Mota-Engil

O meu pai trabalhou para essa empresa mais de 10 anos fez obras como expo 98 o Oceanario,a praça soni e ainda umas torres e sem ser na expo fez tb o CCB,estas foram as obras mais conhecidas que ele fez,ainda me lembro que o estaleiro dele era ao pé do jardim zoologico onde agora é a mercedes.
Cumps.

Na altura da Expo ele ou trabalhava para a Mota & companhia ou para a Engil pois a empresa Mota-Engil nao tem assim tantos anos.
 
http://www.mota-engil.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=98&Itemid=95

http://www.lusoponte.pt/


http://www.moptc.pt/cs2.asp?idcat=948
• JOAQUIM MARTINS FERREIRA DO AMARAL (de 24 de Abril de 1990 a 28 de Outubro de 1995)

Por causa de um inenarrável contrato assinado em 1994, a Lusoponte tem o exclusivo rodoviário na travessia do Tejo a jusante da ponte de Vila Franca de Xira. Quem negociou tão original contrato? O ministro das Obras Públicas, Engº. Joaquim Martins Ferreira do Amaral. E por causa desta exclusividade, a Lusoponte poderá vir a receber uma compensação por causa da construção da terceira ponte sobre o Tejo. Quem é que está contente? O presidente do Conselho de Administração da Lusoponte, Engº. Joaquim Martins Ferreira do Amaral.

http://tsf.sapo.pt/online/economia/interior.asp?id_artigo=TSF183757
 
Brisa e Mota lideram consórcio para ANA e aeroporto da OTA

A Brisa e a Mota-Engil vão liderar um grupo de seis grandes empresas para concorrer ao processo de privatização da ANA e participar na construção do novo aeroporto da OTA, anunciaram hoje as empresas.

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O grupo inclui, além da Brisa - Auto-estradas de Portugal e da Mota-Engil, os três maiores bancos portugueses (CGD, BCP e BES) e a construtora Somague.

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Brisa e a Mota-Engil afirmam que foi hoje assinado um acordo entre as seis empresas, que prevê a constituição de um consórcio.

A Brisa e a Mota-Engil lideram este projecto, com participações iguais de 26,25 por cento cada.

Agência LUSA
2006-09-08 16:42:23

http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=254328&visual=26
 
fiquei curioso em saber o que era feito do "Eduardo Ferro Rodrigues".

Eduardo Ferro Rodrigues
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Eduardo Ferro Rodrigues
Ministro de Portugal
Mandato: XIII Governo Constitucional
Ministro do Trabalho e Solidariedade

Partido político: Partido Socialista
[[WP:PPO#{{{projecto}}}|...]]
Eduardo Luís Barreto Ferro Rodrigues (Lisboa, 3 de novembro de 1949) é um político português que foi secretário-geral do Partido Socialista. Tomou, no dia 9 de Julho de 2004 a sua decisão de se demitir, na sequência da recusa de convocar eleições gerais assumida pelo Presidente da República.

Depois de Jorge Sampaio anunciar que não iria convocar eleições antecipadas, chamando o presidente do PSD a formar novo Governo, o secretário-geral do PS, Ferro Rodrigues, anunciou a sua demissão da liderança socialista, cerca das 21:45. Ferro Rodrigues anunciou ainda a sua demissão do Conselho de Estado, referindo a sua «decepção e discordância» relativamente à decisão de Jorge Sampaio.

No entanto, sublinhou que não abandonará o combate político e permanecerá no Parlamento.

Actualmente é embaixador dePortugal na OCDE em Paris.
 
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Eco...ntent_id=82917

Jorge Coelho vai ser consultor da Mota-Engil, participando na revisão da estratégia do grupo para os próximos 5 anos. Ironias do destino: Coelho demitiu- se do Governo na sequência da queda da ponte de Entre-os-Rios,e vai agora trabalhar para uma empresa de construção civil.

Mais uma vez de realçar o contributo do sector da construção civil e obras públicas - aquele que há uns tempos era acusado pelo patrão da CIP de ser o sector com maiores fugas fiscais e que mais está encostado ao Estado -, no esforço nacional de combate ao desemprego...

O facto de a empresa contar como executivo um antigo Secretário de Estado do nóvel contratado, deve ser lido como mera casualidade. Foi, digamos, um calhar...


http://www.transportesemrevista.com

Mota tira Coelho da cartola
Dirigente socialista poderá assumir presidência da Mota-Engil


O dirigente socialista Jorge Coelho acaba de aceitar o convite para assumir o cargo de presidente executivo da Mota-Engil. A notícia foi avançada pelo Jornal de Negócios, que refere igualmente que o actual presidente do grupo, António Mota, assumirá o cargo de charmain. A única condição imposta por Coelho, passa pela aprovação por parte dos accionistas do seu plano estratégico para a Mota-Engil nos próximos 5 anos. O ex-super ministro dos governos de Guterres já está a trabalhar nesse plano estratégico, na qualidade de consultor da empresa, devendo o mesmo ser apresentado no final deste mês. A confirmar-se a notícia avançada por aquele diário, que faz questão de afirmar o facto da mesma ainda não ter sido desmentida por ninguém, continuam a manter-se vivas na sociedade portuguesa “relações perigosas” entre o mundo da política e o dos negócios.
 
Última edição:
Metade das grandes empresas tem gestores que já foram políticos
Jorge Coelho deverá assumir o cargo de administrador de uma cotada. O Diário Económico fez as contas e nove das empresas do PSI 20 têm gestores que passaram pela política.

Jaime Martins Alberto

A dúvida de António Pires de Lima era grande: ser líder do CDS ou CEO da Unicer? De um lado, o prazer e os amigos, do outro o dinheiro e a família. Optou pela segunda hipótese e respeitou a imposição da empresa: não foi candidato à liderança do partido. Poucos dias depois, a 1 de Junho de 2006, já estava na Unicer. “Eu tenho quatro filhos que estão habituados a um certo nível de vida. Não sei como a conseguiria manter se tivesse ficado na política”, explica Pires de Lima, referindo-se à diferença de ordenados entre os gabinetes duplos dos deputados em São Bento e os de luxo em Matosinhos.

Jorge Coelho não terá tido tantos dilemas quando aceitou o convite de António Mota para ser consultor da Mota-Engil. “Há sete anos que deixei de ter funções públicas e saí do Governo”, disse em Março. Na mesma entrevista ao Diário Económico, ainda perguntou: “Eu tenho de trabalhar, não?” Hoje, poucas pessoas têm o seu peso e influência no aparelho do PS. Também poucos têm no currículo o cargo de ex-ministro da Administração Interna, uma formação de economista e a experiência como consultor da Martifer, Visabeira e Novabase.

Para Jorge Coelho, como para muitos gestores e ex-políticos, a passagem do público para o privado é um acto natural. Do conjunto de administradores das empresas do PSI 20, 10% já passaram por um ou mais governos. Alguns, fizeram carreira na banca, passaram para o Governo e voltaram à banca, como fez Armando Vara na Caixa Geral de Depósitos e no BCP. Ao todo, metade das vinte maiores empresas nacionais têm administradores que ocuparam cargos no Executivo. Olhando para osvinte CEO, só cinco assumiram funções em governos liderados pelo PS e PSD.

A quantidade de exemplos nesta matéria é semelhante ao pudor em se falar de forma aberta sobre eles. Contactados pelo Diário Económico, Pina Moura (antigo ministro das Finanças e actual presidente da Média Capital e da Iberdrola) e Manuela Ferreira Leite (administradora do Santander e também ex-ministra das Finanças) recusam-se a falar sobre o tema. Falou Mira Amaral: “O Paulo Teixeira Pinto quando chegou ao Governo nem sabia o que era um banco e o Pina Moura o que era energia”, lembra o ex-ministro do Trabalho, que quando foi convidado por Cavaco Silva para ganhar 600 contos no Governo, em 1985, recusou o dobro que uma empresa privada lhe oferecia.

O que é que procuram as empresas quando olham para os ex-governantes? “Elas querem pessoas com experiência de vida e que conheçam muito bem a administração”, explica João Cravinho, que trocou o lugar de deputado do PS pelo de administrador do BERD em Londres. E acrescenta, de forma determinista: “As empresas pagam dez ou quinze vezes mais do que qualquer director-geral da função pública”.

O facto de conhecer “muito bem” a administração também terá pesado na escolha de Ferreira do Amaral para presidente da Lusoponte. O que valeu ao antigo ministro das Obras Públicas críticas e suspeitas. “A lei preocupa-se com isso e estabelece uma norma: três anos sem contactos [ver texto ao lado]”, disse ao Diário Económico em Fevereiro deste ano.

Quando se consegue ter a experiência dos dois mundos no currículo, ainda melhor. “Quando criei os hospitais SA, tive uma preocupação com a gestão dos recursos”, diz Luís Filipe Pereira, que garante ter sido melhor ministro da Saúde (nos Governos de Durão Barroso e Santana Lopes) precisamente pelos vários anos de experiência que tinha como gestor. “Tive muitas propostas quando sai do ministério”, diz.

A Cimpor é um caso paradigmático. “A maioria do conselho de administração da Cimpor passou pelo Governo, mas não me recordo de todos”, conta fonte oficial da empresa, que sublinha o facto de esta ter pertencido ao Estado: “Os membros eram todos nomeados.” No fundo, é tudo uma questão de “elasticidade”, segundo um destacado empresário que ocupou cargos políticos.

No final há quem reduza todo o argumento a uma certeza: “Nunca contraria políticos”, diz Ângelo Correia. “Contrato especialistas por áreas, se tiver uma apetência política melhor”.

diarioeconomico.com
 
mas afinal o que é que o user "apenasEu" tem contra a empresa que o faça tão "desesperadamente" chamar a atenção para a mesma, e quais as razoes disso???

Se é por causa do Jorge coelho ir para lá trabalhar, para alem de ser livre de o fazer, ser completamente legal, e ter habilitações para o cargo que vai desempenhar, e de já não fazer parte do governo desde que se demitiu aquando da queda da ponte de entre os rios ( há uma porrada de anos)....

portanto por causa do Jorge Coelho não deve ser...:confused:
 
Alargamento do terminal de Alcântara provoca polémica

A Liscont, empresa do grupo Mota-Engil, vai apresentar os planos para o alargamento do terminal de contentores de Alcântara. Mas a expansão do terminal está a gerar polémica, sobretudo pelo impacto visual e ambiental que pode causar.

Mas a decisão do Governo de alargar o prazo de concessão à Liscont sem concurso público está a gerar polémica, por causa do impacto visual e ambiental que a expansão do terminal pode causar.


http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1036102
 
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