Nissan Leaf 2018

Carlos Ghosn refuses to say the words "I told you so." But you know he's thinking it.For almost a decade, Ghosn has been the industry's biggest cheerleader for electric vehicles — predicting their rise, touting the logic of their technology and suffering all the slings and arrows of critics who said he was wrong.
Ahead of his competitors, Ghosn bullishly invested $5 billion in 2010 and 2011 to build mass-market EV assembly lines and battery plants in the U.S., Europe and Japan for the two automakers he oversaw, Nissan Motor Co. and Renault.
Many in the industry shrugged off EV technology, saying consumers weren't interested. But now, automakers from BMW to Volkswagen are scrambling to electrify their vehicle portfolios. Toyota, General Motors, Ford, Daimler, Jaguar Land Rover and Volvo all have revealed big EV product plans in recent months.
"Now they come," Ghosn quips of the growing industry trend. "Everybody's coming. The reality appears more clearly to a lot of people today."
Ghosn in September unveiled a six-year business plan for the newly renamed Renault-Nissan-Mitsubishi Alliance, of which he is CEO, to create 12 electric models worldwide.
The 12 will be jointly developed by the alliance and sold through Renault, Nissan and Mitsubishi brands. And many more models will follow those, he hints during an interview last week at the alliance's Manhattan offices.

Early to market
But Ghosn believes his group has an advantage over the competitors now following him into the EV space: The alliance companies have been at it longer, with the Nissan Leaf and Renault Zoe in mass production since 2010 and 2012.
"The knowledge we have today with the Leaf or the Zoe is extremely precious," Ghosn says, "because we know how people use electric cars, what they need and what are the problems. This will allow us to prepare a much better generation of electric cars coming in the next six years.
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The new Nissan Leaf: Experience gives the 
alliance the edge, Ghosn says.


"These 12 are not, 'This is our first venture,'" he adds. "No, no. These are cars coming to take an important position, and they will be profitable, with cost targets that are based on reputation and best of technology."
The plan will unfold in a new era of development for the three automakers. As CEO, Ghosn is pushing the alliance to step up its coordination of technology-sharing and co-development work. Another part of the six-year plan calls for much more emphasis on shared vehicle platforms and powertrains. Ghosn says that by 2022, 9 million of the three companies' vehicle sales will come from four shared platforms.
The 12 EVs of the next six years will be a group undertaking, not individual models developed separately by the alliance member companies.
"Now we're saying: One platform. One set of batteries. One set of motors," says Ghosn, who handed over his CEO title at Nissan this year but remains chairman of the automaker. "We're going to go together because our objectives are mass marketing and profitability."

$8,000 EV


The program is already underway. Ghosn has assigned a team of alliance engineers to develop a low-cost EV model for China that is based on the mini-segment Renault Kwid. Ghosn test drove the prototype in China in October. After it hits the market there in 2019, the alliance expects to export the Kwid EV to India and Brazil.
Early reports suggest the car could sell for as little as $8,000.

Ghosn admits to feeling some vindication of his original EV strategy after years of defending what looked for a time to be a product flop. The Leaf sold only about 2,500 a month in the U.S. in 2014, its best year. A second generation is just now launching.
Ghosn never wavered from his belief in EVs.
"People said, 'Yeah, but you could be wrong.' But I knew that the constraints on emissions were becoming heavier," he says. "There was no way ... we could solve all these limitations technically through gasoline engines and diesel engines or even hybrids. We needed to move to something more radical, like electric cars.
"For me it was obvious," he says of his idea, voiced in 2008, to mass-produce electrics. "And I said, the first one who was going to move in this direction was going to benefit a lot, not only in terms of brand, but in terms of the advantage of mass-marketing the electric car."

http://europe.autonews.com/article/...focuses-renault-nissan-alliance-on-ev-assault

A Nissan-Renault estão á frente de todos os outros.
 
Pois, estando bem preparado: obd2 e afins, consegue-se ter uma leitura rápida do estado da bateria de um carro, como sendo o órgão com maior deterioração, coisa que é impossível num CI para ver o estado dos seus componentes motores.
 
Risco de não precisares de gastar 7 ou 8 mil euros de rajada? Quantos queres?

Pegando naquele exemplo do Leaf com 300.000km, imaginando que levaria uma bateria nova de 7000€

Pega num diesel equivalente e soma
Embraiagem + Bimassa 1000€
Mudanças de óleo 10x100€ - 1000€
FAP - 1.500€
Pastilhas e Discos 3 x 150 - 450€

Já vamos em 5.000 ainda sem ter em conta o custo do gasóleo, e eventuais problemas de turbo ou injectores.
Só que como é faseado há menos esse estigma, mas caba por relativizar o custo da bateria.

Para além de que consegues saber com alguma precisão quando precisas de trocar a bateria. É fazer as contas.
 
"que se resolve com actualização de firmware"

Mesmo assim será menos falível que a "estimação" do estado do motor de um carro a combustão.

Certo. Mas nem sequer estamos a falar de motores, mas sim apenas do que lhes dá autonomia. Em dezenas de carros que conheci pela minha família em dezenas de anos e centenas (se não mesmo milhões de kms acumulados), não houve uma única situação de necessidade de substituir o motor. Avarias mais graves deram-se com turbos.

Acredito que os motores eléctricos sejam bastante fiáveis e também não será por aí.
 
Certo. Mas nem sequer estamos a falar de motores, mas sim apenas do que lhes dá autonomia. Em dezenas de carros que conheci pela minha família em dezenas de anos e centenas (se não mesmo milhões de kms acumulados), não houve uma única situação de necessidade de substituir o motor. Avarias mais graves deram-se com turbos.

Acredito que os motores eléctricos sejam bastante fiáveis e também não será por aí.

Pensei que estavas a falar de €.[:D]
 
A nivel de preço é o mesmo, isto considerando o equipamento BOSE no ZOE e o equipamento do Leaf nesta primeira edição.
Quanto á autonomia é dificil dizer quem faz mais KM pois isso depende de N fatores, são metendo os dois carros lado a lado a percorrer o mesmo percurso, eu diria que possuem autonomia equivalente. Na autofoco da semana passar o Zoe 40 fez 300km, eu já vi o novo leaf a fazer mais de 300km...vale o que vale.

Seja como for o Leaf é sempre melhor produto que o Zoe.

O Zoe 40 em algumas condições faz mais de 400km. São dois segmentos diferentes naturalmente o Leaf é globalmente melhor mas o Zoe tem mais garantia e é mais barato.
 
Estou a falar de componentes que custam uns bons milhares e não de um turbo, que com um recondicionado resolves por umas boas centenas.

Mas no caso do elétrico sabes de antemão o que contar, se tem muita degradação de baterias e não te serve, simplesmente não compras, no caso dos CI não tens como averiguar isso, certo?
 
Mas no caso do elétrico sabes de antemão o que contar, se tem muita degradação de baterias e não te serve, simplesmente não compras, no caso dos CI não tens como averiguar isso, certo?

Eu conto sempre com o pior cenário, que é o colapso total do componente mais caro. Pagar umas baterias novas ou mudar um motor num carro? Só para dar um exemplo, um motor que dá raia no mercado como o N47 vende-se por 3.500€ no olx com 2 anos de garantia. Isto para nem falar obviamente que há uma panóplia de motores mais baratos e com garantia.

Que baterias compras com garantia e a que preço?
 
Irra, não queres perceber o que eu digo, sei que tens andado a ver as cenas dos eléctricos, ainda não percebeste que a degradação de uma bateria se torna mais lenta quanto mais baixa? Ou seja, procuras um carro com uma certa autonomia, se não serve não compras, o facto é que essa autonomia se manterá por muito tempo, porque carga de água vais ter despesa logo a seguir?
O colapso total pode acontecer por avaria, isso acontece na garantia, ao comprares um usado duvido muito desse colapso, pelo menos nunca ouvi falar de tal coisa e olha que tenho lido muito sobre EVs.
 
Irra, não queres perceber o que eu digo, sei que tens andado a ver as cenas dos eléctricos, ainda não percebeste que a degradação de uma bateria se torna mais lenta quanto mais baixa? Ou seja, procuras um carro com uma certa autonomia, se não serve não compras, o facto é que essa autonomia se manterá por muito tempo, porque carga de água vais ter despesa logo a seguir?
O colapso total pode acontecer por avaria, isso acontece na garantia,
ao comprares um usado duvido muito desse colapso, pelo menos nunca ouvi falar de tal coisa e olha que tenho lido muito sobre EVs.

Ando a ver só usados porque não queria gastar muito no brinquedo. A questão é que os usados a bom preço ou têm baterias de aluguer, que não quero, ou têm já garantia limitada na bateria. Obviamente que ninguém espera uma avaria, mas também ninguém espera sismos e fazem-se construções anti-sismicas.

Estou a ver é que mais vale deixar andar, esquecer a ideia de usado, e ir acompanhando o preço de novos com garantia de 8 anos e 160k kms. A nissan ainda nem me respondeu por escrito (email) ao pedido de orçamento para troca de bateria de um leaf.
 
O que o mercado tem dito sobre os EVs é que essa avaria não tem existido, por isso acho que este histórico deve ser tido em conta. Ou seja, não vais comprar um carro com a baterias nas ultimas e depois queixas-te de que não serve, o estudo deve ser feito antes.
Também sou da opinião que a investir agora, que seja num carro novo, pois a tecnologia embora tenha séculos, a verdadeira evolução só começou há uns 10, por isso...
 
O que o Obtuso quer não existe, quer um eléctrico na condição de ser em segunda mão e de ter quase zero desgaste de bateria, e com garantia que nunca avaria.

Por outro lado não quer pagar aluguer de baterias que dá essa garantia.
 
O que o Obtuso quer não existe, quer um eléctrico na condição de ser em segunda mão e de ter quase zero desgaste de bateria, e com garantia que nunca avaria.

Por outro lado não quer pagar aluguer de baterias que dá essa garantia.

ou seja se fosse num CI .... queria um carro recente com pouquissimos kms e com uma garantia de uns ... 20 anos !!

Carro infalivel ?? não há !!!


Atenção que nos forums já vi relatos de VE da Renault que tiveram ou ainda têm bastante problemas em accionar a garantia das baterias junto da marca, mesmo a pagar o aluguer mensal !!!

e acho que em termos de assistência acho que há poucos funcionários da Renault em Portugal a mexer nos ZOEs .... em Chelas sei que há !!!


é só glogarem ...
 
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