Museus e outréns...

A exposição chama-se "Estrelas de Papel: Livros de Astronomia dos Séculos XIV a XVIII", abre hoje, 29 de Abril, e decorre até 31 de Julho, integrando-se nas celebrações do Ano Internacional da Astronomia 2009 .

Das obras de Ptolomeu, Sacro Bosco, Afonso X, Regiomontano e Pedro Apiano, aos códices árabes, aos manuscritos de Alcobaça e às edições raras de astrónomos célebres como Copérnico, Tycho Brahe ou Galileu, é possível encontrar tudo do melhor que se publicou à escala mundial entre os séculos XIV e XVIII na Biblioteca Nacional , em Lisboa.

A iniciativa inclui ainda obras de Kepler, Riccioli, Hevelius e Newton, além de impressos e manuscritos de autores portugueses como Pedro Nunes, Sardinha de Araújo, Manuel Bocarro, Castro Sarmento, Eusébio da Veiga e Monteiro da Rocha. E reúne também os atlas celestes mais marcantes desenhados desde o século XV, mostrando como evoluiu a representação do Universo.

Ptolomeu pôs a Terra no centro do Universo, enquanto Sacro Bosco foi o defensor da forma esférica do nosso planeta, Afonso X (avô de D. Dinis) construiu tabelas com as posições dos planetas, Regiomontano acreditava que a Terra não se movia e Pedro Apiano desenhou a astronomia ptolomaica.

Mais tarde Copérnico foi o autor da teoria que retirou a Terra do centro do Universo, as observações de Galileu foram decisivas para a confirmação de que os planetas giram à volta do Sol, Kepler definiu as leis do movimento dos planetas, Hevelius fundou a topografia lunar e Newton descobriu a lei da gravitação universal.

Entretanto, o Museu de Ciência da Universidade de Coimbra e o Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos (CIEC) organizam o ciclo de conferências sobre o tema "Camões, o Céu e a Terra" dedicado à ciência na obra de Luís de Camões, que inclui a 21 de Maio uma sessão dedicada à Astronomia camoniana com intervenções de Carlota Simões, investigadora da Faculdade de Ciências e Tecnologia, e de Luís Silva Pereira, professor de Literatura da Universidade Católica.

Em http://aeiou.expresso.pt/melhores-tesouros-de-sempre-da-astronomia-na-biblioteca-nacional--=f511455

:eek:apr:)
 
Museu de História da Catalunha
Jóias da Rainha Santa Isabel expostas na Catalunha
07.05.2009 - 10h57

267262

Imagem da Rainha Santa Isabel

Uma exposição de peças de joalharia e arte religiosa da Rainha Santa Isabel estará patente a partir de hoje e até Setembro no Museu de História da Catalunha.

Intitulada "Princesas de Terras Distantes", a mostra insere-se numa exposição de objectos de ourivesaria medieval pertencentes a rainhas catalãs e húngaras que no século XII marcaram as respectivas cortes.

Organizada pelos Museu de História da Catalunha e Museu Nacional da Hungria, dá a conhecer as estratégias matrimoniais entre as dinastias medievais reinantes em ambos os países, - a casa de Aragão e a casa de Arpad - e que envolveram Isabel, Constança e Beatriz de Aragão, Violante da Hungria e Maria de Habsburgo.

Isabel de Aragão, filha de Pedro o Grande (1276-1285) casou com D. Dinis de Portugal e fundou o primeiro convento de Clarissas, tendo sido canonizada como Rainha Santa de Portugal no Século XVII.

As peças da Rainha Isabel patentes nesta exposição provêem do Museu Nacional Machado de Castro em Coimbra e, dado o seu extraordinário valor, chegaram à Catalunha acompanhadas de um complexo dispositivo de segurança.

Trata-se de um relicário em prata dourada, cristal de rocha e granadas, uma cruz processional de jaspe, duas cruzes de cristal de rocha, um colar de ouro e pedras preciosas e um relicário de coral e prata.

Depois da Catalunha a exposição seguirá para o Museu Nacional da Hungria onde estará patente até Novembro.

Em http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1379122&idCanal=14

apr:)
 
e ja agora metam os precos..e que paga se e muito bem uma pessoa que queira ver varios museus fica com a carteira vazia.
 
Uma viagem fantástica

Esta semana foi levantado um pouco do véu que envolve o novo museu de Belmonte. O JF deixa aqui um “aperitivo” para os visitantes


O Museu “À Descoberta do Novo Mundo” será inaugurado no domingo, às 11 e 45, numa cerimónia que contará com a presença do ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, e do embaixador do Brasil em Portugal, Celso Vieira de Souza. A inauguração será o ponto alto das Festas do Concelho de Belmonte, que decorrem até domingo.

A Câmara Municipal de Belmonte e a empresa Arqueohoje fizeram, na terça-feira, uma apresentação virtual daquilo que se poderá encontrar no museu “À Descoberta do Novo Mundo” (DNM).

O presidente da autarquia, Amândio Melo, sublinhou o cariz tecnológico do museu (inédito em Portugal) e explicou que se trata de um instrumento pedagócio não só para a região, mas também para Portugal.

Paulo Monteiro, da Arqueohoje, adiantou que este é um projecto de alta qualidade, no qual estiveram envolvidas 200 pessoas só para tratarem dos conteúdos e da sua implantação técnica no local.

Para além disso, outras 200 participaram nos trabalhos de construção e reconstrução do espaço. Os conteúdos foram recolhidos e investigados durante cinco anos, com visitas a 123 instituições de todo o mundo (arquivos, museus e bibliotecas).

Trata-se de um investimento de 2,5 milhões de euros, com a autarquia a suportar 40 por cento – o restante é financiado por diversos programas de apoio.

O museu DNM, que conta com o contributo da RTP e de vários fotógrafos estrangeiros, pretende que o visitante faça uma viagem tão fantástica como a de Pedro Álvares Cabral, em 1500, quando descobriu o Brasil. É um espaço que exige constantemente a participação do cidadão. A entrada custará 5 euros.

Descrição das 16 salas

1 – Belmonte: descrição da vila e do concelho, história e património. Terá exposta a pretensa pia baptismal de Cabral.

2 – Portugal: caracterização de Portugal e de Lisboa no ano 1500.

3 – Descobrimentos: informações sobre a grande epopeia portuguesa, rotas, histórias.

4 – Cabral: a vida, a família e a preparação da viagem.

5 – Nau: como se vivia a bordo. A nau tem duas portas, duas teorias. A descoberta do Brasil foi um acaso ou foi preparada?

6 – Viagem: os relatos de Pedro Vaz de Caminha.

7 – Mar Alto: sol, tempestade, monstros e calmaria.

8 – Chegada: o avistamento do Monte Pascoal.

9 – Ameríndios: os primeiros contactos com os índios.

10 – Biodiversidade: um continente diferente, com espécies estranhas para os europeus.

11 – Construção de um Povo: como se fez o Brasil.

12 – Emigração: quem fez o Brasil. Homenagem aos belmontenses que foram para o Brasil.

13 – Palavra: diferenças gráficas e sonoras da Língua Portuguesa. As palavras caem do tecto.

14 - Escravatura: culpa de portugueses, ingleses, franceses e outros povos.

15 – Brasil Contemporâneo: caracterização de um enorme país, oitava economia do mundo.

16 – Portugalidade: o chamado “regresso das caravelas”, com brasileiros a virem actualmente para Portugal.

Toda a reportagem, incluindo fotografias, na edição semanal.

(...)

Em http://www.jornaldofundao.pt/noticia.asp?idEdicao=105&id=5482&idSeccao=993&Action=noticia

Mais informação em http://www.cm-belmonte.pt/

apr:)
 
Geologia

Geoparque de Arouca reconhecido pela UNESCO como património geológico da Humanidade
22.04.2009 - 10h31 Lusa
265232

PÚBLICO (arquivo)
Artur Sá quer um despertar pleno desta região para as pessoas que os visitam

O Geoparque de Arouca integra desde hoje a Rede Europeia de Geoparques que, sob a tutela da UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, reúne todos os territórios considerados património geológico da Humanidade.

Inaugurado a 5 de Dezembro de 2007, o Geoparque de Arouca envolve uma área de 327 quilómetros quadrados e abrange um total de 41 geo-sítios - termo técnico para os "sítios com interesse geológico" que, segundo a UNESCO, têm "particular importância pelo seu carácter científico, raridade, encanto estético ou valor educacional".

No património de Arouca destacam-se as pistas fósseis dos quartzitos do vale do Paiva, e, sobretudo, duas ocorrências geológicas apontadas pelos especialistas como únicas no mundo: as trilobites e as pedras parideiras.

Em causa está "um território de excepção", como observa o paleontólogo Artur Sá, coordenador científico do Geoparque de Arouca e docente do Departamento de Geologia da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

"Com a integração na Rede Europeia de Geoparques", refere o paleontólogo, "Arouca passa a ter um selo de garantia da UNESCO, uma prova de que reconhecem internacionalmente as qualidades do nosso território e das nossas valências".

O funcionamento em rede deverá agora "permitir o desenvolvimento de conhecimentos científicos e educativos que promovam, para além das fronteiras de cada país, os territórios de excepção que há na Europa e no mundo".

Artur Sá acredita, aliás, que a adesão do Geoparque de Arouca à Rede Global de Geoparques depende agora "de um mero pro forma".

O principal já foi feito. "Tivemos muito trabalho a nível da inventariação do território e do levantamento das suas ocorrências geológicas, mas o projecto contou desde a primeira hora com o apoio das pessoas que estão no terreno e das forças políticas do concelho de Arouca".

Esse envolvimento deve-se ao facto de que "em causa não está um parque nacional nem um parque natural, mas um território que coincide com todo o município de Arouca e que é feito por pessoas, para as pessoas".

Os geoparques da rede da UNESCO têm, afinal, que obedecer a uma estratégia de desenvolvimento sustentável que justifica que o seu património geológico funcione "como uma base agregadora das sinergias da região".

"Geologia, gastronomia, cultura, indústria - tudo cabe no geoparque", afirma Artur Sá. "Queremos um despertar pleno desta região para as pessoas que nos visitam".

A integração do Geoparque de Arouca na rede da UNESCO já foi aprovada há algumas semanas, mas a escolha do dia 22 de Abril para divulgação do facto "não foi ao acaso". Segundo o coordenador científico do projecto, "esta fica a ser a data oficial da integração, para coincidir com o Dia Mundial da Terra e o Dia Nacional do Património Geológico".

O Geoparque de Arouca torna-se assim, acrescenta o paleontólogo, "a 34.ª estrela no mapa da Rede Europeia de Geoparques".

O processo foi iniciado em Agosto de 2008 e a avaliação do território pelos peritos da UNESCO foi feita em Fevereiro de 2009.

O Geoparque de Arouca é o segundo projecto do género em Portugal, a seguir ao Geopark Naturtejo da Meseta Meridional, que também integra a rede da UNESCO, desde Julho de 2006.

Em http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1375873

www.geoparquearouca.com

apr:)[;)]
 
Museu Severo Portela

Museu Severo Portela

Museu Municipal

200810memoriasphotograf.jpg



ptff6000.gif


sep1.gif
O Museu Municipal de Almodôvar é dedicado ao pintor Severo Portela, que, não sendo da terra, muito contribuiu para o seu engrandecimento cultural e artístico. Situa-se junto à Praça da República, instalado no primeiro andar do edifício da Biblioteca Municipal.

sep1.gif
Para além do edifício em si, podem apreciar-se pinturas, esculturas e desenhos de mestre Severo Portela, bem como livros e outros objectos que lhe pertenceram.

sep1.gif
Também se podem apreciar outros trabalhos deste pintor na Capela do Senhor do Calvário, no exterior da Igreja da Misericórdia e na capela baptismal da Igreja Matriz da Vila.

sep1.gif
Em lugar de honra, dentro do Museu, figura uma réplica do livro contendo o foral de Almodôvar, concedido por Dom Dinis, no século XIII.

Horário​
​
Segunda a Sexta: 9:00 às 12:30 horas
14:00 às 17:30 horas Encerrado:
Sábado, Domingo e Feriados​
 
Museu Etnográfico

Museu Etnográfico

- Museu Etnográfico e Arqueológico de Santa Clara a Nova;
O Museu Etnográfico e Arqueológico de Santa Clara -a- Nova tem como principal objectivo divulgar a todos as tradições, profissões e actividades rurais e tradicionais da freguesia de Santa Clara -a- Nova, através de uma série de objectos e ferramentas expostas.

Com efeito, numa visita ao museu podemos observar a actividade económica principal da freguesia - a agricultura, através dos objectos e processos agrícolas; as profissões tradicionais da freguesia, tais como: o abegão, a tecedeira, o sapateiro, o ferreiro, o barbeiro, o latoeiro e o alfaiate.

Por outro lado, podemos também encontrar a venda/taberna, a escola, a casa do povo, a cozinha tipicamente alentejana e o forno, bem como o processo de fabrico do pão.

Encontra-se também no museu de Santa Clara -a- Nova uma sala dedicada à arqueologia, com algum do espólio encontrado na Estação Arqueológica das Mesas do Castelinho.

Museu Etnográfico Santa Clara a Nova
 
Museu Hergé abre portas na próxima semana

Cultura e Social | 2009-05-25 16:27

Os amantes de banda desenhada têm a partir da próxima semana mais uma razão para visitar a Bélgica, com a inauguração de um museu dedicado à vida e obra de um dos seus maiores artistas, Hergé, o "pai" de Tintim.

Concebido pelo arquitecto francês Christian de Portzamparc, que se inspirou para o efeito na obra do desenhador belga, o museu, situado em Louvain-la-Neuve, nos arredores de Bruxelas, abrirá as portas ao público a 02 de Junho, dois anos após o lançamento da primeira pedra, a 22 de Maio de 2007, data do centenário do nascimento de Georges Remi, aliás, "Hergé".

Lusa / AO Online

Em http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/185341

Em http://www.tintin.com/

[;)]
 
Numa altura em que se assinala o 10º aniversário da língua mirandesa, os especialistas garantem que estão reunidas as condições para a criação do "ambicionado" Instituto da Língua Mirandesa (ILM).

No entanto, tem havido atrasos para que a instituição comece a desempenhar as suas funções, apesar de se tratar de um "organismo nuclear para a lhéngua".

Segundo Júlio Meirinhos, ex-deputado e responsável pela elevação do mirandês a segunda língua oficial de Portugal, o Ministério das Finanças já assumiu haver disponibilidade orçamental para avançar com o instituto, que será tutelado pelo Ministério da Cultura.

A secretária de Estado da Cultura, Paula Fernandes dos Santos, não adianta nenhuma data para a criação oficial do instituto, mas garante que o Governo está a trabalhar para que "o ILM seja uma realidade dentro de prazos razoáveis

Em http://aeiou.expresso.pt/instituto-para-defender-a-lhengua-mirandesa=f516289

:rolleyes:apr:)
 
Museu Municipal


sep1.gif
O Museu Municipal de Almodôvar é dedicado ao pintor Severo Portela, que, não sendo da terra, muito contribuiu para o seu engrandecimento cultural e artístico. Situa-se junto à Praça da República, instalado no primeiro andar do edifício da Biblioteca Municipal.

sep1.gif
Para além do edifício em si, podem apreciar-se pinturas, esculturas e desenhos de mestre Severo Portela, bem como livros e outros objectos que lhe pertenceram.

sep1.gif
Também se podem apreciar outros trabalhos deste pintor na Capela do Senhor do Calvário, no exterior da Igreja da Misericórdia e na capela baptismal da Igreja Matriz da Vila.

sep1.gif
Em lugar de honra, dentro do Museu, figura uma réplica do livro contendo o foral de Almodôvar, concedido por Dom Dinis, no século XIII.


Horário​
Segunda a Sexta: 9:00 às 12:30 horas
14:00 às 17:30 horas Encerrado:
Sábado, Domingo e Feriados​

​
​


Que tristeza de horário[8b][8b][8b] depois queixam-se que ninguem vai ver, fazem as exposições no horário em que as pessoas estão a trabalhar[:blush:][:blush:] ... enfim até parece anedóta, contado ninguem acredita[8b]​
 

Museu Virtual Aristides de Sousa Mendes

Museu Virtual Aristides de Sousa Mendes

617b3282.jpg


Visite o MVASM - Museu Virtual Aristides Sousa Mendes

12:48 Segunda-feira, 6 de Jul de 2009


Graças à coragem do cônsul de Portugal em Bordéus em Junho de 1940 é hoje possível contar histórias com final feliz, numa das épocas mais tristes da história da Humanidade.

Online desde 19 de Fevereiro de 2008, o Museu Virtual Aristides Sousa Mendes permite-lhe descobrir a história deste diplomata. Cônsul de Portugal em Bordéus em Junho de 1940, Sousa Mendes, contrariando as ordens do Governo Português, decide conceder vistos de trânsito para Portugal a milhares de refugiados que, em fuga das forças nazis, tinham neste papel o seu salvo-conduto para a sua Liberdade.

Visite o MVASM e descubra quem foi Sousa Mendes e quais as implicações que o seu acto de desobediência tiveram tanto na sua vida como nas vidas dos que salvou. Aceda às histórias desses refugiados, oiça e leia os seus testemunhos, conheça as suas imagens e as dos locais onde eles permaneceram, num Portugal dos Anos 40.

Conheça a Lisboa da II Guerra Mundial e aceda a partir da sua planta (Exposição Virtual - Corredor da Liberdade - Lisboa dos Refugiados) aos filmes da época, que lhe darão uma ideia do ambiente do Chiado, nos anos 40, da chegada do Clipper à Estação Marítima de Cabo Ruivo (actual Doca no Parque das Nações), da Inauguração da Exposição do Mundo Português ...e, finalmente, da partida para a terra prometida, a América, do Cais da Rocha Conde de Óbidos (Exposição Virtual - Corredor da Liberdade - último capítulo - A Partida).

Faça o seu percurso no MVASM e partilhe connosco a sua opinião. Queremos conhecer as suas sugestões, receber eventuais correcções e informações que nos levem a novas pistas sobre refugiados e/ou sobre histórias de um Portugal, ao tempo da II Guerra Mundial.

Na Base do Conhecimento encontrará listas de nomes de algumas pessoas que receberam um visto de Sousa Mendes. Muitos partiram para outros países, outros ficaram por cá. Se por acaso conheceu ou conhece alguma destas pessoas ou seus descendentes, diga-nos.

Como qualquer um de nós, Aristides Sousa Mendes não foi com certeza um homem perfeito. No entanto, a sua actuação neste período conturbado da história mundial foi invulgarmente corajosa e, em última análise, estima-se que poderá ter salvo a vida a cerca de 30.000 pessoas. Ajude-nos a divulgar a história deste grande português do século XX e os valores humanitários que o seu acto de consciência representa. É que graças a ele, as histórias de milhares de pessoas, durante a II Guerra Mundial, tiveram um final feliz.

8ccd0631.jpg

Último retrato de Aristides, na Av. da Liberdade, em Lisboa, datado de 1954, dias antes de falecer
Colecção Particular da Família de Aristides de Sousa Mendes

Clique para visitar o museu
MUSEU VIRTUAL
ARISTIDES SOUSA MENDES

Em http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?sid=ex.sections/25139

[;)]
 
Que pena só agora ter conhecimento deste museu virtual.

No passado dia 17 tive exame oral de francês e o tema era uma personalidade. Resolvi falar sobre a vida de Aristides sousa Mendes. Aprendi bastante nas minhas pesquisas.
 
O Museu de Aveiro (Museu Santa Joana Princesa), ainda parcialmente em obras, já voltou a abrir ao público. Passei lá ontem várias horas.

Tem uma colecção de arte impressionante desde o Renasscimento até ao Rocócó, nomeadamente pintura e escultura.

Uma nota interessante: as obras estão todas catalogadas em termos de datas, periodo, estilo e artista (se conhecido).

Em muitas das obras é apresentado um enquadramento histórico e artístico do estilo e do autor em linguagem que um leigo no assunto entende (coisa que seria lógico existir em todos os museus mas que de facto não se verifica). Estas notas estão bem redigidas e (dito por uma pessoa que me acompanhou e é alguém que percebe do assunto) correctas.

Enquanto as obras não terminam a visita ao museu é de borla em qualquer dia e horário.

[;)][:cool:]
 
Bíblia mais antiga do mundo já está on-line

Codex_Sinaiticus_Bíblia_mais_antiga_do_mundo12111da7_400x225.jpg



O Codex Sinaiticus foi redigido no século IV e hoje encontra-se fragmentado e espalhado pelo mundo. Agora, pode ser visto de forma completa, na internet.

Trata-se de uma iniciativa conjunta de várias instituições, incluindo a Biblioteca Britânica, A Biblioteca da Universidade de Leipzig, a Biblioteca Nacional da Rússia e o Mosteiro de Santa Catarina, no Monte Sinai, no Egipto.

Cada um destes locais detinha uma parte dos 800 fragmentos ou páginas da Bíblia escrita em grego.

O texto completo pode agora ser visto no site da Biblioteca Britânica, em http://www.codexsinaiticus.org/en/, permitindo a qualquer curioso ou académico consultar as preciosas páginas.

O Codex Sinaiticus, cujo nome deriva da localização do Mosteiro de Santa Catarina é, a par do Codex Vaticanus, o exemplar completo da Bíblia mais antigo do mundo. Os textos nele incluídos variam ligeiramente de versões mais novas da Bíblia, nomeadamente no que diz respeito ao Evangelho de São Marcos, que tem menos 12 versículos que versões posteriores.

Em http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=95&did=61695
 
Voltar
Superior