O tópico do linux

de 6 em 6 meses é a mesma história... é hoje (só não sei a hora).

http://www.ubuntu.com/

Depois do que tenho lido nos circuitos "geek" (tipo a Phoronix), desejava que não lançassem uma nova versão enquanto não resolvessem a regressão que está a deixar os kernel acima da versão 2.34 com consumo desmesurado de energia. Actualmente, o kernel 2.38 e 2.39 estão a chupar mais 20 e tal por cento de energia do que o 2.34 :sh)

Esperava que eles adiassem o lançamento da versão e ajudassem o Torvalds e a equipa do kernel com isso :(
 
Depois do que tenho lido nos circuitos "geek" (tipo a Phoronix), desejava que não lançassem uma nova versão enquanto não resolvessem a regressão que está a deixar os kernel acima da versão 2.34 com consumo desmesurado de energia. Actualmente, o kernel 2.38 e 2.39 estão a chupar mais 20 e tal por cento de energia do que o 2.34 :sh)

Esperava que eles adiassem o lançamento da versão e ajudassem o Torvalds e a equipa do kernel com isso :(
Obrigada pela informação.
Isso é muito mau nos dias de hoje.
 
Obrigada pela informação.
Isso é muito mau nos dias de hoje.

Não é uma questão de ser mau, o kernel evolui com patches constantes submetidos por diversas fontes, muitas vezes não se apanham as regressões de forma eficaz, é preciso correr uma batelada de testes para tentar apanhar esses bugs. O difícil é apanhar o código/módulo que provoca esses problemas, não é trivial.

O que eu não gosto é que lançamentos oficiais de distros são lançados quando se sabe da regressão, o que é o que acontece, até porque a Canonical já elevou o nível do bug para "Muito importante" [:blush:]
 
Depois do que tenho lido nos circuitos "geek" (tipo a Phoronix), desejava que não lançassem uma nova versão enquanto não resolvessem a regressão que está a deixar os kernel acima da versão 2.34 com consumo desmesurado de energia. Actualmente, o kernel 2.38 e 2.39 estão a chupar mais 20 e tal por cento de energia do que o 2.34 :sh)

Esperava que eles adiassem o lançamento da versão e ajudassem o Torvalds e a equipa do kernel com isso :(

Eu já descobri o BUG que está a chupar +20%...
Para solucionar basta desinstalar o Sócrates do Kernel.
[;)] [:)] [:)] [:)]
 
Sou só eu que não acha piada nenhuma ao gnome 3 do Ubuntu 11.04? [s)]

Não, não és só tu.
Já me fartei de dizer aos gajos da GNOME que aquilo é uma aberração (em termos
de produtividade). E não sou o único.

Quando saiu o KDE 4, passei a usar só o GNOME (2).
Agora que saiu o GNOME 3, estou a ver que terei de mudar para o XFCE.
Pode não ser todo "pipi", mas é infinitamente mais rápido, e com melhor
produtividade.

Por alguma razão o default da UBUNTU vai passar a ser o UNITY.
Se na REDHAT/FEDORA/CENTOS não fizerem um fork do GNOME 2, e colocarem
o GNOME 3 como default... passarei a usar o XFCE.

Aguardemos...
 
Ainda não experimentei, mas podes sempre instalar o Kubuntu e usar o (belíssimo) KDE4 [kiss]

Entre o GNOME3 e o KDE4, não sei qual será pior.
Ambos são "eye-candy", e com uma produtividade baixíssima. Estão ao nível da
porcaria do WINDOWS7.

A "beleza" do desktop só é relevante para quem não trabalha com ele todos os
dias. Quem usa um sistema a sério, quer é produtividade, e não "beleza aparente".

A última coisa que eu quero é ser obrigado a fazer 20 clicks para fazer algo que
com o GNOME2 e XFCE basta apenas um click.

Qual é a ideia do GNOME3, KDE4, e WINDOWS7 obrigarem um gajo a fazer scroll
para encontrar uma aplicação que queremos correr?
[8b]

Viva o XFCE!
 
Entre o GNOME3 e o KDE4, não sei qual será pior.
Ambos são "eye-candy", e com uma produtividade baixíssima. Estão ao nível da
porcaria do WINDOWS7.

A "beleza" do desktop só é relevante para quem não trabalha com ele todos os
dias. Quem usa um sistema a sério, quer é produtividade, e não "beleza aparente".

A última coisa que eu quero é ser obrigado a fazer 20 clicks para fazer algo que
com o GNOME2 e XFCE basta apenas um click.

Qual é a ideia do GNOME3, KDE4, e WINDOWS7 obrigarem um gajo a fazer scroll
para encontrar uma aplicação que queremos correr?
[8b]

Viva o XFCE!

La Belleza non basta![:cool:]
 
Depois do que tenho lido nos circuitos "geek" (tipo a Phoronix), desejava que não lançassem uma nova versão enquanto não resolvessem a regressão que está a deixar os kernel acima da versão 2.34 com consumo desmesurado de energia. Actualmente, o kernel 2.38 e 2.39 estão a chupar mais 20 e tal por cento de energia do que o 2.34 :sh)

Esperava que eles adiassem o lançamento da versão e ajudassem o Torvalds e a equipa do kernel com isso :(

Ainda não é desta que volto ao Linux. Deixei o Ubuntu porque precisava de autonomia no portátil e o Windows 7 dá-me cerca de uma hora de avanço. Mas sempre fiquei de olho nas evolução do Ubuntu, porque assim que o consumo de energia for equivalente ao do Windows, mudo logo. Infelizmente parece que ainda tenho muito que esperar.[8b][8b]
 
Entre o GNOME3 e o KDE4, não sei qual será pior.
Ambos são "eye-candy", e com uma produtividade baixíssima. Estão ao nível da
porcaria do WINDOWS7.

A "beleza" do desktop só é relevante para quem não trabalha com ele todos os
dias. Quem usa um sistema a sério, quer é produtividade, e não "beleza aparente".

A última coisa que eu quero é ser obrigado a fazer 20 clicks para fazer algo que
com o GNOME2 e XFCE basta apenas um click.

O KDE 4 também é muito esquisito. Mil vezes o gnome 2.x, o 3 parece uma dumbed-down version para notebooks...

Mac OS X FTW... [;)]

De facto na associação eye-candy / faciilidade de utilização do desktop, continua a ser imbatível. Vamos a ver o Lion... [;)]
 
Entre o GNOME3 e o KDE4, não sei qual será pior.
Ambos são "eye-candy", e com uma produtividade baixíssima. Estão ao nível da
porcaria do WINDOWS7.

A "beleza" do desktop só é relevante para quem não trabalha com ele todos os
dias. Quem usa um sistema a sério, quer é produtividade, e não "beleza aparente".

A última coisa que eu quero é ser obrigado a fazer 20 clicks para fazer algo que
com o GNOME2 e XFCE basta apenas um click.

Qual é a ideia do GNOME3, KDE4, e WINDOWS7 obrigarem um gajo a fazer scroll
para encontrar uma aplicação que queremos correr?
[8b]

Viva o XFCE!

Podes facilmente mudar o tipo de menu para o clássico no KDE4, logo isso não é desculpa. Quanto ao facto de não ser produtivo e ser só eye-candy, isso é um perfeito disparate, desculpa lá que te diga. Aliás, o KDE4 até é leve q.b. e funciona muito bem sem precisar de um desktop "composto".

Mesmo assim, falas em produtividade e arrancas aplicações pelo menu? [:D] ALT+F2 -> nome da app -> enter -> DONE! (só para dar um exemplo!). Mesmo assim, gostava que me mostrasses exemplos dessa falta de produtividade, sinceramente não percebo.

Ainda não vi como está o GNome 3, sendo um projecto mutíssimo recente como o Unity é natural que não estejam bem limados, tal como o KDE4 até à 4.3/4.4.

Estas novas versões dos gestores de janelas têm visado a evolução do Desktop dentro do Linux e são projectos que ainda têm muito para dar, principalmente quando há uma coisa chamado Wayland que vem aí substituir o X server, que já estava a pedir substituição há muito tempo, de tanta martelada que tem levado para se adaptar às convenções recentes.
 
Podes facilmente mudar o tipo de menu para o clássico no KDE4, logo isso não é desculpa. Quanto ao facto de não ser produtivo e ser só eye-candy, isso é um perfeito disparate, desculpa lá que te diga. Aliás, o KDE4 até é leve q.b. e funciona muito bem sem precisar de um desktop "composto".

Mesmo assim, falas em produtividade e arrancas aplicações pelo menu? [:D] ALT+F2 -> nome da app -> enter -> DONE! (só para dar um exemplo!). Mesmo assim, gostava que me mostrasses exemplos dessa falta de produtividade, sinceramente não percebo.
(...)

[:)] [:)] [:)] [:)]

Isso até poderia ser solução para as aplicações que usas frequentemente. Tão frequentemente
que até sabes o nome de cor.
Mas mesmo isso seria improdutivo. Porque para essas colocas um atalho no panel do
GNOME2. Ou seja, basta um click. Está mesmo ali, sempre no mesmo local.
O problema são aquelas que usas menos vezes. Dessas é que eu estou a falar. Essas sim,
vais ao menu.

Exemplos?
Simples.
Instala o GNOME2. Coloca os atalhos para as aplicações que mais usas no painel de cima.
Usa. Conta o número de clicks / scroll / etc. que tens de fazer num normal dia de trabalho.
Depois compara com o KDE4 / GNOME3 / WINDOWS 7.
Ficas logo a perceber o que eu quero dizer.
A menos que... sejas daqueles users que se limitam a usar meia-dúzia de aplicações...
Aí não vais notar diferença nenhuma.

Como eu costumo ter várias aplicações abertas em simultâneo, e várias instâncias de algumas
delas, o GNOME3 morre logo aí. No GNOME2, com um simples olhar fico a saber o que tenho
a correr ou não. No GNOME3 não. No GNOME2 clicar num atalho lança uma nova instância da
aplicação, no GNOME3 é necessário um passo adicional para conseguir abrir uma instância
adicional.

O GNOME2 é bom.
O GNOME3 consegue ser pior que os piores.

E não tem nada a ver com estarem bem limados ou não. Tem a ver com a filosofia que
adoptam. Ou seja, o tipo de soluções que escolhem para cada problema.

É como desenvolver um site todo em FLASH, ou usar AJAX para carregar novos conteúdos,
ou usar SILVERLIGHT em sites que se querem acessíveis pelo maior número de pessoas
possível. Salvo raríssimas excepções, são soluções idiotas, por menos arestas por limar que
tenham.
 
O KDE 4 também é muito esquisito. Mil vezes o gnome 2.x, o 3 parece uma dumbed-down version para notebooks...
(...)

Sim, o GNOME3 parece desenhado para (por?) principiantes.

Deixei de usar KDE quando mudaram para a versão 4. Já não gostava muito, mas com a 4 ficou
pior. Passei a usar apenas o GNOME2. Agora com o GNOME3 até o KDE4 parece uma
maravilha.
[:)] [:)] [:)]
O GNOME3 é do pior que vi até hoje. Até me custa a dizer, mas é pior que o WINDOWS7!!!
[:)] [:)]

O problema de mudar para XFCE é que vai dar trabalho para colocar ao meu gosto. Mas é
infinitamente mais rápido que qualquer outro. Tão rápido, que um tipo até fica sem desculpas
para fazer "ronha"...
[:)]
 
[:)] [:)] [:)] [:)]

Isso até poderia ser solução para as aplicações que usas frequentemente. Tão frequentemente
que até sabes o nome de cor.
Mas mesmo isso seria improdutivo. Porque para essas colocas um atalho no panel do
GNOME2. Ou seja, basta um click. Está mesmo ali, sempre no mesmo local.
O problema são aquelas que usas menos vezes. Dessas é que eu estou a falar. Essas sim,
vais ao menu.

Exemplos?
Simples.
Instala o GNOME2. Coloca os atalhos para as aplicações que mais usas no painel de cima.
Usa. Conta o número de clicks / scroll / etc. que tens de fazer num normal dia de trabalho.
Depois compara com o KDE4 / GNOME3 / WINDOWS 7.
Ficas logo a perceber o que eu quero dizer.
A menos que... sejas daqueles users que se limitam a usar meia-dúzia de aplicações...
Aí não vais notar diferença nenhuma.

Como eu costumo ter várias aplicações abertas em simultâneo, e várias instâncias de algumas
delas, o GNOME3 morre logo aí. No GNOME2, com um simples olhar fico a saber o que tenho
a correr ou não. No GNOME3 não. No GNOME2 clicar num atalho lança uma nova instância da
aplicação, no GNOME3 é necessário um passo adicional para conseguir abrir uma instância
adicional.

O GNOME2 é bom.
O GNOME3 consegue ser pior que os piores.

E não tem nada a ver com estarem bem limados ou não. Tem a ver com a filosofia que
adoptam. Ou seja, o tipo de soluções que escolhem para cada problema.

É como desenvolver um site todo em FLASH, ou usar AJAX para carregar novos conteúdos,
ou usar SILVERLIGHT em sites que se querem acessíveis pelo maior número de pessoas
possível. Salvo raríssimas excepções, são soluções idiotas, por menos arestas por limar que
tenham.

LOL! [:)] E no KDE4 não podes fazer isso? Sabes trabalhar com o KDE4 ou quando experimentaste foi logo a torcer o nariz? Sabes o que é o Plasma? Sabes que podes ter várias widgets, incluindo barras de tarefas de todos os tipos e feitios? Sabes que isso está ao alcance a partir do Desktop?

Quanto ao estarem bem limados ou não, sempre que aparece uma nova versão de um gestor de janelas de desktop são introduzidas mudanças pouco ortodoxas e fora do normal, desde o eye-candy à funcional. Podes ver isso do Gnome 1 para o 2, do 2 para o 3, do KDE 1 para o 2, do 2 para o 3, do 3 para o 4, etc., sendo que se fores ler um pouco da história de todos, há sempre alguém que discorda e que não se habitua ao novo modo de funcionamento MAS também é normal que certos funcionamentos deixem de ser padrão da versão X.0 para a X.1 e X.2 seguintes, devido ao feedback dos utilizadores.

Mesmo durante esses saltos entre sub-versões, há imensas alterações até se assistir à estabilidade de uma main version. Aliás, no caso do KDE4 até foi bastante polémico, porque algumas distribuições decidiram incluír logo a partir da primeira versão, que era muito instável, cheia de bugs e não muito polida, principalmente para começar a obter feedback de vários utilizadores.

Outra coisa é mesmo a questão de gosto, podes não gostar de KDE ou de GNOME e decidir mudar para outra. Eu por acaso, hoje em dia prefiro o XFCE ao Gnome2, e uso os 3 gestores de janela, tenho a mesma produtividade em qualquer um e sim, também uso diversas aplicações ao mesmo tempo.

O KDE4, neste momento e no meu ponto de vista é um gestor de janelas completo, que vai gostar coisas boas.

E continuo a dizer-te, queres o menu clássico, é simples, substituis o menu que está actualmente (presumo que seja praí o Lancelot?!?) pelo Application Launcher Menu (o tal que não precisa de scroll para vagueares pelas apps) e acrescentas à barra.
Depois, recomendo o acrescento de uma widget chamada Smooth Tasks que é um substituto da barra de aplicações normal, um pouco parecida com a do Windows 7, com o icon da aplicação e um preview ao passar o rato por cima e um botão de fechar a app.

Dizer que o KDE4 não é produtivo é porque não conheces minimamente o gestor, pelo menos como ele está hoje em dia.
 
LOL! [:)] E no KDE4 não podes fazer isso? Sabes trabalhar com o KDE4 ou quando experimentaste foi logo a torcer o nariz? Sabes o que é o Plasma? Sabes que podes ter várias widgets, incluindo barras de tarefas de todos os tipos e feitios? Sabes que isso está ao alcance a partir do Desktop?
(...)

No REDHAT 7.3 usava o KDE, estava bem melhor que o GNOME.
Deixei de usar quando as distribuições passaram a incluir a versão 4.
Neste momento uso o GNOME2 em todas as distribuições que uso.

Os widgets não são opção. Ocupam espaço no desktop.
É como teres a tua secretária (física) com relógio, telefone, rádio, televisão, etc. e depois
não tens espaço para os itens de trabalho.

Não preciso de coisas bonitas a ocupar montes de espaço no ecrã.
Preciso de coisas minimalistas que me dêem tudo o que necessito com o mínimo de esforço.

Costumo trabalhar regularmente com um grande conjunto de ferramentas, e costumo ter muitas
janelas abertas. Quero saber que janelas estão abertas, e quero lançar as aplicações que mais
uso apenas com um click. Tudo o que me obrigue a mais trabalho, do que aquilo que o GNOME2
me obriga, pura e simplesmente é PIOR. E o que eu quero é melhor, e não pior. GNOME3 é
muito pior, e KDE4 e WINDOWS7 também são piores.

Mas já deu para perceber que segues o eye-candy... caso contrário nem terias mencionado a
palavra widgets.
Já não tenho idade para essas perdas de tempo.

Para além que DETESTO o esquema de janelas com montes de inutilidades a ocupar espaço,
e proporções completamente desadequadas. O DOLPHIN, então, é uma desgraça.

O que me recorda:
http://www.rabbitvcs.org/

Há disto para DOLPHIN? Não me parece...
Só estou mesmo à espera que fique estável em THUNAR. Aí começo a mudar-me de armas
e bagagens para o XFCE.

De qualquer modo, agradeço as tuas sugestões...

O problema é que dás exemplos precisamente aquilo que não gosto. O exemplo que deste da
Smooth Tasks e Windows 7 pode servir de exemplo para explicar o que detesto: detesto ter os
indicadores de janelas abertas a fornecerem a indicação apenas com o rato em cima.
Ou seja: IMPRODUTIVO.
Primeiro, mete o rato em cima, depois espera que apareçam as janelas abertas daquela
aplicação, depois tentar identificar qual é a que quero, depois move o rato e clica. Com o
tradicional (e feio), basta identificar, mover e clicar.
Já estás a perceber a diferença?

Só para teres uma ideia... sabes qual o tamanho da fonte que uso?
Tamanho 8. Mesmo em resoluções de 1920x1600. Em resoluções mais baixas, às vezes até
uso tamanho 7, para conseguir ter mais informação no ecrã.

A última coisa que eu quero é um WM como o KDE, onde parece que a regra é desperdiçar
espaço de ecrã com coisas inúteis.

Ainda assim, obrigado pelo esforço, mas eu sou daquele tipo que cliente que, uma vez
desiludido nunca mais volta. O KDE desiludiu-me com a versão 4, o GNOME com a 3, e o
WINDOWS com o VISTA.
 
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