A KTM está a ponderar mudar a forma como tem funcionado a equipa satélite. Neste caso, manter a parceria com a Tech3 mas mudando sobremaneira os termos como a equipa é apresentada, com a hipótese em cima da mesa a ser uma junção com a GasGas.
Desengane-se quem pensar, como chegou a acontecer no paddock, que a GasGas era opção para o lugar da Suzuki. A Dorna quer outra fábrica no lugar dos nipónicos e a GasGas integra o grupo KTM, pelo que qualquer GasGas na grelha será uma KTM RC16.
Mas do lado da KTM isso não impede que a GasGas seja promovida com uma equipa na MotoGP. Em agosto do ano passado o CEO da KTM, Stefan Pierer, explicou que os planos para a GasGas passavam por incluir equipas no mundial mas primeiro na classe Moto3 e depois na Moto2, citado no Speedweek.com.
Cumpridos esses passos, chega a altura da KTM ponderar os seus planos de expansão para a GasGas, aproveitando a já existente estrutura da Tech3. A equipa de Hervé Poncharal perdeu o patrocínio da Red Bull e tem competido como Tech3 KTM Factory Racing, ou seja, como braço direito da KTM e equipa não oficial mas igualmente de fábrica dos austríacos.
É nesse sentido que a GasGas entra agora em cena. A Tech3 tem acordo com a KTM até final de 2026, sendo que os planos em análise passam pela junção da Tech3 com a GasGas, o que seria basicamente uma mudança de cores da equipa secundária da KTM.