lá desinstalei o Mint e instalei o Debian, com a interface gráfica Gnome. Tive o mesmo problema no grub que tinha tido no Mint (normal.mod not found), o que impede o sistema de arrancar, mas já sabia como resolver. De todo o modo não deixa de ser uma barreira grande do ponto de vista do utilizador porque derrota logo à partida quem estiver menos à vontade com estas coisas.

De resto, tive também que editar o sources.list e retirar de lá a referência ao CD-ROM de instalação porque o synaptik estava sempre a pedir para lhe aceder (outra coisa que a meu ver só serve para chatear).

Mas daqui para a frente tudo correu bem, pelo menos até agora. Uma coisa que registei com muito agrado foi que a performance de transferência de ficheiros em cifs/samba triplicou face ao Linux MINT, sem ser preciso fazer tweaking nenhum. Mas vou ainda fazer fazer umas mexidas no samba.conf para ver se retiro mais sumo daquilo.
De registar também o wifi que está a funcionar muito bem, quase sem packets perdidos e zero "tx excessive retries".

Quanto ao resto, ainda é cedo para tirar mais conclusões. Estou hesitante em manter o gnome ou voltar para o xfce. Não é que não goste do gnome, mas já estava habituado ao xfce.

Se a performance e utilização do Gnome te estão a agradar, não vejo razão para não o manteres. Se é Gnome, XFCE, KDE, LXDE ou outro não interessa muito, desde que cumpra os teus requisitos de utilização e qualidade.
 
Se a performance e utilização do Gnome te estão a agradar, não vejo razão para não o manteres. Se é Gnome, XFCE, KDE, LXDE ou outro não interessa muito, desde que cumpra os teus requisitos de utilização e qualidade.

Concordo, mas há coisas a que já estava habituado. Por exemplo, para ir ao menu "start", tanto no xfce como no windows (que uso no trabalho), é em baixo do lado esquerdo. Já no gnome é em cima (a não ser que dê para puxar para baixo, ainda não testei). São essas pequenas coisas de hábito, porque razões de peso para mudar, realmente, não vejo nenhuma.
 
Concordo, mas há coisas a que já estava habituado. Por exemplo, para ir ao menu "start", tanto no xfce como no windows (que uso no trabalho), é em baixo do lado esquerdo. Já no gnome é em cima (a não ser que dê para puxar para baixo, ainda não testei). São essas pequenas coisas de hábito, porque razões de peso para mudar, realmente, não vejo nenhuma.

Como foi dito, se te está a satisfazer o novo ambiente, pessoalmente só iria ponderar mudar para XFCE se eventualmente o GNOME tivesse um impacto negativo na experiência via dos insuficientes recursos da máquina em questão.
 
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