O que se passa na pj?

Nthor

Banido
Estive o dia todo a trabalhar fora, quando cheguei ao escritorio há um colega que me diz que o director da pj se demitiu e que vai acabar a pj, vai ser dissolvida e os seus efectivos vão ser integrados na psp [:0] que isto são represalias do governo por causa dos casos da moderna e da casa pia por eles (os agentes da pj) terem implicarem figuras importantes do ps [:o)].

Será que o governo bateu no fundo tb?

Se já não há pj quem nos defende da criminalidade violenta que aumenta todos os dias?
 
eu tambem me fiquei pela parte do director se demitir, espero que eles nao façam isso, era mau demais deixar de existir pj ainda por cima pelas razoes indicadas
 
citação:Originalmente colocada por MrAnderson

Isso de ser integrada na PSP ou é pura espectulação ou o teu amigo tem acesso a informação muito previligiada...

Pois, não sei, mas sabes o que diz o povo, "onde há fumo..."

Há dias vi o prof Marcelo a defender isso mesmo na tv (creio que foi no 1º canal) deve ter sido isso que "deu" ideias.

Mas mesmo assim acho dificil eles fecharem a pj e mesmo que seja, não será assim, criando um vazio, digo eu [8)].
 
citação:Originalmente colocada por Nthor

citação:Originalmente colocada por MrAnderson

Isso de ser integrada na PSP ou é pura espectulação ou o teu amigo tem acesso a informação muito previligiada...

Pois, não sei, mas sabes o que diz o povo, "onde há fumo..."

Há dias vi o prof Marcelo a defender isso mesmo na tv (creio que foi no 1º canal) deve ter sido isso que "deu" ideias.

Mas mesmo assim acho dificil eles fecharem a pj e mesmo que seja, não será assim, criando um vazio, digo eu [8)].

Para a dimensão do pais, nós temos demasiadas policias ( demasiadas... mas todas com falta de pessoal... ), e ainda por cima dependentes de ministérios diferentes.

Eu defendia mais a criação de uma ASN ( agençia de segurança nacional que seria a fusão do SEF, PJ e PJM, SIS ) e PSP ( gnr integrada na psp) mas isto sou eu..


Caso o que dizes avançe, acho mal, porque, a unica policia que tem credibilidade, justa ou injustamente, é a PJ, acabar com ela seria um golpe psicologico para muita gente, mesmo que depois a eficaçia e afins seja a mesma, a PJ era sempre a PJ...
 
citação:Originalmente colocada por Messerschmitt

nop! vi agora... vai pa lá o tiburcio. (pensam que estou a gozar, mas depois vão ver que estou certo ehhe)

é mesmo o tiburcio [:0][:0]

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Alipio Fernando Tibúrcio Ribeiro, de 56 anos, vai ser o novo director nacional da Polícia Judiciária (PJ) substituindo Santos Cabral demitido esta segunda-feira pelo Governo por não apresentar o perfil para efectuar as alterações na gestão da PJ
 
Se eles querem acabar com a PJ não sei (mas se calhar ... a ideia já assaltou muitas mentes), mas que tudo têm feito para destabilizar a mesma lá isso têm.

Aquilo é um corropio de directores gerais, de falta de verbas, de meios, enfim ...

Aquilo para mim parece que é que os agentes por vezes devem estar demasiado perto dos verdadeiros do ninhos de vespas ... e depois ...

Mais sentido faria a acabar com a GNR BT (como força elitista no seio da GNR) e integra-la numa força conjunta com a divisão de transito da PSP.


A GNR passaria a para funções exclusivas de Fiscalização Territorial, Fronteiriça, Alfandegária, sendo uma força militarizada e com militares na sua chefia faria mais sentido, poderiam manter a guarda ao Palácio de Belem e a Charanga a Cavalo.
 
citação:Originalmente colocada por Excalibur

(...)

Aquilo para mim parece que é que os agentes por vezes devem estar demasiado perto dos verdadeiros do ninhos de vespas ... e depois ...
(....)

Tb me dá ideia disso.
 
citação:O ministro da Justiça ajustou ontem contas com a Polícia Judiciária (PJ) e demitiu o seu director-nacional. Convocado para uma reunião no ministério, Santos Cabral já levava uma carta de demissão, mas, mal entrou no gabinete, Alberto Costa apresentou-lhe o despacho assinado por José Sócrates e por ele próprio. "O senhor está demitido", ter-lhe-á dito o governante. Alípio Ribeiro, até agora procurador-geral distrital do Porto, é o senhor que se segue à frente dos destinos da PJ.

De acordo com informações recolhidas pelo JN, a decisão de demissão foi tomada pelo ministro entre quinta e sexta-feira. Alberto Costa ficou irritado pelo ultimato apresentado pela Direcção na PJ, na última quarta-feira, sobre os problemas do estrangulamento financeiro e da ideia de retirar à PJ a exclusividade dos contactos com a Interpol e Europol, passando-a para o Gabinete Coordenador de Segurança, sob a égide da Presidência do Conselho de Ministros, onde poderia servir todas as polícias.

Ao que apurou o JN, Alberto Costa recebeu a posição oficial da PJ, pela boca de Santos Cabral, mas estava informado sobre a existência de directores que não estavam totalmente de acordo com os termos e o modo escolhidos pelo responsável máximo. Daí o ministro não se ter oposto à continuidade de alguns dos actuais responsáveis (ver caixa).

Poder do ministro em dúvida

Mas o que mais incomodou o ministro foi o facto de a posição pública da Direcção da PJ evidenciar dúvidas sobre a conduta e poder do próprio Alberto Costa, no seio do Governo, no diálogo com Sócrates e o ministro da Administração Interna, António Costa - o principal entusiasta da alteração do enquadramento da Interpol e Europol. É que, na óptica do ministro, Santos Cabral não deveria ter colocado, em termos públicos, reticências sobre o que poderia sair do Conselho de Ministros, uma vez que é conhecedor das posições de Alberto Costa.

Daí a alegação de falta de "confiança" como justificação para a mudança assumida pelo Governo, que sentia estar a ser "condicionada" a sua "liberdade de opção".

A mesma "falta de confiança" na tutela foi alegada por Santos Cabral, ontem, em declarações ao JN, para justificar o pedido de cessação de comissão de serviço. "A confiança é uma relação recíproca", realçou.

Ao que apurou o JN, o ministro efectuou o convite a Alípio Ribeiro durante o fim-de-semana. Depois de conversar com Souto Moura, o procurador-geral adjunto aceitou o desafio e teve ontem à tarde uma reunião formal com Alberto Costa. Pouco depois, Santos Cabral seria demitido.

Outro factor que também contribuiu para o extremar de posições foi o facto de o ministério ter mandado à PJ um "controlador financeiro" para averiguar o grave problema alegado pelos seus responsáveis quanto às finanças, que já levaram a várias vergonhas públicas por acumulação de dívidas.

Dessa "mini-auditoria" foi concluído pelo MJ que a existência de 12 departamentos financeiros condiciona a "gestão flexível" da PJ, defendida pelo Governo.

@ http://jn.sapo.pt/2006/04/04/primeiro_plano/ministro_sabia_tudo_dentro_pj.html
 
Será por isto ??

Polícia Judiciária: Nova direcção nacional
Chefe contra as escutas

Álvaro C. Pereira

Procurador Alípio Ribeiro criticou as escutas na presença de Souto Moura

Alípio Ribeiro, magistrado do Ministério Público e desde Abril do ano passado procurador distrital do Porto, é o novo director nacional da Polícia Judiciária – que critica com violência o “excesso” de escutas na investigação criminal.

...

O QUE DISSE O PROCURADOR SOBRE AS ESCUTAS

'A escuta é sempre um meio de prova perverso, porque permite a verdadeira devassa da vida da pessoa'

'[As escutas] são a nossa bomba atómica, pelo que devem ser utilizadas criteriosamente'

'A Justiça tem de interiorizar que a utilização deste meio [as escutas telefónicas] é perigosa'

'O volume das escutas telefónicas é exagerado e, muitas vezes, elas violam gravemente os dispositivos legais'

'As violações à lei [em casos de escutas telefónicas] estão próximas da incúria profissional e afectam a credibilidade da Justiça'

'A escuta telefónica é, de facto, um problema de Estado. Temos de trazer alguma ética para a investigação. É preciso particular atenção, cuidado e controlo'

...

Completo
http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=197148&idselect=181&idCanal=181&p=0
 
citação:Originalmente colocada por Zur Besonderen Verwendung

Andaram a fazer escutas a quem não deviam pronto, entornou-se o caldo.

É, pelos vistos democracia e estado de direito são só palavras, em Portugal.

Há (pelos vistos) sempre quem esteja acima da lei.
 
Sempre pensei, sou naif[8)][8] eu sei:(, que o problema estava no Ferro Rodrigues.
Que o PS tinha sido arrastado e usado..... a contragosto.
Mas enganei-me.

Não há nada como dotar uma PJ com metade do dinheiro (50%) para ela.... FUNCIONAR e INVESTIGAR[xx(].

Pq esta não é a Polícia DELES.... ainda.
 
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