Nova lei do Divórcio aprovada

Uma decisão acertada do nosso PR.
O facto de não se protegerem os mais fracos (normalmente mãe e filhos menores) é motivo mais que suficiente para tal.
Não esqueçamos que Portugal ainda é uma sociedade de patriarcas, e que há imensos casos de dependência financeira propositada aliada a maus tratos físicos e psicológicos. Quantas mulheres se divorciariam se pudessem??? E depois, como se sustentarem e sustentar os filhos????
Eu conheço 2 casos muito próximos deste género, em que por exemplo o marido adoece e só quando está internado a família descobre que ele têm outra família há 15 anos, mas como a senhora já têm uns 70 anos e fraca reforma têm que aguentar.....................
Não é tão linear
 
Uma decisão acertada do nosso PR.
O facto de não se protegerem os mais fracos (normalmente mãe e filhos menores) é motivo mais que suficiente para tal.
Não esqueçamos que Portugal ainda é uma sociedade de patriarcas, e que há imensos casos de dependência financeira propositada aliada a maus tratos físicos e psicológicos. Quantas mulheres se divorciariam se pudessem??? E depois, como se sustentarem e sustentar os filhos????
Eu conheço 2 casos muito próximos deste género, em que por exemplo o marido adoece e só quando está internado a família descobre que ele têm outra família há 15 anos, mas como a senhora já têm uns 70 anos e fraca reforma têm que aguentar.....................
Não é tão linear

Sou só eu que vejo alguma contradicção nestes dois argumentos nessa frase?

Isso é um casamento? amor, respeito, etc etc. onde está?
Leva na tromba, mas como não tem €€ para sustentar-se deve manter.se casada?
Desculpem, mas que m€rda de argumento... o nosso PR realmente vive ainda nos anos em que era PM.

O senhor que tem €€€ só tem que pagar a pensão dos filhos e até dela se for necessário.

Na minha opinião não cabe a terceiro meter-se nesta decisão, seja igreja ou estado, quer divorciar? divorcia, cada um leva o que é seu e tem direito e adeus...
Andar anos e anos a debater quem foi o "mau", quem Enganou, meter os miudos no meio disto :sh) :sh) :sh)
 
Última edição:
Sou só eu que vejo alguma contradicção nestes dois argumentos nessa frase?

Isso é um casamento? amor, respeito, etc etc. onde está?
Leva na tromba, mas como não tem €€ para sustentar-se deve manter.se casada?
Desculpem, mas que m€rda de argumento... o nosso PM realmente vive ainda nos anos em que era PM.

O senhor que tem €€€ só tem que pagar a pensão dos filhos e até dela se for necessário.

Na minha opinião não cabe a terceiro meter-se nesta decisão, seja igreja ou estado, quer divorciar? divorcia, cada um leva o que é seu e tem direito e adeus...
Andar anos e anos a debater quem foi o "mau", quem Enganou, meter os miudos no meio disto :sh) :sh) :sh)

Sabes que em muitas situações, o casamento começa como "mar de rosas" e ao longo do tempo se agudizam alguns problemas. Falar em separar e está a andar de moto é possível nalgumas situações, noutras nem por isso.
Este exemplo deste casal era mais ou menos isto: O homem é médico ou enfermeiro, não sei bem, a senhora como trabalho sempre teve cuidar da casa e dos filhos. Situação esta criada por ele, que segundo sei "convenceu-a" a ficar em casa que os seus rendimentos eram suficientes para suprir todas as necessidades. Depois possivelmente vieram maus tratos físicos e psicológicos. Se ela pede o divórcio ele faz chantagem com dinheiro. Repara que isto deve ter sido para aí na década de 60. Casamento era sagrado e o divórcio encarado como o demónio. Isto prolongado por largos anos dá o quê???????????????? = MEDO; FRUSTRAÇÃO; ACEITAÇÃO,ETC.


Em relação ao argumento vale o que vale............................
Cumps[:)]
 
Para mim, cada um deve fazer o que quiser, na altura que quiser,...não há aqui que facilitar ou deixar de facilitar. Também há aqueles que pelas dificuldades e se dizer que é mau,...não se separam e levam uma vida que valha-me a Santa,...

Eu acho que o melhor é nem se casarem, assim cada toma a atitude que deve tomar quando quiser,...

Mas que raio, porque é que é bom viver com uma pessoa, que por n razões já não nos diz nada, eu pessoalmente acho que o casamento é do piorio,...[:cool:]
 
É melhor mudar o título do tópico...

É melhor mudar o título do tópico...

Cavaco Silva devolve à AR novo regime jurídico do divórcio


O Presidente da República, Cavaco Silva, devolveu esta quarta-feira à Assembleia da República (AR), sem promulgação, o diploma que altera o Regime Jurídico do Divórcio.
De acordo com o site do chefe do Estado, Cavaco Silva pretende que este diploma «seja objecto de nova apreciação».
O fundamento para esta decisão está relacionado com o facto do presidente da República considerar que existe uma «desprotecção do cônjuge que se encontre em situação mais fraca - geralmente a mulher - bem como dos filhos menores».
Num comunicado de cinco pontos, Cavaco Silva sublinha que «importa não abstrair por completo da realidade da vida matrimonial no Portugal contemporâneo, onde subsistem múltiplas situações em que um dos cônjuges se encontra numa posição mais débil, não devendo a lei, por acção ou por omissão, agravar essa fragilidade».
Cavaco Silva defende ainda que «para não agravar a desprotecção da parte mais fraca, o legislador devia ponderar em que medida não seria preferível manter-se (...) o regime do divórcio culposo».
«É ainda possível afirmar, com algum grau de certeza, que o desaparecimento da culpa como causa de divórcio não fará diminuir a litigiosidade conjugal e pós-conjugal, existindo boas razões para crer que se irá processar exactamente o inverso», considera o Presidente.
«Na verdade, é no mínimo singular que um cônjuge que viole sistematicamente os deveres conjugais previstos na lei possa de forma unilateral e sem mais obter o divórcio e, sobretudo, possa retirar daí vantagens aos mais diversos níveis, incluindo patrimonial», sublinha Cavaco Silva.
O chefe de Estado dá mesmo um exemplo, que considera possível com o novo regime jurídico do divórcio: "por exemplo, numa situação de violência doméstica, em que o marido agride a mulher ao longo dos anos - uma realidade que não é rara em Portugal - é possível aquele obter o divórcio independentemente da vontade da vítima de maus tratos».
«Mais ainda (...), o marido, apesar de ter praticado reiteradamente actos de violência conjugal, pode exigir do outro o pagamento de montantes financeiros», caso tenha sido o marido a contribuir exclusivamente para as despesas familiares, realça ainda Cavaco Silva.
O Presidente chama ainda a atenção para o facto da nova lei poder forçar a uma «visão contabilística do matrimónio», em que cada um dos cônjuges «é estimulado a manter uma conta corrente das suas contribuições para os encargos da vida conjugal e familiar.
Cavaco Silva contesta também que a nova lei pretenda impor na partilha de bens em caso de divórcio um regime diferente daquele que foi escolhido por ambos os nubentes no momento do casamento.



http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Po...t_id=982017&tag=Presidente%20da%20Rep%FAblica
 
Para mim, cada um deve fazer o que quiser, na altura que quiser,...não há aqui que facilitar ou deixar de facilitar. Também há aqueles que pelas dificuldades e se dizer que é mau,...não se separam e levam uma vida que valha-me a Santa,...

Eu acho que o melhor é nem se casarem, assim cada toma a atitude que deve tomar quando quiser,...

Mas que raio, porque é que é bom viver com uma pessoa, que por n razões já não nos diz nada, eu pessoalmente acho que o casamento é do piorio,...[:cool:]

Nem é do piorio, são opiniões. Agora para resultar têm que se "trabalhar" para isso. Há, quanto a mim pressupostos que potenciam a duração de casamentos saudáveis: Amor, amizade, sexo, companheirismo, brincadeira, empenhamento, contrariedades, feitios,etc.

Uiiiiiiiiiiiiiiiiii, quantas discussões tenho com a minha esposa, porque discordamos de alguma coisa. Ainda bem, porque senão é como diz o outro:
SE TODOS PENSASSE-MOS O MESMO NÃO PENSAVA-MOS GRANDE COISA.

Agora é óbvio que para uma relação resulte, não é necessário casar, depende de cada um. Eu estive a viver com a minha mulher uns 10 anos antes de irmos ao civil. Calhou..........eh eh eh
 
Para mim, cada um deve fazer o que quiser, na altura que quiser,...não há aqui que facilitar ou deixar de facilitar. Também há aqueles que pelas dificuldades e se dizer que é mau,...não se separam e levam uma vida que valha-me a Santa,...

Eu acho que o melhor é nem se casarem, assim cada toma a atitude que deve tomar quando quiser,...

Mas que raio, porque é que é bom viver com uma pessoa, que por n razões já não nos diz nada, eu pessoalmente acho que o casamento é do piorio,...[:cool:]

Sou só eu que vejo alguma contradicção nestes dois argumentos nessa frase?

Isso é um casamento? amor, respeito, etc etc. onde está?
Leva na tromba, mas como não tem €€ para sustentar-se deve manter.se casada?
Desculpem, mas que m€rda de argumento... o nosso PM realmente vive ainda nos anos em que era PM.

O senhor que tem €€€ só tem que pagar a pensão dos filhos e até dela se for necessário.

Na minha opinião não cabe a terceiro meter-se nesta decisão, seja igreja ou estado, quer divorciar? divorcia, cada um leva o que é seu e tem direito e adeus...
Andar anos e anos a debater quem foi o "mau", quem Enganou, meter os miudos no meio disto :sh) :sh) :sh)


Lê o post do Don Juan, a ideia é mesmo essa.
Cumps
 
Há casos, também em,...que as vítimas são os homens,...alguns bem explorados,...

Eu acho correcto, cada um ter direito, aquilo com que contribuiu. Pela ordem de ideias, que que deverá ser tudo dividido, a meias, o explorado, será exactamente o outro. Claro que deverá ser considerado a divisão de tarefas, equaciondas pelos dois, nessa partilha.

Estou a pensar, naquelas situações, que acontecem, mais do que se pensa, em que, algumas mulheres, tem como objectivo na vida, arranjar quem as sustente,....
 
Última edição:
Foi hoje publicada em “Diário da República” a Lei do Divórcio, aprovada em Setembro no Parlamento e que mereceu reparos do Presidente da República. O diploma entra em vigor dentro de um mês.

O novo regime jurídico do divórcio, promulgado a 21 de Outubro por Cavaco Silva, introduz seis alterações fundamentais à lei até agora em vigor, entre as quais, o fim do divórcio litigioso, o "divórcio sanção assente na culpa".

De acordo com o diploma, passará a existir o "divórcio por mútuo consentimento", que já existia, mas elimina-se a necessidade de fazer uma tentativa de conciliação.

Quanto ao "divórcio sem o consentimento de um dos cônjuges", que será agora criado em substituição do divórcio litigioso, prevê-se como fundamentos a separação de facto por um ano consecutivo, a alteração das faculdades mentais de um dos cônjuges, a ausência (sem que do ausente haja notícias por tempo não inferior a um ano) e "quaisquer outros factos que, independentemente da culpa dos cônjuges, mostrem a ruptura definitiva do casamento".

Quanto aos efeitos patrimoniais, em caso de divórcio, a partilha passará a fazer-se como se os cônjuges tivessem estado casados em comunhão de adquiridos, mesmo que o regime convencionado tivesse sido a comunhão geral.

Na nova lei será ainda introduzido um novo princípio de que o cônjuge "que contribui manifestamente mais do que era devido para os encargos da vida familiar adquire um crédito de compensação que deve ser respeitado no momento da partilha".

Em relação às "responsabilidades parentais", expressão que substitui o "poder paternal", a nova lei impõe "o seu exercício conjunto", salvo quando o tribunal entender que este regime é contrário aos interesses do filho.

O diploma regula ainda a atribuição de alimentos entre ex-cônjuges, estabelecendo o princípio de que cada um "deve prover à sua subsistência".

Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=39&ContentId=265264
 
O diploma foi publicado na sexta-feira - salvo erro Lei 61/08

Por acaso ainda não tive oportunidade de o ler... ver se tenho um pouco de tempo, para ver se me divorcio ou não. [;)]
 
a ver se isto faz despachar mais rapido os divorcios[8b] [8b]

está a minha mae a pagar ao advogado quase 700€ por consulta, à quase 7anos e nunca mais se distancia do C****, que me fez...:sh)

raios partam o letigioso[8b] nem se consegue levar uma vida normal
 
a ver se isto faz despachar mais rapido os divorcios[8b] [8b]

está a minha mae a pagar ao advogado quase 700€ por consulta, à quase 7anos e nunca mais se distancia do C****, que me fez...:sh)

raios partam o letigioso[8b] nem se consegue levar uma vida normal

Será 70€ ?!?!? ou foi ter com um professor doutor?
 
a ver se isto faz despachar mais rapido os divorcios[8b] [8b]

está a minha mae a pagar ao advogado quase 700€ por consulta, à quase 7anos e nunca mais se distancia do C****, que me fez...:sh)

raios partam o letigioso[8b] nem se consegue levar uma vida normal
700€ não pode ser, isso é um assalto sem arma, 70 euros sim. È perfeitamente normal os litigiosos durarem mais que 5 ano, é um processo muito penoso e extremamente humilhante para os 2, no fim fica com uns 20 mil euros em despesas de advogados [s)]
 
Um ano após a entrada em vigor da Lei do Divórcio, especialistas dizem que o divórcio por mútuo acordo é agora mais complicado e muitos casais acabam por recorrer aos tribunais para resolver a situação. "A nova lei complicou os processos de divórcio porque veio criar uma nova forma processual", considera o juiz António Fialho, do Tribunal de Família e Menores do Barreiro.

Até Dezembro do ano passado, os divórcios litigiosos resolviam-se nos tribunais e os "pacíficos" nas conservatórias, porque "é mais rápido e muito mais barato", lembra por seu turno o jurista Heitor Carvalho.
Com o novo diploma, a palavra "litigioso" desapareceu, assim como a procura do culpado pela dissolução do casamento. Desde o ano passado, basta que um elemento do casal queira pôr fim à relação para avançar com o processo, alegando um dos quatro motivos considerados legalmente suficientes para a dissolução do casamento: a separação de facto no último ano (antes eram três), a alteração das faculdades mentais, a ausência de notícias por mais de um ano ou a ruptura definitiva do casamento.

No entanto, foi no processo de divórcio por mútuo consentimento que as coisas se complicaram. Agora, para legalizar o fim da relação, o casal tem de chegar primeiro a acordo em quatro questões: na relação de bens, na pensão de alimentos, na atribuição da casa de morada de família e, quando há filhos, nas responsabilidades parentais. "A ideia da lei foi salvaguardar os direitos das duas partes com estes quatro acordos complementares, porque o que acontecia antes é que as pessoas conseguiam o divórcio, mas depois podiam andar imenso tempo para conseguir resolver aquelas questões", explica Heitor Carvalho.

A questão dos filhos, a pensão de alimentos, a casa de morada de família e os bens comuns são quatro formas de processos distintos com regras próprias. E o juiz do Barreiro lembra que "dois processos a correr em paralelo sobre uma questão que as pessoas estão de acordo - o divórcio - não vai facilitar". Resultado: "os advogados não têm utilizado muito esse mecanismo".

No Tribunal de Família e Menores do Barreiro, só na semana passada o juiz António Fialho recebeu o primeiro divórcio por mútuo acordo. A conferência foi marcada para Janeiro, ou seja, mais de um ano após a entrada em vigor do novo diploma. "Eu tive agora o meu primeiro processo com consentimento, mas o meu colega ainda não recebeu nenhum. Sendo que desde que começou a nova lei entram uma média de cinco a seis por semana", lembrou António Fialho.

Apesar de estarem de acordo quanto à decisão de se divorciarem, muitos casais acabam por recorrer aos tribunais para conseguir resolver as outras questões, lembra o juiz do Tribunal de Família e Menores do Barreiro. "No divórcio por mútuo consentimento, o legislador diz que as pessoas podem não estar de acordo em alguns daqueles aspectos, mas estão de acordo em divorciar-se e, por isso, vão ao tribunal para que resolva aquelas questões que são o verdadeiro factor de conflito", sublinha António Fialho.
Para o especialista, a nova lei "em vez de facilitar as situações de resolução de conflito está a aumentar as possibilidades de conflito".

O juiz lembra que, "como o legislador não definiu com que regras é que isto era feito, notam-se problemas ao nível dos tribunais" e para o especialista "esta é a falha da lei que já é notória".

Para o juiz, o diploma deveria ter mantido o sistema antigo: "Quando as pessoas estão de acordo avançam para divórcio por mútuo acordo na conservatória, quando não estão de acordo, divórcio no tribunal".

Em www.ionline.pt

Simplicidade, (?), :rolleyes:
 
O presidente da Associação Sindical de Juízes Portugueses, António Martins, não ficou surpreendido com as críticas de Boaventura Sousa Santos à aplicação da Lei do Divórcio e diz que a legislação é "ambígua e imprecisa".

O presidente do Observatório Permanente da Justiça acusa os juízes de interpretaram a lei de uma forma que muitas vezes penaliza os cidadãos.

António Martins afirma que, neste momento político, nem outra atitude seria de esperar de Boaventura Sousa Santos, tanto mais que é pago pelo Ministério da Justiça.

“É compreensível num momento em que o Governo e o ministro da Justiça estão completamente a ir ao fundo, que o professor Boaventura Sousa Santos viesse dar ajuda nestas circunstâncias. Estes estudos pagos pelo Ministério da Justiça ao professor Boaventura Sousa Santos não o deixam num campo de distanciamento suficiente para fazer uma análise objectiva”, argumenta.

O presidente da Associação Sindical de Juízes Portugueses defende que esse trabalho deveria ser realizado no âmbito da Assembleia da República e retribui as culpas ao legislador que faz leis “ambíguas e imprecisas”.

“Quando o legislador se demite das suas responsabilidades e não define concretamente quais são os direitos das pessoas, deixa uma margem de ambiguidade, uma margem de latitude de tal maneira vasta, é óbvio que uma lei dessa natureza tem sempre dificuldades na sua aplicação”, acusa António Martins.

Em http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=140859

:sh)
 
"Aumentam as taxas pelos serviços e registos nas conservatórias públicas. A partir do próximo mês, casamentos, divórcios e partilhas de bens vão ficar mais caros.

O novo Regulamento Emolumentar dos Registos e do Notariado foi publicado na quarta-feira em "Diário da República".

Todos os anos há um ajustamento, mas desta vez a ministra da Justiça quis fazer uma revisão mais profunda. Segundo o diploma publicado, uma certidão de habilitação de herdeiros passa a custar 150 euros, o divórcio com partilha de bens aumenta para 625 euros, mais 125 euros por registo e 30 euros por cada imóvel.

Quanto ao casamento, um processo de registo não urgente passa a custar 200 euros, ou seja, mais dez euros do que anteriormente. E numa convenção antenupcial passa a custar 160 euros, mais 60 que o previsto no actual regulamento.

A convenção antenupcial custará 160 euros em vez dos atuais 100. A habilitação de herdeiros vai custar 150, também em vez dos actuais 100.

Há também subida de taxas nos registos de casamento, separação de bens, partilhas e registo automóvel." Em Casamentos e divórcios vão ficar mais caros - Renascença

[:D]
 
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